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	<title>Comentários sobre: DEBATE II, porque o conceito de poupança é subvertido para defender as políticas conservadoras do Banco Central</title>
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		<title>Por: Rodrigo Medeiros</title>
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		<dc:creator>Rodrigo Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 16:52:13 +0000</pubDate>
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		<description>João

Agradeço pelos seus comentários. Dificilmente essa taxa de precarização das relações de trabalho, 49,5% da PEA, seria aceita como marca de sucesso em qualquer país sério e desenvolvido do mundo.

Também não defendo o governo do Salvador Allende. Houve muita cacofonia ideológica e ele acabou refém dos radicais de esquerda. Até a estatização de fábricas de sorvete pediram. Uma loucura! E o Fidel Castro jogou lenha na fogueira.

Não podemos olvidar que Henry Kissinger avisou que os EUA não aceitariam mais mudanças de campos na América Latina após a revolução em Cuba (1959). Pois bem, eles honraram a palavra empenhada... O governo autoritário do general Pinochet cumpriu um papel racionalizador da economia. Claro que com elevados custos sociais. A partir da redemocratização, a &#039;Concertação&#039; ficou refém da racionalização promovida. Precisou investir em gestão pública para fazer a multiplicação dos pães sem tocar nos grandes interesses estruturados ao longo do regime autoritário do general. Houve sucesso em parte.

Estarei fora da internet por alguns dias por motivos profissionais. Reitero a importância de que você escreva suas teses na forma de um artigo e que nos permita debater suas idéias de forma calma e madura.

As coisas são mesmo complicadas na América Latina. Desde Bolívar. Quando derrotado na Conferência do Panamá (1826), ele disse que seria mais fácil arar no mar do que se construir alguma coisa séria por estas bandas. Pois bem, ele também foi derrotado pelas oligarquias. O interesse pelo desenvolvimento econômico democrático e equitativo não é compartilhado por todas as partes na América Latina.


Cordialmente,

Rodrigo L. Medeiros</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João</p>
<p>Agradeço pelos seus comentários. Dificilmente essa taxa de precarização das relações de trabalho, 49,5% da PEA, seria aceita como marca de sucesso em qualquer país sério e desenvolvido do mundo.</p>
<p>Também não defendo o governo do Salvador Allende. Houve muita cacofonia ideológica e ele acabou refém dos radicais de esquerda. Até a estatização de fábricas de sorvete pediram. Uma loucura! E o Fidel Castro jogou lenha na fogueira.</p>
<p>Não podemos olvidar que Henry Kissinger avisou que os EUA não aceitariam mais mudanças de campos na América Latina após a revolução em Cuba (1959). Pois bem, eles honraram a palavra empenhada&#8230; O governo autoritário do general Pinochet cumpriu um papel racionalizador da economia. Claro que com elevados custos sociais. A partir da redemocratização, a &#8216;Concertação&#8217; ficou refém da racionalização promovida. Precisou investir em gestão pública para fazer a multiplicação dos pães sem tocar nos grandes interesses estruturados ao longo do regime autoritário do general. Houve sucesso em parte.</p>
<p>Estarei fora da internet por alguns dias por motivos profissionais. Reitero a importância de que você escreva suas teses na forma de um artigo e que nos permita debater suas idéias de forma calma e madura.</p>
<p>As coisas são mesmo complicadas na América Latina. Desde Bolívar. Quando derrotado na Conferência do Panamá (1826), ele disse que seria mais fácil arar no mar do que se construir alguma coisa séria por estas bandas. Pois bem, ele também foi derrotado pelas oligarquias. O interesse pelo desenvolvimento econômico democrático e equitativo não é compartilhado por todas as partes na América Latina.</p>
<p>Cordialmente,</p>
<p>Rodrigo L. Medeiros</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rodrigo Loureiro Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/debate-ii-porque-o-conceito-de-poupanca-e-subvertido-para-defender-politicas-conservadoras/comment-page-1/#comment-801</link>
		<dc:creator>Rodrigo Loureiro Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 14:52:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://plenoemprego.wordpress.com/?p=1475#comment-801</guid>
		<description>Prezados

Qualquer debate acadêmico é interminável. Existem diversas entradas e saídas para os mesmos. Raramente há vitoriosos absolutos. Todas as teorias têm limitações e não há verdades inquestionáveis. Qualquer linha escrita por qualquer um pode ser problematizada. Principalmente se destacada de forma descontextualizada.

