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	<title>Comentários sobre: O PROBLEMA MAIS URGENTE DO BRASIL HOJE: Câmbio ultra-valorizado, EUA agradece</title>
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		<title>Por: Rodrigo Medeiros</title>
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		<dc:creator>Rodrigo Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 21:12:50 +0000</pubDate>
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		<description>Prezado Heldo

O debate sobre o quanto o Estado norte-americano consegue financiar seus déficits não é novo. Já li algumas linhas sobre o assunto. Alguns alegam que a moeda de circulação internacional e as maiores forças armadas são capazes de garantir a &#039;pax americana&#039; e que, portanto, sempre haverá margem de manobra para contornar déficits até que surjam adversários capazes de desafiar a hegemonia norte-americana.

Não podemos nos esquecer do big stick. Os parceiros comerciais dos EUA já foram constrangidos em outros momentos. (O Henry Kissinger conta em seu livro &#039;Diplomacy&#039; um episódio curioso envolvendo o chanceler Konrad-Adenauer.) Lembro-me do caso do Japão.

Os EUA cercearam a expansão econômica do Japão na década de 1990 a partir da exigência de que eles financiassem, ainda nos anos 80, pelas vias da compra de títulos da dívida pública norte-americana, o superávit comercial japonês com eles. Laissez-faire? E ainda houve quotas de importação de carros impostas pelos EUA ao Sistema Toyota de Produção no governo Reagan? Só uma cambada de babacas ignorantes para acreditar que se deve colocar os destinos de um país com o potencial do Brasil ao sabor da mão invisível.

Gostei dos seus comentários e estamos de acordo que esse debate é importante. O Bruno está de parabéns porque colocou um excelente post.


Um abraço,

Rodrigo L. Medeiros</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Heldo</p>
<p>O debate sobre o quanto o Estado norte-americano consegue financiar seus déficits não é novo. Já li algumas linhas sobre o assunto. Alguns alegam que a moeda de circulação internacional e as maiores forças armadas são capazes de garantir a &#8216;pax americana&#8217; e que, portanto, sempre haverá margem de manobra para contornar déficits até que surjam adversários capazes de desafiar a hegemonia norte-americana.</p>
<p>Não podemos nos esquecer do big stick. Os parceiros comerciais dos EUA já foram constrangidos em outros momentos. (O Henry Kissinger conta em seu livro &#8216;Diplomacy&#8217; um episódio curioso envolvendo o chanceler Konrad-Adenauer.) Lembro-me do caso do Japão.</p>
<p>Os EUA cercearam a expansão econômica do Japão na década de 1990 a partir da exigência de que eles financiassem, ainda nos anos 80, pelas vias da compra de títulos da dívida pública norte-americana, o superávit comercial japonês com eles. Laissez-faire? E ainda houve quotas de importação de carros impostas pelos EUA ao Sistema Toyota de Produção no governo Reagan? Só uma cambada de babacas ignorantes para acreditar que se deve colocar os destinos de um país com o potencial do Brasil ao sabor da mão invisível.</p>
<p>Gostei dos seus comentários e estamos de acordo que esse debate é importante. O Bruno está de parabéns porque colocou um excelente post.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Rodrigo L. Medeiros</p>
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	<item>
		<title>Por: Heldo Siqueira</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/o-problema-mais-urgente-do-brasil-hoje-cambio-ultra-valorizado-eua-agradece/comment-page-1/#comment-1599</link>
		<dc:creator>Heldo Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 19:23:57 +0000</pubDate>
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		<description>Rodrigo,

acho interessante a sua proposta de tentar focar a discussão em fatos concretos. Acho que o primeiro fato concreto que precisa ser abordado é a dimensão da crise americana.

