Charge de Sábado do Frank
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Publicado no BLOG Logística e Transportes
Por José Augusto Valente*
Classificado como segmento estratégico que deve movimentar até US$ 320 bilhões este ano, o setor
portuário continuará nas mãos do governo.
A orientação foi dada nesta semana, quando a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) e outras sete companhias portuárias foram retiradas do Programa Nacional de Desestatização (PND) e confirmada pelo ministro da Secretaria Especial de Portos, Pedro Brito.
“O governo brasileiro não vai privatizar os portos. Não porque não queira, mas porque esse é o modelo correto de gestão portuária”, afirmou o ministro.
Na avaliação do ministro, o equipamento portuário tem de atender ao coletivo, ou seja, às demandas de pequenos, médios e grandes produtores. “Essa decisão de atendimento estratégico não pode ficar nas mãos de poucos ou de um monopólio privado”, considerou.
De acordo com Brito, o setor portuário é público no mundo interno, com uma única exceção em Hong Kong, onde o porto é privado. O ministro lembrou que os portos de todo o mundo, inclusive do Brasil, têm gestão pública e terminais privados, que são explorados pelas empresas.
O modelo de portos privados, disse o ministro, não interessa ao Brasil. Nesse modelo, o porto pertence a um determinado grupo que define qual carga pode ou não ser transportada. “Temos que escoar a produção do Brasil inteiro, temos que dar atendimento a qualquer que seja o tipo de mercadoria, haja interesse econômico para um grupo específico ou não”, comentou. Leia o resto do artigo »
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Publicado em: Agência Brasil de Fato
Por Camila Moraes
Em entrevista, o pré-candidato do Pólo Democrático, Gustavo Petro, critica o atrelamento de Álvaro Uribe aos EUA e avalia que o Brasil não desempenhou papel importante na crise, ao não tomar partido
Apesar do principal jornal colombiano, El tiempo, ter publicado no dia 18 de março, uma reportagem afirmando que “a Organização dos Estados Americanos (OEA) conseguiu um consenso para superar a crise diplomática entre Colômbia e Equador”, o fato é que em Bogotá, capital da Colômbia, a questão é encarada de maneira muito menos consoladora, e por diferentes ângulos.
De um lado, o presidente Álvaro Uribe sente a pressão da comunidade internacional e falha ao insistir no argumento da legítima defesa para isentar o país de culpa pelo ataque militar ao território equatoriano ocorrido em 1º de março. De outro, o senador Gustavo Petro, pré-candidato às eleições presidenciais de 2010 pelo partido da oposição, o Pólo Democrático, acusa o governo de “repetir irracionalmente a fracassada política internacional dos Estados Unidos”. Veja abaixo entrevista concedida por Petro na qual avalia que o governo brasileiro não desempenhou papel importante na crise por ter se mantido neutro, sem tomar partido no conflito.
Qual é sua opinião sobre a atual crise diplomática entre Colômbia e Equador?
Gustavo Petro: Acredito que a crise é conseqüência de duas grandes causas. A primeira tem a ver com o governo da Colômbia, e a segunda com as FARC. O governo colombiano, sem dúvida alguma, violou o direito internacional. A pergunta aqui, portanto, é por que o fez. A realidade é que detrás da política colombiana existe uma repetição da política dos Estados Unidos de empreender o que eles chamam de “guerra contra o terrorismo” – o que supõe uma relativização das fronteiras e uma violação do mecanismo das Nações Unidas, através do qual os países deveriam resolver seus problemas de maneira pacífica e diplomática. Leia o resto do artigo »
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Publicado em: Agência Brasil de Fato
Por Paula Sacchetta
Produtores rurais desencadeiam crise no país com protestos contra aumento de impostos na exportação definido pela presidente Cristina; “Crise ignora situação dos sem-terra”, avalia o Mocase, principal movimento camponês argentino
A Argentina está mergulhada há 15 dias em uma greve do setor agropecuário, com piquetes e bloqueios nas estradas de todo o país, que dificultam o abastecimento das grandes cidades. Já faltam ovos, laticínios e carne na capital Buenos Aires. O motivo do protesto é a decisão da presidente Cristina Kirchner em aumentar em até 45% os tributos cobrados pelas exportações de grãos – soja e girassol -, uma das principais fontes de dólares do país.
A reação dos latifundiários polarizou o país. O ministro da Economia, Martín Lousteau, afirmou que os protestos “foram montados por dirigentes que não estão ideologicamente de acordo com o governo”. O protesto agrário mobilizou sobretudo a classe média de Buenos Aires. Na terça-feira (25), moradores de bairros nobres da capital, como a Recoleta, participaram de um panelaço que foi o maior protesto contra um governo desde a crise econômica de 2001. Ao contrário do que diz a mídia argentina – e também a brasileira -, a manifestação não foi espontânea, mas sim convocada pelos produtores agropecuários e por meios de comunicação contrários à Cristina.
A oposição tenta pegar carona na crise para desgastar a imagem da presidente eleita em outubro, com 45,2% dos votos. Cristina, por sua vez, disse que “o país passou dos piquetes da miséria e da tragédia aos piquetes da abundância” e que “os prejudicados com a greve são os próprios argentinos”. O governo promete não negociar com os produtores enquanto não colocarem um fim à greve. Já as quatro principais entidades agrícolas do país também disseram que não vão ceder “na falta de uma resposta positiva do governo”, ou seja, a menos que o governo retire aumento do tributo. Leia o resto do artigo »
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