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Blog do Desemprego Zero

Archive for março, 2008

O Banco Central mais conservador do mundo

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Por Bruno Galvão dos Santos*

Muitos países emergentes e “respeitáveis”, como Chile, Coréia do Sul, Tailândia, Hong Kong, estão com taxa de juros real negativa. Isso não significa leniência da política monetária desses países. Mas, simplesmente, reconhecimento dos Banco Centrais desses países que a economia do país não deve ser sacrificada por causa do forte aumento dos preços dos alimentos e combustíveis internacionalmente. Mas, no Brasil, o presidente do Banco Central gosta sempre de alegar que o imenso crescimento de 5% do PIB (nos últimos anos, a média de crescimento econômico dos países emergentes ficou quase 8% ao ano) é o responsável pela aceleração do crescimento. Segundo esse sábio, o Brasil não pode crescer a mais do que 5% ao ano. Leia o resto do artigo »

Postado em Bruno Galvão, Internacional, Propostas de Mudanças para o Banco Central | 1 Comentário »

Capitalismo bom, capitalismo ruim

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Por William Baumol*

Carl Schramm**

Robert Litan***

Publicado originalmente em: Valor Online (restrito a assinantes), 13/03/2008

Muitas pessoas presumiram que quando o Muro de Berlim caiu, em 1989, o “capitalismo” havia vencido a Guerra Fria ideológica e que o “comunismo” havia perdido. Embora o “capitalismo”, definido como um sistema econômico construído sobre a titularidade privada da propriedade, claramente tenha prevalecido, existem muitas diferenças entre os quase 200 países que hoje o praticam de alguma maneira.

Consideramos prático dividir as economias capitalistas em quatro categorias amplas. Embora muitas economias assumam uma posição neutra em relação a elas, a maioria se enquadra essencialmente em uma delas. A tipologia adiante ajuda a explicar porque algumas economias crescem mais velozmente que outras. O capitalismo oligárquico ocorre nos lugares nos quais o poder e o dinheiro estão altamente concentrados na mão de poucos. Esta é a pior forma de capitalismo, não só devido à extrema disparidade de renda e riqueza tolerada por essas economias, mas também porque as elites não promovem o crescimento como meta central da política econômica. Em vez disso, a oligarquia estabelece as regras para maximizar sua própria renda e riqueza. Esses esquemas predominam em vastas regiões da América Latina, do Oriente Médio árabe e da África. Leia o resto do artigo »

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Notas do Debate sobre Transposição do Rio S. Francisco – Carlos Lessa X César Benjamin

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Por Valéria Amorim

Resumo do Debate sobre a Transposição das Águas do Rio São Francisco entre o profº Carlos Lessa e César Benjamim, realizado no dia 10/03/08 na ABI

Para aqueles que não puderam comparecer, segue, em anexo, resumo, feito a partir da transcrição de notas manuscritas, das principais idéias veiculadas no excelente debate promovido pelo Modecon na última segunda-feira, na ABI.

O inusitado foi assistir a troca de idéias desses dois grandes brasileiros, Carlos Lessa e César Benjamin, posicionados em lados adversários sobre a polêmica questão da transposição das águas do rio São Francisco. Leia o resto do artigo »

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A confusão das idéias da ortodoxia

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Por Giuliano Contento de Oliveira*

Publicado originalmente em: Valor Online (restrito a assinantes), 13/03/2008

Um aumento da taxa de juros no momento atual, contudo, ao concorrer no sentido de desestimular as decisões de investimento dos empresários e as decisões de gasto das famílias, constituiria um mecanismo de sinalização capaz de precipitar a reversão do ciclo de negócios e impedir a continuidade do crescimento econômico ao ritmo condizente com as necessidades de emprego e renda da sociedade brasileira. O aumento da taxa de juros significaria um “balde de água fria” nas intenções de inversão dos empresários, que a despeito de investirem hoje a partir de informações presentes e passadas, contam com o “devir”, ou seja, com um crescimento da demanda agregada ainda a ser concretizado.

A taxa de juros não pode ser utilizada enquanto ponte entre os investimentos correntes e a ampliação efetiva da capacidade produtiva, ante seus efeitos depreciativos sobre as expectativas dos empresários em relação ao comportamento futuro da demanda agregada. Ao deprimir as decisões de gasto dos agentes, esta iniciativa opera no sentido contrário àquele que realmente deve ser buscado pelo governo, a saber: aumentar a capacidade de produção das empresas de sorte a acomodar o crescimento do consumo. Leia o resto do artigo »

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Posição externa do Brasil

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Por Adriano Benayon*

O Banco Central (BACEN) divulgou que as reservas do País em moedas estrangeiras superaram a dívida externa, tornando-o, assim, credor líquido. Esse triunfalismo carece de fundamento, como se tem mostrado.

Além de aduzir mais elementos à análise, demonstro neste artigo a impossibilidade de haver boas notícias para o País, enquanto ele estiver sob o modelo de concentração financeira e a atual política econômica.

