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Blog do Desemprego Zero

Archive for março, 2008

Veja fabrica dossiê e diz que foi governo quem o fez

Postado em 23 dEurope/London março dEurope/London 2008

Portal Vermelho

A revista Veja  soltou em sua edição deste final de semana mais uma de suas “criativas” reportagens, que trazem documentos obtidos de fonte não revelada e que a revista diz, sem apresentar uma mísera prova, ter sido o governo quem preparou. Com a “denúncia” a revista tenta alcançar três objetivos: transformar a corrupção do governo FHC em mera chantagem petista; forçar a CPI dos Cartões a entregar para a imprensa os dados sigilosos da Presidência da República e desgastar a imagem da ministra Dilma Roussef, da Casa Civil.

A revista, famosa por inventar reportagens inverídicas e trabalhar com documentos de origem duvidosa, alega que teve acesso a um suposto dossiê que teria sido preparado pelo governo para intimidar a oposição na CPI dos Cartões Corporativos. O suposto dossiê traz informações sobre os gastos com suprimento de fundos durante o governo Fernando Henrique. Cita gastos com caviar, champagne, viagens e outras futilidades que são citadas apenas para escamotear o real objetivo da reportagem: acusar o governo Lula de chantagista. Leia o resto do artigo »

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Que dossiê?: Casa Civil da Presidência da República desmente a revista Veja categoricamente

Postado em 23 dEurope/London março dEurope/London 2008

Segue, abaixo, a íntegra da nota oficial divulgada hoje pela Casa Civil a respeito da produção de um dossiê com gastos do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB):

“Com relação à matéria publicada pela Revista Veja (edição nº 2053), a Casa Civil da Presidência da República desmente categoricamente a existência de qualquer ‘dossiê construído dentro do Palácio do Planalto’ sobre os gastos com suprimento de fundos do governo Fernando Henrique. O que a revista apresenta são fragmentos extraídos de uma base de dados do sistema informatizado de acompanhamento do suprimento de fundos – SUPRIM.

A revista Veja mente e manipula informações ao transformar o banco de dados SUPRIM, um instrumento de gestão, em mecanismo de chantagem política. O vazamento de parte de dados sigilosos se constitui em prática criminosa, por parte do autor do vazamento e por parte de quem deu publicidade a dados que não poderiam vir a público pela sua natureza, o que ensejará todas as medidas judiciais cabíveis. Leia o resto do artigo »

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Resgate social avança na América Latina

Postado em 23 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicada originalmente na Revista Desafios do Desenvolvimento, na Edição 38, dezembro/2007

Por Sérgio Garschagen

Programas de transferência de renda aceleram a redução da pobreza e da indigência na América Latina e Caribe, que pela primeira vez em 16 anos ficam abaixo de 200 milhões de pessoas na região.

Os pobres da América Latina representam 35,1% do total da população, o que equivale a 190 milhões de pessoas, em 2007. Pouco mais de um terço deles – 69 milhões de indivíduos,ou 12,7% dos habitantes da área – estão abaixo da linha da extrema pobreza e são considerados indigentes.

Apesar de serem números eloqüentes, a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), órgão regional das Nações Unidas,que elaborou essas estatísticas, informa que houve uma queda de 9,8 pontos percentuais em relação ao ano de 1990, quando o nível de pobreza atingia 22,5% da população latino- americana.

Adotando-se uma perspectiva de longo prazo, a comparação dos dados de 2006 com os números levantados pelos técnicos da Cepal em 1990 revela que a taxa de pobreza caiu 11,8 pontos percentuais e a de indigentes, 9,1 pontos percentuais, o que significa uma redução da ordem de 20 milhões de pessoas no número referente à indigência.Pela primeira vez em 16 anos o total de pobres cai para abaixo de 200 milhões de habitantes.

META ATÉ 2015 Os dados de 2007 para a América Latina e Caribe significam que houve um avanço médio de 87% na consecução dos objetivos de desenvolvimento do milênio, entre os quais está estabelecida a meta de reduzir pela metade os índices de extrema pobreza na região entre os anos de 1990 e 2015.

Em pouco mais de dois terços do tempo previsto, cinco países já atingiram o objetivo de reduzir a miséria pela metade. São eles Brasil e México (que representam mais da metade da população da América Latina), Chile, Equador e Panamá. Leia o resto do artigo »

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A China vai exportar inflação?