Agressões e galhofas não são argumentos. Sugerimos que as pessoas coloquem suas teses em forma de artigos, se identifiquem (titulação, profissão, filiação institucional) e apresentem suas idéias de forma organizada. Estamos fazendo isso neste blog há meses de maneira respeitosa. Quando ocorrem divergências buscamos debatê-las com calma. Sem ofensas e com respeito.

O fato de haver discordâncias não implica que alguém esteja certo e o outro errado. Um sujeito pode acreditar de fato que o Chile é um caso de sucesso, apesar de 49,5% dos seus trabalhadores estarem na informalidade ou no desemprego (Cf. dados do sistema ONU). Não se precisa ficar nervoso, histérico e sair ofendendo a todos. A ciência econômica não se constrói sobre dogmas e verdades absolutas. Até o Milton Friedman reviu posições no final de sua vida.

Vamos buscar dominar as paixões e colocar o debate em um nível de civilidade que ele pode ter. Será melhor para todos nós. Já trabalhei com neoclássicos, heterodoxos e ortodoxos, e não tive problema algum. O contraditório é enriquecedor.


Atenciosamente,

Rodrigo L. Medeiros</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados</p>
<p>Qualquer debate acadêmico é interminável. Existem diversas entradas e saídas para os mesmos. Raramente há vitoriosos absolutos. Todas as teorias têm limitações e não há verdades inquestionáveis. Qualquer linha escrita por qualquer um pode ser problematizada. Principalmente se destacada de forma descontextualizada.</p>
<p>Agressões e galhofas não são argumentos. Sugerimos que as pessoas coloquem suas teses em forma de artigos, se identifiquem (titulação, profissão, filiação institucional) e apresentem suas idéias de forma organizada. Estamos fazendo isso neste blog há meses de maneira respeitosa. Quando ocorrem divergências buscamos debatê-las com calma. Sem ofensas e com respeito.</p>
<p>O fato de haver discordâncias não implica que alguém esteja certo e o outro errado. Um sujeito pode acreditar de fato que o Chile é um caso de sucesso, apesar de 49,5% dos seus trabalhadores estarem na informalidade ou no desemprego (Cf. dados do sistema ONU). Não se precisa ficar nervoso, histérico e sair ofendendo a todos. A ciência econômica não se constrói sobre dogmas e verdades absolutas. Até o Milton Friedman reviu posições no final de sua vida.</p>
<p>Vamos buscar dominar as paixões e colocar o debate em um nível de civilidade que ele pode ter. Será melhor para todos nós. Já trabalhei com neoclássicos, heterodoxos e ortodoxos, e não tive problema algum. O contraditório é enriquecedor.</p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p>Rodrigo L. Medeiros</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Heldo Siqueira</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/debate-ii-porque-o-conceito-de-poupanca-e-subvertido-para-defender-politicas-conservadoras/comment-page-1/#comment-805</link>
		<dc:creator>Heldo Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 13:11:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://plenoemprego.wordpress.com/?p=1475#comment-805</guid>
		<description>João,

ele disse que uma diminuição na taxa de juros PODE ou não aumentar o investimento, desde que mantenha-se o diferencial entre a renda esperada e a taxa de juros (renda esperada - taxa de juros = eficácia marginal do capital). Mas no modelo IS-LM, por exemplo, SEMPRE que há diminuição na taxa de juros há um aumento do investimento.

Para mim a discussão está encerrada, mas continuo não percebendo a ligação entre a macroeconomia novo-clássica e novo-keynesiana (modernas) e a abordagem keynesiana original... Não que seja demérito das teorias modernas (elas têm outros problemas) mas Keynes não era dono da verdade.

Heldo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João,</p>
<p>ele disse que uma diminuição na taxa de juros PODE ou não aumentar o investimento, desde que mantenha-se o diferencial entre a renda esperada e a taxa de juros (renda esperada &#8211; taxa de juros = eficácia marginal do capital). Mas no modelo IS-LM, por exemplo, SEMPRE que há diminuição na taxa de juros há um aumento do investimento.</p>
<p>Para mim a discussão está encerrada, mas continuo não percebendo a ligação entre a macroeconomia novo-clássica e novo-keynesiana (modernas) e a abordagem keynesiana original&#8230; Não que seja demérito das teorias modernas (elas têm outros problemas) mas Keynes não era dono da verdade.</p>
<p>Heldo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Heldo Siqueira</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/debate-ii-porque-o-conceito-de-poupanca-e-subvertido-para-defender-politicas-conservadoras/comment-page-1/#comment-803</link>
		<dc:creator>Heldo Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 05:26:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://plenoemprego.wordpress.com/?p=1475#comment-803</guid>
		<description>João

