<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Mais GENIAL texto de ciência política do século XX: OS ASPECTOS POLÍTICOS DO PLENO EMPREGO</title>
	<atom:link href="http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/os-aspectos-politicos-do-pleno-emprego/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/os-aspectos-politicos-do-pleno-emprego/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 05 Oct 2010 14:58:47 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
	<item>
		<title>Por: Fernando Lara</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/os-aspectos-politicos-do-pleno-emprego/comment-page-1/#comment-543</link>
		<dc:creator>Fernando Lara</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 13:33:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2008/03/07/os-aspectos-politicos-do-pleno-emprego/#comment-543</guid>
		<description>Gustavo
Tudo bem, vou tentar dar uma forma melhor e mando.
Tenho lido o blog só esporadicamente porque estou preparando minha defesa. Tem uns debates interessantes, parabéns pelo trabalho. Só acho que poderia levar menos a sério essas malas que se identificam com apelidinhos. É muito chato, se escondem no anominato e ficam difamando os outros. Dá muito ruído na discussão.
abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gustavo<br />
Tudo bem, vou tentar dar uma forma melhor e mando.<br />
Tenho lido o blog só esporadicamente porque estou preparando minha defesa. Tem uns debates interessantes, parabéns pelo trabalho. Só acho que poderia levar menos a sério essas malas que se identificam com apelidinhos. É muito chato, se escondem no anominato e ficam difamando os outros. Dá muito ruído na discussão.<br />
abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/os-aspectos-politicos-do-pleno-emprego/comment-page-1/#comment-542</link>
		<dc:creator>Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 16:25:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2008/03/07/os-aspectos-politicos-do-pleno-emprego/#comment-542</guid>
		<description>Oi Fernando,
tudo bem? Sabia que vc ia acabar aparecendo para comentar esse artigo. Eu também sou divulgador desse artigo e as pessoas viviam me pedindo para enviar por email. Mas ninguém tinha a versão de português em meio digital. Daí a gente scaneou.
Seu comentário foi muito legal! Não daria para vc fazer um acabamento e nos mandar para colocarmos como post? se puder envie para esse email: dzero-edicao@yahoogroups.com.br
Sobre o efeito dos juros altos sobre lucratividade eu concordo com vc. sempre concordei. Mas a discordância minha é que acredito que a redução dos juros aumenta a massa de lucros (histórico-contábeis), que é o que vc trabalha. mas aumenta também a massa de lucros de capital &quot;fictício&quot; (na terminologia do Hilferding).
abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Fernando,<br />
tudo bem? Sabia que vc ia acabar aparecendo para comentar esse artigo. Eu também sou divulgador desse artigo e as pessoas viviam me pedindo para enviar por email. Mas ninguém tinha a versão de português em meio digital. Daí a gente scaneou.<br />
Seu comentário foi muito legal! Não daria para vc fazer um acabamento e nos mandar para colocarmos como post? se puder envie para esse email: <a href="mailto:dzero-edicao@yahoogroups.com.br">dzero-edicao@yahoogroups.com.br</a><br />
Sobre o efeito dos juros altos sobre lucratividade eu concordo com vc. sempre concordei. Mas a discordância minha é que acredito que a redução dos juros aumenta a massa de lucros (histórico-contábeis), que é o que vc trabalha. mas aumenta também a massa de lucros de capital &#8220;fictício&#8221; (na terminologia do Hilferding).<br />
abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernando Lara</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/os-aspectos-politicos-do-pleno-emprego/comment-page-1/#comment-541</link>
		<dc:creator>Fernando Lara</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 12:47:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2008/03/07/os-aspectos-politicos-do-pleno-emprego/#comment-541</guid>
		<description>Bruno e demais
Achei excelente a iniciativa de reproduzir esse texto aqui. Como já observou o Gustavo eu sou um citador compulsivo desse texto. Acho que ele ajuda a entender porque coisas que aparentemente são de interesse geral, como o crescimento acelerado, na verdade encontram forte oposição de parte do grande capital.
Acho interessante pensar nos três grupos de motivos que ele menciona para a oposição ao crescimento em termos de fases.
A terceira fase é a oposição a manter o pleno emprego quando já se alcançou o dito cujo, porque depois de muito tempo de pleno emprego só o que resta é o socialismo.
A segunda fase é a oposição ao modo (gastos e investimentos públicos prioritários) pelo qual se quer chegar ao pleno emprego, depois que já se decidiu fazê-lo.
E a primeira fase é a oposição ao gasto como instrumento de política macroeconômica. O diabo é que ainda estamos desesperadamente tentando romper a primeira, ouvindo toda a hora a historinha de que o governo deve se comportar &quot;como a dona de casa, que só gasta o que ganha&quot;. Tudo aparece como motivo pra impedir o gasto público (corrupção, meio ambiente, &quot;déficit&quot; da previdência, reduzir a carga tributária e outros mil motivos).
