O Conselho de Defesa
Escrito por Imprensa, postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2008
A idéia de se lançar um Conselho de Defesa Sul Americano – que está sendo levada pelo Ministro da Defesa Nelson Jobim aos Estados Unidos – é um grande lance, com vários desdobramentos. Primeiro, por permitir combater conflitos de países. Depois, por permitir ampliar a integração do continente em torno de organismos supra-ideológicos. Finalmente, por permitir desenvolver uma indústria de defesa à altura do momento atual.
Clique aqui, ler matéria de Sérgio Dávila, para a “Folha”.
Por Paulo França
Nassif, no final do ano passado participei da Conferência sobre Segurança Internacional, no Forte de Copacabana, promovida pelos principais países sul-americanos, Europa e EUA,com participação da China. A abertura foi uma palestra do ministro Jobim. A implantação da Força Sul-Americana de Defesa não é uma proposta, será realidade em breve, assim como o Mercosul, que não é escolha nem proposta, é inevitável. E é o Brasil atual que está propiciando tudo isso.
Mais importante: a Força Sul-americana já nascerá conectada com a Eurofor, que está sendo gestada (está mais adiantada do que a FSD). O país à frente da Força Européia é a França. Daí o Brasil ter feito parcerias recentes no âmbito de Defesa com os franceses.
Objetivo: formar blocos de Defesa, assim como existem os comerciais. A Otan praticamente ruiu. Isso é sabido nos meios militares e diplomáticos. Eurofor e Força Sul-americana se mexem para se prevenirem dos EUA e da China em futuro breve. Escrevi um artigo no Direto da Redação na época levantando a possibilidade de americanos e chineses se unirem. Afinal, só o que os impede é a questão de Taiwan. E isto me foi dito pelo representante da China na conferência. É preciso estar preparado.










