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Blog do Desemprego Zero

Archive for abril 4th, 2008

Lula: Dilma não pode ser vítima de chantagem

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado em Redação Terra

Por Jeferson Ribeiro

O presidente Lula  disse na tarde de hoje após almoço com o presidente da Eslovênia, Danilo Turk, que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, não está enfraquecida dentro do governo e que ela não pode ser vítima de uma chantagem política.

“Eu acho que a pessoa que tem a importância da Dilma e que presta serviços ao País como ela presta não pode ser vítima de uma chantagem política, de uma pessoa que não sei quem é e que roubou informações de uma base de dados e vendeu a idéia para alguém que era um dossiê. Eu não posso em nenhum momento ter um milésimo de suspeita sobre a ministra Dilma. Eu conheço ela e a história dela e os serviços que ela presta ao País”, disse o presidente em defesa da ministra. 

Lula afirmou ainda que as informações vazadas são como “osso de galinha”. “A impressão que eu tenho é que alguém encontrou um osso de galinha e tentou vender para a imprensa que tinha encontrado uma ossada de dinossauro. Na hora que for montado para ver que tamanho era o dinossauro vão perceber que era um franguinho. Nós estamos tranqüilos”, disse o presidente. Leia o resto do artigo »

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** DEBATE VI ** Os juros são um péssimo instrumento de combate à inflação. Um ótimo instrumento é o câmbio estável, porém competitivo

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Os juros são um péssimo instrumento contra a inflação. E em um país subdesenvolvido, então, são um instrumento completamente equivocado.

Continuação do Debate anterior (clique aqui para ler)

Que começou com o seguinte artigo (clique aqui para ler)

Explicação:

Como efeito direto, os juros aumentam os custos e os preços. Como efeito indireto podem reduzi-los. Esse efeito indireto é decorrente principalmente da valorização cambial e secundariamente da redução da renda, do emprego e dos salários. Existe ainda um efeito colateral não desejado de piora na distribuição de renda, pois a riqueza financeira, que se beneficia dos juros altos, é muito mal distribuída, como você deve estar careca de saber. Outro efeito colateral indesejado é o aumento expressivo da dívida pública.

Os juros possuem como efeito DIRETO inevitável o aumento dos preços. Isso decorre do aumento dos custos financeiros e dos custos de oportunidade, que são a própria materialidade do aumento dos juros. Isso é direto, inevitável e inquestionável.

Há também efeitos dos juros que levam indiretamente à redução dos preços. Mas esses efeitos são muito indiretos e até incertos e tênues. E mais, SÃO SEMPRE PREJUDICIAIS À SOCIEDADE. Leia o resto do artigo »

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Verborragia de Virgílio lembra bêbado de botequim, diz relator

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado no Portal Vermelho

Arthur Virgílio: alopragem verbal

  O relator da CPI Cartão Corporativo, deputado Luiz Sérgio (PT-RJ), descartou nesta sexta-feira (28) a convocação da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, para se explicar na comissão sobre a denúncia de que uma assessora direta da pasta teria sido responsável pela montagem do suposto dossiê sobre gastos do governo FHC. Luiz Sergio também criticou o discurso do líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), que chamou Dilma de “aloprada”. Para o deputado petista, a atitude Virgílio “parece mais coisa de bêbado em porta de botequim”.

”Não vejo motivos de convocar. Qual a razão para isso a não ser o processo da disputa política? A oposição, ao longo do processo, tem uma estratégia em curso de atacar todos os nomes de figuras públicas do PT que ganham notoriedade nacional. A ministra Dilma está sendo atacada porque ela, no Gabinete Civil, deu uma demonstração clara de que é a gerente que o Lula estava precisando. Ganhou credibilidade interna no governo, externa da população”, disse. Leia o resto do artigo »

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Charge do Frank

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

clique na imagem para ampliar.

Frank

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Delfim ainda não vê excesso de demanda

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado no Valor

por Claudia Safatle e Sergio Zacchi

Delfim Netto: “A única coisa que sabemos que há em excesso no Brasil é a dengue. Sobre isso não há dúvida”

 Antes de adotar qualquer medida para desaquecer a demanda é preciso, primeiro, saber se há excesso de demanda, recomenda o ex-ministro Antônio Delfim Netto. Ele tem fortes dúvidas a respeito do real descasamento entre a oferta e a demanda por bens e serviços na economia, propalado pelo Banco Central, que acabará gerando pressões inflacionárias indesejáveis. “A única coisa que sabemos que há em excesso no Brasil é a dengue. Sobre isso não há dúvida”, diz, num misto de bom humor e indignação em relação à postura do Banco Central, que acena com a elevação da taxa de juros, a Selic, já em abril para esfriar a demanda agregada e abortar um eventual aumento da inflação acima da meta de 4,5%.

