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	<title>Comentários sobre: DESIGUALDADE &#8211; Programas de Transferência Condicionada de Renda no Brasil, Chile e México: impactos sobre a desigualdade</title>
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		<title>Por: Rodrigo Loureiro Medeiros</title>
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		<dc:creator>Rodrigo Loureiro Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2008 15:29:14 +0000</pubDate>
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		<description>Prezados

Os programas sociais são bem-vindos se de fato ajudam a modificar estruturalmente a vida dos mais humildes. Suspeito, no entanto, que alguns confundem programas compensatórios com políticas universais de inclusão social.

Se o ‘Bolsa Família’ ajuda a manter as crianças na escola, não estou certo sobre a eficácia dos mecanismos de controle, o que se pode dizer da qualidade da educação pública ofertada? Lembro que o programa de educação continuada estruturado na gestão de Paulo Renato (PSDB-SP) está em vigor. Não é incomum o jovem brasileiro encerrar o ensino médio público analfabeto funcional.

Segundo as pesquisas feitas sobre ensino de ciências, a situação brasileira é dramática. A mídia vem publicando esses resultados. Vamos pensar na metodologia de cálculo do índice de desenvolvimento humano (IDH). Esse indicador abrange basicamente três dimensões: renda per capita; anos de instrução formal; e expectativa de vida. Pois bem, não é preciso muito esforço para se notar que a combinação de programas compensatórios + educação continuada + avanço vegetativo da Medicina, incluindo programas de distribuição gratuita de remédios, ajudam a elevar o IDH de um país. Mudanças estruturais? Agenda progressista ou compensatória para fins eleitorais? Eis algumas questões...

Não sou pessimista, mas guardo o sábio conselho de René Descartes. A dúvida é fundamental para uma mente científica. Há um livro muito interessante, considerado um clássico sobre estatística, que vale a pena ler: ‘How to lie with statistics’ (W. W. Norton &amp; Company), de Darrell Huff e Irving Geis. Ajuda a aguçar o pensamento crítico.


Um abraço,

Rodrigo L. Medeiros</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados</p>
<p>Os programas sociais são bem-vindos se de fato ajudam a modificar estruturalmente a vida dos mais humildes. Suspeito, no entanto, que alguns confundem programas compensatórios com políticas universais de inclusão social.</p>
<p>Se o ‘Bolsa Família’ ajuda a manter as crianças na escola, não estou certo sobre a eficácia dos mecanismos de controle, o que se pode dizer da qualidade da educação pública ofertada? Lembro que o programa de educação continuada estruturado na gestão de Paulo Renato (PSDB-SP) está em vigor. Não é incomum o jovem brasileiro encerrar o ensino médio público analfabeto funcional.</p>
<p>Segundo as pesquisas feitas sobre ensino de ciências, a situação brasileira é dramática. A mídia vem publicando esses resultados. Vamos pensar na metodologia de cálculo do índice de desenvolvimento humano (IDH). Esse indicador abrange basicamente três dimensões: renda per capita; anos de instrução formal; e expectativa de vida. Pois bem, não é preciso muito esforço para se notar que a combinação de programas compensatórios + educação continuada + avanço vegetativo da Medicina, incluindo programas de distribuição gratuita de remédios, ajudam a elevar o IDH de um país. Mudanças estruturais? Agenda progressista ou compensatória para fins eleitorais? Eis algumas questões&#8230;</p>
<p>Não sou pessimista, mas guardo o sábio conselho de René Descartes. A dúvida é fundamental para uma mente científica. Há um livro muito interessante, considerado um clássico sobre estatística, que vale a pena ler: ‘How to lie with statistics’ (W. W. Norton &amp; Company), de Darrell Huff e Irving Geis. Ajuda a aguçar o pensamento crítico.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Rodrigo L. Medeiros</p>
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