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	<title>Comentários sobre: Pochmann propõe nova agenda civilizatória</title>
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		<title>Por: Rogério Lessa, Editor-Chefe</title>
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		<dc:creator>Rogério Lessa, Editor-Chefe</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 15:36:49 +0000</pubDate>
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		<description>Caros,
o Marcio Pochmann sempre enfatiza que esta é uma questão predominantemente política. Creio que o rentismo encontra campo fértil no Brasil por causa de nossas raízes (Casa Grande e Senzala). Ontem, após um debate no Corecon-RJ, uma (sábia) pessoa da platéia, mesmo admitindo &quot;não entender nada de economia&quot; propôs que organizássemos no Rio um &quot;jurômetro&quot; - placar de juros - para se contrapor ao &quot;impostômetro&quot; instalado em São Paulo. O cidadão tem a noção clara de que são os juros, e não as despesas com tapioca, que pressionam a carga tributária. O vice-presidente do Corecon (e colaborador do nosso blog), Paulo Passarinho, quer bancar a excelente idéia.
Abraços,
Rogério</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros,<br />
o Marcio Pochmann sempre enfatiza que esta é uma questão predominantemente política. Creio que o rentismo encontra campo fértil no Brasil por causa de nossas raízes (Casa Grande e Senzala). Ontem, após um debate no Corecon-RJ, uma (sábia) pessoa da platéia, mesmo admitindo &#8220;não entender nada de economia&#8221; propôs que organizássemos no Rio um &#8220;jurômetro&#8221; &#8211; placar de juros &#8211; para se contrapor ao &#8220;impostômetro&#8221; instalado em São Paulo. O cidadão tem a noção clara de que são os juros, e não as despesas com tapioca, que pressionam a carga tributária. O vice-presidente do Corecon (e colaborador do nosso blog), Paulo Passarinho, quer bancar a excelente idéia.<br />
Abraços,<br />
Rogério</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Rodrigo Loureiro Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/pochmann-propoe-nova-agenda-civilizatoria/comment-page-1/#comment-1851</link>
		<dc:creator>Rodrigo Loureiro Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 13:50:42 +0000</pubDate>
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		<description>http://desempregozero.org/2008/03/19/lula-e-meirelles-janus-da-parceria-insossa/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://desempregozero.org/2008/03/19/lula-e-meirelles-janus-da-parceria-insossa/" rel="nofollow">http://desempregozero.org/2008/03/19/lula-e-meirelles-janus-da-parceria-insossa/</a></p>
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		<title>Por: Rodrigo Loureiro Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/pochmann-propoe-nova-agenda-civilizatoria/comment-page-1/#comment-1850</link>
		<dc:creator>Rodrigo Loureiro Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 17:48:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://plenoemprego.wordpress.com/?p=1332#comment-1850</guid>
		<description>Caro Heldo

Concordo contigo. Lula não é de briga. Prefere contemporizar. Quem acaba pagando a conta somos nós que vivemos de trabalho. Precisamos de perspectivas que ultrapassem as compensações do bolsa família, um importante programa social. Vamos aos números.

Segundo dados da CEPAL, a taxa de ocupação da força de trabalho no Brasil é de 51%, ou seja, 49% dos trabalhadores estão desempregados ou na informalidade. Isso seria um escândalo em qualquer país sério do mundo.

Além disso, a formação bruta de capital fixo, o nível de investimento real na economia, encontra-se abaixo de 18% do PIB, inferior ao famoso piso dos 25% do PIB necessário para que o Brasil ingresse efetivamente num ciclo de crescimento sustentado. O resultado tem sido o tal vôo de galinha e as desculpas de sempre. De FHC a Lula... Lembro que a oferta monetária (M3) brasileira tem sido uma das mais baixas do mundo, em torno de 28% do PIB.

Existem certamente bons quadros no governo do presidente Lula. Marcio Pochmann é um deles. A diretoria do BNDES também é muito boa e a condução das relações exteriores é de boa qualidade.

Luciano Coutinho e João C. Ferraz, por exemplo, coordenaram o ‘Estudo de Competitividade da Indústria Brasileira’ (1994). Nem devemos buscar comparar com a pobreza de idéias vigente no que diz respeito ao tema política industrial. Miguel Jorge deveria voltar para o Santander.

