Postado em 7 dEurope/London março dEurope/London 2008
AFBNDES
Bancários reagem à declaração de Miguel Jorge em defesa da privatização da Caixa e do Banco do Brasil
A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) reagiu de forma firme às palavras do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, que recentemente defendeu, no jornal DCI, a privatização do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, sob a alegação de que ambos “não fazem parte das funções essenciais do governo”.
Segundo a Fenae, de quando em quando os meios de comunicação têm utilizado o recurso de divulgar opiniões pessoais de personalidades para defender a tese do projeto privatista de setores da elite econômica e política do país: “A lógica é a de manipular informações para conquistar apoios junto à opinião pública. Essas iniciativas estão desfocadas da realidade e fazem parte de uma forte e persistente cruzada contra os bancos públicos federais, com vistas a viabilizar privatizações futuras”. Na opinião dos dirigentes da Federação, as declarações do ministro são “isoladas” Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London março dEurope/London 2008
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Postado em 7 dEurope/London março dEurope/London 2008
Léo Nunes – São Paulo
Brasil
O PT recuou e aceitou ceder a presidência da CPI dos cartões corporativos à oposição. O cargo será ocupado pela senadora Marina Serrano (PSDB-MS). Já a relatoria será ocupada pelo deputado Luiz Sérgio (PT-RJ). Enquanto os tucanos lutam para concentrar as investigações nos gastos do governo Lula, o PT defende a investigação dos gastos com cartões e contas correntes durante o governo FHC. Neste caso, teríamos a CPI do fim do mundo.
Economia
No plano econômico, o Copom manteve a taxa básica de juros, Selic, em 11,25% ao ano. A autoridade monetária parece despreocupada com o dólar no penhasco, enquanto as operações de arbitragem e especulação no mercado de derivativos de câmbio deslancham. Competitividade externa e crescimento econômico são termos ignorados pelo nosso Banco Central.
Internacional
O fato mais relevante da semana foi a morte do guerrilheiro Raúl Reyes, pelo exército colombiano, em território equatoriano. O assassinato de reyes abriu uma crise sem precedentes na América do Sul. A OEA condenou a Colômbia, que desrespeitou a soberania do Equador, ao ignorar a inviolabilidade do território vizinho. O presidente Rafael Correa faz um giro pela América do Sul para angariar apoio. Uribe, com o auxílio da mídia conservadora, tenta desesperadamente deslocar o foco da tensão, com vistas a arrrasta o presidente venezuelano Hugo Chávez para o centro da crise (clique aqui para ler mais).
Nos EUA, as eleições seguem acirradas na disputa entre os democratas. Hillary venceu três das últimas quatro prévias e embolou ainda mais a disputa com o senador Barack Obama. Já o senador John McCain assegurou a indicação para disputar a Casa Branca pelo Partido Republicano. Ontem, ele recebeu apoio formal de Bush Jr. (clique aqui para ler mais).
Clique aqui para ler nosso manifesto.
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Postado em 7 dEurope/London março dEurope/London 2008
Blog do Nassif, 05/03/2008
A melhor análise sobre a crise Colômbia Equador foi de Merval Pereira, em “O Globo” de hoje (Clique aqui).
Também o Conselho para Assuntos Hemisféricos (Council on Hemispheric Affairs- Coha), uma ONG americana de tendência liberal fundada em 1975 que pretende “promover os interesses comuns no hemisfério” e encorajar “a formulação racional e construtiva de políticas para a América Latina”, especula sobre a possibilidade de o Comando Sul (USSouthcom), localizado em Miami, ter participado da operação. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London março dEurope/London 2008
Warren Buffett se tornou o homem mais rico do mundo investindo em ações exclusivamente americanas. Investimentos em outros países, derivativos, câmbio e moedas nunca foram a praia dele. Considerava esses investimentos arriscados. Só recentemente, com a pressão americana para induzir todos países a valorizarem suas moedas, ele passou a fazer alguns investimentos de especulação cambial, mas em países desenvolvidos.
Mas em 2007 o Real brasileiro foi o único investimento em moedas que ele fez.
Também pudera… Meirelles foi o mais obediente seguidor da nova política americana de desvalorizar o dólar para recuperar a competitividade das empresas americanas. O Brasil do Meirelles foi o país subdesenvolvido que mais valorizou nominalmente sua moeda em toda a história da humanidade!
Para Buffet era difícil de acreditar que era verdade, um dinheiro tão fácil e seguro dado de bandeja pelo presidente do Banco de Central de Boston. Não resistiu ao “canto de sereia”.
“Que ações o que, o negócio do século é títulos públicos brasileiros!” E ele ainda faz piada em seu relatório anual para os acionistas….
* Camila Hessel, 02/03/2008 Época Negócios
O maior investidor do mundo surpreende o mercado com o resultado da sua única aposta cambial em 2007: real versus dólar
O maior investidor do mundo surpreendeu o mercado financeiro nesta sexta-feira (29/2) ao anunciar que sua companhia lucrou cerca de US$ 118 milhões apostando no real contra o dólar. Ele não tem investimentos no Brasil e não se sabia que fosse familiarizado com os movimentos da moeda brasileira. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London março dEurope/London 2008
Segue abaixo: Três análises de três influentes jornalistas brasileiros:
NÃO SE BRINCA COM FOGO, Luiz Carlos Azedo
UM SILÊNCIO NADA INOCENTE, Clóvis Rossi
ESCALADA BÉLICA NÃO INTERESSA AO BRASIL, Lucia Hippolito Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London março dEurope/London 2008
O eleitorado de Hillary nas primárias está fortemente concentrado nos eleitores mais pobres, nas mulheres e nos latinos. O eleitorado de Obama está concentrado nos mais ricos (por incrível que pareça!), nos negros e nos jovens (e dizem que republicanos estão se infiltrando nas primárias democratas e votando por Obama – o sistema eleitoral norte-americano o permite – na tentativa de forçar uma polarização que favoreceria o candidato republicano, em caso de que o confronto final seja entre McCain e Obama). Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London março dEurope/London 2008
Ceci Juruá *
Decorridos mais de 15 anos do início das privatizações de unidades estratégicas do setor público (siderurgia, química e petroquímica, serviços públicos de infra-estrutura), há muitas dúvidas ainda sobre a realização dos objetivos desejados na privatização/ desnacionalização das estatais: eficiência, competitividade e redução da dívida pública. Esta, a dívida pública bruta, interna, passou de R$ 70 para R$ 1.700 bilhões, foi portanto multiplicada por 24. Não houve redução de tarifas nos serviços prestados aos usuários, muito pelo contrário.[1] E fica difícil falar em aumento de competitividade da economia, pois sabemos que um retrógrado modelo agro-negocial exportador vem substituindo nossa trajetória de desenvolvimento centrada na industrialização e no mercado interno.
O resultado mais palpável que aparece nos balanços dos conglomerados herdeiros dos setores estatais é o crescimento dos lucros e a reconcentração perversa da renda nacional. Vejamos um exemplo através dos resultados econômicos-financeiros obtidos em 2007 por uma holding atuante no setor de transportes.
-Lucros equivalentes a 9 vezes o custo de pessoal Leia o resto do artigo »
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