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Blog do Desemprego Zero

Archive for abril 6th, 2008

ALIANÇA PT-PSDB EM BH: PIMENTEL ATROPELA PT E ALIADOS DE OLHO EM 2010

Postado em 6 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson

O PT tem fama de ser sectário, refratário a alianças. A fama construída ao longo da história do partido tem custado caro. Nas eleições municipais de 2004, o partido fez alianças de ganhos duvidosos com praticamente todos os partidos, inclusive DEM e PSDB. Só faltou mesmo o PSTU e o PSOL. O partido errou feio em sua estratégia eleitoral naquele ano, priorizando candidaturas de competição duvidosa – Porto Alegre e São Paulo – e deixando de lado candidaturas com chances reais de vitória – Fortaleza e Campo Grande. Nesta última o partido perdeu uma eleição praticamente ganha, pois não entrou nas prioridades do comando do partido. Há outros exemplos que poderíamos citar, mas não acrescenta muito à análise.

Novamente estamos em uma eleição municipal. E o partido não pode cometer o erro de condicionar a estratégia eleitoral deste ano com 2010. Primeiro, a eleição municipal não é termômetro para a eleição de 2010. Os vencedores serão aqueles candidatos que tratarem dos problemas de sua população, e não ficarem discutindo questões que extrapolam a administração local. Segundo, o cenário de 2010 não está dado, e não será a eleição municipal que definirá o cenário da disputa eleitoral de 2010.  Leia o resto do artigo »

Postado em ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Jefferson Milton Marinho, Política Brasileira | 1 Comentário »

Relembrando o caso Lunus

Postado em 6 dEurope/London abril dEurope/London 2008

O que é mais importante: O conteúdo do dossiê ou quem o fabricou?

Para a imprensa, o que importa é o interesse dos tucanos. No caso do dossiê atual, a imprensa fará de tudo para dizer que o governo Lula que o produziu. Mas, parece estar ficando evidente que foi tramóia do senador do PSDB, Álvaro Dias. Alguém duvida que, se ficar claro que foram os tucanos que o fizeram, o dossiê deixará de ser importante? Relembrem do caso Lunus/Roseana.

Publicado originalmente no Vi o Mundo, de Luiz Carlos Azenha

A CANDIDATA QUE ENCOLHEU: COMO “MORREU” A SENADORA QUE ERA FAVORITA NAS PESQUISAS ELEITORAIS EM 2002

SÃO PAULO – Roseana Sarney era apontada como favorita para as eleições presidenciais de 2002 antes do escândalo estourar. Foi a partir de uma ação da Polícia Federal no escritório da Linus, empresa de Jorge Murad, marido da candidata, em São Luís, no Maranhão. Uma ação fora dos padrões de atuação da PF na época.

De repente, na descrição de Veja, ela se tornou “A candidata que encolheu”. Com direito a capa com quatro chamadas: “Roseana caiu 5 pontos em uma pesquisa de intenção de voto”; “Nenhuma das 100 maiores empresas brasileiras guarda 1,3 milhão de reais no cofre”; “Documentos no escritório da governadora ligam sua empresa a suspeitos de fraudes na Sudam” e “Usimar: o megaescândalo teve o dedo de Murad e a bênção de Roseana.”

Na ocasião também teve parede de dinheiro da Polícia Federal (à esquerda). Parecida com a da véspera do primeiro turno das eleições de 2006 (à direita).

Curiosamente, o procurador Mário Lúcio Avelar, lotado em Palmas, Tocantins, foi o originário da ação policial contra Roseana, da mesma forma que de Cuiabá, em Mato Grosso, originou a ação da PF que capturou dinheiro em um motel de São Paulo, cujo destino seria a compra de um dossiê contra o candidato José Serra, em 2006.