 ”A não ser que o BC saiba de coisas que ninguém sabe, não há nenhuma prova de que há excesso de demanda que exija uma ação imediata, mesmo porque não sabemos quais serão os efeitos da crise americana na economia mundial, se os preços das commodities vão cair, se a recessão vai pegar a Europa, a China. Se isso acontecer, não será preciso mexer em nada”, avalia. Leia o resto do artigo »

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Superávit fiscal sobe, mas BC já projeta gasto maior com juros

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Superávit fiscal sobe, mas BC já projeta gasto maior com juros

 Publicado no Valor

Por Alex Ribeiro

 A perspectiva de alta na taxa básica dos juros já afeta as projeções fiscais do Banco Central para este ano. Agora, a expectativa oficial é de um déficit nominal do setor público de 1,6% do Produto Interno Bruto (PIB), acima do 1,2% do PIB previsto pelo BC em fevereiro. Os gastos com juros da dívida foram reestimados de um percentual de 5% do PIB para 5,4% do PIB.

 Estatísticas fiscais divulgadas ontem pelo BC mostram que o superávit primário do setor público acumulado em 12 meses subiu de 4,14% do PIB para 4,18% do PIB entre janeiro e fevereiro. O bom resultado primário, contudo, não impediu que a dívida líquida do setor público aumentasse, passando de 41,9% do PIB para 42,2% do PIB entre um mês e outro.

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Entidades pressionam governo e Anatel a agilizar legalização de emissoras em SP

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado em: Agência Brasil de Fato

Por Lucas Krauss e Cristina Charão

Depois da legalização da Rádio Heliópolis, a primeira comunitária paulistana oficialmente legalizada, organizações questionam governo sobre o pedido de outras emissoras

A repentina legalização da Rádio Heliópolis, que se tornou a primeira rádio comunitária oficialmente autorizada em São Paulo, será usada como mote para a retomada das pressões sobre o Ministério das Comunicações e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) pela regularização de mais emissoras na capital paulista.

Entidades historicamente ligadas ao movimento das comunitárias querem que o governo esclareça a situação atual dos processos já em andamento de outras organizações, que pleiteiam a mesma autorização conseguida pela Heliópolis, assim como os critérios usados nas avaliações dos dois órgãos.

Na última segunda-feira (24), um grupo formado por parte destas organizações e entidades de apoio se reuniu em mesa de trabalho do Escritório Paulista da Amarc (Associação Mundial de Rádios Comunitárias) e delineou algumas ações conjuntas para pressionar o ministério e a Anatel. Uma delas é a realização de um ato político que reivindicará transparência e agilidade nos processos de autorização de rádios comunitárias na capital paulista. Outra, dar entrada em pedidos formais para que ambos os órgãos tornem pública a situação desses processos. Participaram da reunião o Escritório Modelo Dom Paulo Evaristo Arns, da PUC-SP, ABRAÇO-SP, Associação Cantareira, Projeto Cala-Boca Já Morreu, Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social e a Oboré Projetos Especiais em Comunicação. Leia o resto do artigo »

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Dengue no Rio reflete a falência do modelo de gestão da saúde, diz presidente do CNS

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado em: Brasil de Fato

Por Marco Antônio Soalheiro

“Os gestores optam pelo modelo equivocado, que prioriza os hospitais, os medicamentos e o profissional médico, em detrimento da prevenção”, diz presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS)

A epidemia de dengue no Rio de Janeiro é atribuída pelo presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Francisco Batista Júnior, a equívocos cometidos pelos gestores públicos do setor de saúde. “O que está acontecendo lá é um retrato fiel da falência de um modelo de atenção que os gestores insistem em por em prática no Sistema Único de Saúde (SUS). Os gestores optam pelo modelo equivocado, que prioriza os hospitais, os medicamentos e o profissional médico, em detrimento da prevenção”, afirmou na quarta-feira (26) Batista Júnior, em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional.

Segundo o diretor do CNS, o Rio de Janeiro carece de agentes comunitários de saúde fazendo trabalho de educação e formação, de obras de saneamento básico, de melhor estrutura em bairros periféricos e de estratégias eficazes de combate ao mosquito transmissor da doença.

Ele ressaltou que uma situação semelhante se repete em muitos lugares do Brasil. “Não se acaba a dengue com hospital e médico. Se consegue com prevenção, educação, informação e processo de convencimento, mas como não temos isso pelo país afora, com raríssimas exceções, as conseqüências ocorrem de forma dramática. E para agravar mais ainda, com um financiamento insuficiente para se adotar medidas que possam reverter o quadro”, afirmou.

Batista Júnior considera que parte dos problemas de gestão na saúde pública brasileira já começa na escolha dos ocupantes dos cargos mais importantes do setor. Segundo ele, seriam nomeadas pessoas sem preparação adequada para as funções.

“Os gestores, via de regra, são designados para as secretarias e serviços de saúde para atenderem a interesses de grupos e corporações organizadas, a interesses político partidários. Saúde não pode ser gerida desta forma e utilizada como moeda política. Tem que ser administrada com viés altamente técnico”.

 

 

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