Minha opinião é que o problema é de estoque e não de fluxo. É um empobrecimento relativo e real das famílias norte-americanas (não se trata de um empobrecimento, mas de uma correção). Medidas para aumentar os fluxos de investimento tornam-se irrelevantes nesse caso, pq não é o parâmetro que está diminuindo, mas a base. Quer dizer, mesmo que as medidas sirvam para não diminuir o ritmo percentual de investimento em relação ao PIB (o que já acho difícil) o tamanho do PIB está diminuindo (via contração de alguns preços e desvalorização cambial). A pergunta que segue dessa análise é quanto ao financiamento do Estado americano. Não acredito que os EUA possam financiar déficits infinitamente (quero muito acreditar que não podem), então qual o limite para o déficit?!

O BC europeu já disse que não vai bancar um dólar desvalorizado, China e Japão sinalizam no mesmo sentido. Daí a gravidade da situação brasileira, pq se nas outras vezes que o Brasil fez a mesma burrice o problema estava em economias periféricas, nesse momento a crise é nas economias centrais.

Nessas condições, tentar cumprir uma meta de inflação de 4,5% é uma loucura! E o problema não é da política de metas, afinal, pela própria política de metas, pode-se mudar a meta caso haja um problema como o atual. Quer dizer, não existe nenhuma justificativa teórica para o que está acontecendo.

A solução para o problema é simples: pagar menos pelos títulos públicos e gerar inflação. Apenas idiotas e pessoas despreparadas acreditam (pessoas descaradas dizem acreditar, mas na verdade ganham com a loucura) que o Brasil conseguirá cumprir uma meta de inflação de 4,5% com os preços internacionais variando acima de 8%.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo,</p>
<p>acho interessante a sua proposta de tentar focar a discussão em fatos concretos. Acho que o primeiro fato concreto que precisa ser abordado é a dimensão da crise americana.</p>
<p>Minha opinião é que o problema é de estoque e não de fluxo. É um empobrecimento relativo e real das famílias norte-americanas (não se trata de um empobrecimento, mas de uma correção). Medidas para aumentar os fluxos de investimento tornam-se irrelevantes nesse caso, pq não é o parâmetro que está diminuindo, mas a base. Quer dizer, mesmo que as medidas sirvam para não diminuir o ritmo percentual de investimento em relação ao PIB (o que já acho difícil) o tamanho do PIB está diminuindo (via contração de alguns preços e desvalorização cambial). A pergunta que segue dessa análise é quanto ao financiamento do Estado americano. Não acredito que os EUA possam financiar déficits infinitamente (quero muito acreditar que não podem), então qual o limite para o déficit?!</p>
<p>O BC europeu já disse que não vai bancar um dólar desvalorizado, China e Japão sinalizam no mesmo sentido. Daí a gravidade da situação brasileira, pq se nas outras vezes que o Brasil fez a mesma burrice o problema estava em economias periféricas, nesse momento a crise é nas economias centrais.</p>
<p>Nessas condições, tentar cumprir uma meta de inflação de 4,5% é uma loucura! E o problema não é da política de metas, afinal, pela própria política de metas, pode-se mudar a meta caso haja um problema como o atual. Quer dizer, não existe nenhuma justificativa teórica para o que está acontecendo.</p>
<p>A solução para o problema é simples: pagar menos pelos títulos públicos e gerar inflação. Apenas idiotas e pessoas despreparadas acreditam (pessoas descaradas dizem acreditar, mas na verdade ganham com a loucura) que o Brasil conseguirá cumprir uma meta de inflação de 4,5% com os preços internacionais variando acima de 8%.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Deportações brasileiros na Espanha e a Política de Pleno Emprego. &#171; Blog do Desemprego Zero</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/o-problema-mais-urgente-do-brasil-hoje-cambio-ultra-valorizado-eua-agradece/comment-page-1/#comment-1598</link>
		<dc:creator>Deportações brasileiros na Espanha e a Política de Pleno Emprego. &#171; Blog do Desemprego Zero</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 15:44:34 +0000</pubDate>
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		<description>[...] DO REAL, O FIM...Ricardo Summa em A VALORIZAÇÃO DO REAL, O FIM...Rodrigo Loureiro Med... em O PROBLEMA MAIS URGENTE DO BRA...Raphael Padula em A VALORIZAÇÃO DO REAL, O FIM...Heldo Siqueira em O PROBLEMA MAIS URGENTE DO [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] DO REAL, O FIM&#8230;Ricardo Summa em A VALORIZAÇÃO DO REAL, O FIM&#8230;Rodrigo Loureiro Med&#8230; em O PROBLEMA MAIS URGENTE DO BRA&#8230;Raphael Padula em A VALORIZAÇÃO DO REAL, O FIM&#8230;Heldo Siqueira em O PROBLEMA MAIS URGENTE DO [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Rodrigo Loureiro Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/o-problema-mais-urgente-do-brasil-hoje-cambio-ultra-valorizado-eua-agradece/comment-page-1/#comment-1597</link>
		<dc:creator>Rodrigo Loureiro Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 13:07:28 +0000</pubDate>
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		<description>Prezados

