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Blog do Desemprego Zero

Archive for março, 2008

O Brasil e o cassino

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog do Nassif, em 21/03/2008

Por Roberto São Paulo

‘Brasil está sendo vítima de cassino internacional’

Heiner Flassbeck: economista-chefe da Unctad; Para o ex-secretário de Finanças da Alemanha, a valorização do real resulta da especulação com os juros altos no País

Jamil Chade, Genebra, no “Estadão” de hoje

O real está sendo vítima de “um verdadeiro cassino internacional.” O alerta é de Heiner Flassbeck, ex-secretário de Estado do Ministério das Finanças da Alemanha e atual economista-chefe da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad). Segundo ele, a valorização da moeda brasileira está sendo resultado não apenas dos bons fundamentos da economia do País, mas, principalmente, da entrada de capital externo em busca de ganhos com a taxa de juros. “Essa situação não é sustentável para as exportações brasileiras no médio prazo”, alertou Flassbeck. O problema, segundo ele, é que os investidores estão tomando dinheiro emprestado no Japão, a custo próximo de zero, e o levam para o Brasil para aproveitar a alta taxa de juros. A seguir, os principais trechos da entrevista concedida ao Estado.

Como o sr. vê a turbulência internacional atingindo o real?

O que vem ocorrendo é que investidores estão usando o mercado brasileiro e o real para ganhar milhões. Obviamente que o governo diz que a valorização do real é causada por uma situação econômica estável e, em parte, isso até pode ser verdade. Mas o problema é outro e nenhum governo gosta de admitir isso. A realidade é que há um verdadeiro cassino internacional acontecendo e o Brasil está sendo uma de suas vítimas. Leia o resto do artigo »

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Consenso da OEA para resolução da crise entre Equador e Colômbia

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

OEA rechaça incursão colombiana e exige pedido de desculpas ao Equador

Fonte: Agência Brasil

Os ministros de Relações Exteriores membros da Organização dos Estados Americanos (OEA) – reunidos após o conflito estabelecido entre Equador e Colômbia – chegaram, na noite de segunda-feira (17), a uma resolução consensual que inclui o “rechaço” à incursão militar colombiana em território equatoriano no último dia 1º, além de um pedido de desculpas de Bogotá (capital da Colômbia) à Quito (capital do Equador). As informações são da agência Telam.
Os Estados Unidos – que haviam se manifestado a favor da ação militar promovida pelo presidente colombiano Álvaro Uribe – apenas apoiaram a decisão da OEA após o pedido expresso do governo da Colômbia.
O acordo reforça ainda o compromisso, por parte de todos os países membros, de combater “grupos irregulares ou organizações criminais”, incluindo as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).
Após 15 horas de reunião na sede da OEA, em Washington, os participantes aprovaram a resolução por unanimidade e as principais partes envolvidas – Colômbia e Equador – afirmaram sair vitoriosas do encontro.
“É um êxito completo para a Colômbia”, avaliou o chanceler colombiano, Fernando Araújo. “É um triunfo para o Equador”, destacou a chanceler equatoriana, María Isabel Salvador.

OEA chega a consenso sobre crise entre Colômbia e Equador

Fonte: Folha online

A OEA (Organização dos Estados Americanos) conseguiu chegar a um consenso nesta terça-feira sobre a resolução com a qual pretende encerrar a crise entre Colômbia e Equador.

Os dois países entraram em crise no dia 1º de março, após a incursão colombiana no Equador em uma operação contra as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), na qual morreu o número dois da guerrilha, Raúl Reyes, além de outras 24 pessoas.

Os Estados Unidos apoiaram a resolução, mas informaram que não apóiam o artigo quarto, referente à rejeição da incursão colombiana, porque considera que a Colômbia tem o direito de atuar em legítima defesa.

Ao término da reunião, a chanceler do Equador, María Isabel Salvador, qualificou de “claro triunfo” o texto da resolução aprovado pelos ministros das Relações Exteriores da América, e afirmou que seu país “avaliará” o restabelecimento das relações diplomáticas com a Colômbia quando considerar oportuno.

A resolução rejeita a incursão das forças militares em território equatoriano, por considerar que constitui uma clara violação dos artigos 19 e 21 da Carta da OEA, e reitera o firme compromisso de todos os Estados-membros de combater as ameaças da segurança.
O documento “acolhe positivamente” a Declaração dos Presidentes do Grupo do Rio sobre a crise, e destaca sua contribuição à distensão da situação e à aproximação entre as partes, com base no princípio do direito internacional.
A resolução reitera a plena vigência dos princípios do direito internacional de respeito à soberania, abstenção do uso ou ameaça do uso da força e não ingerência nos assuntos de outros Estados, que consta no artigo 19 da Carta da OEA.
Além disso, o texto destaca a plena vigência do princípio de soberania territorial e rejeita a incursão de forças militares da Colômbia em território do Equador.
Os chanceleres “registraram” o pedido de desculpas da Colômbia e o compromisso de que o incidente “não se repetirá em qualquer circunstância”. Leia o resto do artigo »

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Ponto de ebulição

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog do Nassif, em 20/03/2008

Entenda o que está ocorrendo.