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

EXAME

20.03.2008Com seus produtos baratos, o país ajudou a controlar os preços ao redor do planeta. Agora, enfrentando taxas recordes de carestia, pode contaminar o restante do mundo com o problema

Por Luciene Antunes

Nas últimas duas décadas, a China foi uma espécie de Wal-Mart da economia global. Abasteceu o planeta com mercadorias baratas, que iam de brinquedos a roupas, de sapatos a iPods, de telas de plasma a produtos químicos. Foi, em grande parte, graças à agressividade de custos, à escala monstruosa e à mão-de-obra abundante e barata que a China pôde estabelecer um novo padrão mundial de preços. Para continuar no jogo, os concorrentes tiveram de igualar as ofertas, criando um movimento que teve papel fundamental no controle da inflação em diversos países — desde os emergentes até potências como os Estados Unidos. Viveu-se, a partir de então, uma longa era de camisas a menos de 5 dólares, brinquedos cotados a alguns centavos e aparelhos eletrônicos em média 60% mais baratos do que os similares americanos ou japoneses. “As trocas comerciais com a China contribuíram para um boom de produtividade global e, ao mesmo tempo, exerceram uma tremenda pressão para baixar os salários em várias partes do mundo”, disse a EXAME Kenneth Rogoff, professor de economia e política da Universidade Harvard.

Nos últimos tempos, porém, vêm surgindo indícios fortes de que o “efeito Wal-Mart” da China sobre os mercados mundiais pode estar com os dias contados. O país enfrenta hoje uma escalada inflacionária. Em fevereiro, o índice de carestia na China registrou aumento de 8,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Não se via nada igual desde a metade da década de 90. O acumulado da inflação em 2007 foi de 4,8%, quatro vezes maior do que a taxa registrada em 2003 (veja quadro na página ao lado). “É senso comum o fato de que a China exerceu um poder deflacionário sobre o mundo durante os últimos anos. O temor agora é que a taxa acelerada de inflação doméstica no país gere altas nos preços dos produtos vendidos no exterior. Em outras palavras, os chineses poderão exportar sua inflação para o resto do mundo”, diz Stephen Lewis, economista do banco holandês Insinger de Beaufort, que produziu recentemente um trabalho sobre esse tema.

O aumento dos gastos com a mão-de-obra no país e do poder de consumo da população está entre as principais causas da alta dos preços. Os salários nas fábricas, principalmente nas cidades costeiras, cresceram até 80% nos últimos anos. Leia o resto do artigo »

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Por que o Brasil ainda é um dos que menos cresce entre os emergentes? Porque o Meirelles ainda não é Presidente da República

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Crítica Econômica

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Ao contrário do que tentam difundir certos candidatos a “sábios modernos”, economia não tem grandes mistérios. Qualquer estudante de economia sabe que existem 3 tipos de políticas macroeconômicas indutoras do crescimento: juros baixos, expansão dos investimentos e gastos públicos e câmbio desvalorizado.

Qualquer estudante sabe também que existem três tipos de políticas para redução da taxa de crescimento: juros altos, redução dos investimentos públicos e câmbio valorizado.

Qualquer estudante sabe também que, se os empresários estiverem muito otimistas e investindo muito, pode não ser necessário realizar políticas macroeconômicas adicionais indutoras do crescimento; mas se estiverem muito pessimistas ou não tão otimistas, será, sim, necessário colocar em prática políticas indutoras do crescimento. Desde que o governo tenha realmente como meta evitar a estagnação.

Essas proposições são matéria básica em qualquer curso de economia há pelo menos 55 anos. O jornalismo econômico e o debate político já as consideram triviais há ainda mais tempo.

Nesse sentido, o motivo pelo qual a economia brasileira segue semi-estagnada é cristalino. Leia o resto do artigo »

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Investigação diz que Colômbia lançou 10 bombas de alta tecnologia no Equador

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em: EFE/Uol, em 21/03/2008

No ataque colombiano ao acampamento das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) no Equador, em 1º de março, foram utilizadas dez bombas de alta tecnologia, segundo uma investigação da Força Aérea equatoriana, publicada hoje pelo jornal local “El Comercio”.

Em 6 de março, especialistas em armas da Força Aérea equatoriana iniciaram uma perícia sobre o bombardeio em Angostura, onde estava o acampamento das Farc e onde morreu o porta-voz internacional da organização, “Raúl Reyes”, e mais de 20 guerrilheiros.

