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Blog do Desemprego Zero

Archive for abril 10th, 2008

Caixa do BNDES pode ter reforço, diz ministro

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

O BNDES terá novos recursos e financiará empresas com base na nova política industrial. Leia a seguir.

*Postado por Katia Alves

Por: Rafael Rosas

Publicado no: Valor

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pode contribuir com até R$ 250 bilhões em recursos até 2010 para financiar empresas com base na nova política industrial, que deve ser anunciada pelo governo federal ainda neste semestre. A informação foi dada pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, que não detalhou como a instituição de fomento conseguirá os recursos.

“O BNDES vai ter recursos novos. De algum lugar sairá e com um banco como o BNDES você pode buscar funding em organismos internacionais”, frisou Jorge. “Parte dos recursos deve vir de fora e parte de captação do Tesouro”, acrescentou. O ministro garantiu que o banco de fomento será capaz de buscar o funding e admitiu que, em um cenário internacional de redução da liquidez, a necessidade por recursos do BNDES por parte de empresas beneficiadas pela política industrial pode até superar os R$ 250 bilhões.

Jorge evitou dar maiores detalhes sobre a política industrial, que preferiu chamar de “Projeto de Desenvolvimento Produtivo” e reafirmou as metas de aumento do investimento na economia brasileira, que segundo ele deve passar dos 17,6% do PIB, registrados em 2007, para 21% em 2010. Além disso, o ministro confirmou a expectativa de participação no Brasil no comércio mundial, que deve chegar a 1,25% do total no último ano do governo Lula, diante dos atuais 0,96%. Leia o resto do artigo »

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O Copom é autônomo

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Leia abaixo: Delfim discorda com os argumentos usados para aumentar a Selic.

*Postado por Katia Alves

Publicado na: Folha

Por: Antonio Delfim Netto

NA ÚLTIMA semana, o Brasil assistiu a um espetáculo de intrigas nos meios de comunicação para “afirmar” a autonomia do Banco Central diante do “jurássico” Ministério da Fazenda. Como? Iniciando já um movimento de elevação da taxa de juros. O “merchandising” financeiro conseguiu quase unanimidade na direção do movimento. Para evitar eventual processo de formação de cartel, os agentes “fixaram” taxas de juros diferenciadas para a Selic em dezembro: de acordo com a “qualidade” da pseudociência, elas variaram de um modesto 12,5% até um fantástico 13,75%! Tratou-se de um evidente suporte do “mercado” ao ridículo “terrorismo” da última ata do Copom. A coisa tem um ar estranho. Ouvindo a autoridade monetária e lendo as análises do sistema financeiro, alguém que ontem tivesse chegado de Marte concluiria que o Brasil está sob grave ameaça de voltar a uma superinflação, que deve ser “preventivamente” combatida por um “superjuros”. O “Relatório de Inflação”, nos seus números (quando não afirma o óbvio, “que o Banco Central vai fazer o que tem que fazer”!), é mais tranqüilizador. No seu cenário básico (crescimento de 4,8%, taxa Selic de 11,25% e taxa de câmbio de R$ 1,70). Leia o resto do artigo »

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Contra o viés deflacionário do Banco Central do Brasil

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Seria sensato no momento ter cuidado na condução da política monetária e manter a selic estável, pois um aumento na selic poderia desaquecer a economia. Leia abaixo.

*Postado por Katia Alves

Publicado no: Valor

Por André de M. Modenesi, Miguel Bruno e Salvador Werneck Vianna

Não há duvida de que a existência de defasagens na condução da política monetária torna imperioso um comportamento prospectivo do Banco Central do Brasil (BCB) com relação ao comportamento da inflação. No entanto, o argumento em prol da atual necessidade de se realizar uma alta preventiva da Selic não parece válido. Tanto o lado real quanto as expectativas de inflação da economia brasileira desabonam a tese da necessidade de uma reversão na política monetária.

Na economia real, o balanço entre oferta e demanda agregada parece equilibrado. Primeiro, o lado da oferta. Claros sinais de expansão da capacidade produtiva, aliados a um ritmo saudável de expansão da atividade industrial, apontam para a disponibilidade de o setor atender ao crescimento da demanda por meio de expansão da oferta, e não por elevações de preços, como teme o BCB.

