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Blog do Desemprego Zero

Archive for abril 7th, 2008

POTÊNCIAS EUROPÉIAS BARRAM CRIAÇÃO DE ÓRGÃO DE CONTROLE BANCÁRIO

Postado em 7 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris – A crise econômica mundial, iniciada no mercado de crédito subprime dos EUA, trouxe à tona a discussão acerca da criação de um órgão supranacional, no âmbito da União Européia, que teria como objetivo a supervisão e o controle sobre o sistema bancário europeu.

 

Numa economia capitalista, cabe ao Estado, convocado pelos donos da banca, o papel de emprestador de última instância e de árbitro das crises financeiras nacionais e internacionais. De fato, sem algum tipo de socialização das perdas, torna-se quase impossível evitar que muitas crises contaminem o “lado real” da economia.

 

Entretanto, o custo da socialização das perdas é diretamente proporcional ao nível de desregulamentação financeira. Ademais, a liberalização financeira, levada ao paroxismo no capitalismo pós-Bretton-Woods, trouxe no seu bojo um custo muito maior para a resolução das crises. E parte deste custo é necessariamente arcado pelo Estado e, em última instância, pelo contribuinte, através da utilização direta de recursos públicos ou pelos inconvenientes de uma recessão econômica.

 

Portanto, a criação de um órgão supranacional de supervisão e controle do sistema bancário seria fundamental para minimizar os efeitos das crises financeiras. Todavia, Economia é Política. A concepção de tal organismo iria de encontro ao interesse de potências como França, Reino Unido e Alemanha, pois retiraria das mesmas a autonomia na gestão da política econômica. Os mais fracos clamam por tal mudança, mas esta reivindicação deve ser inócua, dado que a corda sempre pende para o mesmo lado.

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

Postado em Conjuntura, Internacional, Leonardo Nunes, Política Econômica | 3 Comentários »

Os horizontes de Celso Furtado

Postado em 7 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado em: Valor Econômico (conteúdo restrito a assinantes)

Por Genilson Cezar 

Celso Furtado em 2000: ponto central do documentário, que estréia nesta sexta, é uma entrevista de quatro horas, a última filmada, que o economista concedeu em 2004, cinco meses antes de morrer. O filme mescla cenas documentais de importantes fases da vida política econômica brasileira, desde Getúlio Vargas, passando pelos governos JK, Jânio e Jango, com depoimentos dos mais expressivos economistas do país, como Francisco de Oliveira, José Israel Vargas, João Manuel Cardoso de Melo, Maria da Conceição Tavares, Osvaldo Sunkel e Ricardo Bielschowsky, que também participou como consultor do filme.

O economista Celso Furtado, paraibano de Pombal, nascido em 26 de julho de 1920, viveu intensamente. Esteve nas fileiras da Força Expedicionária Brasileira (FEB), na Europa, durante a Segunda Guerra Mundial. Ajudou a reconstruir uma estrada de ferro numa região da antiga Iugoslávia (hoje Bósnia), no pós-guerra. Integrou o primeiro núcleo de economistas da Comissão Econômica para a América Latina (Cepal), criada em 1949, em Santiago, no Chile. Escreveu em 1954 uma obra clássica, “Formação Econômica do Brasil”, na qual combina teoria macroeconômica e história. Criou e dirigiu a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), no governo de Juscelino Kubitschek, em 1959. Foi ministro do Planejamento no governo Jango Goulart, ministro da Cultura no governo Sarney e deu aula na Sorbonne, em Paris, França, durante 20 anos. Celso Furtado morreu no seu apartamento, em Copacabana, no Rio, em 20 de novembro de 2004.

Mas seu pensamento sobre a realidade brasileira continua atual, conforme depoimento do economista Antônio Barros de Castro no documentário “O Longo Amanhecer”, dirigido por José Mariani, que estréia no Rio e em São Paulo nesta sexta.

“Celso Furtado é atual, não pelo que ele escreveu sobre a atualidade. É o conjunto do pensamento dele que coloca vigorosamente a necessidade de um projeto social para o Brasil. Ainda que se possa discutir que cara vai ter esse projeto, nós temos de ter um projeto de desenvolvimento nacional. Nosso crescimento está bloqueado por uma descomunal dívida externa, que tem de ser renegociada, e por uma dívida interna insuportável, que também mobiliza o Estado e o transforma num guichê pagador de juros. Desde quando Celso Furtado formulou seu pensamento econômico para cá, as coisas pioraram muito no país. Hoje, dois terços dos trabalhadores brasileiros ganham um salário ridículo, não há geração de empregos, o sistema de saúde funciona mal, a educação pior ainda”, avalia Castro. Leia o resto do artigo »