De acordo com o relatório dos peritos, foram utilizadas 10 bombas GBU 12 Paveway II de 227 kg, que deixaram crateras de 2,40 metros de diâmetro por 1,80 metro de profundidade, publicou o jornal equatoriano.

O jornal ainda afirmou que, segundo as especificações do fabricante da bomba GBU 12, a Texas Instruments, o explosivo pode ser guiado por laser, GPS ou tecnologia intersensorial.

O relatório da FAE diz também que foram encontradas cápsulas de projéteis de calibre 0,50 no setor sul do acampamento, disparadas por metralhadoras de helicópteros que, segundo a Força Aérea equatoriana, fizeram a segurança dos soldados que realizaram a infiltração. Leia o resto do artigo »

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Crise nos EUA ultrapassa ‘subprime’ e ameaça sistema financeiro americano

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em: AFP/Uol, em 21/03/2008

Até agora relativamente restrita aos empréstimos mais arriscados, chamados “subprime”, a crise imobiliária americana se estende progressivamente para outras categorias de empréstimo, ameaçando o mercado financeiro.

“O nível elevado da falta de pagamento e de embargos imobiliários não é limitado aos ‘subprime’”, afirmou o presidente do Federal Reserve dos Estados Unidos (Fed), Ben Bernanke, na semana passada.

A agência de classificação Standard and Poor’s indicou na quinta-feira que a taxa de inadimplência dos empréstimos considerados “Alt-A” – categoria situada entre a subprime (arriscada) e a prime (pouco arriscada) – estava em forte alta em fevereiro.

A atribuição dos empréstimos “Alt-A” é essencialmente baseada no histórico de pagamentos. Para isso, o exame não deve revelar incidentes em pagamentos prévios, condição não requerida pelos “subprime”.

Segundo a Standard and Poor’s, a taxa de inadimplência nos empréstimos “Alt-A” emitidos em 2007 alcançou 10% em fevereiro, um aumento de 14% em relação a janeiro. Leia o resto do artigo »

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As razões do sobe-e-desce do petróleo

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em O Estado de São Paulo, em 05/03/2008

Por Beat Balzli e Frank Hornig *

Cushing é o tipo de lugar onde se espera ver um cowboy dobrar a esquina e amarrar seu cavalo diante do Bar Buckhorn. Essa cidadezinha de 8 mil habitantes em Oklahoma tem apenas uma rua principal que poderia ser o cenário de um filme de faroeste. Seus maiores atrativos incluem uma estação de trem abandonada e um cinema arruinado cujo ingresso custa US$ 1,50.

Robert Felts, um velho simpático que trabalha para a Cushing Industrial Authority, gosta de mostrar aos visitantes a histórica bomba de petróleo no meio da cidade. Ele conta como, em 1912, um campo de petróleo gigante foi descoberto nos arredores e colocou Cushing no mapa, rendendo-lhe mais de duas décadas de prosperidade. Até 50 milhões de barris de petróleo esguichavam do solo a cada ano naqueles tempos. “Nossas refinarias mal conseguiam dar conta”, diz Felts. Para resolver o problema, os barões do petróleo instalaram grandes tanques de armazenamento nas proximidades.

Não há muito mais para se falar além de petróleo nessa pequena cidade de Oklahoma. Mas relatos sobre a situação em Cushing põem em ação mercados globais às 10h 30 de cada quarta-feira. É quando funcionários do governo americano publicam uma cifra que reflete a quantidade de petróleo armazenada nas centenas de tanques que hoje se estendem por quilômetros da paisagem.

Localizada num entroncamento-chave do sistema americano de oleodutos, Cushing abriga a maior instalação de armazenamento de petróleo dos Estados Unidos. O petróleo negociado na Bolsa Mercantil de Nova York literalmente muda de dono em Cushing. Se os tanques estão cheios, os preços caem. Mas, se os níveis caem, os preços sobem. Uma regra prática para traders: a oferta e procura controlam o mercado.

Normalmente. Mas nos últimos meses a sabedoria convencional desandou. Em um ano, o preço do barril de petróleo bruto dobrou, de US$ 50 ao pico de US$ 100 na semana passada.

Nada parece impossível agora. Alguns analistas calculam uma alta dos preços para entre US$ 120 e US$ 150, o que traria conseqüências dramáticas para a economia mundial. Leia o resto do artigo »

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