prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Archive for abril 3rd, 2008

A cura Keynesiana

Postado em 3 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado em: Valor Econômico

Por J. Bradford DeLong*

Keynesinos, neo-keynesianos, pós-keynesianos, keynesianos”bastardos a La Joan Robinson, keynesianos pós-pós-keynesianos de todos os matizes, uni-vos!

O professor de Economia da UC-Berkeley, ex-assessor do Secretário do Tesouro do Governo Bill Clinton, abre um balão de oxigênio para uma retomada do receituário keynesiano sugerindo que a solução é uma expansão da demanda agregada a nível global. Como fazê-lo, no entanto? O dólar depreciado estimulará as exportações americanas, mas desestimulará as importações.

O efeito total será nulo, por tanto, por este lado a solução, propõe De Long (em um receituário híbrido keynesiano/neomonetarista/neoliberal): redução de impostos, aumento do investimento privado através do corte das taxas de juros sobre ativos seguros e, last but not least, estimular a capacidade de assunção de risco efetivo do setor privado, para que as empresas tenham acesso ao capital em termos que as seduzam a se expandir.

Íntegra do artigo:

A cura keynesiana

Por J. Bradford DeLong

Não é possível sentenciar de antemão que a economia mundial se submeterá a uma sólida recessão nos próximos três anos: ainda poderemos escapar. Os governos, porém, devem se precaver, começando a tomar mais providências agora para amortecer, suavizar e reduzir o período de desemprego elevado e de crescimento lento ou negativo, que agora parece muito provável. É um fato da natureza – da natureza humana, pelo menos – que políticas prudentes e apropriadas hoje pareçam excessivas amanhã. Em algum momento, a economia mundial começará a se expandir velozmente, mais uma vez. Seria muito imprudente, porém, supor que o ponto de inflexão seja exatamente agora, e que as coisas já tenham atingido o seu pior ponto.

Talvez a melhor forma de analisar a situação seja recordar que três locomotivas propulsionaram a economia do mundo ao longo dos 15 anos passados. A primeira foi investimento pesado, centrado nos Estados Unidos, graças à revolução da tecnologia da informação. A segunda foi investimento em construções, mais uma vez centrado nos EUA, puxado pela forte expansão do setor habitacional. A terceira foi investimento no setor manufatureiro nos demais lugares no mundo – predominantemente na Ásia – num momento em que os EUA se tornaram o importador de última instância da economia mundial. Por 15 anos, essas três locomotivas mantiveram a economia mundial próxima do pleno emprego e crescendo velozmente. Leia o resto do artigo »

Postado em Internacional, O que deu na Imprensa, Política Econômica | 1 Comentário »

Conferência Internacional: Modelos Econômicos Pós-Neoliberais

Postado em 3 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Evento que ocorrerá na UERJ nos dias 14 e 15 de abril, com uma temática instigante que conta com a presença de representantes de governos dos países da América Latina que trarão propostas de projetos alternativos para o continente. O que afinal seriam os “Modelos Econômicos Pós-Neoliberais”?

Para os que forem conferir já estão convidados a fazerem comentários sobre o evento aqui no blog.

imagem-1.jpg

 Clique aqui para ver o cartaz

Alberto Alvadia
“Jamais haverá algo digno do povo que não tenha sido feito dele, por ele e para ele. Não procuremos alhures nossos libertadores.” Babeuf

Postado em Conjuntura | 2 Comentários »

Equador quer cancelar contrato com Petrobras

Postado em 3 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Escrito por Alonso Soto para o Estado de São Paulo

A companhia estatal de petróleo do Equador, a Petroecuador, afirmou na quinta-feira que está tentando cancelar um contrato com a Petrobras, em uma disputa relacionada ao principal bloco operado pela brasileira no país. A finalização do contrato, que poderia levar a uma apropriação pelo Estado de ativos da companhia no país, levaria meses ou até anos.
Uma decisão final sobre o contrato caberá ao ministro do petróleo do país, Galo Chiriboga. O presidente do Equador, Rafael Correa, tem feito movimentos para aumentar o controle do Estado sobre os recursos naturais do país desde que assumiu o poder, em 2007.

“Já começamos o processo de finalização”, afirmou o presidente da Petroecuador, Fernando Zurita, a jornalistas.

Em 2006, o Equador encerrou o contrato com a norte-americana Ocidental Petroleum e aumentou os ativos na nação andina no setor.

A Petrobras, que produz cerca de 35 mil barris por dia no Equador, não estava imediatamente disponível para comentar.

