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Blog do Desemprego Zero

O Poder dos Pesadelos (The Power Of Nightmares) – A Ascensão da Política do Medo: Parte I

Escrito por Imprensa, postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Documentário em três episódios produzido pela BBC, trata sobre a subida dos neoconservadores e dos fundamentalistas islâmicos ao poder.

Episódio 1: “Está Frio Lá Fora, Baby”

O primeiro episódio faz uma análise histórica de como, enquanto os neoconservadores estadunidenses criavam a fantasia de um império maligno que ameaçava o mundo livre (a União Soviética), no mundo árabe, os fundamentalistas islâmicos difundiam a idéia de que o individualismo e o egoísmo liberal do Ocidente constituíam um perigo para a integridade das sociedades muçulmanas.

Duração: 59:01minutos

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Legenda: Português-Brasil

PARA ASSISTIR DOCUMENTÁRIO COMPLETO: CLIQUE AQUI



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2 Respostas para “O Poder dos Pesadelos (The Power Of Nightmares) – A Ascensão da Política do Medo: Parte I”

  1. EXCELENTE DOCUMENTÁRIO DA BBC: O Poder dos Pesadelos (The Power Of Nightmares) - A Ascensão da Política do Medo « Blog do Desemprego Zero falou:

    [...] EPISÓDIO 1: “ESTÁ FRIO LÁ FORA, BABY” (CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR) [...]

  2. Eduardo Kaplan falou:

    Apenas vendo o primeiro episódio, é possível ter noção do brilhante trabalho da BBC! Mostra a criação e evolução do pensamento neoconservador que guia os EUA há tanto tempo, com os mesmos arautos – Paul Wolfowitz, Dick Cheney… A narrativa desse primeiro episódio é realmente enriquecedora, principalmente ao mostrar a aliança, no início da década de 80, entre os neocons (até então, um bando de intelectuais sem base política consistente) e os fundamentalistas cristãos (até então, um grupo de milhões de cidadãos, mas politicamente inexpressivo, pois estavam ausentes das eleições).

    No entanto, acho que o documentário possui dois pontos para serem melhor tratados:

    1) Despolitiza movimentos terroristas islâmicos: seriam ideólogos em uma luta de “choque de civilizações”, contra “valores ocidentais que corrompem (ou corromperão) a sociedade islâmica”. Acredito ser um reducionismo próprio de uma visão liberal inglesa. Não me arrisco a apontar todos argumentos de terroristas, mas não acho que se reduzam à dimensão ideológica.

    2)O documentário despolitiza o próprio conflito entre Estados com pretensão imperialista. A visão neoconservadora pode ter sido extremamente útil na política externa norte-americana, mas não é possível explicar a Guerra Fria (e a tentativa de prorrogá-la) exclusivamente a partir de “necessidade de formar o mito da nação norte-americana”, forjando um “conflito entre Bem e Mal”. Acho que o argumento central é que houve uma necessidade de expandir a área de influência norte-americana pelo globo, e o bloco comunista representava, de fato, um bloqueio à pretensão hegemônica. A Guerra Fria e seus incontáveis conflitos secundários foram fruto de disputa entre poderes estatais expansivos, sendo que a idéia neconservadora de trazer coesão à sociedade norte-americana foi um fator secundário.

    Minha segunda crítica tem a ver com o fato de que poderiam ser escolhidas diversas outras forma de trazer coesão aos EUA. O projeto de Pleno Emprego do New Deal de Roosevel é um dos exemplos.
    No entanto, não há (nem parece ter havido na história) um exemplo de resolver disputas de países com pretensões hegêmônicas fora da Guerra.

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