Creio que esse núcleo de excelência do governo Lula estaria rendendo mais se o nó górdio da política monetária fosse desatado. Não há nenhuma necessidade de radicalizar. Pode-se muito bem aproveitar as margens de manobra da conjuntura presente no campo monetário para fazer o Brasil crescer com inflação módica.

Talvez Lula não saiba ao certo o “Custo Meirelles”, mas a oposição raivosa e a grande mídia não escondem a satisfação com o freio do crescimento econômico ativado constantemente pelo BC.


Um abraço,

Rodrigo L. Medeiros</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Heldo</p>
<p>Concordo contigo. Lula não é de briga. Prefere contemporizar. Quem acaba pagando a conta somos nós que vivemos de trabalho. Precisamos de perspectivas que ultrapassem as compensações do bolsa família, um importante programa social. Vamos aos números.</p>
<p>Segundo dados da CEPAL, a taxa de ocupação da força de trabalho no Brasil é de 51%, ou seja, 49% dos trabalhadores estão desempregados ou na informalidade. Isso seria um escândalo em qualquer país sério do mundo.</p>
<p>Além disso, a formação bruta de capital fixo, o nível de investimento real na economia, encontra-se abaixo de 18% do PIB, inferior ao famoso piso dos 25% do PIB necessário para que o Brasil ingresse efetivamente num ciclo de crescimento sustentado. O resultado tem sido o tal vôo de galinha e as desculpas de sempre. De FHC a Lula&#8230; Lembro que a oferta monetária (M3) brasileira tem sido uma das mais baixas do mundo, em torno de 28% do PIB.</p>
<p>Existem certamente bons quadros no governo do presidente Lula. Marcio Pochmann é um deles. A diretoria do BNDES também é muito boa e a condução das relações exteriores é de boa qualidade.</p>
<p>Luciano Coutinho e João C. Ferraz, por exemplo, coordenaram o ‘Estudo de Competitividade da Indústria Brasileira’ (1994). Nem devemos buscar comparar com a pobreza de idéias vigente no que diz respeito ao tema política industrial. Miguel Jorge deveria voltar para o Santander.</p>
<p>Creio que esse núcleo de excelência do governo Lula estaria rendendo mais se o nó górdio da política monetária fosse desatado. Não há nenhuma necessidade de radicalizar. Pode-se muito bem aproveitar as margens de manobra da conjuntura presente no campo monetário para fazer o Brasil crescer com inflação módica.</p>
<p>Talvez Lula não saiba ao certo o “Custo Meirelles”, mas a oposição raivosa e a grande mídia não escondem a satisfação com o freio do crescimento econômico ativado constantemente pelo BC.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Rodrigo L. Medeiros</p>
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	<item>
		<title>Por: Heldo Siqueira</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/pochmann-propoe-nova-agenda-civilizatoria/comment-page-1/#comment-1849</link>
		<dc:creator>Heldo Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 16:42:12 +0000</pubDate>
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		<description>Rodrigo,

até me lembro que quando o Palocci entregou o cargo falei com uma amigo que o Lula tinha tirado a sorte grande. Pq entrou um desenvolvimentista no lugar de um cara-de-palista (ou ortodoxo de galinheiro como vc costuma falar) sem precisar se indispor com &quot;o mercado&quot;.

Bem que o caseiro do Palocci podia dar uma mãozinha pro Meirelles né?!

Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo,</p>
<p>até me lembro que quando o Palocci entregou o cargo falei com uma amigo que o Lula tinha tirado a sorte grande. Pq entrou um desenvolvimentista no lugar de um cara-de-palista (ou ortodoxo de galinheiro como vc costuma falar) sem precisar se indispor com &#8220;o mercado&#8221;.</p>
<p>Bem que o caseiro do Palocci podia dar uma mãozinha pro Meirelles né?!</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rodrigo Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/pochmann-propoe-nova-agenda-civilizatoria/comment-page-1/#comment-1848</link>
		<dc:creator>Rodrigo Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 23:56:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://plenoemprego.wordpress.com/?p=1332#comment-1848</guid>
		<description>Prezado Rogério

O debate proposto pelo Marcio Pochmann é oportuno. Ele converge para a nossa preocupação quanto à condução da política monetária, o nó górdio que precisamos desatar para a efetivação de um processo de desenvolvimento econômico democrático e eqüitativo.