1. Há uma imensa massa de capital especulativo circulando no mundo. Através de recursos de alavancagem (endividamento), de derivativos (que permite apostar apenas no diferencial de cotação) e operações estruturadas, sua capacidade ampliou-se desmedidamente. A conseqüência foi uma redução das taxas de juros internacionais e um aumento exponencial dos preços dos ativos.

2. Quando o dólar começou a despencar, esse capital financeiro procurou portos seguros onde se abrigar. O real foi uma mamata, com a liberdade total de fluxo, taxas de juros altíssimas e ganhos em cima da apreciação da moeda. Outros portos seguros foram as commodities.

3. À medida que se ampliou a crise americana, com o “subprime”, o Federal Reserve aumentou fortemente a liquidez da economia para impedir a recessão. Mais dinheiro colocado à disposição dos investidores e menos oportunidades de investimento nos Estados Unidos, por conta da recessão.

4. Esse dinheiro saiu correndo para commodities provocando o fenômeno do “overshooting” (radicalização do movimento pendular). Mas sempre através da interligação de mercados e das chamadas operações estruturadas (misturando vários ativos visando minimizar o risco). Leia o resto do artigo »

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Programa do MEC deve levar médicos e professores a todas as cidades do Brasil

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no site do Vaccarezza, em 20/3/2008

Atualmente, cerca de 1,2 mil cidades não contam com atendimento médico. Já no sistema público de ensino básico, o déficit é de 250 mil vagas. A intenção do MEC é suprir estas carências com profissionais formados com auxílio do Fies (Financiamento Estudantil). Para quitar os empréstimos feitos junto ao governo, eles trabalhariam no sistema público de saúde e educação.

Apenas novos candidatos ao Fies poderiam aderir a essa proposta. A adesão não é obrigatória. Atualmente, existem 14,3 mil alunos de Medicina no Fies. A inadimplência média do programa, para todos os cursos, é de 23%. Segundo publicou o jornal O Estado de S.Paulo nesta quinta-feira (20), a proposta é dada como aceita dentro do governo, já que conta com “extrema simpatia” do presidente Lula. Ainda falta encerrar as negociações com a equipe econômica. “São recursos que a União deixa de receber”, lembra o secretário de Ensino Superior do MEC, Ronaldo Mota. “Mas, neste momento, pode ser mais importante a troca por educação e saúde”. Leia o resto do artigo »

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Evolução da crise põe Fazenda e Banco Central em lados opostos

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

Alex Ribeiro, de Brasília
VALOR – 20/03/2008

O agravamento da crise internacional nos últimos dias expõe as divergências entre o Banco Central e o Ministério da Fazenda sobre a condução da política monetária. Na visão da Fazenda, os juros não deveriam subir em um período em que aumentam as incertezas sobre a extensão da crise americana. Já o BC considera que os efeitos de uma eventual queda mais acentuada da economia americana são ambíguos e não necessariamente eliminam os riscos de aceleração da inflação.

Mesmo antes da piora da crise, a visão da Fazenda era de que o BC não deveria adotar uma política monetária mais restritiva, já que as pressões inflacionárias ocorridas desde dezembro seriam decorrentes única e exclusivamente de choques de oferta – principalmente a alta dos preços internacionais dos alimentos. O período mais negativo, na visão da Fazenda, teria sido em dezembro e, desde então, a inflação dá sinais de maior acomodação.

Para o BC, mesmo antes do agravamento da crise americana a alta de juros era uma hipótese a ser contemplada, porque a inflação não se deve apenas a choques de oferta, mas também ao maior aquecimento da economia – que tem dois tipos de repercussão. Uma é permitir que os choques de oferta em produtos com grande visibilidade para a população, como alimentos e energia, se propagarem para os preços de outros produtos. Outro problema é que o consumo e o investimento crescem acima da capacidade produtiva da economia, provocando a chamada inflação de demanda. O quadro geral, para o BC, ainda é favorável, tanto que as projeções feitas por seus modelos ainda apontam a inflação consistente com as metas. Mas os riscos aumentaram, o que levou o BC a cogitar uma alta na taxa básica na sua reunião deste mês, embora a decisão final tenha sido pela manutenção da Selic em 11,25% ao ano. Leia o resto do artigo »

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DESIGUALDADE – Programas de Transferência Condicionada de Renda no Brasil, Chile e México: impactos sobre a desigualdade

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

Os programas de transferência condicionada de renda (PTCRs) têm ganhado popularidade nos países em desenvolvimento. Esses programas consistem essencialmente na transferência de quantias em dinheiro para famílias pobres. A transferência é condicionada por se exigir uma ou várias contrapartidas da família beneficiada, como, por exemplo, zelar pela freqüência de seus filhos à escola.