Nenhum argumento porém é capaz de ser forte o bastante para promver a redução dos gastos com juros porque, além de manter o mais elevada possível a lucratividade do capital em geral (sei que alguns discordam dessa idéia), o diferencial de juros valoriza o câmbio (com essa acho que todos concordam) e promove a sabotagem das transações correntes. Assim os juros acabam exercendo a função de impedir que a verdadeira restrição ao crescimento, a externa, seja relaxada.
abraços,
Fernando</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bruno e demais<br />
Achei excelente a iniciativa de reproduzir esse texto aqui. Como já observou o Gustavo eu sou um citador compulsivo desse texto. Acho que ele ajuda a entender porque coisas que aparentemente são de interesse geral, como o crescimento acelerado, na verdade encontram forte oposição de parte do grande capital.<br />
Acho interessante pensar nos três grupos de motivos que ele menciona para a oposição ao crescimento em termos de fases.<br />
A terceira fase é a oposição a manter o pleno emprego quando já se alcançou o dito cujo, porque depois de muito tempo de pleno emprego só o que resta é o socialismo.<br />
A segunda fase é a oposição ao modo (gastos e investimentos públicos prioritários) pelo qual se quer chegar ao pleno emprego, depois que já se decidiu fazê-lo.<br />
E a primeira fase é a oposição ao gasto como instrumento de política macroeconômica. O diabo é que ainda estamos desesperadamente tentando romper a primeira, ouvindo toda a hora a historinha de que o governo deve se comportar &#8220;como a dona de casa, que só gasta o que ganha&#8221;. Tudo aparece como motivo pra impedir o gasto público (corrupção, meio ambiente, &#8220;déficit&#8221; da previdência, reduzir a carga tributária e outros mil motivos).<br />
Nenhum argumento porém é capaz de ser forte o bastante para promver a redução dos gastos com juros porque, além de manter o mais elevada possível a lucratividade do capital em geral (sei que alguns discordam dessa idéia), o diferencial de juros valoriza o câmbio (com essa acho que todos concordam) e promove a sabotagem das transações correntes. Assim os juros acabam exercendo a função de impedir que a verdadeira restrição ao crescimento, a externa, seja relaxada.<br />
abraços,<br />
Fernando</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Bruno</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/os-aspectos-politicos-do-pleno-emprego/comment-page-1/#comment-540</link>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Mar 2008 15:34:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2008/03/07/os-aspectos-politicos-do-pleno-emprego/#comment-540</guid>
		<description>Sem dúvida. Kalecki é o cara. Penam que ele é tão pouco lido.´Os textos do Kalecki são muito simples. Um leitor desatento não percebe o quão importante é o que ele está falando. Por exemplo, naquele livro dele de 1954, em dois paragráfos, ele responde de modo genial e simples a uma questão que já foi muito importante para os economistas: o que determina o tamanho da firma? A quantidade de capital. Antes dele os economistas não percebiam que as empresas têm história. Um amigo meu que diz que tem gente que tem uma ideia boa na vida e aí eles têm que ficar agarrados a ela, como se elas fossem mais importantes do que são. O Kalecki tinha várias ideias fodas e parecia que ele as desprezava. E ele é muito simples. Ele não elaborava, não fazia firulas com as ideias dele. Mas, é assustador como um cara desses é tão pouco valorizado pelos economistas, inclusive por 90% dos que se dizem heterodoxos. Acho que esse blog é para retomar as ideias do Kalecki, Abba Lerner, etc.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sem dúvida. Kalecki é o cara. Penam que ele é tão pouco lido.´Os textos do Kalecki são muito simples. Um leitor desatento não percebe o quão importante é o que ele está falando. Por exemplo, naquele livro dele de 1954, em dois paragráfos, ele responde de modo genial e simples a uma questão que já foi muito importante para os economistas: o que determina o tamanho da firma? A quantidade de capital. Antes dele os economistas não percebiam que as empresas têm história. Um amigo meu que diz que tem gente que tem uma ideia boa na vida e aí eles têm que ficar agarrados a ela, como se elas fossem mais importantes do que são. O Kalecki tinha várias ideias fodas e parecia que ele as desprezava. E ele é muito simples. Ele não elaborava, não fazia firulas com as ideias dele. Mas, é assustador como um cara desses é tão pouco valorizado pelos economistas, inclusive por 90% dos que se dizem heterodoxos. Acho que esse blog é para retomar as ideias do Kalecki, Abba Lerner, etc.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rodrigo Loureiro Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/os-aspectos-politicos-do-pleno-emprego/comment-page-1/#comment-539</link>
		<dc:creator>Rodrigo Loureiro Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Mar 2008 14:01:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2008/03/07/os-aspectos-politicos-do-pleno-emprego/#comment-539</guid>
		<description>Prezados

