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	<title>Comentários sobre: &#8220;Crescer 5% é o mínimo necessário&#8221;</title>
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		<title>Por: Rodrigo Loureiro Medeiros</title>
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		<dc:creator>Rodrigo Loureiro Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 20:16:40 +0000</pubDate>
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		<description>Prezados

Certamente Marcio Pochmann é uma das figuras mais lúcidas do desarticulado governo Lula. Infelizmente ele não consegue ser um contrapeso à influência do Meirelles. Quem mandou o comitê de campanha do Lula aceitar dinheiro da banca na campanha presidencial de 2002? Devem ser os mesmos que respondem a processos na Justiça.

Aproveito esse espaço para marcar a seguinte frase da entrevista: “Temos de fazer a transição dessa massa de recursos que representa mais de 40% do PIB e está aplicada no circuito da financeirização, títulos públicos, títulos privados e para os investimentos produtivos. Essa situação explica como foi possível o país conviver quase um quatro de século com uma economia estagnada, uma valorização sem base real. Uma trajetória de profunda concentração patrimonial. Foi possível se tornar rico sem ter suado a camisa”.

Lula não pode, portanto, dizer novamente que não sabia de nada e que não vem sendo constantemente alertado sobre os desdobramentos da crise nos EUA e a má gestão da política monetária brasileira. Não adianta mais culpar o sociólogo que o antecedeu, o regime militar ou mesmo Pedro Álvares Cabral.

A conjuntura internacional emergente é muito favorável à inflexão para políticas macroeconômicas de corte social-democrata. O discurso keynesiano do diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, traduz o novo sinal dos tempos. Tempos interessantes.

Por aqui, o relatório de mercado do BC, o Boletim Focus, vem buscando realizar profecias auto-realizáveis.


Um abraço,

Rodrigo L. Medeiros</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados</p>
<p>Certamente Marcio Pochmann é uma das figuras mais lúcidas do desarticulado governo Lula. Infelizmente ele não consegue ser um contrapeso à influência do Meirelles. Quem mandou o comitê de campanha do Lula aceitar dinheiro da banca na campanha presidencial de 2002? Devem ser os mesmos que respondem a processos na Justiça.</p>
<p>Aproveito esse espaço para marcar a seguinte frase da entrevista: “Temos de fazer a transição dessa massa de recursos que representa mais de 40% do PIB e está aplicada no circuito da financeirização, títulos públicos, títulos privados e para os investimentos produtivos. Essa situação explica como foi possível o país conviver quase um quatro de século com uma economia estagnada, uma valorização sem base real. Uma trajetória de profunda concentração patrimonial. Foi possível se tornar rico sem ter suado a camisa”.</p>
<p>Lula não pode, portanto, dizer novamente que não sabia de nada e que não vem sendo constantemente alertado sobre os desdobramentos da crise nos EUA e a má gestão da política monetária brasileira. Não adianta mais culpar o sociólogo que o antecedeu, o regime militar ou mesmo Pedro Álvares Cabral.</p>
<p>A conjuntura internacional emergente é muito favorável à inflexão para políticas macroeconômicas de corte social-democrata. O discurso keynesiano do diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, traduz o novo sinal dos tempos. Tempos interessantes.</p>
<p>Por aqui, o relatório de mercado do BC, o Boletim Focus, vem buscando realizar profecias auto-realizáveis.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Rodrigo L. Medeiros</p>
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