Em 20 de março de 2002, o senador José Sarney subiu à tribuna do Senado para defender a filha. Reproduzo trechos:

Assim descreve o jurista Saulo Ramos o que aconteceu: ”Em diligências desse tipo, quem cumpre mandado judicial deprecado é oficial de justiça (art. 355, parágrafo 2º, do Código do Processo Penal). E a polícia, a da comarca, somente pode e deve ser requisitada se houver resistência contra a busca e apreensão.”

”E há mais um detalhe, materializando a ilegalidade: o mandado judicial, expedido em Palmas, estava em carta precatória ao juiz do Maranhão e era este quem deveria, se necessário, requisitar a Polícia Federal de lá para cumprimento da diligência. E existem oficiais de Justiça lotados naquela jurisdição, que não podia ser invadida por autoridades de outra, porque não havia perseguição nos termos do art. 250 da lei processual. A perseguição era somente política.”

”Os policiais federais envolvidos não eram de Palmas nem de São Luís. Eram de Brasília, todos diretamente subordinados ao superintendente da Polícia Federal, que se proclama legitimamente filiado ao PSDB, e que obedece a ordens do ministro da Justiça. De Brasília foram buscar a precatória em Palmas (logo, não estavam em diligência) e levaram-na para São Luís, agora, sim, em diligência de ‘perseguição’. Ali o juiz despachou: ‘Cumpra-se’. E os próprios estafetas invadiram a empresa. Nenhum oficial de justiça.”

”Os delegados executores da ‘diligência’ até declarações deram, de que ‘estávamos atrás do ouro, mas encontramos ouro, pedras preciosas, pérolas e diamantes’. Confessaram que foram garimpar.”

”A história de cumprir mandado judicial é ridícula porque a polícia de Brasília não faz plantão em Tocantins. Ela, sim, foi mandada. O mandado foi mandado. Tudo foi mandado. E para o espaço também mandaram a lei processual.” Leia o resto do artigo »

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Transpor água em forma de energia de Tucuruí para o Semi-árido. Qual o motivo da irracionalidade anti- Tranposição do São Francisco?

Postado em 6 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado no Blog do Alê (clique aqui)

Agencia Estado – O reservatório de Tucuruí, no Pará, verteu ontem 12.387 metros cúbicos de água por segundo, conforme dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o que corresponde a quase metade da água que está chegando à hidrelétrica, que somou 27.925 metros cúbicos por segundo.

O volume vertido, ou seja, a água liberada pela hidrelétrica sem passar pelas turbinas e sem gerar energia elétrica, supera o volume registrado pela hidrelétrica de Itaipu, a maior usina do mundo, e que responde por cerca de 20% de toda a energia elétrica consumida no Brasil. Ontem, ainda segundo o ONS, o volume de água que chegou em Itaipu somou 10.293 metros cúbicos por segundo, com a liberação de 11.061 metros cúbicos por segundo. A diferença resulta de água que estava armazenada previamente no reservatório.

O desperdício da água em Tucuruí “sempre ocorre” nessa época do ano, já que o reservatório não tem como armazenar o volume de água que chega à usina, segundo um técnico do setor. “A diferença este ano é que está ocorrendo mais tarde, já que houve atraso no início das chuvas. Mas infelizmente isso vai se repetir enquanto não forem construídos novos reservatórios na região, que possam regularizar o fluxo de água, como ocorre nas bacias da região Sudeste”, explicou um técnico do setor.

O reservatório de Tucuruí já está em 94,55% da capacidade máxima de armazenamento, mesmo com o ONS tentando aproveitar o maior volume de água, fazendo transferências maciças de energia elétrica para outras regiões, especialmente o Nordeste. Ontem, por exemplo, foram transferidos o equivalente a 3.408 megawatts (MW) médios, dos quais 2.573 MW médios para o Nordeste e 835 MW médios para o Sudeste. “Se fosse possível aproveitar melhor essa água, poderíamos reduzir a geração das térmicas”, lamentou o técnico.