Depois, o BACEN publicou estes dados: reservas internacionais, US$ 187,5 bilhões; haveres de bancos comerciais, US$ 12,9 bilhões, créditos brasileiros no exterior, US$ 2,8 bilhões. Diante dos US$ 196,2 bilhões da dívida externa, os ativos líquidos no exterior seriam US$ 7 bilhões. Como notaram Paulo B. Nogueira Jr. e outros, nesses números não estão incluídos os empréstimos intercompanhias (US$ 48,6 bilhões em janeiro), devidos às matrizes por subsidiárias de transnacionais. Com o objetivo de não pagar o imposto de renda, esses fundos são contabilizados como empréstimos, embora se trate de capital próprio.

O passivo externo bruto está em torno de US$ 700 bilhões de reais. Aí se inclui o estoque de investimentos diretos estrangeiros (IDE), bem como os investimentos estrangeiros em carteira e a dívida em mãos de estrangeiros registrada. Com a dedução dos ativos de brasileiros no exterior, o passivo externo líquido fica em cerca de US$ 400 bilhões. Leia o resto do artigo »

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A reforma tributária de Lula

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

*Paulo Passarinho

 

Conforme estabelecido pelo governo federal no final do ano passado, quando da sua vitória parcial na disputa pela aprovação da prorrogação da CPMF e da DRU, desde o final de fevereiro tramita no Congresso uma nova proposta de alteração constitucional da ordem tributária.

Na exposição de motivos do ministro da Fazenda, é destacado que os objetivos principais da proposta são: “simplificar o sistema tributário nacional, avançar no processo de desoneração tributária e eliminar distorções que prejudicam o crescimento da economia brasileira e a competitividade de nossas empresas, principalmente no que diz respeito à chamada guerra fiscal entre os Estados”.

Objetivamente, a proposta unifica a cobrança da Cofins, do PIS/Pasep, da Cide e do Salário-Educação em um novo imposto federal a ser criado Leia o resto do artigo »

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Programação do curso do LEMA

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Programação completa de 2008 do Curso Clássicos do Pensamento Social Brasileiro.
Trata-se de um curso aberto, ou seja, qualquer um pode assistir, mesmo que seja uma aula só…

Horário: terças, das 18h30 às 21h
Local: Auditório do CFCH/UFRJ (Av. Pasteur 250, Urca, Campus Praia Vermelha)

25 de Março/2008: Caio Prado Jr. - Carlos Nelson Coutinho
Evolução Política do Brasil na obra de Caio Prado Jr.

29 de Abril/2008: Caio Prado Jr. - Rubem Murilo Leão Rego
O sentido da colonização e o subdesenvolvimento brasileiro na obra de Caio
Prado Jr.

27 de Maio/2008: Florestan Fernandes - Gabriel Cohn
O marxismo de Florestan Fernandes

17 de Junho/2008: Florestan Fernandes - Plínio de Arruda Sampaio Jr.
Capitalismo dependente e autocracia burguesa no Brasil

29 de Julho/2008: Octavio Ianni - Marilda Iamamoto (a confirmar)
Os ciclos da revolução burguesa no Brasil

26 de Agosto/2008: Octavio Ianni - (nome a confirmar)
Estado e questão social na obra de Octavio Ianni

30 de Setembro/2008: Ruy Mauro Marini - Carlos Eduardo Martins
A teoria da dependência de Ruy Mauro Marini

21 de Outubro/2008: Ruy Mauro Marini - Theotonio dos Santos
Dependência e revolução socialista na pespectiva de Ruy Mauro Marini

11 de Novembro/2008: Balanço pensamento social BR no séc. XX - José Luís
Fiori e Luiz Werneck Vianna (a confirmar o debate de encerramento)

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Gasto social e política macroeconômica: trajetórias e tensões no período 1995-2005

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Texto para Discussão do IPEA nº 1324, janeiro/2008

Por Jorge Abrahão de Castro*
      José Aparecido Ribeiro**
      José Valente Chaves**
      Bruno de Carvalho Duarte***
      Helenne Barbosa Simões***

Ampliar o conhecimento a respeito de como os governos constroem e implementam suas políticas públicas, que opções são escolhidas e quais caminhos são trilhados no processo, principalmente em termos de quais as suas conseqüências imediatas e de qual o legado para o futuro, é sem dúvida uma agenda central para a pesquisa, para a gestão pública e para o controle social. Nesse sentido, a preocupação com a análise do gasto social é objetiva: não apenas mensurar o quanto se gasta com políticas sociais, mas também conhecer os mecanismos pelos quais tais recursos são financiados e, fundamentalmente, avaliar os avanços conquistados – ou não – por tal nível de gastos em termos da proteção, das oportunidades e do bem-estar proporcionados à população – objetivos centrais da política social. Leia o resto do artigo »

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