Vc não entendeu cara!! A diminuição na taxa de juros provoca uma diminuição nos preços e uma diminuição na receita esperada. Mesmo que diminua o preço dos bens de capital, não se pode garantir que essa diminuição seja maior, igual ou menor que a diminuição da receita esperada. Assim, não se pode saber se a diminuição na taxa de juros estimula ou não o investimento. Por isso ele fala &quot;o investimento é estimulado quer por uma alta da curva da eficiência marginal que por uma baixa da taxa de juros.&quot; Pq na verdade, a verdadeira influência é feita pelas duas coisas.

Vc só leu a parte que falava o que vc queria dizer...

Mas não falei pq o Keynes está certo. Falei pq vc está dizendo que qualquer política macroeconômica tem base keynesiana e a IS-LM, por exemplo, não tem (apesar de usar alguns conceitos keynesianos).

Abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João</p>
<p>Vc não entendeu cara!! A diminuição na taxa de juros provoca uma diminuição nos preços e uma diminuição na receita esperada. Mesmo que diminua o preço dos bens de capital, não se pode garantir que essa diminuição seja maior, igual ou menor que a diminuição da receita esperada. Assim, não se pode saber se a diminuição na taxa de juros estimula ou não o investimento. Por isso ele fala &#8220;o investimento é estimulado quer por uma alta da curva da eficiência marginal que por uma baixa da taxa de juros.&#8221; Pq na verdade, a verdadeira influência é feita pelas duas coisas.</p>
<p>Vc só leu a parte que falava o que vc queria dizer&#8230;</p>
<p>Mas não falei pq o Keynes está certo. Falei pq vc está dizendo que qualquer política macroeconômica tem base keynesiana e a IS-LM, por exemplo, não tem (apesar de usar alguns conceitos keynesianos).</p>
<p>Abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Heldo Siqueira</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/debate-ii-porque-o-conceito-de-poupanca-e-subvertido-para-defender-politicas-conservadoras/comment-page-1/#comment-793</link>
		<dc:creator>Heldo Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 23:46:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://plenoemprego.wordpress.com/?p=1475#comment-793</guid>
		<description>João,

a teoria keynesiana é perfeitamente pertinente com a economia brasileira.

&quot;O professor von Mises propôs uma teoria peculiar da taxa de
juros, a qual foi adotada pelo professor Hayek e também, creio eu, pelo professor Robbins. Segundo esta teoria, poder-se-iam identificar as variações da taxa de juros com as dos níveis de preços relativos dos bens de consumo e dos bens de capital. O meio de chegar a esta conclusão não ficou claro. Mas o raciocínio parece desenvolver-se da seguinte maneira: através de uma simplificação um tanto drástica, a eficiência marginal do capital é considerada como medida pela relação entre os preços de oferta dos novos bens de consumo e por preços de oferta dos novos bens de produção. Em seguida, esta relação é identificada com a taxa de juros. Chama-se a atenção para o fato de que uma baixa na taxa de juros é favorável ao investimento. Ergo, uma baixa na relação entre os preços dos bens de consumo e os bens de produção é favorável ao investimento.

Por este meio, cria-se um elo entre o incremento da poupança
de um indivíduo e do investimento agregado, pois é sabido que o aumento da poupança individual faz baixar o preço dos bens de consumo e, possivelmente, em proporção bem maior que o dos bens de produção; portanto, isto significa, de acordo com o raciocínio precedente, uma redução da taxa de juros que estimulará o investimento. Torna-se, portanto, evidente que uma diminuição da eficiência marginal de certos bens de capital específicos e, em conseqüência, uma baixa da curva da eficiência marginal do capital em geral produzem um efeito exatamente oposto ao que presume o raciocínio anterior, pois o investimento é estimulado quer por uma alta da curva da eficiência marginal  que por uma baixa da taxa de juros.&quot; (KEYNES, teoria geral do emprego do juro e da moeda, Apêndice do capítulo 14, p. 154 e 155, 1982)

Quer dizer, a conclusão do modelo IS-LM, de que se pode aumentar o investimento diminuindo a taxa de juros também não é keynesiana.

Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João,</p>
<p>a teoria keynesiana é perfeitamente pertinente com a economia brasileira.</p>
<p>&#8220;O professor von Mises propôs uma teoria peculiar da taxa de<br />
juros, a qual foi adotada pelo professor Hayek e também, creio eu, pelo professor Robbins. Segundo esta teoria, poder-se-iam identificar as variações da taxa de juros com as dos níveis de preços relativos dos bens de consumo e dos bens de capital. O meio de chegar a esta conclusão não ficou claro. Mas o raciocínio parece desenvolver-se da seguinte maneira: através de uma simplificação um tanto drástica, a eficiência marginal do capital é considerada como medida pela relação entre os preços de oferta dos novos bens de consumo e por preços de oferta dos novos bens de produção. Em seguida, esta relação é identificada com a taxa de juros. Chama-se a atenção para o fato de que uma baixa na taxa de juros é favorável ao investimento. Ergo, uma baixa na relação entre os preços dos bens de consumo e os bens de produção é favorável ao investimento.</p>
<p>Por este meio, cria-se um elo entre o incremento da poupança<br />
de um indivíduo e do investimento agregado, pois é sabido que o aumento da poupança individual faz baixar o preço dos bens de consumo e, possivelmente, em proporção bem maior que o dos bens de produção; portanto, isto significa, de acordo com o raciocínio precedente, uma redução da taxa de juros que estimulará o investimento. Torna-se, portanto, evidente que uma diminuição da eficiência marginal de certos bens de capital específicos e, em conseqüência, uma baixa da curva da eficiência marginal do capital em geral produzem um efeito exatamente oposto ao que presume o raciocínio anterior, pois o investimento é estimulado quer por uma alta da curva da eficiência marginal  que por uma baixa da taxa de juros.&#8221; (KEYNES, teoria geral do emprego do juro e da moeda, Apêndice do capítulo 14, p. 154 e 155, 1982)</p>
<p>Quer dizer, a conclusão do modelo IS-LM, de que se pode aumentar o investimento diminuindo a taxa de juros também não é keynesiana.</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fabiano Dalto</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/debate-ii-porque-o-conceito-de-poupanca-e-subvertido-para-defender-politicas-conservadoras/comment-page-1/#comment-797</link>
		<dc:creator>Fabiano Dalto</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 12:29:20 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Economista1(?),

Acho que agora entendi seu ponto: voce nao sabe e nem quer saber o que Keynes disse em sua Teoria (para voce que nao leu nem sequer sabe onde Keynes se situa no espectro do pensamento economico). Basta uma repeticao simples de modelinhos (como voce diz) com conceitos mal-fundamentados e bola pra frente. Prova disso e sua absoluta falta de criterio ao colocar Hicks e Lucas, por exemplo, no mesmo bloco como se estes nao tivessem desenvolvido teorias bastante diversas.

Neste caso, acho que nosso &quot;debate&quot; nao evoluira de uma questao de opiniao sua e de evidencias minhas. Pois, minha contestacao, estava bem claro, era para a absoluta falta de fundamentacao de seu argumento de que hoje &quot;Todo mundo e Keynesiano&quot;, inclusive voce. Seus argumentos sobre poupanca nao sao consistentes com a Teoria de Keynes. Em seu argumento teria sido melhor voce dizer que Keynes estava errado por isso e por aquilo e que hoje ou nunca sua Teoria pode se aplicar ao mundo em que vivemos (pois a economia internacional ou aberta existiu mesmo antes de Keynes!).

A questao das escrituras so merece um adendo. Estudar os grandes autores da economia e minha obrigacao de pesquisador e professor. A ignorancia deles nao me faria nenhum favor, muito pelo contrario. Outra coisa e achar que os mesmos carregam a verdade absoluta. Seja la como for, so poderia julgar isso lendo-os. Como voce nao o faz nunca sabera. Pior para seus alunos e quem tem que ler o que escreve, que terao de conviver com sua falta de conhecimento dos grandes economistas do pensamento economico.