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A GUERRA

Postado em 7 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Por Maria de Fátima de Oliveira*

Contam que certa vez, depois da Segunda Guerra, uma senhora italiana caminhava com o filho pelas ruas de sua cidade. Passando em frente a um montão de ruínas, o garoto perguntou: “Mãe, quem foi que causou tanta destruição em nossa terra?” A mulher replicou: “Foi a guerra, meu filho.” “O que é a guerra?” inquiriu o menino. E a resposta: “Meu amor, toda vez que você briga com sua irmãzinha, que é menor e mais frágil, e toma os brinquedos que pertencem a ela, embora tenha os seus, isto é a guerra!”

O garoto ficou pensativo, contemplando as ruínas com um olhar espantado. Depois exclamou, com voz decidida: “Mamãe, é verdade que, toda vez que eu bato em Laurinha, ela chora e fica triste. Será que estou sendo tão mau assim? Eu não quero destruir minha irmã. E prometo que, de hoje em diante, nunca mais vou bater nela para tomar seus brinquedos”.

Essa historieta dá o que pensar.

Quando a gente se debruça sobre a história da humanidade, percebe que a guerra é uma constante ao longo de seu percurso. Ao menos desde a invenção da escrita, quando o homem começou a registrar seus feitos em símbolos gráficos, as lutas entre grupos e tribos acompanham a epopéia humana. Em geral, tais embates são motivados pela cobiça e a prepotência. E ficamos a nos perguntar por que o ser humano, capaz de tantas conquistas artísticas, culturais e tecnológicas, ainda não encontrou um meio de eliminar a guerra da face do planeta. Pelo contrário: esmera-se em torná-la mais sofisticada e mortífera, destruindo vidas e criando barreiras entre nações e culturas.

Na verdade, o ser humano sofre de um desequilíbrio estrutural, do qual raramente tem consciência. Esse desequilíbrio, que as religiões denominam “pecado” e outras teorias consideram um resquício da ancestralidade animal da espécie, está na raiz de todas as nossas contradições. Temos uma tendência de absolutizar o relativo, transformando-o numa finalidade em si mesmo e lutando com todas as forças para defendê-lo.

Por exemplo: a natureza equipou os homens e as mulheres com tendências inatas, próprias ao crescimento e manutenção da vida. Seres corpóreos que somos, todos necessitamos de um mínimo de bens materiais, que nos assegurem alimentação, abrigo e bem-estar suficientes ao nosso desenvolvimento pessoal e grupal. Mas a grande maioria das pessoas sente a necessidade de acumular o máximo de bens, não só para evitar o perigo de que eles venham a faltar, mas também para impor-se aos demais como alguém rico, poderoso e importante. Alguns transformam isso no objetivo último de suas vidas, não hesitando em passar por cima dos outros e de seus direitos e até usando da força bruta com esse fim. Muitas guerras – talvez a maioria delas – têm sido travadas com tal objetivo, obrigando povos mais fracos a viver como escravos. Leia o resto do artigo »

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Perda de TAM e Gol com caos aéreo chega a R$ 730 mi (será?)

Postado em 7 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

O caos aéreo que o País viveu no ano passado levou a uma queda de R$ 730 milhões no lucro das empresas TAM e Gol.

Esse é o primeiro parágrafo de matéria da Agência Estado. De volta, o discurso do caos aéreo (que não existiu, como já demonstramos fartamente).

A matéria do Valor Econômico é mais objetiva e em momento algum menciona caos aéreo que, para os leitores com o mínimo de discernimento, deixa o Estadão em má situação.

O que diz o Valor Online?

Explicando os motivos da redução:

TAM: A retração, para R$ 49,8 milhões, foi causada principalmente pelo aumento de 28,5% nos custos e despesas da companhia no período, que chegaram a R$ 2,2 bilhões, segundo os resultados divulgados ontem.

Os maiores aumentos foram com pessoal, arrendamento de aeronaves e outras despesas, que incluem gastos não recorrentes em torno de R$ 40 milhões.

Gol: O resultado deveu-se a uma elevação de 60% nas despesas operacionais, ante crescimento de 47,2% nas receitas.

Na explicação dos resultados da TAM, mas que pode ser estendida aos da Gol, os resultados foram afetados pela aquisição de novas aeronaves, mais pessoal e despesas provenientes do crescimento do mercado, cujo peso somente será absorvido nos futuros balanços anuais. Leia o resto do artigo »

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Marco Aurélio Garcia diz que AL vive internacionalização de conflito

Postado em 7 dEurope/London abril dEurope/London 2008

O assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, em entrevista concedida ao site Terra Magazine, fala sobre a recente crise diplomático-militar na América do Sul.

