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Blog do Desemprego Zero

Archive for março, 2008

CABRAL APOIA MOLON!!??

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: O DIA

Escrito por Jan Theophilo dia 25/3/2008

Reviravolta nas eleições do Rio: Cabral une PMDB e PT

Rio – Reviravolta nas eleições municipais do Rio. Após um longo almoço
hoje no Palácio Guanabara, o governador Sérgio Cabral e o presidente da
Assembléia, Jorge Picciani, firmaram um acordo pelo qual explodiram a
aliança entre DEM e PMDB no Rio. Cabral anunciará amanhã ao presidente
Lula que seu candidato às eleições municipais será o deputado petista
Alessandro Molon. Com isso sai derrotado o secretário de Esportes Eduardo
Paes, que trocara o PSDB – onde exercia o cargo de secretário-geral
nacional – para tentar ser o candidato de Cabral nas eleições de outubro.
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Postado em O que deu na Imprensa, Política Brasileira | 3 Comentários »

Introdução à Cultura Brasileira

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Errata recebemos o comentário abaixo para retificar um erro que cometemos na divulgação do evento.

Olá, sou Renato Costa, coordenador do NEAd Raízes Comunitárias da PUC-Rio e queria retificar a informação de que estamos oferecendo um Curso de História da África. Na verdade,a atividade que acontecerá a partir do dia 05/03/2008 é parte de uma formação na área de Artes, feita em parceria com o Projetro Portinari e direcionada a professores dos Cursos Pre-Vestibulares Comunitários parcerios da PUC-Rio. Essa atividade tem o nome de Introdução à Cultura Brasileira e este ano a acontecerá em três módulos distintos:
1. Cultura africana e cultura indígena (período de 05/03 a 31/05)
2. O Brasil sob o olhar estrangeiro (05/07 a 30/08)
3. Romantismo, Barroco e Rococó (04/10 a 30/08)
Informo ainda que as inscrições para essa etapa de formação encontram-se encerradas.

Como estava escrito:

A partir do dia 5 de Abril, durante os sábados (de abril e maio), o NEAd (Núcleo de Educação de Adultos: Programa de Raízes Comunitárias Raízes Comunitárias da PUC) estará oferecendo um curso sobre História da África, das 9h às 12h. O curso é gratuito.

Destaco ainda que o NEAd também estará oferecendo outros cursos durante o ano, com outras temáticas, como: História indígena no Brasil, Romantismo, entre outros, sempre aos sábados e, pelo que me parece, bimestrais.

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Lançamento de livro

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Hoje, será o lançamento do livro 68 Destinos/Passeata dos 100 Mil, de Evandro Teixeira, na livraria da Travessa, Shopping Leblon 19 horas, com debates e presença.

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Entrevista – ROBERTO MANGABEIRA UNGER

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

”Tenho muitas idéias, só não tenho caneta”

Publicado originalmente na Revista ISTOÉ – Independente, em 25/03/2008

Por Rudolfo Lago e Octávio Costa

O ministro diz que há uma nova classe média no País, mestiça e morena, e defende a idéia de o Estado impor o capitalismo

Pelo corredor, circulam diversos soldados e oficiais. Atrás de uma grande porta de carvalho, do centro de uma ampla sala, emerge um senhor de cabelos brancos cortados à escovinha, forte sotaque americano, terno escuro e grossa corrente de um relógio de bolso presa ao colete. O ministro da Secretaria de Planejamento de Longo Prazo é o primeiro civil a despachar numa sala dentro do prédio do Comando do Exército, na Esplanada dos Ministérios. O excelente relacionamento com as Forças Armadas tem sido uma das maiores surpresas de Roberto Mangabeira Unger na sua primeira experiência de governo. Acadêmico de esquerda, o ministro passou boa parte de sua vida nos EUA, onde se tornou um respeitado professor de direito na Universidade de Harvard – mas nunca deixou de pensar o Brasil. Depois de diversas tentativas de ingressar na política brasileira (foi, por exemplo, guru de políticos como Leonel Brizola e Ciro Gomes), Mangabeira Unger chegou ao poder pelas mãos do vice-presidente José Alencar. Agora, ele tem pela frente alguns desafios. Precisa convencer os brasileiros de que por trás da figura exótica de fala enrolada não há um professor aloprado, mas alguém com conteúdo. E de que suas propostas não são um amontoado de quimeras inexeqüíveis, mas um modelo possível e que pode começar a ser realizado desde já. Os militares parecem ter aceitado as suas idéias. Falta convencer o restante da sociedade. À ISTOÉ Mangabeira Unger explicou seu modelo para o Brasil.

ISTOÉ - Qual é a fórmula que o sr. preconiza para o País?

