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Blog do Desemprego Zero

Archive for abril 18th, 2008

O etanol sob ataque

Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“O Brasil precisa armar uma contra-ofensiva em defesa dos seus interesses, pois para o País, e para muitos outros em desenvolvimento, os biocombustíveis representam uma oportunidade única de gerar produção, riqueza, renda, empregos e formas renováveis de energia”.

Por Katia Alves

Publicado no: Estado de São Paulo

Por Roberto Macedo

O noticiário internacional recente sobre a alta dos preços dos alimentos deu origem a um descabido ataque contra a produção do etanol e de biocombustíveis em geral produzidos no Brasil, mediante a generalização do argumento de que sua produção restringe a oferta de alimentos ao ocupar terras e outros recursos antes destinados à produção destes últimos.

O tom de algumas declarações mostra que a emoção vem prevalecendo sobre a razão e que também há gente atacando generalizadamente o etanol, mal disfarçando que estão a defender seus próprios interesses, como o protecionismo agrícola europeu e o de países produtores de petróleo.

Tome-se, por exemplo, o que disse o suíço Jean Ziegler, que trabalha na ONU em questões ligadas aos alimentos. Ao atacar os subsídios que os EUA dão a seus produtores de etanol a partir do milho, disse tratar-se de ‘um crime contra a humanidade’, ao reduzirem a produção desse cereal. Em seguida, pediu que a União Européia (UE) abandone sua meta de ter 10% dos seus carros movidos a etanol até 2020, abandono esse que pode prejudicar o etanol baseado na cana-de-açúcar, produzido pelo Brasil e por outros países em desenvolvimento. E não fez referências ao protecionismo agrícola que mantém elevados os preços agrícolas na UE.

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

O Movimento dos Sem Terra (MST) promoveu uma semana de manifestações de protesto por todo país para lembrar os 12 anos do massacre de Eldorado dos Carajás. O MST também cobra as promessas não cumpridas pelo governo no que concerne à reforma agrária. As ações são positivas na medida em que trazem à tona a necessidade de uma reforma agrária como condição sine qua non para qualquer projeto de desenvolvimento.

 

Economia

 

No campo econômico, o fato mais relevante foi a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de elevar a taxa básica de juros da economia (Selic) em 0,5%. A autoridade monetária argumenta que há pressões de demanda (?) que justificariam tal medida. De fato, o monolistismo do Banco Central nos leva sempre a soluções recessivas. Como resultado disto, o Real foi a moeda que mais se valorizou frente ao dólar no mundo. Bom para os rentistas, ruim para o resto do país.

 

Internacional

 

A descoberta de um novo mega-campo de petróleo no Brasil foi destaque na imprensa internacional, especialmente na Europa. Apesar de a imprensa internacional tratar o Brasil como uma potência do petróleo, o melhor é aguardar. Se os campos tiverem viabilidade, teremos uma arma que poderá ser usada a favor ou contra nós.

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

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Malan eleva o tom

Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“De acordo com Malan, o país só conseguirá crescer a taxas elevadas e sustentáveis se colocar as reformas na ordem do dia.”

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Revista Época (restrito a assinantes)

Por: José Fucs

O ex-ministro da Fazenda critica a paralisação das reformas e diz que, sem elas, o Brasil não anda

O ex-ministro da fazenda Pedro Malan, que comandou a economia do país durante os dois governos de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), costuma ser discreto em suas manifestações. Desde que deixou o cargo, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tomou posse, em janeiro de 2003, são raras suas entrevistas. Malan, hoje presidente do Conselho de Administração do Unibanco, também costuma ser econômico em suas críticas ao atual governo. Durante o 21° Fórum da Liberdade, realizado em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, na semana passada, porém, ele parece ter mudado de tom. Malan fez críticas à total paralisação das reformas econômicas no atual governo.

De acordo com Malan, o país só conseguirá crescer a taxas elevadas e sustentáveis, com a rapidez necessária para enfrentar a competição cada vez mais acirrada no cenário global, se colocar as reformas na ordem do dia. “As reformas são importantes para aumentar a eficiência, a produtividade e a competitividade do país”, afirmou. “É disso que depende, em última instância, o desenvolvimento econômico, social, tecnológico e cultural. Poderemos dar um grande passo se conseguirmos mostrar que elas não são importantes por si mesmas.” Mas Malan se mostrou cético em relação à possibilidade de que isso possa ocorrer no atual governo. “No Brasil, é preciso que as coisas se deteriorem para que as forças políticas se mobilizem. É nossa forma de lidar com os problemas”, disse.

O Fórum da Liberdade, evento promovido pelo Instituto de Estudos Empresariais (IEE), reuniu empresários, autoridades e especialistas do exterior para debater o tema Agora, o Mercado É o Mundo (leia mais na coluna de Paulo Guedes). Diante dessa platéia, Malan clamou urgência nas três principais reformas: tributária, trabalhista e previdenciária. Leia o resto do artigo »

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Banco Central – sitiado ou estrela-guia?

Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Por Paulo Passarinho*

Com a adesão de Lula e de seu governo à política macroeconômica de interesse do capital financeiro – entenda-se, como tal, principalmente os bancos e as grandes corporações empresariais, com atuação transnacional -, convencionou-se rotular o governo atual, especialmente em seu primeiro mandato, como um governo “em disputa”.

Essa rotulagem interessava aos setores de esquerda que apoiavam, e ainda o fazem, o governo. Esses setores atribuíam as opções de Lula, em favor de uma política econômica ortodoxa, como uma contingência da situação deixada por FHC, onde o endividamento público era explosivo e a pressão inflacionária poderia comprometer a almejada estabilidade de preços.

Para esses setores, os grandes vilões contra políticas de desenvolvimento e geração de empregos eram o Banco Central e a taxa de juros. Porém, tudo seria uma questão de tempo. Quando a situação viesse a melhorar, o governo poderia alterar a sua política econômica.

Nesse primeiro mandato de Lula, esses setores chegavam até mesmo a personalizar essa suposta disputa, colocando Antônio Palloci (e Henrique Meireles) como representante maior da “direita”, da ortodoxia, enquanto José Dirceu, chefe da Casa Civil, seria o expoente maior de uma ala desenvolvimentista, dentro do governo.

O tempo passou, Palloci e Dirceu acabaram caindo. Esse último é hoje um saltitante lobista confesso de interesses de multinacionais, e, apesar da política econômica não ter se alterado, os efeitos da mesma começaram a apresentar resultados aparentemente animadores. As contas externas começaram a apresentar saldos comerciais expressivos – puxados pela demanda asiática e seus efeitos nos preços das commodities agrícolas e minerais; taxas de crescimento da economia melhoraram um pouco em relação aos anos de governo FHC, elevando a oferta de emprego; e, particularmente desde o início do segundo mandato, o lançamento e propaganda massiva do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento – fez com que muitos daqueles que acreditavam na suposta disputa, passassem a crer que já havíamos ingressado em uma hegemonia “desenvolvimentista”. Leia o resto do artigo »

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O marajá que não descansa

Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Com uma fortuna pessoal de US$ 1,2 bilhão, Mallya é chamado na Índia de rei da boa vida”

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Revista Época

Por: José Fucs

Dono de negócios que vão da cerveja à Fórmula 1, o empresário – e playboy – Vijay Mallya é um símbolo do novo capitalismo indiano

Ele é um dos empreendedores mais bem-sucedidos da nova Índia, o gigante asiático que despertou no início dos anos 90, com a liberalização da economia, e se tornou um dos países que mais crescem no planeta. Em 25 anos, conseguiu transformar o grupo empresarial de médio porte que herdou do pai, morto em 1983, num império multinacional. Hoje, o UB Group, a holding que reúne suas empresas – batizada com as iniciais de sua cervejaria, a United Breweries -, é um dos 20 maiores conglomerados indianos, com presença em ramos que vão das bebidas à aviação, da construção civil à tecnologia. Em 2007, o faturamento total alcançou US$ 2 bilhões, 12 vezes o valor de quando ele assumiu o comando, com apenas 28 anos. E o valor de mercado, calculado com base na cotação dos papéis de suas empresas na Bolsa de Mumbai (ex-Bombaim), já supera US$ 3,5 bilhões. Mas foi por seu espírito inquieto e por sua personalidade controvertida que o empresário indiano Vijay Mallya, de 52 anos, se tornou conhecido pelo mundo.

Com uma fortuna pessoal de US$ 1,2 bilhão – a 962a na lista dos mais ricos do mundo da revista Forbes -, Mallya é chamado na Índia de “rei da boa vida”. Gosta de boas festas e sabe como fazê-las acontecer. Em maio do ano passado, logo depois de comprar a destilaria escocesa Whyte & Mackay por US$ 1,2 bilhão, Mallya foi o anfitrião de um evento memorável a bordo de seu iate de 312 pés (95 metros), batizado como Indian Empress (imperadora indiana), ancorado na Riviera Francesa. Entre os 300 convidados, estavam figuras aparentemente incompatíveis, como o rei do aço indiano, Lakshimi Mittal, e o rapper americano Jay-Z. Como a festa aconteceu na época da corrida de Fórmula 1 em Mônaco, o italiano Flavio Briatore, chefe da escuderia Renault, e Bernie Ecclestone, o principal executivo da categoria, também estavam presentes. Um DJ trazido da Índia tocava temas indianos. O vinho servido fartamente durante toda a noite veio de um vinhedo do Vale do Loire que Mallya comprara em 2006. “Quando eu comecei, as pessoas não aceitavam meu jeito de ser. Muita gente dizia que eu era um playboy extravagante e que quebraria a empresa do meu pai. A vida era difícil, porque as pessoas me criticavam e me questionavam, mesmo que eu tentasse fazer o melhor”, disse Mallya a ÉPOCA. “Mas o tempo mostrou que elas estavam completamente erradas. Hoje, as ações das empresas do grupo têm um dos melhores desempenhos na Bolsa de Valores e, de certa forma, me sinto vingado”. Leia o resto do artigo »

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