Eu queria destacar um outro ponto relacionado à essa matéria. Como destacado, a represa de Tucuruí verteu ontem 12.387 metros cúbicos de água por segundo. Essa quantidade de água representa o que a Transposição do Rio São Francisco vai tirar (vazão segura de 26m3/s) do rio São Francisco em 476 dias (12.387/26). Ou seja, em um dia Tucuruí verteu o suficiente para transferir, em forma de energia, mais de um ano de Integração das Bacias. Sem precisar tirar uma gota sequer de outros usos no rio São Francisco.

Isso significa que as águas transpostas para o Nordeste Setentrional podem ser, mesmo em períodos críticos, facilmente substituídas pela energia transposta de Tucuruí.

Clique na figura para aumentá-la

A CHESF, operadora das usinas do rio São Francisco, pode sem nenhum prejuízo, deixar de produzir o equivalente a 26m/3 de energia para importá-la de Tucuruí. Isso representa em torno de 75 MW. E como vimos na matéria acima, o sistema integrado enviou 2.573 MW médios para o Nordeste.

Qual é a lógica dessa resistência em ceder 26m3/s?

Tem chovido muito no Nordeste esses dias. Uma medida clara do volume, é que ontem (3/4) o rio São Francisco recebeu somente no trecho entre Sobradinho e Luiz Gonzaga (Itaparica), 3.263m3/s. Hoje na foz no rio, estariam jorrando 7.230m3/s de água, mas na prática devem estar jorrando uns 1.100m3/s, a diferença está sendo armazenada nas represas a montante.

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EXCELENTE DOCUMENTÁRIO DA BBC: O Poder dos Pesadelos (The Power Of Nightmares) – A Ascensão da Política do Medo

Postado em 6 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Documentário em três episódios produzido pela BBC, trata sobre a subida dos neoconservadores e dos fundamentalistas islâmicos ao poder.

O primeiro episódio faz uma análise histórica de como, enquanto os neoconservadores estadunidenses criavam a fantasia de um império maligno que ameaçava o mundo livre (a União Soviética), no mundo árabe, os fundamentalistas islâmicos difundiam a idéia de que o individualismo e o egoísmo liberal do Ocidente constituíam um perigo para a integridade das sociedades muçulmanas.

EPISÓDIO 1: “ESTÁ FRIO LÁ FORA, BABY” (CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR)

O segundo episódio analisa a queda do bloco soviético e a aliança de ambos os grupos, teoricamente rivais, no Afeganistão, desmontando o mito de que Ronald Reagan ganhou a Guerra Fria graças à intervenção da sua administração no conflito no Afeganistão.

EPISÓDIO 2: “A VITÓRIA FANTASMA” (CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR)

O terceiro episódio destrói outro mito: o da existência da Al Qaeda, ao mesmo tempo que nos confronta com a realidade paranóica edificada pelos discursos do medo, e que é reforçada pelo info­?entretenimento difundido através dos meios de comunicação de massas.

EPISÓDIO 3: “AS SOMBRAS NA CAVERNA” (CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR)

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Demissão do ombusdman da Folha de São Paulo Mario Magalhães: A gota d’água , por Eduardo Guimarães

Postado em 6 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado no Cidadania.com, Blog do Eduardo Guimarães

Escrevo no momento em que acabo de ser surpreendido pela notícia indigesta, divulgada no blog de Luis Nassif, de que o ombudsman da Folha de São Paulo, Mario Magalhães, deixou o cargo porque não aceitou parar de publicar sua “crítica interna” diária na internet. Pelo que pude entender, o jornal deveria estar pretendendo que o jornalista só se manifestasse na coluna do ombudsman na edição impressa de domingo.

Venho acompanhando o trabalho dos ombudsmans da Folha desde 1998. Li, creio, uns 80% das críticas diárias dos quatro últimos ombudsmans, Renata Lo Prete, Bernardo Ajzemberg, Marcelo Beraba e Mário Magalhães. Com exceção de Lo Prete, que hoje assina a coluna Painel, nenhum dos outros ombudsmans, com a óbvia exceção de Magalhães, escreveu mais no jornal.

