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	<title>Comentários sobre: CASAGRANDE: COMO USAR MELHOR AS RESERVAS</title>
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		<title>Por: Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/casagrande-como-usar-melhor-as-reservas/comment-page-1/#comment-290</link>
		<dc:creator>Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 18:46:43 +0000</pubDate>
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		<description>Colegas,
Sou a favor de criar esses fundos de estabilização cambial.
eu sou a favor de criar esses fundos de estabilização cambial ou fundos soberanos.
eles tem a função de fazer com que a política cambial saia do poder exclusivo do banco central.
como o a presidência banco central é um exigência do setor financeiro que todos os governos do Brasil sempre cederam, esses fundos permitem tirar deles esse poder e passar para seções mais progressistas do governo.
abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Colegas,<br />
Sou a favor de criar esses fundos de estabilização cambial.<br />
eu sou a favor de criar esses fundos de estabilização cambial ou fundos soberanos.<br />
eles tem a função de fazer com que a política cambial saia do poder exclusivo do banco central.<br />
como o a presidência banco central é um exigência do setor financeiro que todos os governos do Brasil sempre cederam, esses fundos permitem tirar deles esse poder e passar para seções mais progressistas do governo.<br />
abraços</p>
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		<title>Por: Rodrigo Loureiro Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/casagrande-como-usar-melhor-as-reservas/comment-page-1/#comment-289</link>
		<dc:creator>Rodrigo Loureiro Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 18:04:27 +0000</pubDate>
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		<description>Prezados

O senador Renato Casagrande (PSB-ES) deveria estar mais preocupado com a administração da política monetária. Em especial com a condução do Banco Central (BC) pelo doutor Henrique Meirelles. Lula também deveria cobrar a tal aceleração do crescimento e não ficar arrumando desculpas para se esquivar do fato de que o Brasil encontra-se entre os lanterninhas do crescimento mundial.

Não há nenhuma necessidade urgente de controle dos fluxos de capitais. Pelo menos não para o curto prazo. No momento, faz-se necessário elevar a formação bruta de capital fixo de 17,4% para 25% do PIB, pelo menos. Só vejo uma forma de se fazer isso responsavelmente e com seriedade: abaixando a Selic gradualmente para pressionar o sistema financeiro a elevar a oferta monetária (M3), hoje em torno de 28% do PIB, regulando-a a partir do compulsório e do IOF, por exemplo.

Entrem na página da CEPAL e confiram as estatísticas disponíveis. Precisamos desacelerar gradualmente o cassino financeiro instalado no Brasil.

E se o respectivo sistema quiser armar uma fuga de capitais do Brasil, basta lembrar ao mesmo que há regras para se comprar dólares. (Aplicar em títulos da dívida norte-americana? Vamos falar sério. Bernanke é ultrakeynesiano.) Creio que o Gustavo Franco engavetou tais regras quando emitiu a famosa &quot;cartilha da sacanagem cambial&quot;, liberalizando a conta de capitais. O doutor Meirelles nem quer saber de tais regras. Podemos sacá-las do limbo em que se encontram no BC? Sim.

O real irá desvalorizar. Tudo bem, melhor para gerarmos superávits nas transações correntes e elevarmos as reservas cambiais. Quanto à questão da inflação, &quot;o medo daquele monstro que nunca morre&quot;, basta dizer que o Brasil é um país mais aberto do que outrora, quando o fenômeno da capacidade ociosa média da indústria gerava inflação de custos em cascata. Refiro-me ao mecanismo de defesa contra a recessão magistralmente descrito por Ignácio Rangel. A capacidade ociosa da indústria de hoje não pode ser avaliada da mesma forma.

Devo ter me esquecido de adicionar algo no texto. É sexta-feira. No entanto, penso ter conseguido demonstrar que a Selic, a taxa básica nominal de juros brasileira, pode ser abaixada gradualmente porque há margens de manobra para tanto na conjuntura presente. Recomendo aos leitores a cartilha do pleno emprego postada neste blog, &quot;momento nacional&quot;.

Li uma análise do Henry Mintzberg, do INSEAD, sobre a questão cognitiva no processo de construção de estratégias organizacionais. Os modelos mentais criam molduras pré-concebidas quanto à realidade e tornam muito difícil em contextos conturbados alterar o paradigma vigente. Creio que isso está acontecendo no Brasil.

Até o Guido Mantega capitulou. Realmente, Lula e os partidos de esquerdas não devem saber o que estão fazendo no governo federal... A oposição e a grande mídia sabem quando blindam o doutor Meirelles das suas críticas ao governo Lula.