Leia a noticia inteira no Estado de São Paulo

Postado em Internacional, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Daqui a quatro ciclos

Postado em 3 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado no Valor Econômico – Íntegra para assinantes – clique em :Valor

Por Delfim Netto

 Na sua “Filosofia da História”, Hegel adverte que as sociedades e seus governos nunca aprenderam nada com a história ou agiram de acordo com os princípios dela deduzidos. Neste momento de angústia da economia mundial, que sucede a 72 meses de expansão extraordinária, ajudada pelo aparecimento de novos “players” como a China e a Índia, talvez seja interessante levar a sério a observação hegeliana e tentar usar as lições da história. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Internacional, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

O jornalismo de Veja segundo Nassif

Postado em 3 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado em Blog Nassif

Por Luis Nassif

Um exemplo sobre como é o jornalismo de Veja. Estamos aqui discutindo hipóteses, fatos, dados.

A resposta de Veja foi escalar seu blogueiro para novos ataques baixos. Escreve que pratico ou pratiquei “achaques” – como escreveu, durante meses, que eu tinha sido demitido da Folha por ter recebido propinas. Meses e meses, até que Otávio Frias Filho veio a público desmentir a injúria. E o que aconteceu com meses de injúrias? Nada. Agora trocam para “achaques”. Nenhum detalhe, nenhum dado. Apenas a acusação de que pratiquei “achaques”, com a facilidade e a ligeireza dos doentiamente amorais.

Esse é o padrão de jornalismo digital da Veja, que a Abril não tratou de moderar até hoje. A Editora continua sem rumo, sem controle sobre sua principal publicação, permitindo que as páginas do seu portal sejam invadidas por um padrão que não se encontra nem em regiões de baixo meretrício. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Sem Comentários »

Os ataques baixos de Veja à família de Luís Nassif

Postado em 3 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Blog do Nassif

Pela primeira vez, admito: esse pessoal da Veja conseguiu, finalmente, me
atingir com suas baixarias.

Hoje de manhã minha mulher desabou, com labirintite e fortes crises de
choro. À noite ela tinha ido conferir o Blog de Veja. Lá, ataques de toda
espécie, agora enveredando pelo lado familiar, com posts e comentários
com insinuações de “corno”. A malta desvairada de comentaristas anônimos
espalhando esgoto por todos os poros. Leia o resto do artigo »

Postado em Comentários sobre a Imprensa Brasileira, O que deu na Imprensa | 1 Comentário »

Exportação de manufaturados sente a crise

Postado em 3 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado em: Folha de S. Paulo

Por FÁTIMA FERNANDES

EUA compraram menos calçados, motores para carros e autopeças do Brasil, segundo números de 2007

As indústrias que exportam produtos manufaturados, especialmente para os EUA, devem ficar mais atentas e acompanhar “de perto” a intensidade da crise econômica norte-americana. Isso significa até colocar o “pé no freio” da produção e dos investimentos, segundo economistas e especialistas em comércio exterior.

A crise na maior economia do mundo, que pode durar de dois trimestres há dois anos, como prevêem os economistas, já tem efeito no país: os EUA compraram menos do Brasil calçados, motores para carros e autopeças, como mostram números de 2007 ante 2006.

“Quem exporta produtos manufaturados já sente, sim, os efeitos da crise nos Estados Unidos, como é o caso das indústrias de calçados, de motores para carros e de autopeças. Mas há também o efeito indireto. A crise atinge ainda os exportadores de commodities, que vão do Brasil para os Estados Unidos e para o mundo. Todos os exportadores devem ficar atentos neste momento”, diz José Augusto de Castro, vice-presidente da AEB, associação de exportadores do país. Leia o resto do artigo »

Postado em Internacional, O que deu na Imprensa, política industrial | Sem Comentários »

Vladimir Palmeira ataca o PMDB

Postado em 3 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Fonte: O Dia Online

Escrito por Michel Alecrim

Mesmo aconselhado por dirigentes do PT a abandonar a pré-candidatura para a Prefeitura do Rio, o ex-deputado Vladimir Palmeira se manteve firme nesse propósito e acredita ter força com a militância para vencer. Sem cerimônias, critica o PMDB por ter se antecipado às prévias e manifestado preferência por Molon.

O senhor acha que está ocorrendo no Rio uma antecipação das eleições presidenciais de 2010?

Claro que em algumas capitais, sobretudo em São Paulo e Belo Horizonte, tramam articulações com vistas às eleições de 2010. Há uma tentativa de levar o Aécio (Neves, governador tucano de Minas Gerais) para o PMDB. Mas no Rio acho que não. O PMDB não tinha alternativa no Rio. Tinha dificuldade em encontrar um candidato. O PT era uma questão de proximidade, por estar no governo do estado. O Sérgio Cabral não se entendia com o Garotinho, e as negociações acabaram desaguando nesse apoio. Os caciques do PMDB estão tentando resolver o problema deles e acabaram interferindo nas prévias do PT.

 Por que o senhor não desistiu de disputar as prévias do partido? Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Sem Comentários »