Isso se explica porque Ajzemberg, Beraba e Magalhães, à diferença de Lo Prete, que se “comportou bem” e foi mantida, foram críticos duros do jornal. E um dos pontos em que todos eles bateram reiteradamente, durante seus mandatos, foi na diferença com que a Folha sempre tratou petistas e tucanos. Estando o PT na oposição ou no governo ou o PSDB na oposição ou no governo, ambos recebiam o mesmo tratamento diametralmente diferente do jornal em relação a cada um, no dizer desses três jornalistas: mão pesada contra petistas e mão leve (com trocadilho) para os tucanos.

Quero testemunhar, no entanto, que nunca, jamais algum dos ombudsmans da Folha, além de Magalhães, teve a coragem que ele teve de escrever aquela coluna que publiquei aqui no dia 31 de março e que ainda pode ser encontrada nesta página, intitulada “Um dossiê e muitas incertezas”. Aquela foi a gota d’água de um trabalho íntegro, irremediavelmente independente, cirurgicamente preciso, impassivelmente sereno e equilibrado desse jornalista com jota maiúsculo que desponta nesta época de tanta escassez desse tipo de jornalista.

Magalhães escreveu, por exemplo, um dos mais importantes textos jornalísticos que juntei à representação do Movimento dos Sem Mídia entregue ao Ministério Público Federal em 17 de março passado, que pede que meios de comunicação, dentre eles a Folha, sejam responsabilizados por promoverem alarma social na questão da febre amarela.

No texto do agora ex-ombudsman da Folha, para que se tenha uma idéia ele chega a comentar, depois de cobrar a conduta alarmista da redação do jornal, que não lhe foi explicado por ela a diferença entre a cobertura serena que o veículo produziu em 2000, quando José Serra era ministro da Saúde e morreram 85 pessoas de febre amarela, e a cobertura histérica deste ano, quando o número de mortes está sendo muito menor.

Magalhães ousou demais. Fez o que nunca outro ombudsman da Folha fez. E o jornal, ao fazer o que fez com ele, desmoralizou o cargo de ombudsman do qual sempre se gabou de ter criado, comunicando aos seus leitores que aquele cargo não é para valer. “Excesso” de transparência e de independência nas críticas, não. Muito democrático. É a cara do PIG. Opaco, autocrático, truculento. E covarde.

*

Leiam, abaixo, a última crítica interna do ombudsman, publicada no dia 3 de abril, no dia seguinte à já antológica coluna “Um dossiê e muitas incertezas”. Considerem essa minha homenagem a esse grande jornalista que acaba de despontar no cenário nacional e que alentou minha fé nesse tão nobre ofício que é o jornalismo, que eu só abraçaria se fosse para exercê-lo como faz Mário Magalhães.

03/04/2008

“Risco de cair”

MÁRIO MAGALHÃES
ombudsman@uol.com.br

Título da Folha na sexta feira passada (alto da pág. A7, edição São Paulo): “Para governo, caso é grave e exige resposta rápida da ministra”.

Abertura: “A cúpula do governo avalia que a situação política da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, se agravou e que ela precisa dar uma resposta rápida. Do contrário, corre risco de cair. Segundo apurou a Folha, essa resposta seria a demissão dos servidores da Casa Civil que elaboraram um dossiê sobre gastos secretos do governo Fernando Henrique Cardoso”. Mais: “Um ministro de Lula classificou a informação [sobre o 'documento vazado para a imprensa'] de gravíssima”.

Ou a ministra é forte demais e dá de ombros à “cúpula do governo”, ou a história, integralmente baseada em fontes não nomeadas, parece não estar bem amarrada. Mais que isso, sugere que adversários de Dilma no governo aproveitaram o anonimato para alvejá-la. Leia o resto do artigo »

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