Some-se a isto as reiteradas declarações do setor produtivo de que, em função dos investimentos – em curso ou já realizados -, os empresários estão aptos a e, principalmente, desejosos de ampliar a produção. Por exemplo, o presidente da Anfavea declarou que o setor automotivo tem planos de investimentos da ordem de R$ 5 bilhões em 2008, ampliando-se a capacidade instalada em 280 mil veículos/ano. A cadeia como um todo pretende realizar investimentos de R$ 20 bilhões, até 2010. Leia o resto do artigo »

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Dólar baixo altera padrão de avanço dos setores econômicos

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Neste artigo Jiane Carvalho mostra o desempenho e mudança no padrão de crescimento em alguns setores da economia entre os anos de 2000 e 2007.

*Postado por Kátia Alves

Publicado no: Gazeta Mercantil

Por Jiane Carvalho

O movimento de queda acentuada do dólar nos últimos anos, associado ao aumento da renda e do nível de emprego, tiraram da indústria o posto de setor de maior crescimento na economia brasileira. Ao analisar 1.600 balanços de empresas, a Serasa – empresa de análise de crédito adquirida no ano passado pela Experian – constatou que entre 2000 e 2007 o setor de comércio foi o que mais cresceu, seguido pela indústria, em segundo e, em terceiro, por serviços. Segundo o estudo da Serasa, no período analisado dois setores cresceram acima do PIB brasileiro, segundo dados já deflacionados pelo IGP-M. Enquanto o PIB brasileiro entre 2000 e 2007 avançou 30,8%, o setor de comércio cresceu 51,9% e a indústria 43,2%. Já o setor de serviços, apesar de ter ganho importância na economia, foi o único que cresceu ligeiramente abaixo do PIB, com expansão de 30,4%. O gerente de análise de crédito da Serasa e coordenador do estudo, Marcio Ferreira Torres, explica a posição alcançada pelo setor de serviços, lembrando a retração econômica em 2003. “Logo após o presidente Lula assumir a presidência, houve uma puxada forte nos juros que derrubou a atividade, com um desempenho no ano muito ruim do segmento de energia”, diz Torres. Só o setor de energia responde por algo próximo de 25% do ramo de serviços. Leia o resto do artigo »

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EUA: Abusos no uso de cartões corporativos

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson

Uma matéria da jornalista Patrícia Campos, do Estado de São Paulo, sobre abusos na utilização dos cartões corporativos no governo americano. Enquanto aqui no Brasil os desvios foram pontuais, pois não foram identificados desvios sistemáticos, nos EUA a incidência de desvios parece ser bem maior. Mas a grande diferença mesmo é que lá a mídia não transforma um problema de gestão e de transparência pública numa batalha partidária pequena, uma tentativa incessante de fabricar crises virtuais.

Investigação aponta ainda despesas com iPods, lingerie, namoro on line e jantar no valor de US$ 13 mil

Patricia Campos Mello, do Estado de São Paulo

A farra dos cartões corporativos também atinge o governo dos Estados Unidos. Enquanto no Brasil os cartões foram usados para compra de tapioca e produtos em free shop, nos Estados Unidos os funcionários do governo usaram os cartões para comprar iPods e lingerie e para pagar por serviços amorosos online, manicures e um jantar de US$ 13 mil.

Uma investigação do Escritório de Responsabilidade do Governo dos EUA, divulgada ontem, revela que 41% das transações efetuadas com cartões corporativos do governo são irregulares. Segundo o relatório do escritório, a incidência de irregularidades com os cartões é “muito alta, inaceitável”. Leia o resto do artigo »

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Charge Gambiarra do Frank

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

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A classe média é vítima da violência

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Veja que interessante o artigo escrito por Vinni Correa. Ele faz uma crítica ao sensacionalismo feito sobre alguns casos de violência que atingem a classe média e ressalta outros casos que passam despercebidos por afetarem a classe baixa.

*Postado por Kátia Alves

Publicado originalmente no: Vinni Web

Por Vinni Correa

Todos têm acompanhado, recentemente, o caso da menina Isabella Nardoni, possivelmente assassinada pelo pai e pela madrasta ao ser espancada e depois jogada pela janela do 6º andar do apartamento onde morava. O mistério do caso tem tido alta repercussão na mídia. Não era pra menos, tal fato impressiona e choca a sociedade. Afinal, como pode algum ser humano cometer tal barbaridade contra uma menininha? Mas o que venho discutir aqui não é o crime, mas sim, a bestial classe média e suas campanhas contra a violência.