Abracos,

Fabiano</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Economista1(?),</p>
<p>Acho que agora entendi seu ponto: voce nao sabe e nem quer saber o que Keynes disse em sua Teoria (para voce que nao leu nem sequer sabe onde Keynes se situa no espectro do pensamento economico). Basta uma repeticao simples de modelinhos (como voce diz) com conceitos mal-fundamentados e bola pra frente. Prova disso e sua absoluta falta de criterio ao colocar Hicks e Lucas, por exemplo, no mesmo bloco como se estes nao tivessem desenvolvido teorias bastante diversas.</p>
<p>Neste caso, acho que nosso &#8220;debate&#8221; nao evoluira de uma questao de opiniao sua e de evidencias minhas. Pois, minha contestacao, estava bem claro, era para a absoluta falta de fundamentacao de seu argumento de que hoje &#8220;Todo mundo e Keynesiano&#8221;, inclusive voce. Seus argumentos sobre poupanca nao sao consistentes com a Teoria de Keynes. Em seu argumento teria sido melhor voce dizer que Keynes estava errado por isso e por aquilo e que hoje ou nunca sua Teoria pode se aplicar ao mundo em que vivemos (pois a economia internacional ou aberta existiu mesmo antes de Keynes!).</p>
<p>A questao das escrituras so merece um adendo. Estudar os grandes autores da economia e minha obrigacao de pesquisador e professor. A ignorancia deles nao me faria nenhum favor, muito pelo contrario. Outra coisa e achar que os mesmos carregam a verdade absoluta. Seja la como for, so poderia julgar isso lendo-os. Como voce nao o faz nunca sabera. Pior para seus alunos e quem tem que ler o que escreve, que terao de conviver com sua falta de conhecimento dos grandes economistas do pensamento economico.</p>
<p>Abracos,</p>
<p>Fabiano</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/debate-ii-porque-o-conceito-de-poupanca-e-subvertido-para-defender-politicas-conservadoras/comment-page-1/#comment-795</link>
		<dc:creator>Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 21:39:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://plenoemprego.wordpress.com/?p=1475#comment-795</guid>
		<description>Obrigado Fabiano!
Você foi muito preciso em seu comentário!
e nos enriqueceu com excelentes citações!

Sugestão de leitura para quem que fazer um bom debate, democrático, racional e honesto:
http://desempregozero.org/recomendados/logica-falacias/
http://desempregozero.org/recomendados/guia-de-falacias-logicas-do-stephen/
abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado Fabiano!<br />
Você foi muito preciso em seu comentário!<br />
e nos enriqueceu com excelentes citações!</p>
<p>Sugestão de leitura para quem que fazer um bom debate, democrático, racional e honesto:<br />
<a href="http://desempregozero.org/recomendados/logica-falacias/" rel="nofollow">http://desempregozero.org/recomendados/logica-falacias/</a><br />
<a href="http://desempregozero.org/recomendados/guia-de-falacias-logicas-do-stephen/" rel="nofollow">http://desempregozero.org/recomendados/guia-de-falacias-logicas-do-stephen/</a><br />
abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Heldo Siqueira</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/debate-ii-porque-o-conceito-de-poupanca-e-subvertido-para-defender-politicas-conservadoras/comment-page-1/#comment-792</link>
		<dc:creator>Heldo Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 13:06:35 +0000</pubDate>
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		<description>E quanto ao que falei sobre o método estatístico, vou dar um exemplo...

Quando vai se medir o PIB, vc soma a quantidade total de mercadorias e serviços prestados na economia. E organiza uma parte como consumo, outra como investimento, outra como gasto público e outra como exportações líquidas. Agora, se vc estimar o consumo, o investimento, o gasto público e as exportações líquidas e somá-los de novo e, de outro lado estimar a renda, é claro que vai ser igual ao PIB.

Se encontrar algum desvio foi erro na medição, não é erro estatístico.

Para problemas menos abrangentes, em que efetivamente existe erro estatístico, não existe problema. Estou falando que o método estatístico não serve para a macroeconomia.

abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E quanto ao que falei sobre o método estatístico, vou dar um exemplo&#8230;</p>
<p>Quando vai se medir o PIB, vc soma a quantidade total de mercadorias e serviços prestados na economia. E organiza uma parte como consumo, outra como investimento, outra como gasto público e outra como exportações líquidas. Agora, se vc estimar o consumo, o investimento, o gasto público e as exportações líquidas e somá-los de novo e, de outro lado estimar a renda, é claro que vai ser igual ao PIB.</p>
<p>Se encontrar algum desvio foi erro na medição, não é erro estatístico.</p>
<p>Para problemas menos abrangentes, em que efetivamente existe erro estatístico, não existe problema. Estou falando que o método estatístico não serve para a macroeconomia.</p>
<p>abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: “Toda dona de casa sabe que não pode gastar mais do que ganha”: como subverter o significado do conceito ‘poupança’ para fins conservadores. ** DEBATE III ** &#171; Blog do Desemprego Zero</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/debate-ii-porque-o-conceito-de-poupanca-e-subvertido-para-defender-politicas-conservadoras/comment-page-1/#comment-788</link>
		<dc:creator>“Toda dona de casa sabe que não pode gastar mais do que ganha”: como subverter o significado do conceito ‘poupança’ para fins conservadores. ** DEBATE III ** &#171; Blog do Desemprego Zero</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 06:04:00 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Recentes Gustavo dos Santos (... em DEBATE II, porque o conceito d...“Toda dona de casa... em DEBATE II, porque o conceito d...“Toda dona de casa... em ** DEBATE **: [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Recentes Gustavo dos Santos (&#8230; em DEBATE II, porque o conceito d&#8230;“Toda dona de casa&#8230; em DEBATE II, porque o conceito d&#8230;“Toda dona de casa&#8230; em ** DEBATE **: [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: “Toda dona de casa sabe que não pode gastar mais do que ganha”: como subverter o significado do conceito ‘poupança’ para fins conservadores. ** DEBATE III ** &#171; Blog do Desemprego Zero</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/debate-ii-porque-o-conceito-de-poupanca-e-subvertido-para-defender-politicas-conservadoras/comment-page-1/#comment-786</link>
		<dc:creator>“Toda dona de casa sabe que não pode gastar mais do que ganha”: como subverter o significado do conceito ‘poupança’ para fins conservadores. ** DEBATE III ** &#171; Blog do Desemprego Zero</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 05:37:48 +0000</pubDate>
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		<description>[...] **: O BANCO CENTRAL ...“Toda dona de casa... em ** DEBATE **: O BANCO CENTRAL ...Economista 1 em DEBATE II, porque o conceito d...Economista 1 em DEBATE II, porque o conceito d...Economista 1 em DEBATE II, porque o conceito [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] **: O BANCO CENTRAL &#8230;“Toda dona de casa&#8230; em ** DEBATE **: O BANCO CENTRAL &#8230;Economista 1 em DEBATE II, porque o conceito d&#8230;Economista 1 em DEBATE II, porque o conceito d&#8230;Economista 1 em DEBATE II, porque o conceito [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rodrigo Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/debate-ii-porque-o-conceito-de-poupanca-e-subvertido-para-defender-politicas-conservadoras/comment-page-1/#comment-774</link>
		<dc:creator>Rodrigo Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 23:38:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://plenoemprego.wordpress.com/?p=1475#comment-774</guid>
		<description>Prezados

Cuidado com a cacofonia produzida pelo neoliberalismo e seus adeptos. Gastar tempo para buscar contradizer Keynes, como pretendem alguns, é pura perda de tempo.

Pessoas muito capaciadas intelectualmente, com o foi o caso de Joseph A. Schumpeter, não lograram sucesso no século XX. &quot;Há problemas de longo prazo&quot; resmungavam alguns.  Mas lá, dizia Keynes, estaremos todos mortos. Os pós-keynesianos estão aí construindo associações e buscando influenciar de forma consistente os debates macroeconômicos.


Um abraço,

Rodrigo L. Medeiros</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados</p>
<p>Cuidado com a cacofonia produzida pelo neoliberalismo e seus adeptos. Gastar tempo para buscar contradizer Keynes, como pretendem alguns, é pura perda de tempo.</p>
<p>Pessoas muito capaciadas intelectualmente, com o foi o caso de Joseph A. Schumpeter, não lograram sucesso no século XX. &#8220;Há problemas de longo prazo&#8221; resmungavam alguns.  Mas lá, dizia Keynes, estaremos todos mortos. Os pós-keynesianos estão aí construindo associações e buscando influenciar de forma consistente os debates macroeconômicos.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Rodrigo L. Medeiros</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Heldo Siqueira</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/debate-ii-porque-o-conceito-de-poupanca-e-subvertido-para-defender-politicas-conservadoras/comment-page-1/#comment-773</link>
		<dc:creator>Heldo Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 22:23:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://plenoemprego.wordpress.com/?p=1475#comment-773</guid>
		<description>Peraí gente!!!

Essa história de maçãs, bananas e frutas não está com nada...

Poupança é investimento!!! Isso é uma identidade (no curto, no médio, no longo e em qualquer prazo que se queira estabelecer)!!!

