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Blog do Desemprego Zero

Guerra de narcotráfico

Escrito por Imprensa, postado em 4 dEurope/London março dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Por Walther Fanganiello

Do Instituto Brasileiro Giovani Falconi

DROGAS: Cosa Nostra e Paramilitares colombianos da AUC unem-se para traficar cocaína.

O procurador antimáfia italiano, Piero Grasso, acaba de desembarcar em Bogotá, a convite da procuradoria geral da Justiça da Colômbia.

Grasso irá receber informações sobre as conexões entre os paramilitares da AUC (Autodefesas Unidas de Colombia) e a Cosa Nostra siciliana.

Os paramilitares da ultra direiora colombiana combatem as FARC (Forças Armadas Revolucinarias de Colômbia) e o ELN (Exército de Libertação nacional), ambas organizações insurgentes de esquerda.

O líder dos paramilitares (na sucessão aberta por Carlos Castaño, que despareceu e se finge de morto para pressão norte-americana, que o que extraditado por narcotráfico) é Salvatore Mancuso, italiano de nascimento e colombiano por naturalização.

As AUC promovem o tráfico de cocaína para financiar as suas ações contra a guerrilha de esquerda. São simpáticas ao presidente Uribe, ao exército colombiano e a agência norte-americanas antidrogas (DEA).

Para à procuradoria colombiana, estabeleceu-se uma conexão entre a Cosa Nostra (máfia siciliana) e os paramilitares da AUC para implementar ainda mais o tráfico de cocaína para a Europa.

Alertou o procurador Grasso que a aliança entre Máfia e Paramilitares da AUC é apenas para o tráfico ilegal de cocaína, ou seja, a Máfia não está envolvida com a contra-insurgência na Colômbia.

Para Grasso, “O primeiro passo para aprofundar a cooperação entre Itália e Colômbia, no que toca ao narcotráfico, será a identificação dos italianos que operam na Colômbia e os colombianos com atuação na Itália.”

Em Bogotá, Grasso sugeriu à Colômbia o aumento das penas para os crimes conexos ao tráfico de drogas e não conceder benefícios carcerários aos membros e afiliados aos Cartéis das drogas. Em outras palavras, sugeriu o regime penitenbciário italiano, conhecido por “cárcere duro” e audiências por videoconferência para evitar as deslocações e comunicações entre membros da delinqüência organizada.

Desde 2005, quando esteve na Colômbia o antigo procurador anti-máfia Pierluigi Vigna, a Itália e a Colômbia trocam informações com relação ao narcotráfico, crime organizado e corrupção de autoridades.

A Itália também troca informações com a Bolívia, Equador e Peru.



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