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Blog do Desemprego Zero

Archive for abril 2nd, 2008

O Poder dos Pesadelos (The Power Of Nightmares) – A Ascensão da Política do Medo: Parte III

Postado em 2 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Documentário em três episódios produzido pela BBC, trata sobre a subida dos neoconservadores e dos fundamentalistas islâmicos ao poder.

Episódio 3: “As Sombras Na Caverna”

O terceiro episódio destrói outro mito: o da existência da Al Qaeda, ao mesmo tempo que nos confronta com a realidade paranóica edificada pelos discursos do medo, e que é reforçada pelo info­?entretenimento difundido através dos meios de comunicação de massas.

Duração: 59:01minutos

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Legenda: Português-Brasil

PARA ASSISTIR DOCUMENTÁRIO COMPLETO: CLIQUE AQUI

Postado em Internacional, O que deu na Imprensa, Vídeos | 2 Comentários »

A DIREITA FRANCESA NÃO SE IMPORTA EM FAZER POLÍTICA FISCAL ANTICÍCLICA

Postado em 2 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris – O Ministro das finanças da França, Eric Woerth, anunciou que o déficit francês em 2007 atingiu 2,7% do PIB, ao contrário do número estimado, que era de 2,4%. Já para 2008, a previsão do déficit foi aumentada de 2,3% para 2,5% do PIB, devido às baixas taxas de crescimento do país.

Agora imaginemos o Brasil neste mesmo contexto. Historicamente, quando o Brasil não cresce (há 30 anos…), as vozes da ortodoxia clamam por um choque fiscal, que pode atingir até (aliás, principalmente) os setores menos favorecidos da sociedade.

Por conseguinte, os baluartes da direita criticam programas assistenciais, intervenção do Estado e etc. Afinal, menos gastos significam menos impostos para os barões. E Estado, só na hora de resolver a crise deles.

Clique aqui para ler nosso manifesto.

Postado em Conjuntura, Internacional, Leonardo Nunes, Política Econômica | Sem Comentários »

Para um economista ortodoxo: “A Ciência Econômica é o estudo da administração dos recursos escassos”. Para um economista Keynesiano: “A ciência econômica é o estudo da administração da política do Estado do ponto de vista de seus condicionantes, objetivos e implicações”. ** DEBATE IV ** Qual dessas você acha a melhor definição para a economia?

Postado em 2 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Nos comentários do último artigo desse debate entre ortodoxos e keynesianos: “Toda dona de casa sabe que não pode gastar mais do que ganha”: como subverter o significado do conceito ‘poupança’ para fins conservadores. ** DEBATE III **

Critiquei a frase usada como princípio metodológico por economistas ortodoxos:

“Modelos teóricos são para serem usados e não acreditados”.

Eu disse que isso é um absurdo porque as teorias são criadas para serem acreditadas. E só a partir da crença nelas depositadas pode haver segurança para a utilização das mesmas no mundo prático ou como explicação científica.

Eu disse também que, para compreender nosso mundo onde o dinheiro tem função muito importante, é melhor usar uma teoria que supõe a existência do dinheiro do que utilizar uma teoria que descreve um mundo onde não existe o dinheiro.

Um comentarista anônimo me criticou de forma bem direta. Sobre ambas proposições. Abaixo respondo aos comentários.

Primeiro ponto:

Qualquer um pode comentar aqui usando pseudônimos, mas é deselegante, deseducado e profundamente desleal querer fazer um debate sério e profundo usando pseudônimos quando o outro lado não pode usar essa saída. Eu estou aqui assumindo os erros que por ventura eu vir a cometer. Você não. Peço apenas reciprocidade. Esse debate está sendo muito cansativo para mim. Se você está anônimo pode fazer qualquer comentário sem compromisso, seu eu não responder, você pode dizer: “tá vendo não conseguiu responder”. Se eu responder de forma incompleta, você irá no ponto e dirá: “mas você esqueceu que…”. Agora você pode falar qualquer coisa, incompleta, errada ou simplesmente uma provocação equivocada, sem qualquer custo, como você fez.

É desleal.

Vamos começar a bloquear quem estiver fazendo isso.

Segundo ponto:

Você está confundindo as coisas. As crenças que uma pessoa tem que não são relacionadas com determinada teoria, por exemplo, a religião dele, são realmente irrelevantes para a teoria. Nunca disse o contrário.

O que eu disse foi que qualquer teoria só existe para ser acreditada, não com certeza, mas com um grau razoável de confiança. Em ciência se confia desconfiando. Se confia nela ela pode ser útil, se não confia ela é inútil. O Pedro disse que os engenheiros não “acreditam” na física newtoniana para construir pontes, eles “consideraram o modelo adequado a determinada situação”. Ora, “Considerar adequado” é o mesmo que dizer “acreditar como adequado”. Leia o resto do artigo »

Postado em Gustavo Santos, Pleno Emprego, Política Brasileira, Política Econômica | 58 Comentários »

POLÊMICA

Postado em 2 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado Originalmente em Le Monde Diplomatique, em Novembro de 2007

Por Ladislau Dowbor

Está na PNAD a explicação para a popularidade do presidente, que intriga mídia, direita e parte da esquerda. País tornou-se menos desigual, em múltiplos sentidos. Chamar os avanços alcançados de “assistencialismo” não ajuda a entender a realidade, nem a reivindicar mudanças mais profundas

É tempo de fazer as contas. Com a deformação geral dos dados pelo prisma ideológico da grande mídia, torna-se necessário buscar nas fontes primárias de informação, nos dados do IBGE, como andam as coisas. A reeleição mostrou forte aprovação por parte dos segmentos mais pobres do país a Lula, mas os números reais sobre a evolução das condições de vida do brasileiro surgem com o atraso natural dos processo de elaboração de pesquisas. O IBGE publicou a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio de 2006, e também o Indicadores Sociais dos últimos 10 Anos. Vale a pena olhar a imagem que emerge: ela explica não só os votos, como o caminho que temos pela frente.

O principal número é, evidentemente, o aumento de 8,7 milhões de postos de trabalho no país durante o último governo. Isto representa um imenso avanço, pois se trata aqui de uma das principais raízes da desigualdade: grande parte dos brasileiros se vê excluída do direito de contribuir para a própria sobrevivência e para o desenvolvimento em geral. Entre 2005 e 2006 o avanço foi particularmente forte, com um aumento de 2,4%, resultado da entrada no mercado de trabalho de 2,1 milhões de pessoas. A expansão do emprego feminino é particularmente forte (3,3,%), enquanto o dos homens atingiu 1,8%. A formalização do emprego é muito significativa: 3 em cada 5 empregos criados são com carteira assinada. Atingimos assim, em 2006, 30,1 milhões de trabalhadores com carteira assinada, um aumento de 4,7% em um ano. O avanço é pois muito positivo, mas num quadro de herança dramático, que o próprio IBGE aponta: “mais da metade da população ocupada (49,1 milhões de pessoas) continuava formada por trabalhadores sem carteira assinada, por conta-própria ou sem remuneração Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Política Brasileira, Política Econômica | Sem Comentários »