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Blog do Desemprego Zero

Cabral acerta com Lula e Picciani chapa com Molon e seu homem de confiança como vice. Paes fica fora

Escrito por Imprensa, postado em 27 dEurope/London março dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: Globo.com

Escrito por Chico Otavio, Fábio Vasconcelos, Dimmi Amora e Gerson Camarotti.

Em almoço que comemorou o aniversário do presidente da Assembléia Legislativa do Rio, deputado Jorge Picciani (PMDB), oferecido nesta terça pelo governador Sérgio Cabral, quem acabou na frigideira foi o secretário estadual de Esporte e Lazer, Eduardo Paes. Ele deixou de ser o candidato de Cabral à sucessão do prefeito Cesar Maia, conforme antecipou Ancelmo Gois em seu blog. Numa articulação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governador acertou com Picciani o apoio do PMDB a um petista na disputa da prefeitura: o deputado estadual Alessandro Molon.

Será uma dobradinha do PT com o PMDB. Para vice na chapa, Cabral indicou o advogado peemedebista Regis Fichtner, secretário estadual de governo. Homem de confiança do governador, une o partido e agrada, inclusive, Picciani.

O almoço no Palácio das Laranjeiras serviu para aparar arestas. Picciani desistiu da aliança com o DEM de Cesar Maia e da pré-candidata Solange Amaral. Mas o acerto entre os dois deverá abrir uma crise no PMDB. Após a divulgação dos resultados do encontro, o ex-governador Anthony Garotinho e o deputado Marcelo Itagiba criticaram a dobradinha e prometeram reagir.

Os dois personagens do acordo, no entanto, recusaram-se a comentar a decisão. Paes se reuniu com o governador e foi avisado que tinha sido preterido. Nesta quarta, Cabral receberá Molon em encontro que também terá Picciani, Regis Fichtner e o presidente estadual do PT, Alberto Cantalice, para acertar os detalhes do acordo.

Garotinho diz que não foi consultado

Cantalice disse que Molon foi o último a saber do acerto. Ao lembrar que o PT fará uma prévia no domingo para tratar do assunto, disse que pretende levar para a direção do PT tudo aquilo que sair da reunião desta quarta.

- Sempre trabalhamos com a perspectiva do apoio do PMDB e do governador. Mas, com essa aliança, a candidatura petista passa a ser a mais forte na disputa.

O ex-governador Garotinho, defensor da aliança com o DEM, disse que Cabral não pode achar que o PMDB fluminense é uma extensão do governo estadual.

- O governador incorre em grande equívoco ao tomar esta atitude sem consultar as bases.

Garotinho advertiu que a aliança do PMDB com o DEM foi aprovada pelo diretório estadual do partido e só pode ser mudada numa reunião do mesmo diretório. Segundo ele, o partido de Cesar Maia fez intervenção em mais de 80 diretórios municipais, para garantir o apoio do partido aos candidatos do PMDB.

- Tomar uma decisão dessa magnitude sem comunicar ao prefeito César Maia seria uma traição, palavra facilmente encontrada no dicionário do governador Sérgio Cabral, mas não no meu – atacou Garotinho.

Logo que soube, Marcelo Itagiba também cobrou uma decisão de partido e não de gabinete:

- Isso contraria a posição do partido, expressa em manifesto da bancada, de que sem aliança marcharíamos com candidatura própria.Teremos de decidir no partido. Rompe-se o acordo? Aceita-se a proposta do governador?

Já o prefeito Cesar Maia evitou a polêmica:

- Cabe aos demais partidos respeitarem a decisão. E cabe ao eleitor decidir.

Dois outros pré-candidatos comentaram o acerto:

- Desejo boa sorte para ele (Molon). Acho que é uma indicação que vai manter o bom nível da campanha – disse o deputado Fernando Gabeira, pré-candidato de uma frente que une PV-PSDB-PPS.

- Eles se merecem e o povo é que não os merece – ironizou o pedetista Paulo Ramos.

Presidente do PSDB diz que confronto entre Alckmin e Kassab é inevitável

De volta de São Paulo, o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), disse nesta terça-feira que o confronto entre o atual prefeito da cidade, Gilberto Kassab (DEM), e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) será inevitável nas eleições municipais deste ano. Segundo ele, a preocupação agora é garantir a união entre os tucanos – divididos entre as duas candidaturas – e trabalhar por uma parceria no segundo turno.

- Voltei convencido de que serão dois candidatos. E todo esforço será feito para que não se crie dificuldades para o segundo turno, e que a vitória final seja de um candidato do nosso campo – confirmou Guerra.

Cúpula do PT tenta lançar Patrus em MG

O Diretório Nacional do PT não vetou oficialmente a possibilidade de aliança entre petistas e tucanos em Belo Horizonte, na reunião de segunda-feira, mas desde terça a cúpula do partido intensificou uma articulação para lançar o ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, como candidato a prefeito da capital mineira. Na resolução aprovada pelo diretório, alianças com partidos de oposição foram consideradas exceções e precisam ser aprovadas pela Executiva Nacional. A intenção do comando do PT, no entanto, é tentar impedir a união do governador tucano Aécio Neves e o prefeito petista Fernando Pimentel em torno da candidatura do secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Márcio Lacerda (PSB). Mas Patrus não deu garantias de que aceita a missão.

- Agora depende do Patrus. Se ele aceita ser candidato a prefeito de Belo Horizonte, consegue unir o PT e as esquerdas em Minas. É a melhor solução – disse o presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP).

Até integrantes do Palácio do Planalto admitiam acordo em torno de Patrus como solução para pacificar os partidos governistas em Minas, insatisfeitos com a parceria de Pimentel com Aécio.

Patrus negou interesse na proposta. Por intermédio de sua assessoria, disse que não está no seu projeto político a prefeitura de Belo Horizonte. Acrescentou que tem “um carinho muito grande” pela capital mineira, mas tem uma missão no ministério. Ressaltou que não tem nada contra a aliança local, mesmo com o PSDB. Voltou a dizer que questiona o modo como o processo foi conduzido.

Já o prefeito Fernando Pimentel divulgou nota à imprensa em que afirma que a decisão do partido não atrapalha a tese que defende no município. Em relação às condições impostas pelo PT para possibilitar as alianças – aprovação do Diretório Nacional e comprovação de que não há relação com a disputa presidencial de 2010 -, Pimentel diz que a medida é compreensível e que irá atendê-la.



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