O debate proposto pelo Bruno é muito importante. Recomendo o post sobre a entrevista recente do polêmico Paulo Nogueira Batista Jr., representante brasileiro no FMI:

http://desempregozero.org/2008/03/11/forte-pero-no-mucho-entrevista-com-paulo-nogueira-batista-jr/

Trata-se de um debate mais construtivo do que persistir na discussão de que o PT é muito diferente do PSDB. Parecido não é igual. Certamente existem diferenças. &quot;O PT tem boas intenções, mas se não fosse a tirania das circunstâncias (...)&quot; Alguns colegas viraram simplórios analistas de boas intenções.

Vamos aos fatos concretos, os indicadores socioeconômicos, e as conseqüências das opções reais de política econômica.


Um abraço,

Rodrigo L. Medeiros</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados</p>
<p>O debate proposto pelo Bruno é muito importante. Recomendo o post sobre a entrevista recente do polêmico Paulo Nogueira Batista Jr., representante brasileiro no FMI:</p>
<p><a href="http://desempregozero.org/2008/03/11/forte-pero-no-mucho-entrevista-com-paulo-nogueira-batista-jr/" rel="nofollow">http://desempregozero.org/2008/03/11/forte-pero-no-mucho-entrevista-com-paulo-nogueira-batista-jr/</a></p>
<p>Trata-se de um debate mais construtivo do que persistir na discussão de que o PT é muito diferente do PSDB. Parecido não é igual. Certamente existem diferenças. &#8220;O PT tem boas intenções, mas se não fosse a tirania das circunstâncias (&#8230;)&#8221; Alguns colegas viraram simplórios analistas de boas intenções.</p>
<p>Vamos aos fatos concretos, os indicadores socioeconômicos, e as conseqüências das opções reais de política econômica.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Rodrigo L. Medeiros</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Heldo Siqueira</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/o-problema-mais-urgente-do-brasil-hoje-cambio-ultra-valorizado-eua-agradece/comment-page-1/#comment-1596</link>
		<dc:creator>Heldo Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 12:31:34 +0000</pubDate>
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		<description>Gustavo,

não entendo essa idéia desses teóricos de desconsiderar a inflação internacional para estabelecer uma meta. Na verdade, uma suposição importante dos manuais mais básicos de economia é que a taxa de juros internacional é zero e que a inflação internacional é zero. Caso abandonemos esse pressuposto, a taxa de juros real deixa de ser a nominal descontada da inflação, para ser descontada também a taxa de juros internacional.

Por outro lado, se os países que exportam produtos para o Brasil estão tendo aumento generalizado nos preços nos produtos que exportam para cá (principalmente commoditties que são cotados a preços no mercado internacional). Esses aumentos são absorvidos pelos preços internos. Portanto, a &quot;inflação real&quot; dos produtos brasileiros em relação aos americanos é a inflação brasileira descontada da inflação americana (4,6%-7,4%=-2,8%). Como o Brasil não pode fazer política monetária por lá (aliás, ninguém iria querer a política monetária brasileira né?!) essa inflação é exógena.