No que diz respeito às políticas de pleno emprego que defendemos neste blog, destaco do texto: “(...) sob um regime de permanente pleno emprego, a demissão de empregados deixaria de exercer sua função de medida disciplinar. A posição social do patrão estaria minada e cresceriam a autoconfiança e a consciência da classe trabalhadora”. Interessante no mínimo.

Defendo que devemos investir mais nos debates de economia política. Sem radicalizações, pois o momento histórico exige ponderação, responsabilidade e ações construtivas. Menos atenções e dispersões para as crises de plantão e mais energias para aprofundar aquilo que ficou conhecido pelo jargão “é a economia seu estúpido”. Afinal, é o que realmente importa nas decisões da arena política.


Um abraço,

Rodrigo L. Medeiros</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados</p>
<p>No que diz respeito às políticas de pleno emprego que defendemos neste blog, destaco do texto: “(&#8230;) sob um regime de permanente pleno emprego, a demissão de empregados deixaria de exercer sua função de medida disciplinar. A posição social do patrão estaria minada e cresceriam a autoconfiança e a consciência da classe trabalhadora”. Interessante no mínimo.</p>
<p>Defendo que devemos investir mais nos debates de economia política. Sem radicalizações, pois o momento histórico exige ponderação, responsabilidade e ações construtivas. Menos atenções e dispersões para as crises de plantão e mais energias para aprofundar aquilo que ficou conhecido pelo jargão “é a economia seu estúpido”. Afinal, é o que realmente importa nas decisões da arena política.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Rodrigo L. Medeiros</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Heldo Siqueira</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/os-aspectos-politicos-do-pleno-emprego/comment-page-1/#comment-538</link>
		<dc:creator>Heldo Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Mar 2008 00:23:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2008/03/07/os-aspectos-politicos-do-pleno-emprego/#comment-538</guid>
		<description>As duas frases mais espetaculares de todos os tempos!!!

&quot;&#039;Você ganhará seu pão com o suor de seu rosto&#039; a menos que você tenha meios privados.&quot; e &quot;Mas os líderes empresariais apreciam mais a &#039;disciplina nas fábricas&#039; e a &#039;estabilidade política&#039; do que os lucros.&quot;

Kalecki era o cara!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As duas frases mais espetaculares de todos os tempos!!!</p>
<p>&#8220;&#8216;Você ganhará seu pão com o suor de seu rosto&#8217; a menos que você tenha meios privados.&#8221; e &#8220;Mas os líderes empresariais apreciam mais a &#8216;disciplina nas fábricas&#8217; e a &#8216;estabilidade política&#8217; do que os lucros.&#8221;</p>
<p>Kalecki era o cara!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
