SUSTENTABILIDADE: Responsabilidade Sócio-ambiental – Vida seca
Escrito por Imprensa, postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008
Publicado originalmente na Gazeta Mercantil, em 24/03/2008
Em um mundo onde as pessoas consomem 20% a mais de água do que a capacidade do planeta para recompor suas reservas, o reaproveitamento torna-se cada dia mais comum
Assim como o século 20 pode ser considerado a era do petróleo, fonte de energia polêmica e, ao mesmo tempo geradora de grandes riquezas, graves crises econômicas e até guerras territoriais, o século 21 será conhecido no futuro como a era da água. Ou melhor, da falta de água. Até bem pouco tempo, a constatação de que a água é um recurso natural finito era um conceito dificilmente aceito por boa parte da população. Mas o fato é que, embora três quartos da superfície do Planeta sejam cobertos pela água, menos de 3% é água doce, dos quais apenas 0,5% está disponível para consumo – os outros 2,5% estão congelados na Antártica, no Ártico e em geleiras. Recomendações da Organização das Nações Unidas (ONU), que em recente relatório, alerta que um terço da população mundial, ou seja, cerca de 2,7 bilhões de pessoas, enfrentará graves problemas por conta da escassez de água que acontecerá até 2025. De acordo com o documento, em 2050, de cada quatro pessoas, apenas uma terá acesso à água potável.
Estudo realizado pela organização não-governamental WWF, também aponta para o aumento do consumo de água no planeta enquanto as fontes estão secando. De acordo com o documento, o consumo de água no mundo dobrou nos 40 anos compreendidos entre 1961 a 2001. [...]












1 dEurope/London abril, 2008 as 1:21 pm
A questão da sustentabilidade ambiental e social não pode mais estar descolada das estratégias de desenvolvimento.
É ótimo que seja assim. Mas o chamado Terceiro Setor precisa de regulação urgente. Há denúncias de ONGs financiadas por fundações e famílias oligárquicas do exterior que seriam apenas cortinas para encobrir a internacionalização da Amazônia ou atrapalhar o licenciamento ambiental para que o país não resolva o grave problema de infra-estrutura que enfrenta, entre outros atrasos.
Calcula-se que hoje 15 milhões de pessoas dependam dos serviços ou do dinheiro de ONGs.
Na Rússia, Putin enquadrou as ONGs.