A questão é que poupança não é o ato de se abster do consumo. Só é o ato de se abster do consumo se vc se abstiver e emprestar para alguém que invista (lei de Say).

Se vc se abstiver do consumo para deixar o recurso parado é pq o recurso está ocioso e a economia saiu do pleno emprego... Simples assim!!!

Agora, se os gênios neo-clássicos quiserem saber se a economia está no pleno emprego ou não (se vale a lei de Say) procurem na carteira e analisem se existe qualquer moeda de R$ 0,10 a economia não está no pleno emprego (simples assim!). Pq tem uma parte dos recursos simplesmente que não está sendo utilizado (não acredito que dinheiro na carteira seja investimento, se alguém acreditar, acabou a discussão!)

Agora, se alguém achar que ela vai tender ao equilíbrio, vou logo avisando que gosto de manter dinheiro na carteira, de forma que a não ser que tomem minha grana a força, o motivo pelo qual a economia real nunca estará no pleno emprego (estado estacionário) é pq EU sempre manterei um dinheirinho na carteira (não tem choro nem vela!).

Abraços e vamos discutir olhando a realidade não bananas hipotéticas...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Peraí gente!!!</p>
<p>Essa história de maçãs, bananas e frutas não está com nada&#8230;</p>
<p>Poupança é investimento!!! Isso é uma identidade (no curto, no médio, no longo e em qualquer prazo que se queira estabelecer)!!!</p>
<p>A questão é que poupança não é o ato de se abster do consumo. Só é o ato de se abster do consumo se vc se abstiver e emprestar para alguém que invista (lei de Say).</p>
<p>Se vc se abstiver do consumo para deixar o recurso parado é pq o recurso está ocioso e a economia saiu do pleno emprego&#8230; Simples assim!!!</p>
<p>Agora, se os gênios neo-clássicos quiserem saber se a economia está no pleno emprego ou não (se vale a lei de Say) procurem na carteira e analisem se existe qualquer moeda de R$ 0,10 a economia não está no pleno emprego (simples assim!). Pq tem uma parte dos recursos simplesmente que não está sendo utilizado (não acredito que dinheiro na carteira seja investimento, se alguém acreditar, acabou a discussão!)</p>
<p>Agora, se alguém achar que ela vai tender ao equilíbrio, vou logo avisando que gosto de manter dinheiro na carteira, de forma que a não ser que tomem minha grana a força, o motivo pelo qual a economia real nunca estará no pleno emprego (estado estacionário) é pq EU sempre manterei um dinheirinho na carteira (não tem choro nem vela!).</p>
<p>Abraços e vamos discutir olhando a realidade não bananas hipotéticas&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/debate-ii-porque-o-conceito-de-poupanca-e-subvertido-para-defender-politicas-conservadoras/comment-page-1/#comment-771</link>
		<dc:creator>Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 21:27:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://plenoemprego.wordpress.com/?p=1475#comment-771</guid>
		<description>Acaba? não vi porque.
se você viu onde acaba, me ajude a encontrar porque.
obrigado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acaba? não vi porque.<br />
se você viu onde acaba, me ajude a encontrar porque.<br />
obrigado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ....</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/debate-ii-porque-o-conceito-de-poupanca-e-subvertido-para-defender-politicas-conservadoras/comment-page-1/#comment-768</link>
		<dc:creator>....</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 20:48:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://plenoemprego.wordpress.com/?p=1475#comment-768</guid>
		<description>Gustavo

&quot;poupança é causa necessária para o investimento&quot;
O que isso quer dizer?

abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gustavo</p>
<p>&#8220;poupança é causa necessária para o investimento&#8221;<br />
O que isso quer dizer?</p>
<p>abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Bruno</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/debate-ii-porque-o-conceito-de-poupanca-e-subvertido-para-defender-politicas-conservadoras/comment-page-1/#comment-766</link>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 20:40:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://plenoemprego.wordpress.com/?p=1475#comment-766</guid>
		<description>Nossa,
Excelente frase do Keynes. Ele não é normalmente tão explicito quanto o Kalecki. Onde ele escreveu isso?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa,<br />
Excelente frase do Keynes. Ele não é normalmente tão explicito quanto o Kalecki. Onde ele escreveu isso?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/debate-ii-porque-o-conceito-de-poupanca-e-subvertido-para-defender-politicas-conservadoras/comment-page-1/#comment-763</link>
		<dc:creator>Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 18:54:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://plenoemprego.wordpress.com/?p=1475#comment-763</guid>
		<description>A Frase do Keynes era mais ou menos o seguinte:
“Tentar convencer um financista de que o governo deve atuar ativamente para reduzir o desemprego, é tão difícil quanto convencer um padre do século XIX (do Darwinismo) de que o homem vem dos macacos, quanto melhor o seu argumento, mais ofendidos eles se sentem”.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Frase do Keynes era mais ou menos o seguinte:<br />
“Tentar convencer um financista de que o governo deve atuar ativamente para reduzir o desemprego, é tão difícil quanto convencer um padre do século XIX (do Darwinismo) de que o homem vem dos macacos, quanto melhor o seu argumento, mais ofendidos eles se sentem”.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rodrigo Loureiro Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/debate-ii-porque-o-conceito-de-poupanca-e-subvertido-para-defender-politicas-conservadoras/comment-page-1/#comment-761</link>
		<dc:creator>Rodrigo Loureiro Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 16:34:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://plenoemprego.wordpress.com/?p=1475#comment-761</guid>
		<description>Prezados

Keynes realmente é um mistério para muitos ainda. O debate está ótimo. Creio ser importante ressaltar que investimento e poupança são os dois lados da mesma moeda. Em ‘Teoria geral’ (1936), Keynes demonstrou que, para o curto prazo, não é necessário haver poupança para que investimentos sejam efetivados na economia.

A perspectiva da demanda efetiva é crucial para instigar o tal espírito animal do empresariado. O Estado possui os instrumentos de gestão macroeconômica para tanto.

Poderíamos citar diversos casos exemplares da segunda metade do século XX. A impressionante recuperação da Europa no pós-guerra, no entanto, chama atenção pela rapidez com que o ativismo macroeconômico de Estado colocou as economias social-democratas em pé. Certamente o Plano Marshall contrabalançou a inicial fuga de capitais da Europa e ajudou no processo de reconstrução.

O caso do Leste asiático é interessante. Como escreveu João Paulo de Almeida Magalhães, a perspectiva de crescimento trouxe investimentos estrangeiros, gerou lucros e fez com que parte dos mesmos retornassem constantemente para irrigar novos sistemas produtivos locais. Um círculo virtuoso...


Um abraço,

Rodrigo L. Medeiros</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados</p>
<p>Keynes realmente é um mistério para muitos ainda. O debate está ótimo. Creio ser importante ressaltar que investimento e poupança são os dois lados da mesma moeda. Em ‘Teoria geral’ (1936), Keynes demonstrou que, para o curto prazo, não é necessário haver poupança para que investimentos sejam efetivados na economia.</p>
<p>A perspectiva da demanda efetiva é crucial para instigar o tal espírito animal do empresariado. O Estado possui os instrumentos de gestão macroeconômica para tanto.</p>
<p>Poderíamos citar diversos casos exemplares da segunda metade do século XX. A impressionante recuperação da Europa no pós-guerra, no entanto, chama atenção pela rapidez com que o ativismo macroeconômico de Estado colocou as economias social-democratas em pé. Certamente o Plano Marshall contrabalançou a inicial fuga de capitais da Europa e ajudou no processo de reconstrução.</p>
<p>O caso do Leste asiático é interessante. Como escreveu João Paulo de Almeida Magalhães, a perspectiva de crescimento trouxe investimentos estrangeiros, gerou lucros e fez com que parte dos mesmos retornassem constantemente para irrigar novos sistemas produtivos locais. Um círculo virtuoso&#8230;</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Rodrigo L. Medeiros</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ** DEBATE **: O BANCO CENTRAL DO MEIRELLES ESTÁ CERTO OU ESTÁ SABOTANDO O DESENVOLVIMENTO DO BRASIL &#171; Blog do Desemprego Zero</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/debate-ii-porque-o-conceito-de-poupanca-e-subvertido-para-defender-politicas-conservadoras/comment-page-1/#comment-754</link>
		<dc:creator>** DEBATE **: O BANCO CENTRAL DO MEIRELLES ESTÁ CERTO OU ESTÁ SABOTANDO O DESENVOLVIMENTO DO BRASIL &#171; Blog do Desemprego Zero</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 06:24:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://plenoemprego.wordpress.com/?p=1475#comment-754</guid>
		<description>[...] DEBATE II, porque o conceito de poupança é subvertido para defender políticas&#160;conservadoras [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] DEBATE II, porque o conceito de poupança é subvertido para defender políticas&nbsp;conservadoras [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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