Ao comentar a morte do número 2 das Farc, Raúl Reyes e outros 16 guerrilheiros, em território do Equador após um ataque de forças colombianas, Marco Aurélio Garcia afirmou que “a América do Sul está vivendo algo que não era comum, ou que não era existente aqui, que é a internacionalização do conflito”.

Publicado originalmente em: Terra Magazine

Por Bob Fernandes

Leia a íntegra da entrevista:

Superada ao menos formalmente a crise na América do Sul, feitas aquelas fotos de ocasião com os presidentes das Repúblicas envolvidos se dando as mãos, que percepção resta? O que pensa de todo esse episódio?

Escrevi um artigo para a revista Interesse Nacional, do embaixador Rubens Barbosa, que deve ser em breve lançada. Neste artigo exponho minha percepção, a de que esse problema se deu agora porque a América do Sul está vivendo algo que não era comum, ou que não era existente aqui, que é a internacionalização do conflito, e isso por alguns motivos…

E quais seriam esses motivos?

Não pela ordem de relevância. Um, o interesse da França na libertação de Ingrid Betancourt. Se você vai a Paris vê em todo lugar a importância que os franceses dão ao tema. Vê nas livrarias uma quantidade enorme de livros sobre ela, no Hotel de Ville há um enorme retrato, em muitos lugares há imagens, debates… O presidente Sarkozy tem interesse direto nisso.

Sim, esse interesse já levou até a um incidente diplomático entre França e Brasil.
Isso é coisa que já passou…Exatamente, então esse é um fator importante para essa internacionalização do conflito, o interesse da França no destino de Ingrid, que é uma cidadã binacional. Como sabemos, é também francesa. Outro fator foi determinado pelo governo da Venezuela…

De que forma?

O fato de o governo venezuelano, pelos contatos que tem com as Farc, estar tendo um papel importante na libertação de reféns. Ao mesmo tempo, Caracas propôs o reconhecimento das Farc como força insurgente. Penso que Chávez cometeu um erro ao fazer tal proposta. No meu entender isso caracteriza uma ingerência em assuntos internos da Colômbia. Isso também leva à internacionalização do conflito…

E quais os outros fatores? Leia o resto do artigo »

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IBOPE: PESQUISA MOSTRA DISPUTA ACIRRADA EM PORTO ALEGRE

Postado em 7 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson

Prefeito José Fogaça lidera no primeiro turno e perde num eventual segundo turno em dois dos oito cenários do levantamento

ZERO HORA, de Porto Alegre

A primeira pesquisa Ibope para a prefeitura de Porto Alegre realizada este ano mostra uma disputa acirrada entre três pré-candidatos. Destacam-se no levantamento o prefeito José Fogaça (PMDB), que vence em todos os cenários de primeiro turno, Maria do Rosário (PT), que aparece em segundo lugar, e Manuela DÁvila (PC do B), que vem em terceiro, tecnicamente empatada com Rosário.

Realizada entre os dias 30 de março e 2 de abril, a pesquisa apresenta três cenários de disputa no primeiro turno. No primeiro deles é incluído José Fortunati (PDT). No segundo, Fortunati é substituído por Vieira da Cunha (PDT). E no terceiro são excluídos tanto os pré-candidatos do PDT como Mônica Leal (PP). Nenhum desses cenários altera significativamente os índices de Fogaça, Rosário e Manuela.

Num eventual segundo turno, a pesquisa indica que Fogaça perderia em dois dos oito cenários. Manuela venceria com 44% das intenções de voto contra 39% do prefeito. Rosário obteve 43% contra 40% de Fogaça, o que mostra empate técnico. Leia o resto do artigo »

Postado em ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Jefferson Milton Marinho, Política Brasileira | Sem Comentários »

Bernardo Kucinski propõe a criação de um “Uol de esquerda”

Postado em 7 dEurope/London abril dEurope/London 2008

No artigo a seguir, Bernardo Kucinski trata sobre a democratização da informação, o fim dos monopólios com o advento de novos veículos de comunicação, como a internet, o papel dos observatórios de imprensa na crítica do discurso midiático e a nova fase de fragmentação expansiva e descentralizadora da mídia no país…

Publicado originalmente no Portal Vermelho

Por Bernardo Kucinski*

“Desde a Constituinte de 1988, não tínhamos o nível de acúmulo de forças hoje alcançado na luta pela democratização da mídia no Brasil. Mesmo na negociação da regulação das Tevês a cabo, em que forçamos as concessionárias a fornecer gratuitamente quatro canais de uso público, o que se deu foi muito mais uma articulação da cúpula do movimento.”

