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Blog do Desemprego Zero

Chegou a vez das fábricas, finalmente

Escrito por Imprensa, postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Diário Comércio Indústria dia 14/03/08

Escrito por Antônio Delfim Netto

Não chega a ser uma novidade, mas desta vez não deu para disfarçar a tristeza dos analistas “plugados” aos mercados financeiros em seus comentários após a divulgação pelo IBGE dos números do crescimento da economia brasileira em 2007. Para quem passou metade do ano “cravando” 3.6% -e quando muito “concedendo” algo como 4.1% ou “no máximo” 4.3% na segunda metade-, o crescimento de 5.4% do PIB é algo “no mínimo” escandaloso…

O feito, portanto, precisava ser devidamente qualificado: “é, cresceu…, mas sem o aumento dos investimentos não vai se sustentar…” ou, “não é um crescimento sadio, porque sustentado pelo aumento do consumo interno (sic) à custa de um endividamento exagerado…”

Logo o coro veio reforçado com a advertência de alguns expoentes da ideologia liberalista para os quais o governo age muito mal quando adota medidas para estimular ainda mais o consumo, porque “a economia não tem potencial para suportar um crescimento acima de 5% sem perder o controle da inflação…”.

Toda essa ansiedade no fundo reflete uma grande preocupação de quem está posicionado em taxas de juro e percebe que começou um movimento (ainda tímido, é verdade) para a adoção de uma política monetária mais inteligente que privilegie a produção e a liberte do domínio da especulação financeira pura e simplesmente.

Tem um caráter meio terrorista essa tentativa de convencer as pessoas que é preciso fazer um aumento preventivo das taxas de juro para afastar o risco da volta da inflação ou “efeitos da crise externa” (sic).

Não faz nenhum sentido elevar os juros aqui enquanto as taxas estão sendo reduzidas em todo o mundo, o que significaria aumentar ainda mais o diferencial entre as taxas internas e externas. E criar mais dificuldades para a redução de nossa dívida interna.

Uma elevação da taxa básica de juros não teria tanta importância sobre o consumo atual, apenas contribuiria para destruir as expectativas de crescimento e o ânimo de investimento dos empresários que só investem quando sabem que há demanda além de sua capacidade atual de produção.

O que temos de fazer é continuar estimulando fortemente os investimentos para ampliar as exportações industriais, pois são elas que vão garantir o crescimento econômico e o emprego nos anos próximos, enquanto aproveitamos a situação favorável dos preços e da demanda nos mercados mundiais para as nossas exportações agrícolas e minerais.

Atualmente, as energias para o nosso crescimento são basicamente internas; não existe à vista nenhum efeito mais dramático da crise deflagrada nos Estados Unidos em nossa área externa devido à situação confortável das reservas, num nível superior a 190 bilhões de dólares.

No início de 2007, bem longe das vozes pessimistas, apostei num crescimento superior a 5% do PIB devido em grande parte à minha crença na disposição do governo de trazer de volta o setor privado aos investimentos na infra-estrutura básica de rodovias e à sua disposição de superar rapidamente os obstáculos à retomada das obras no setor da energia.

Essa previsão foi reforçada no decorrer do ano com a confirmação das descobertas das reservas de gás e petróleo que nos garantem a autonomia energética pelas próximas três décadas pelo menos.

O governo não decepcionou, não frustrou as esperanças dos empresários e dos trabalhadores: as oportunidades de investimento apareceram, a oferta de empregos cresceu pela primeira vez em quase uma década, refletindo-se na melhoria da renda da população.

Os resultados premiam o homem da fábrica, a supremacia da “formação econômica do assalariado” na definição pitoresca, mas sem dúvida absolutamente pertinente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

As perspectivas para este ano também são otimistas. Estou convencido de que em 2008 repetiremos a dose: o crescimento da economia brasileira será maior que 5%, provavelmente muito próximo de 6%.

O País tem de continuar a incentivar os investimentos para ampliar as exportações industriais.



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