Postado em 4 dEurope/London março dEurope/London 2008
Por Walther Fanganiello
Do Instituto Brasileiro Giovani Falconi
DROGAS: Cosa Nostra e Paramilitares colombianos da AUC unem-se para traficar cocaína.
O procurador antimáfia italiano, Piero Grasso, acaba de desembarcar em Bogotá, a convite da procuradoria geral da Justiça da Colômbia.
Grasso irá receber informações sobre as conexões entre os paramilitares da AUC (Autodefesas Unidas de Colombia) e a Cosa Nostra siciliana.
Os paramilitares da ultra direiora colombiana combatem as FARC (Forças Armadas Revolucinarias de Colômbia) e o ELN (Exército de Libertação nacional), ambas organizações insurgentes de esquerda.
O líder dos paramilitares (na sucessão aberta por Carlos Castaño, que despareceu e se finge de morto para pressão norte-americana, que o que extraditado por narcotráfico) é Salvatore Mancuso, italiano de nascimento e colombiano por naturalização. Leia o resto do artigo »
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Postado em 4 dEurope/London março dEurope/London 2008
Jornal DCI
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, defendeu na última sexta-feira a privatização da Caixa Econômica Federal (CEF), do Banco do Brasil (BB) e de todas as estatais que não façam parte das funções essenciais do governo, ou seja, que não estejam ligadas às áreas de saúde, educação e segurança. O ministro também defendeu a privatização da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) Leia o resto do artigo »
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Postado em 4 dEurope/London março dEurope/London 2008
AÇÃO DIPLOMÁTICA
EDITORIAL O GLOBO 4/3/2008
clique aqui para ler de uma perspectiva de longo prazo
uma proposta
A América do Sul enfrenta uma das mais graves crises dos últimos anos devido à decisão do governo da Colômbia de eliminar um dos principais líderes das Farc que se encontrava em território do Equador. Por mais motivos que tenha o governo colombiano para neutralizar essa narcoguerrilha que o desafia há cinco décadas, nada justifica a violação do território de um Estado soberano. Leia o resto do artigo »
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Postado em 4 dEurope/London março dEurope/London 2008
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – O presidente Lula defendeu, no programa semanal Café com o Presidente, a proposta de reforma tributária que o governo enviou ao Congresso Nacional. Dentre as principais medidas, a reforma prevê a simplificação da arrecadação, a unificação de impostos e tributos e a desoneração da folha de pagamentos (clique aqui para ler mais sobre a reforma tributária).
A reforma tributária defendida pelo governo traz avanços marginais, mas não atinge o ponto central da estrutura tributária brasileira. Nosso sistema tributário está concentrado no consumo em detrimento da tributação da propriedade e da riqueza. Mais uma vez o governo esquiva-se de enfrentar a elite e sua estrutura de concentração de renda.
Clique aqui para ler nosso manifesto.
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Postado em 3 dEurope/London março dEurope/London 2008
Dossiê: Nassif x Veja
novo capítulo: A IMPRENSA E O ESTILO DANTAS
Dossiê Veja do Blog do Nassif
Conforme fartamente demonstrado nos capítulos anteriores, antes de fechar com Dantas a direção da Veja o tinha em conta como alguém que comprava reportagens, fabricava dossiês falsos e subornava jornalistas.
No capítulo “Os Primeiros Ataques a Dantas“ e “O dossiê falso” esmiuço as sucessivas denúncias de Veja antes de ser cooptada pelo banqueiro. Qual a lógica que leva uma revista a se associar a um empresário que, segundo ela mesmo, espalha dossiês falsos, compra reportagens e jornalistas? Há muitas explicações para isso, nenhuma boa, do ponto de vista jornalístico.
Essa atuação da revista, no entanto, era apenas a ponta final de uma linha de operação que passava por várias instâncias antes de desembocar nos dossiês e informações repassadas ao quarteto de Veja. Leia o resto do artigo »
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Postado em 3 dEurope/London março dEurope/London 2008
*Joaquim F. de Carvalho, 29/02/2008
Monitor Mercantil Digital
O processo de desestruturação e privatização do sistema elétrico brasileiro começou por volta de 1985, quando as autoridades monetárias, seguindo diretrizes do FMI, resolveram impedir que o BNDES concedesse financiamentos às estatais, para os projetos de expansão do sistema elétrico. Posteriormente, na administração do Presidente Fernando Henrique Cardoso, as estatais ficaram impedidas de investir até seus próprios recursos e as dificuldades assim criadas foram usadas como argumento para onerosas campanhas publicitárias pagas pelo governo, destinadas a convencer a sociedade de que o Estado não dispunha de recursos para expandir o sistema elétrico, papel que caberia à iniciativa privada. Prometia-se que, no ambiente competitivo do mercado desregulamentado, as tarifas ficariam mais baratas e dizia-se que, libertando-se da responsabilidade de administrar as estatais, o Estado poderia dedicar-se mais aos chamados programas sociais (habitação popular, ensino básico, saúde, etc.). E alegava-se que, com a renda das privatizações, o governo liquidaria a dívida pública. Leia o resto do artigo »
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Postado em 3 dEurope/London março dEurope/London 2008
* Emir Sader, 28/02/2008
Blog do Emir da Agência Carta Maior
O tema volta sempre: se votassem apenas os que se interessam, o país seria melhor. O problema estaria no voto dos alienados. Assim a democracia seria melhor, votariam os conscientes, os interessados.
Além de que, como um direito – o voto – teria que se tornar em uma obrigação? Um direito pode ser exercido ou não, devo ter o direito de exercê-lo, se quero. Seria um absurdo obrigar as pessoas a votar contra a sua vontade.
Mas será mesmo que é assim?
Antes de voltar ao tema, tomemos um país em que o voto não é obrigatório: os EUA. Lá as eleições se realizam numa terça-feira de novembro, vota quem quer. As pessoas não são liberadas, nem têm licença para votar. Votam quando podem, quem pode, quando conseguem liberar-se e ter o tempo no horário de almoço para ir do trabalho ao local de votação e retornar a tempo. Logicamente parece perfeito. Mas qual o resultado disso? Leia o resto do artigo »
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Postado em 3 dEurope/London março dEurope/London 2008
Blog do Emir da CARTA MAIOR
A libertação dos quatro parlamentares colombianos confirma qual é a via da pacificação da Colômbia: a negociação política, com a participação de mediadores internacionais. O sucesso do presidente venezuelano Hugo Chávez e da senadora colombiana Piedad Córdoba é a única tentativa de sucesso de abrir canais para levar a paz à Colômbia.
A posição dos quatro parlamentares, além do reconhecimento do papel de Hugo Chávez e de Piedad, é a de acusar o presidente da Colômbia Alvaro Uribe de ser o obstáculo hoje para a troca pacífica de prisioneiros, Leia o resto do artigo »
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