Postado em 3 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Porque será que quando a coisa chegou no Serra a imprensa, baixou o tom do ataque? Porque quando é com o Serra, as reportagens sempre gastam um bom pedaço com explicações do governo Serra, mas quando é com o governo federal, a regra é dar pouco espaço para o governo explicar? Porque a máxima, do Millor “Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados” só vale para o governo federal? Nos governos Serra e Kassab, a grande imprensa é sempre construtiva, propositiva.
Não é o acórdão, é a CPI!
“(…) Colunistas da Veja, da Folha, do Globo e do Estadão – que são os únicos veículos da grande imprensa escrita no Brasil, porque pautam todos os outros considerados “grandes” – passam a repudiar, alguns com virulência, a teoria de que algum “roubo” seria pequeno, e manchetes “noticiosas” passam a descrever em detalhes cada gasto, numa sucessão frenética, que faz cada um parecer mais escandaloso do que o outro. Leia o resto do artigo »
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Postado em 3 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Publicado originalmente no Correio Brasiliense
Por Vicente Nunes
Ministro da Fazenda tentou reduzir prazo de empréstimos à revelia do Banco Central, que prepara o caminho para aumentar os juros
A ponte construída pelo presidente Lula, aproximando o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, está a um passo de ruir. A única base de sustentação na qual ela se apóia é a esperança de Mantega de que o Comitê de Política Monetária (Copom) não aumente a taxa básica de juros (Selic) na reunião marcada para os próximos 15 e 16 de abril. O ministro está convencido de que, apesar de todos os alertas do BC sobre as reais pressões inflacionárias, não há porque elevar os juros e submeter a economia a um choque, a um tratamento quimioterápico, como gosta de falar a seus assessores. Leia o resto do artigo »
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Postado em 3 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Cidadania.com
MÁRIO MAGALHÃES
ombudsman@uol.com.br
Um dossiê (ou relatório ou “fragmentos da base de dados”, como prefere a Casa Civil) sobre gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, sua mulher, Ruth, e antigos ministros foi produzido no Palácio do Planalto e vazado de forma ilegal.
Tão escancaradamente ilegal que foi constituída pelo governo uma “comissão de sindicância para apurar o episódio”. Oficialmente, busca-se culpado(s).
A origem das informações, processadas na Casa Civil, é inequívoca, reconhecida inclusive pelo governo. A essa altura, mais ninguém questiona a autenticidade das informações sobre gastos contidas nas 13 páginas. No domingo, a Folha demonstrou que “o relatório mostra a seleção de informações bastante diferentes do padrão de dados lançados no Suprim ['sistema de controle de suprimento de fundos da Presidência'] e estranhas a um trabalho definido como um ‘instrumento de gestão’, sem viés político”. Leia o resto do artigo »
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Postado em 3 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Publicado originalmente no Jornal do Brasil
Por Karla Correia
Em entrevista, Francisco Dornelles defende imposto único para IPI, ICMS e outras taxas
Relator da subcomissão de reforma tributária do Senado, Francisco Dornelles (PP-RJ) deu o pontapé inicial na discussão da proposta de reforma do governo pela Casa Alta na semana passada, ao apresentar as linhas gerais de uma reformulação no sistema tributário brasileiro baseada na simplificação desse sistema e na diminuição dos custos tributários para o contribuinte. Dornelles avançou sobre a proposta do governo ao defender a criação de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) unificando IPI, ICMS e quatro contribuições que hoje incidem sobre bens e serviços em um só tributo. Em entrevista ao JB, o senador fala sobre a importância de uma reforma tributária para o país e detalha sua proposta, fruto de um ano de discussões na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado.
Qual é a questão central de sua proposta?
O ponto mais importante é a criação do IVA nacional. Você transforma em um único imposto o tributo federal (IPI), o tributo estadual (ICMS) e quatro contribuições. O que eram seis viram uma. Depois o ITR e o IPTU viram um único imposto. Os impostos de transmissão inter-vivos e por herança viram um único imposto. Você estabelece um regime para taxas que impede criar impostos com nome de taxa. Leia o resto do artigo »
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Postado em 3 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Folha Online
MÁRIO MAGALHÃES
ombudsman@uol.com.br
Alto de página da Folha em 2 de março: “Gabeira é o nome de PV, PSDB e PPS no Rio de Janeiro”.