Tanto governos quanto organismos internacionais multilaterais vêem os PTCRs como uma saída para os impasses que enfrentam. Os primeiros têm que lidar com uma severa restrição fiscal concomitante à necessidade de avanços na área social – para eles, os PTCRs são uma forma de se fazer muito gastando pouco. Os organismos internacionais têm endossado tais programas não somente pelas mesmas razões que os governos, mas também para tentar mudar a imagem de que suas intervenções têm tido pouco impacto sobre a pobreza na américa latina. Devido à sua visibilidade, os PTCRs se tornaram ainda objeto de intenso debate, mobilizando a opinião pública e exigindo posicionamentos dos políticos.

Ao contrário de outros modismos, os PTCRs têm, a seu favor, impactos reais e significativos em várias dimensões da vida das parcelas mais pobres da população dos países que os adotaram. Esses impactos têm sido revelados por processos rigorosos de avaliação. Há uma crescente literatura especializada mostrando que os PTCRs melhoram a educação e a saúde das famílias beneficiadas, reduzindo a pobreza e outras mazelas, tais como a mortalidade e o trabalho infantis. Para além de seus objetivos, os PTCRs têm tido efeitos sobre outras características sociais, a princípio fora do seu escopo. Talvez o mais importante desses efeitos não intencionais tenha sido a redução da desigualdade cronicamente alta que há séculos assola os países da América latina. E este é o efeito que nos interessa no presente estudo. Leia o resto do artigo »

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RESUMO DO DIA – 21/03/2008

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

Política

JB Online: Arthur Virgílio: oposição não atrapalhou lançamento do PAC da saúde
O Globo Online: Gabeira ironiza declaração de Crivella: ‘Estou preocupado é com a relação entre homens e mosquitos’
O Estadão: Presidente decide congelar envio de MPs ao Congresso
Último Segundo: Álvaro Dias diz não temer investigações sobre contas de FHC; PT nega intimidação

Economia

O Estadão: Governadores de bancos centrais asiáticos se reúnem
O Globo Online: Medidas para conter expansão do crédito serão seletivas
Reuters Brasil: EUA reduzem valor mínimo para compra de papéis do governo
Último Segundo: Governo pode limitar a 36 meses financiamento de carro

Internacional

JB Online: Embaixador acusa Colômbia de ‘disfarçar’ equatorianos de rebeldes
O Estadão: EUA espionaram passaportes de Obama, Hillary e McCain
Reuters Brasil: Cartas para Granma são nova forma de expressão dos cubanos
Último Segundo: Bin Laden: Lutar no Iraque é a melhor ajuda a palestinos

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Expectativas de inflação irão dar a senha para alta da taxa Selic

Postado em 21 dEurope/London março dEurope/London 2008

Luiz Sérgio Guimarães, de São Paulo

Davilym Dourado / Valor

Zeina Latif, economista do ABN Amro Real: BC não admite novos desaforos

A senha para a alta da taxa Selic será dada no dia em que as expectativas inflacionárias do mercado romperem o centro de 4,5% da meta de inflação para este ano e o próximo. Para os analistas, tanto os efeitos da crise americana quanto as divergências entre a Fazenda e o Banco Central sobre a política monetária não irão interferir na decisão que será tomada pelo Copom em sua próxima reunião, marcada para 16 de abril. Mesmo assim, ao contrário das últimas reuniões, esta será uma das mais difíceis.

A julgar pela divisão que já se manifesta no mercado, a decisão de manter a Selic em 11,25% ou aumentá-la não será fácil nem unânime. Mesmo entre os maiores bancos do país não há consenso. Enquanto o departamentos econômico do Bradesco projeta avanço, os economistas do Real e do Unibanco ainda crêem na estabilidade da taxa, e os do Santander e do Itaú prevêem alta de pelo menos um ponto ao longo do ano, sem que a rota ascendente tenha necessariamente início no próximo Copom.

A maior dissensão entre os participantes do mercado ocorre, contudo, entre a turma dos que fazem negócio no mercado futuro – os tesoureiros e os gestores, hoje predominantemente “altistas” em matéria de juros – e o pessoal de estudos e análises econômicos, em sua maioria ainda adeptos da estabilidade do juro básico.

Para a economista do ABN Amro Real, Zeina Latif, o BC já deixou claro que não irá aceitar desaforos. Leia o resto do artigo »

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