“Pós-neoliberalismo, movimentos sociais e desenvolvimento: perspectivas comparadas na América Latina e Caribe, Ásia e África”
Postado em 8 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Um evento internacional gratuito, promovido pelo Laboratório de Políticas Públicas (LPP), mobilizará a UERJ para o debate de questões ligadas ao pós neoliberalismo, sob ângulos diferentes, porém complementares. De 9 a 11 de abril, o seminário “Pós-neoliberalismo, movimentos sociais e desenvolvimento: perspectivas comparadas na América Latina e Caribe, Ásia e África” oferecerá aos participantes a oportunidade de conhecer a produção intelectual destas regiões.
“Os trabalhos a serem apresentados foram escolhidos numa seleção internacional”, informa Sílvio Lima, da comissão organizadora. “São países que já foram colônias, do ponto de vista econômico e cultural, e agora têm voz para criar sua própria versão do mundo”, afirma.
Especialistas brasileiros e estrangeiros abordarão temas como hegemonia e contra-hegemonia, modelos de desenvolvimento, identidades e classes sociais. Fruto da parceria entre o LPP e o Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO), o seminário começará às 18h, no Teatro Odylo Costa, filho.
Para mais informações: IPP – UERJ
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O Balanço Energético Nacional de 2007 nos indica que, para a geração elétrica no mundo em 2005, foram utilizadas as seguintes fontes: o carvão mineral com participação de 40,3% do total gerado, o gás natural com 19,7%, a energia hidráulica com 16,0%, a nuclear com 15,2%, os derivados de petróleo com 6,6% e outras fontes com 2,2%. Com o preço do barril de petróleo ultrapassando a barreira dos US$ 100 e, obviamente, os preços dos derivados e do gás natural acompanhando essa escalada, somado ao fato da ameaça do efeito estufa em decorrência da queima dos hidrocarbonetos e do carvão, a humanidade enfrenta o desafio da busca de fontes geradoras de eletricidade mais limpas e competitivas. Alguns aproveitamentos hidráulicos causam fortes impactos ambientais, que proíbem seu uso, e muitas das fontes alternativas ainda não foram suficientemente desenvolvidas, como a solar, de forma que ainda fornecem eletricidade a preço proibitivo.
Léo Nunes – Paris – O diário francês Le Monde destaca na edição de hoje a declaração do diretor do Fundo Monetário Internacional, o FMI (