O caso da jovem de 14 anos, Gabriela Prado Maia Ribeiro, que cresceu assustada com a violência, morta por uma bala perdida, em 2003, é um exemplo de que a classe média é uma das mais responsáveis pela violência nas grandes cidades. Desde que as favelas foram dominadas pelas facções do narcotráfico que há tiroteio por disputa de ponto, e, conseqüentemente, dezenas de pessoas eram vítimas dessa guerra, entre elas, crianças, mas sempre moradoras das favelas. Tal violência veio ganhando mais destaque conforme vinha aumentando o confronto e o número de membros da classe média vítimas dos tiroteios. E quando Gabriela tornou-se vítima da guerra do tráfico, um grande movimento “pela paz” foi organizado. Milhares de pessoas se juntaram no movimento “Gabriela Sou da Paz” pedindo justiça, lutando contra a impunidade. Após ter a idéia de escrever algo sobre o assunto, devido ao fato da popularidade do caso da menina Isabella Nardoni, resolvi navegar no orkut e ver quantos membros possuem as comunidades que se solidarizam com crianças de classe média vítimas da violência: Comunidade Gabriela Sou da Paz (47.708 membros); Comunidade Em Memória, João Hélio (102.472 membros); Comunidade Justiça Para Isabela Nardoni (63.696 membros).

Gostaria, antes de continuar a minha crítica, de informar que tenho solidariedade com esses casos, pois sou contra a violência. Mas, não posso deixar aqui o meu comentário contra a supervalorização e do sensacionalismo para com esses casos, uma vez que nenhuma criança pobre, moradora de favela, tornou-se “slogan” de campanha contra a violência, cujo número de vítimas é aterrorizante. E estando certo de minha crítica à classe média, no mesmo orkut, resolvi buscar comunidades sobre trabalho infantil. A maior comunidade (Sou Contra o Trabalho Infantil) possui apenas 3.379 membros. Leia o resto do artigo »

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Leituras em Economia e Administração ( lançamento )

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Livro: Leituras em Economia e Administração

Organizador: Wilson Alves de Araújo

ISBN: 978-85-60951-02-4

Ano: 2008

Páginas: 150p

Editora: Opção livraria e editora

Contatos: editora@opcaolivros.com.br

Resenha escrita por Rodrigo Loureiro Medeiros*

Desde a década de 1970 observa-se uma seqüência de fatos que influenciou os rumos do sistema economia-mundo. A ruptura do padrão dólar-ouro, os choques do petróleo e a emergência do paradigma de produção flexível integram esse complexo quadro. O paradigma fordista foi cedendo gradualmente espaços para a eficiência do Sistema Toyota de Produção.

Para os países do denominado Terceiro Mundo, essas transformações viriam acompanhadas da elevação brutal da taxa básica de juros nos EUA. Governos conservadores anglo-saxônicos – Margaret Thatcher (GB) e Ronald Reagen (EUA) – promoviam ideologicamente um retorno ao clássico liberalismo econômico. A América ibérica, por sua vez, iria encarar a crise da dívida externa e a desorganização das finanças públicas ao longo dos anos 80. Na década seguinte, a onda neoliberal – desregulamentação, privatização e liberalização da conta de capitais – marcaria um processo de destruição não-criadora vivenciado pelos povos da região. O desemprego e a informalidade nos mercados avançavam nas respectivas economias e o tão sonhado projeto de integração sul-americana perdia fôlego.

Imersos em problemas internos e presos a uma agenda do passado, as sociedades ibero-americanas ingressariam no terceiro milênio com a árdua tarefa de enfrentar desafios de naturezas diversas. No campo das demandas sociais, as agendas de urgência não poderiam ser abandonadas. A estrutura econômico-produtiva, por sua vez, reclamava uma revisão em prol de uma maior competitividade internacional. O Leste asiático caminhava a passos largos para se tornar a oficina do mundo. Como os países ibero-americanos deveriam se posicionar? Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Rodrigo Medeiros | Sem Comentários »