Roberto Mangabeira Unger – Eu fui convocado pelo presidente para a tarefa de ajudar a formular e debater um novo modelo de desenvolvimento para o País. Tradicionalmente, os setores avançados e internacionalizados da economia brasileira crescem e geram riqueza. E parte dessa riqueza é usada para financiar programas sociais. Agora, a Nação quer mais do que isso. Sou um inconformado com essa visão de Suécia tropical, de que esse é o único modelo possível a ser seguido. É preciso que se busque um modelo de desenvolvimento na ampliação dessas oportunidades de inclusão, não apenas de políticas compensatórias. Meu trabalho divide-se em duas vertentes. A primeira é a da visibilidade prática e política. A segunda é a da fecundidade transformadora. Escolhi essas iniciativas em cinco grandes campos: oportunidade  econômica, oportunidade  educativa, gestão política, Amazônia e Defesa.

ISTOÉ – E na economia, qual é a idéia?

Mangabeira – Estamos trabalhando com os ministros da Ciência e Tecnologia e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio a formulação de uma nova política industrial. Nós temos hoje uma política voltada para as grandes empresas, enquanto a realidade econômica é de um grande número de pequenas empresas e empreendimentos emergentes que não são assistidos. Então, precisamos criar o que chamo de política industrial de inclusão.

ISTOÉ – O que é isso?

Mangabeira – Uma política industrial voltada para o mundo dos emergentes, que compreenda as mudanças que estão acontecendo na economia do País. Crédito, formação de quadros e incremento tecnológico. Isso é fundamental. Nós temos que ter uma Embrapa industrial.

ISTOÉ – Uma Embrapa industrial?

Mangabeira – Uma empresa nos moldes do que faz a Embrapa na agricultura para a difusão de tecnologia industrial. Uma rede que difunda junto aos empresários novas técnicas, modelos e aprimoramento de mão-de-obra. Nós estamos ameaçados de ficar imprensados entre os países de trabalho barato e os países de produtividade alta, sem espaço nem em um nem no outro lado. Eu tenho argumentado que temos de optar pelo lado da valorização do trabalho e não pelo achatamento salarial. Nós não temos futuro como uma China com menos gente. Nós temos que resgatar da informalidade os 60% de trabalhadores brasileiros que trabalham nas sombras, isso é um desastre para o País. Não apenas um desastre econômico, mas político e moral.

ISTOÉ - O que o Sr. chama de estimular não seria uma intervenção do Estado na economia?

Mangabeira – Não é apenas pensar o Estado como interventor na economia, mas como indutor da economia que queremos. Usar o Estado para fazer o mercado. Para estimular e radicalizar a concorrência. Para impor o capitalismo desejado. Para construir o mercado que se quer. Para que mais gente tenha acesso ao mercado, e de mais maneiras. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Econômica, política industrial | 2 Comentários »

Solução do semi-árido nordestino está na gestão da água. Mas para isso é necessário a Transposição do São Francisco?

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Este blog se propõe a ter o maior conjunto de artigos de debates sobre a transposição do São Francisco. Somos a favor, mas colocaremos todos os artigos que sugerirem, sejam eles contra ou a favor.

Nesse espírito, envio o artigo abaixo contrário à Transposição. Mais uma vez baseiam a argumentação pelo romantismo retrogrado que ver o sertanejo sempre com aquele terninho de couro caçando cabras e calangos no sertão.

Romantismo para os outros, porque esses defensores da “vida simples do sertão” adoram ter água encanada, luz elétrica, máquina de levar, geladeira, computador, automóvel, celular, dinheiro para viagens no exterior, etc. E não comem calango nem amarrados.

Nós do Desemprego Zero acreditamos que o sertanejo tem o direito de ter uma vida assim também, se quiser, e que não precisa emigrar para o Rio ou para São Paulo para poder lutar por isso.

Esse artigo é um dos melhores que eu vi contrários à Transposição, pois coloca alguns argumentos técnicos. O primeiro é que o Nordeste já tem muitos açudes. O segundo é que existem plantas e animais resistentes à seca que poderiam ser melhor utilizados.

Vamos à realidade:

  • 1) Como o Carlos Lessa disse no debate que ele fez com o César Benjamin na ABI, esses estoques de água em açudes têm Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento Regional, Gustavo Santos, O que deu na Imprensa, Transposição do São Francisco: redenção ou desastr | Sem Comentários »

Os cem anos do GALO. Parabéns!!

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Do blog do Nassif

Sou cruzeirense. Mas o Galo de Reinaldo, Marcelo, Paulo Isidoro, Cerezzo, Éder,  foi um time inesquecível. Desde o início dos anos 70 até os 80 foi o mais alegre time brasileiro, ao lado do Internacional de Porto Alegre e do Flamengo.