Só para um exercício rápido de ortodoxia. No caso da economia americana, o natural é supor que a inflação de 7,4% se repetirá. Portanto, se temos uma expectativa de inflação de 7,4% e uma taxa de juros de 3,5% a taxa de juros real é negativa (3,5%-7,4%=-3,9%) (isso supondo que a taxa de inflação se repetirá, mas com as novas políticas do FED, pela teoria ortodoxa ela deveria subir)!!! Então, a taxa de juros real brasileira é J (juro real) = 11,25% (taxa nominal) - 4,6% (inflação) - [-3,9% (juro real americano)] = 10,55%. É claro que essa análise é bem simplista, mas vc pode explicar a tremenda tendência de desvalorização do Real. E explica também pq a inflação (risos) insiste em não ceder.

Quer dizer, não existe nenhum argumento economicamente consistente para manter a taxa de juros no patamar que está!

Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gustavo,</p>
<p>não entendo essa idéia desses teóricos de desconsiderar a inflação internacional para estabelecer uma meta. Na verdade, uma suposição importante dos manuais mais básicos de economia é que a taxa de juros internacional é zero e que a inflação internacional é zero. Caso abandonemos esse pressuposto, a taxa de juros real deixa de ser a nominal descontada da inflação, para ser descontada também a taxa de juros internacional.</p>
<p>Por outro lado, se os países que exportam produtos para o Brasil estão tendo aumento generalizado nos preços nos produtos que exportam para cá (principalmente commoditties que são cotados a preços no mercado internacional). Esses aumentos são absorvidos pelos preços internos. Portanto, a &#8220;inflação real&#8221; dos produtos brasileiros em relação aos americanos é a inflação brasileira descontada da inflação americana (4,6%-7,4%=-2,8%). Como o Brasil não pode fazer política monetária por lá (aliás, ninguém iria querer a política monetária brasileira né?!) essa inflação é exógena.</p>
<p>Só para um exercício rápido de ortodoxia. No caso da economia americana, o natural é supor que a inflação de 7,4% se repetirá. Portanto, se temos uma expectativa de inflação de 7,4% e uma taxa de juros de 3,5% a taxa de juros real é negativa (3,5%-7,4%=-3,9%) (isso supondo que a taxa de inflação se repetirá, mas com as novas políticas do FED, pela teoria ortodoxa ela deveria subir)!!! Então, a taxa de juros real brasileira é J (juro real) = 11,25% (taxa nominal) &#8211; 4,6% (inflação) &#8211; [-3,9% (juro real americano)] = 10,55%. É claro que essa análise é bem simplista, mas vc pode explicar a tremenda tendência de desvalorização do Real. E explica também pq a inflação (risos) insiste em não ceder.</p>
<p>Quer dizer, não existe nenhum argumento economicamente consistente para manter a taxa de juros no patamar que está!</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/o-problema-mais-urgente-do-brasil-hoje-cambio-ultra-valorizado-eua-agradece/comment-page-1/#comment-1593</link>
		<dc:creator>Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 03:39:33 +0000</pubDate>
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		<description>Legal Heldo,
vc poderia, por favor, explicar essa questão didaticamente para nossos leitores?
agredeço a boa vontade.
abraços,
Gustavo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Legal Heldo,<br />
vc poderia, por favor, explicar essa questão didaticamente para nossos leitores?<br />
agredeço a boa vontade.<br />
abraços,<br />
Gustavo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Heldo Siqueira</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/o-problema-mais-urgente-do-brasil-hoje-cambio-ultra-valorizado-eua-agradece/comment-page-1/#comment-1592</link>
		<dc:creator>Heldo Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 03:03:50 +0000</pubDate>
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		<description>Bruno,

engraçado essa gente falar de ortodoxia e esquecer de questões básicas. A equaçãozinha do hiato de produto, desconta a inflação internacional da inflação nacional antes de calcular a taxa de desemprego corrente.

Por essa conta, os EUA com inflação de 7,4% em 12 meses, China com 8,7% em 12 meses, Argentina com 11,1%, sem falar nos outros parceiros comerciais. No caso brasileiro, estamos com 4,61% em 12 meses.