Outro alto, em 4 de março: “Gabeira aceita concorrer no Rio, mas impõe condições”.
Hoje, também no espaço mais destacado da página: “Gabeira promete capitalismo, se alia ao PSDB e acena ao PT”.
Sempre na edição São Paulo.
Não me lembro de o jornal ter dado recentemente alto de página para as iniciativas de outros pré-candidatos à Prefeitura do Rio, como Marcelo Crivella (PRB), Solange Amaral (DEM), Alessandro Molon (PT), Chico Alencar (PSOL), Carlos Lessa (PSB) e Jandira Feghali (PC do B).
O lançamento do deputado do PV por uma frente é mesmo um fato político importante. Mas a Folha dá a impressão de se transformar em cronista pouco crítico de um candidato em especial.
Exagero?
A reportagem de hoje não citou nenhum adversário de Gabeira. Nenhum mesmo. Contra quem ele concorrerá? Essa informação, elementar, foi omitida. Leia o resto do artigo »
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Postado em 3 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Cidadania.com
A semana começa com dois dos quatro “cavaleiros do apocalipse” da imprensa escrita (Veja, Folha, Globo e Estado), que também são os veículos que pautam toda a dita “grande” imprensa nacional, pondo de lado qualquer senso de decência. Diante da resistência dos fatos em se mancomunarem com eles, decidiram partir para a divulgação de mentiras escancaradas sobre o que afirmam ser um “dossiê” montado pelo Palácio do Planalto.
Os dois veículos a que me refiro são a Folha de São Paulo e o Globo. O Estado, hoje, teve um comportamento mais cauteloso, evitando bancar o dossiê. Fiquei até surpreso. Mas os outros dois fizeram a vez do periódico da família Mesquita. Leia o resto do artigo »
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Postado em 3 dEurope/London abril dEurope/London 2008
VALOR
Arnaldo Galvão
Influenciada pelo forte ritmo de crescimento das importações, a balança comercial teve saldo de apenas US$ 1,01 bilhão em março, resultado que significa redução de 66,3% sobre março do ano passado se forem consideradas as médias diárias. No primeiro trimestre, o saldo acumulado é de US$ 2,83 bilhões e representa redução de 66,9% em relação ao mesmo período em 2007. É o menor saldo comercial do primeiro trimestre desde 2002.
No mês passado, as exportações alcançaram US$ 12,61 bilhões e, pelas médias diárias, o aumento foi de 7,6% sobre as vendas de março do ano passado. Ritmo de elevação muito maior – 33,2% – foi verificado nas importações, cujo valor foi de US$ 11,6 bilhões em março.
De janeiro a março, a média diária das exportações é 15,6% maior que a do primeiro trimestre de 2007 e o resultado acumulado é de US$ 38,69 bilhões neste ano. No lado das importações, o salto nos três primeiros meses foi de 44,1% e o valor das compras chegou a US$ 35,85 bilhões.
Apesar do expressivo crescimento das importações, o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral, afirmou que o governo mantém a meta de exportar US$ 180 bilhões este ano. Segundo ele, os embarques de soja ainda não foram relevantes e há projeções de aumentos nas exportações de derivados do petróleo, Leia o resto do artigo »
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Postado em 3 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Valor
*Cristiano Romero
Há um debate em curso no governo para a adoção de uma nova política econômica. Não se trata de nada que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já tenha abençoado, mas a ofensiva para convencer o Palácio do Planalto está em pleno andamento. No modelo em discussão, o governo adotaria, em vez de um regime de metas para a inflação como o atual, um sistema de metas para o câmbio, como faz a Argentina.
Inspirada em discussões de dois conselheiros informais de Lula – o ex-ministro Delfim Netto e o professor Luiz Gonzaga Belluzzo, da Unicamp -, a proposta é polêmica e, se adotada, representará uma guinada no modelo adotado pelo país em 1999 e reforçado pelo atual governo desde 2003. O principal propósito é desvalorizar o real, estimulando as exportações e supostamente eliminando o risco de uma crise cambial no país. Leia o resto do artigo »
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