Hoje, há uma rede articulada, com ramificações em vários setores da sociedade civil, engajada na democratização da informação. Várias ONGs e sites na Internet dedicam-se ao acompanhamento da mídia e das políticas públicas de comunicação. Temos uma dezena de observatórios da imprensa dedicados à crítica de discurso midiático, indo muito além, em profundidade, fundamentação e consistência, da crítica autoindulgente que antes prevalecia.

Em Santa Catarina, procuradores da República estão montando uma ação inédita contra o grupo RBS por formação de um monopólio de mercado, depois da compra pelo grupo do jornal A Notícia.

Algumas centrais sindicais, partidos políticos e movimentos sociais finalmente entenderam a dimensão estratégica da comunicação e incluíram na sua pauta prioritária a luta pela democratização da informação, como é o caso do site Vermelho, do PCdoB. Com apoio decisivo de sindicatos importantes, o Observatório Brasileiro de Mídia está desenvolvendo um ferramental completo de acompanhamento e crítica do discurso midiático.

Já levamos o governo a adotar duas políticas públicas inovadoras: o recadastramento de todas as concessões públicas de rádio e TV e a instituição de uma rede nacional de TV pública. Conseguimos também alguma mudança para melhora no atendimento dos pedidos de regularização das rádios comunitárias pelo Ministério das Comunicações, embora ainda prevaleça uma postura restritiva. Pela primeira vez, uma entidade inter-sindical, a Fundação Comunicação Cultura e Trabalho, conseguiu a outorga de uma concessão de geradora de TV, hoje em fase de instalação em Mogi das Cruzes. No Congresso, novas autorizações de concessões estão sendo submetidas a um exame mais criterioso, inclusive o pedido da mesma fundação, de um canal de rádio FM, em São Vicente.

O BNDES abriu uma linha de financiamento para produção independente de imagem. Pode ser a primeira de uma série de políticas públicas compensatórias para estimular o pluralismo e a diversificação temática na mídia. Leia o resto do artigo »

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Segundo “O Globo”, nascia um paraíso no planeta

Postado em 7 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Uma pérola histórica do jornalismo nacional…

Publicado originalmente no Vi o Mundo, de Luiz Carlos Azenha

Editorial de “O Globo”, em 02/04/1964

Vive a Nação dias gloriosos. Porque souberam unir-se todos os patriotas, independentemente de vinculações políticas, simpatias ou opinião sobre problemas isolados, para salvar o que é essencial: a democracia, a lei e a ordem. Graças à decisão e ao heroísmo das Forças Armadas, que obedientes a seus chefes demonstraram a falta de visão dos que tentavam destruir a hierarquia e a disciplina, o Brasil livrou-se do Governo irresponsável, que insistia em arrastá-lo para rumos contrários à sua vocação e tradições.

Como dizíamos, no editorial de anteontem, a legalidade não poderia ser a garantia da subversão, a escora dos agitadores, o anteparo da desordem. Em nome da legalidade, não seria legítimo admitir o assassínio das instituições, como se vinha fazendo, diante da Nação horrorizada.

Agora, o Congresso dará o remédio constitucional à situação existente, para que o País continue sua marcha em direção a seu grande destino, sem que os direitos individuais sejam afetados, sem que as liberdades públicas desapareçam, sem que o poder do Estado volte a ser usado em favor da desordem, da indisciplina e de tudo aquilo que nos estava a levar à anarquia e ao comunismo.

Poderemos, desde hoje, encarar o futuro confiantemente, certos, enfim, de que todos os nossos problemas terão soluções, pois os negócios públicos não mais serão geridos com má-fé, demagogia e insensatez.

Salvos da comunização que celeremente se preparava, os brasileiros devem agradecer aos bravos militares, que os protegeram de seus inimigos. Devemos felicitar-nos porque as Forças Armadas, fiéis ao dispositivo constitucional que as obriga a defender a Pátria e a garantir os poderes constitucionais, a lei e a ordem, não confundiram a sua relevante missão com a servil obediência ao Chefe de apenas um daqueles poderes, o Executivo.

As Forças Armadas, diz o Art. 176 da Carta Magna, “são instituições permanentes, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade do Presidente da República E DENTRO DOS LIMITES DA LEI.” Leia o resto do artigo »

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