É um mau caratismo teórico, dize que a inflação de 4,61% está acima da meta!!! Em termos relativos, é deflação e acabou!!! E isso com os outros países demonstrando perspectiva de que vão acentuar a depreciação de suas moedas!!!

Acho que vc está certo em não teorizar a discussão que está longo de ser teórica, mas escrevi o post para argumentar que não existe NENHUMA JUSTIFICATIVA (teórica ou pragmática)para a taxa de juros brasileira estar no patamar atual.

Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bruno,</p>
<p>engraçado essa gente falar de ortodoxia e esquecer de questões básicas. A equaçãozinha do hiato de produto, desconta a inflação internacional da inflação nacional antes de calcular a taxa de desemprego corrente.</p>
<p>Por essa conta, os EUA com inflação de 7,4% em 12 meses, China com 8,7% em 12 meses, Argentina com 11,1%, sem falar nos outros parceiros comerciais. No caso brasileiro, estamos com 4,61% em 12 meses.</p>
<p>É um mau caratismo teórico, dize que a inflação de 4,61% está acima da meta!!! Em termos relativos, é deflação e acabou!!! E isso com os outros países demonstrando perspectiva de que vão acentuar a depreciação de suas moedas!!!</p>
<p>Acho que vc está certo em não teorizar a discussão que está longo de ser teórica, mas escrevi o post para argumentar que não existe NENHUMA JUSTIFICATIVA (teórica ou pragmática)para a taxa de juros brasileira estar no patamar atual.</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: A política de juros e desemprego de Meirelles humilha os brasileiros aqui, que - sem opção - acabam sendo HUMILHADOS TAMBÉM NA ESPANHA: Deportações brasileiros na Espanha e a Política de Pleno Emprego. &#171; Blog do Desemprego Zero</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/o-problema-mais-urgente-do-brasil-hoje-cambio-ultra-valorizado-eua-agradece/comment-page-1/#comment-1594</link>
		<dc:creator>A política de juros e desemprego de Meirelles humilha os brasileiros aqui, que - sem opção - acabam sendo HUMILHADOS TAMBÉM NA ESPANHA: Deportações brasileiros na Espanha e a Política de Pleno Emprego. &#171; Blog do Desemprego Zero</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 22:18:13 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Recentes A política de juros... em O PROBLEMA MAIS URGENTE DO BRA...Gustavo dos Santos (... em Sobre o tal &#8220;aparelhamen...Gustavo dos Santos (... em Sobre o tal [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Recentes A política de juros&#8230; em O PROBLEMA MAIS URGENTE DO BRA&#8230;Gustavo dos Santos (&#8230; em Sobre o tal &#8220;aparelhamen&#8230;Gustavo dos Santos (&#8230; em Sobre o tal [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: A política de juros e desemprego de Meirelles humilha os brasileiros aqui, que - sem opção - acabam sendo HUMILHADOS TAMBÉM NA ESPANHA: Deportações brasileiros na Espanha e a política de pleno Emprego. &#171; Blog do Desemprego Zero</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/o-problema-mais-urgente-do-brasil-hoje-cambio-ultra-valorizado-eua-agradece/comment-page-1/#comment-1595</link>
		<dc:creator>A política de juros e desemprego de Meirelles humilha os brasileiros aqui, que - sem opção - acabam sendo HUMILHADOS TAMBÉM NA ESPANHA: Deportações brasileiros na Espanha e a política de pleno Emprego. &#171; Blog do Desemprego Zero</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 22:17:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://desempregozero.org/2008/03/11/o-problema-mais-urgente-do-brasil-hoje-cambio-ultra-valorizado-eua-agradece/#comment-1595</guid>
		<description>[...] MAIS SOBRE A ESTUPIDEZ DA POLÍTICA DO BANCO CENTRAL DO MEIRELLES [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] MAIS SOBRE A ESTUPIDEZ DA POLÍTICA DO BANCO CENTRAL DO MEIRELLES [...]</p>
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