Um abraço,

Rodrigo L. Medeiros</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados</p>
<p>O senador Renato Casagrande (PSB-ES) deveria estar mais preocupado com a administração da política monetária. Em especial com a condução do Banco Central (BC) pelo doutor Henrique Meirelles. Lula também deveria cobrar a tal aceleração do crescimento e não ficar arrumando desculpas para se esquivar do fato de que o Brasil encontra-se entre os lanterninhas do crescimento mundial.</p>
<p>Não há nenhuma necessidade urgente de controle dos fluxos de capitais. Pelo menos não para o curto prazo. No momento, faz-se necessário elevar a formação bruta de capital fixo de 17,4% para 25% do PIB, pelo menos. Só vejo uma forma de se fazer isso responsavelmente e com seriedade: abaixando a Selic gradualmente para pressionar o sistema financeiro a elevar a oferta monetária (M3), hoje em torno de 28% do PIB, regulando-a a partir do compulsório e do IOF, por exemplo.</p>
<p>Entrem na página da CEPAL e confiram as estatísticas disponíveis. Precisamos desacelerar gradualmente o cassino financeiro instalado no Brasil.</p>
<p>E se o respectivo sistema quiser armar uma fuga de capitais do Brasil, basta lembrar ao mesmo que há regras para se comprar dólares. (Aplicar em títulos da dívida norte-americana? Vamos falar sério. Bernanke é ultrakeynesiano.) Creio que o Gustavo Franco engavetou tais regras quando emitiu a famosa &#8220;cartilha da sacanagem cambial&#8221;, liberalizando a conta de capitais. O doutor Meirelles nem quer saber de tais regras. Podemos sacá-las do limbo em que se encontram no BC? Sim.</p>
<p>O real irá desvalorizar. Tudo bem, melhor para gerarmos superávits nas transações correntes e elevarmos as reservas cambiais. Quanto à questão da inflação, &#8220;o medo daquele monstro que nunca morre&#8221;, basta dizer que o Brasil é um país mais aberto do que outrora, quando o fenômeno da capacidade ociosa média da indústria gerava inflação de custos em cascata. Refiro-me ao mecanismo de defesa contra a recessão magistralmente descrito por Ignácio Rangel. A capacidade ociosa da indústria de hoje não pode ser avaliada da mesma forma.</p>
<p>Devo ter me esquecido de adicionar algo no texto. É sexta-feira. No entanto, penso ter conseguido demonstrar que a Selic, a taxa básica nominal de juros brasileira, pode ser abaixada gradualmente porque há margens de manobra para tanto na conjuntura presente. Recomendo aos leitores a cartilha do pleno emprego postada neste blog, &#8220;momento nacional&#8221;.</p>
<p>Li uma análise do Henry Mintzberg, do INSEAD, sobre a questão cognitiva no processo de construção de estratégias organizacionais. Os modelos mentais criam molduras pré-concebidas quanto à realidade e tornam muito difícil em contextos conturbados alterar o paradigma vigente. Creio que isso está acontecendo no Brasil.</p>
<p>Até o Guido Mantega capitulou. Realmente, Lula e os partidos de esquerdas não devem saber o que estão fazendo no governo federal&#8230; A oposição e a grande mídia sabem quando blindam o doutor Meirelles das suas críticas ao governo Lula.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Rodrigo L. Medeiros</p>
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		<title>Por: Raphael Padula</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/casagrande-como-usar-melhor-as-reservas/comment-page-1/#comment-288</link>
		<dc:creator>Raphael Padula</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 15:14:45 +0000</pubDate>
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		<description>Como disse comentando em outro post:
A Venezuela tem adotado esta administração menos conservadora de reservas com sucesso, juntamente com os controles de capitais e de câmbio: suas reservas, em vez de se deteriorar paradas e/ou aplicadas em dólar, rendem de 7% a 9%. Além disso, eles criaram o Fonden (fundo para o desenvolvimento Nacional), para onde são direcionadas parte deste &quot;excedente de reservas&quot;, que impulsiona projetos de infra-estrutura (eles investem pelo menos 6% do PIB ao ano, bem acima do 0,5% que nosso PAC prevê). Lembro que, na Venezuela, é sempre presente a pressão de valorização da moeda, devido às exportações petroleiras.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como disse comentando em outro post:<br />
A Venezuela tem adotado esta administração menos conservadora de reservas com sucesso, juntamente com os controles de capitais e de câmbio: suas reservas, em vez de se deteriorar paradas e/ou aplicadas em dólar, rendem de 7% a 9%. Além disso, eles criaram o Fonden (fundo para o desenvolvimento Nacional), para onde são direcionadas parte deste &#8220;excedente de reservas&#8221;, que impulsiona projetos de infra-estrutura (eles investem pelo menos 6% do PIB ao ano, bem acima do 0,5% que nosso PAC prevê). Lembro que, na Venezuela, é sempre presente a pressão de valorização da moeda, devido às exportações petroleiras.</p>
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