Em homenagem ao Galo, um vídeo sobre o mais heróico dia da história do Clube: quando enfrentou o Flamengo e o juiz José Roberto Wright pela Libertadores.

Clique aqui

E que os atleticanos ajudem a compor uma seleção do Atlético de todos os tempos. Meu pai me dizia que o Atlético dos anos 50 era fenomenal também. Tanto que se tornou um atleticano, apesar do pouco contato que, na época, Poços tinha com Belo Horizonte.

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Combate à Dengue: um dever de todos (incluindo o prefeito)

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado Originalmente em Tribuna da Internet, em 24/02/2008

Por Gustavo Barreto, da redação Consciência.Net.

Enquanto os governos divulgam em campanha na TV neste final de semana (23 e 24/2) que o combate à dengue é um dever de todos, a imprensa carioca continua a “esquecer” que o prefeito Cesar Maia não executou ou desviou diretamente 38% do dinheiro que serviria para combater o Aedes aegypti – nada menos que pouco mais de 15 milhões de reais.

Apesar de o problema continuar diariamente, como informa a própria imprensa, falta o nexo causal: nenhum grande meio questiona a Secretaria Municipal de Saúde e nem o prefeito Cesar Maia sobre o orçamento mal utilizado.

Enquanto a Dengue apresenta uma queda nacional de 40%, o jornal O Globo publicou na última quarta (13/2) matéria em que aponta que o Rio de Janeiro “está batendo, a cada atualização dos números de casos de dengue, tristes recordes: na última sexta-feira, a quantidade de notificações da doença, em janeiro de 2008, já era o dobro da registrada no mesmo mês de 2007″. Desde terça-feira, informa o jornal, com a divulgação no site da Secretaria Municipal de Saúde de mais vítimas, a situação piorou.

A cidade já tem, nos primeiros 31 dias do ano, 2.912 pessoas contaminadas pelo mosquito Aedes aegypti, quase o triplo do mesmo período de 2007, quando houve 981 casos. Com grande ajuda da prefeitura, o Estado do Rio teve um aumento de 117% dos casos nas cinco primeiras semanas de 2008, em relação a período correspondente em 2007.

Diz o texto d’O Globo: “A matemática mostra que não é nada confortável a situação do município. Os 2.912 casos de janeiro por pouco não superam a soma de todos os meses de janeiro, de 2003 a 2007. Juntos, eles tiveram 3.048 vítimas. Em fevereiro, segundo o site da secretaria, já foram registrados 82 casos da doença. A área com mais ocorrências foi a de Ramos (14 casos), seguida por Jacarepaguá, com 13. No ano passado, Barra e Jacarepaguá foram afetadas por um surto da doença”. Leia o resto do artigo »

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OEA diz que Colômbia violou artigo 21; Equador diz que bombas americanas foram usadas no ataque às FARC

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em Tribuna da Internet, em 23.03.2008

Por Castor Filho

De acordo com o jornal colombiano El Tiempo, o relatório da Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre o ataque da Colômbia ao acampamento das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) no Equador apresenta pontos de divergência.

O presidente do Equador, Rafael Correa, disse que considera o incidente político “superado”, porém disse ser difícil “ter confiança novamente em meu interlocutor”, numa referência ao presidente da Colômbia, Álvaro Uribe.

Os equatorianos alegam que alguns dos mortos receberam tiros pelas costas a curta distância. Colocam em dúvida a afirmação da Colômbia de que teria localizado o número dois das FARC, Raúl Reyes, através de uma “fonte humana”. Alegam que a Colômbia lançou seis bombas GBU12 de aviões que voavam do sul para o norte e outras quatro de aviões que voavam do norte para o sul.

As bombas lançadas do sul para o norte implicariam em violação do espaço aéreo do Equador.

É que o acampamento ficava na fronteira entre os dois países, em área demarcada pelo rio Putumayo. Ou seja, se algum avião lançou uma bomba voando do sul para o norte significa que voava do Equador para a Colômbia, ou seja, teria violado o espaço aéreo equatoriano.

Os peritos do Equador determinaram a trajetória das bombas pela forma como caíram as árvores que cercavam o acampamento.

De acordo com o relatório da OEA, o Equador alega que o lançamento das bombas requer tecnologia que a Colômbia não tem.

Já a versão da Colômbia é de que as bombas foram disparadas a partir de espaço aéreo colombiano, que eram bombas convencionais, algumas guiadas por GPS, e que foram utilizados os aviões SuperTucano e A37, da Força Aérea Colombiana. Leia o resto do artigo »

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