Meirelles conseguiu convencer Lula e Mantega de que é necessário manter &quot;a prudência&quot; na condução da política monetária. As condições para reduzir gradualmente a Selic estão presentes. E isso sem a necessidade de controles do fluxo de capitais no curto prazo.

Deveríamos encarar as quedas da taxa básica de juros nos EUA como reais oportunidades para reduzirmos gradualmente a Selic, administrando a expansão da oferta monetária (M3) a partir do compulsório e do IOF. O Banco Central do Brasil possui os instrumentos gerenciais para pilotar o volante keynesiano da economia. Basta uma gestão mais progressista e comprometida com o desenvolvimento das forças produtivas nacionais.

Irão certamente aparecer os recursos nos orçamentos públicos para investimentos em infra-estrutura e políticas sociais. Até mesmo o problema atual do real apreciado irá desaparecer, pois o câmbio encontrará outros pontos de equilíbrio, como os dos diferenciais de produtividade em relação aos principais parceiros comerciais. Quanto à inflação doméstica, não há motivos para pânico. A competitividade sistêmica da economia brasileira precisa de medidas dessa natureza.

Lula até pode ser bem-intencionado, muitos acreditam nisso, porém sua gestão macroeconômica é muito parecida com a do sociólogo que o antecedeu. Por enquanto Lula ganha na taxa de crescimento, mas se o Meirelles continuar dando as cartas na política monetária há um leve risco de convergência com a era FHC. Um leve risco…

Algo já ficou claro para mim. Para administrar mal a macroeconomia brasileira qualquer um serve. Pode inclusive não entender nada do assunto. Basta seguir a cartilha da ortodoxia de galinheiro do neoliberalismo e não ousar fazer o País crescer sustentadamente.

Parabéns pelo texto.


Um abraço,

Rodrigo L. Medeiros</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Rogério</p>
<p>O debate proposto pelo Marcio Pochmann é oportuno. Ele converge para a nossa preocupação quanto à condução da política monetária, o nó górdio que precisamos desatar para a efetivação de um processo de desenvolvimento econômico democrático e eqüitativo.</p>
<p>Meirelles conseguiu convencer Lula e Mantega de que é necessário manter &#8220;a prudência&#8221; na condução da política monetária. As condições para reduzir gradualmente a Selic estão presentes. E isso sem a necessidade de controles do fluxo de capitais no curto prazo.</p>
<p>Deveríamos encarar as quedas da taxa básica de juros nos EUA como reais oportunidades para reduzirmos gradualmente a Selic, administrando a expansão da oferta monetária (M3) a partir do compulsório e do IOF. O Banco Central do Brasil possui os instrumentos gerenciais para pilotar o volante keynesiano da economia. Basta uma gestão mais progressista e comprometida com o desenvolvimento das forças produtivas nacionais.</p>
<p>Irão certamente aparecer os recursos nos orçamentos públicos para investimentos em infra-estrutura e políticas sociais. Até mesmo o problema atual do real apreciado irá desaparecer, pois o câmbio encontrará outros pontos de equilíbrio, como os dos diferenciais de produtividade em relação aos principais parceiros comerciais. Quanto à inflação doméstica, não há motivos para pânico. A competitividade sistêmica da economia brasileira precisa de medidas dessa natureza.</p>
<p>Lula até pode ser bem-intencionado, muitos acreditam nisso, porém sua gestão macroeconômica é muito parecida com a do sociólogo que o antecedeu. Por enquanto Lula ganha na taxa de crescimento, mas se o Meirelles continuar dando as cartas na política monetária há um leve risco de convergência com a era FHC. Um leve risco…</p>
<p>Algo já ficou claro para mim. Para administrar mal a macroeconomia brasileira qualquer um serve. Pode inclusive não entender nada do assunto. Basta seguir a cartilha da ortodoxia de galinheiro do neoliberalismo e não ousar fazer o País crescer sustentadamente.</p>
<p>Parabéns pelo texto.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Rodrigo L. Medeiros</p>
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