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	<title>Comentários sobre: ATA DO COPOM REVELA POSSIBILIDADE DE ALTA DOS JUROS</title>
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		<title>Por: Bruno</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/ata-do-copom-revela-possibilidade-de-alta-dos-juros/comment-page-1/#comment-1397</link>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 16:17:07 +0000</pubDate>
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		<description>Rodrigo e Heldo,

Esses comentários seus deveriam ser posts. Porque vocês não mandam textos desses para bethmachadiana@gmail.com publicar aqui no blog.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo e Heldo,</p>
<p>Esses comentários seus deveriam ser posts. Porque vocês não mandam textos desses para <a href="mailto:bethmachadiana@gmail.com">bethmachadiana@gmail.com</a> publicar aqui no blog.</p>
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		<title>Por: Gustavo Santos</title>
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		<dc:creator>Gustavo Santos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 16:06:53 +0000</pubDate>
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		<description>http://desempregozero.org/2008/03/12/a-valorizacao-do-real-o-fim-da-cobertura-cambial-e-a-insistencia-no-neoliberalismo/#comment-1159</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://desempregozero.org/2008/03/12/a-valorizacao-do-real-o-fim-da-cobertura-cambial-e-a-insistencia-no-neoliberalismo/#comment-1159" rel="nofollow">http://desempregozero.org/2008/03/12/a-valorizacao-do-real-o-fim-da-cobertura-cambial-e-a-insistencia-no-neoliberalismo/#comment-1159</a></p>
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		<title>Por: Heldo Siqueira</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/ata-do-copom-revela-possibilidade-de-alta-dos-juros/comment-page-1/#comment-1394</link>
		<dc:creator>Heldo Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 14:45:32 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;8 - O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) na indústria de transformação atingiu 82,7% em dezembro (83,1% em novembro), segundo dados da CNI dessazonalizados pelo Banco Central, e se manteve próximo ao patamar recorde da série. Já a série dessazonalizada pela própria CNI atingiu 83,0%, ante o máximo de 83,1% observado em novembro. Considerando a série sem ajuste sazonal, em dezembro o Nuci situou-se 1,5 p.p. acima do patamar registrado no mesmo mês de 2006, com a taxa média em 2007 de 1,8 p.p., 1,7 p.p. e 1,0 p.p. acima das observadas em 2006, 2005 e 2004, respectivamente. Por sua vez, o Nuci trimestral calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) atingiu 85,3% em janeiro, segundo a série dessazonalizada, 0,6 p.p. abaixo do recorde registrado em outubro de 2007, mas, ainda assim, mantém-se em nível elevado, 3,3 p.p. acima da média histórica. É importante assinalar que os valores de janeiro foram recordes históricos para o Nuci (nas séries iniciadas em 1998) de três das quatro categorias de uso pesquisadas pela FGV, a saber, bens de consumo, bens de capital e material de construção. O Nuci da série mensal da FGV, sem ajuste sazonal, atingiu 84,7% em fevereiro, ante 83,9% no mesmo mês de 2007, com recordes nos segmentos de bens de capital e de material de construção. A redução da capacidade ociosa, em relação às margens usualmente observadas, manifesta-se em diversos setores e ocorre a despeito do aumento substancial do volume de investimentos. De fato, em 2007, a absorção de bens de capital apresentou sólido crescimento (20,3%), consubstanciado no vigoroso incremento das importações (32,1% em volume) e na produção de bens de capital (19,5%). Note-se, ainda, que a produção de insumos para a construção civil aumentou 5,1% no mesmo período, mostrando forte desempenho. Em janeiro, a absorção de bens de capital continuou em expansão (25% em comparação com janeiro de 2007), resultado de incremento de 52,7% no volume das importações e de 14,6% na produção de bens de capital, ao mesmo tempo em que a produção de insumos para a construção civil aumentou 10,7%. Dados recentes sugerem que, embora o investimento venha contribuindo para suavizar a tendência de elevação das taxas de utilização da capacidade, não tem sido suficiente para conter tal processo. Nesse contexto, a maturação tempestiva de projetos de investimento será fundamental para circunscrever os descompassos entre a evolução da oferta e da demanda doméstica no horizonte relevante para a política monetária. A propósito, como assinalado em Notas anteriores das reuniões do Copom, a trajetória da inflação mantém estreita relação com os desenvolvimentos correntes e prospectivos no tocante à ampliação da oferta de bens e serviços para o adequado atendimento à demanda.&quot; (ata da 133ª reunião do COPOM, 2008)

A capacidade instalada em janeiro era 85,3%, quase 15% de capacidade ociosa?! Descompasso entre oferta e demanda?! Só se for pq não tem demanda suficiente!!! É muita cara de pau dessa gente, dizer que existe pressão de demanda e depois escrever isso!!!

Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;8 &#8211; O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) na indústria de transformação atingiu 82,7% em dezembro (83,1% em novembro), segundo dados da CNI dessazonalizados pelo Banco Central, e se manteve próximo ao patamar recorde da série. Já a série dessazonalizada pela própria CNI atingiu 83,0%, ante o máximo de 83,1% observado em novembro. Considerando a série sem ajuste sazonal, em dezembro o Nuci situou-se 1,5 p.p. acima do patamar registrado no mesmo mês de 2006, com a taxa média em 2007 de 1,8 p.p., 1,7 p.p. e 1,0 p.p. acima das observadas em 2006, 2005 e 2004, respectivamente. Por sua vez, o Nuci trimestral calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) atingiu 85,3% em janeiro, segundo a série dessazonalizada, 0,6 p.p. abaixo do recorde registrado em outubro de 2007, mas, ainda assim, mantém-se em nível elevado, 3,3 p.p. acima da média histórica. É importante assinalar que os valores de janeiro foram recordes históricos para o Nuci (nas séries iniciadas em 1998) de três das quatro categorias de uso pesquisadas pela FGV, a saber, bens de consumo, bens de capital e material de construção. O Nuci da série mensal da FGV, sem ajuste sazonal, atingiu 84,7% em fevereiro, ante 83,9% no mesmo mês de 2007, com recordes nos segmentos de bens de capital e de material de construção. A redução da capacidade ociosa, em relação às margens usualmente observadas, manifesta-se em diversos setores e ocorre a despeito do aumento substancial do volume de investimentos. De fato, em 2007, a absorção de bens de capital apresentou sólido crescimento (20,3%), consubstanciado no vigoroso incremento das importações (32,1% em volume) e na produção de bens de capital (19,5%). Note-se, ainda, que a produção de insumos para a construção civil aumentou 5,1% no mesmo período, mostrando forte desempenho. Em janeiro, a absorção de bens de capital continuou em expansão (25% em comparação com janeiro de 2007), resultado de incremento de 52,7% no volume das importações e de 14,6% na produção de bens de capital, ao mesmo tempo em que a produção de insumos para a construção civil aumentou 10,7%. Dados recentes sugerem que, embora o investimento venha contribuindo para suavizar a tendência de elevação das taxas de utilização da capacidade, não tem sido suficiente para conter tal processo. Nesse contexto, a maturação tempestiva de projetos de investimento será fundamental para circunscrever os descompassos entre a evolução da oferta e da demanda doméstica no horizonte relevante para a política monetária. A propósito, como assinalado em Notas anteriores das reuniões do Copom, a trajetória da inflação mantém estreita relação com os desenvolvimentos correntes e prospectivos no tocante à ampliação da oferta de bens e serviços para o adequado atendimento à demanda.&#8221; (ata da 133ª reunião do COPOM, 2008)</p>
<p>A capacidade instalada em janeiro era 85,3%, quase 15% de capacidade ociosa?! Descompasso entre oferta e demanda?! Só se for pq não tem demanda suficiente!!! É muita cara de pau dessa gente, dizer que existe pressão de demanda e depois escrever isso!!!</p>
<p>Abraços</p>
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	<item>
		<title>Por: Rodrigo Loureiro Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/ata-do-copom-revela-possibilidade-de-alta-dos-juros/comment-page-1/#comment-1393</link>
		<dc:creator>Rodrigo Loureiro Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 14:40:09 +0000</pubDate>
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		<description>Prezados

Segundo o ranking elaborado pela Austing Rating, divulgado pela Agência Estado (13/03/2008), o Brasil continua na lanterninha dos emergentes. De FHC a Lula (...) Afinal, macroeconomicamente ambos são muito parecidos. Não iguais, parecidos.

Lula pode até ser mais bem intencionado. No entanto, quando se analisa a política econômica vigente, ele não se diferencia muito do sociólogo que o antecedeu na Presidência da República. Aos números do ranking:

Nos últimos cinco anos, o crescimento médio do conjunto de países avaliados foi de 5,6% ao ano. No resultado final, foi constatado que o Brasil supera apenas Guatemala, México, El Salvador e Haiti. A expansão econômica nesse período, entretanto, supera o crescimento médio verificado nos dois mandatos do presidente Fernando Henrique Cardoso, de 2,3%.

“A gente tem de considerar que o histórico brasileiro ainda é de baixo nível de investimento e elevada taxa de juros”, afirma o economista-chefe da Austin, Alex Agostini. No topo da lista, aparecem a China (crescimento médio de 10,6%), Argentina (8,6%), Índia (8,5%), Venezuela (7,8%) e Ucrânia (7,6%). Enquanto a taxa de investimentos do Brasil em 2007 foi de 17,6% do Produto Interno Bruto (PIB), a chinesa tem estado perto dos 40% nos últimos anos.

Pois bem, o BC do doutor Meirelles já conseguiu convencer o ministro Mantega de que a condução da política monetária está correta. Lula contornou as potenciais discordâncias na área econômica e fez com que o &quot;mercado&quot; respirasse aliviado. O BC brasileiro procura motivos para não abaixar a Selic. Alegaram a alta dos preços dos alimentos. Segundo a FAO, os preços dos alimentos subiram 37% em 2007. Fora da esfera direta de controle do BC brasileiro. São commodities cotadas internacionalmente doutor Meirelles. Além disso, a perspectiva de inflação nos EUA é de 8% a.a. E o doutor Meirelles quer fazer meta de 4,5% a.a. no Brasil. Que se dane a expansão da taxa de ocupação da força de trabalho brasileira (o trabalho formal), 51%, segundo a CEPAL, e o nível de investimento na economia real, atualmente abaixo de 18% do PIB. Lula, a oposição e a grande mídia concordam com Meirelles.

Lula pode realmente não saber o que está fazendo, mas os números do lanterninha dos emergentes revelam a manutenção do subdesenvolvimento.

Alguns acreditam que o programa bolsa família irá resolver problemas dessa natureza no médio prazo. Para quem conhece a qualidade da educação pública oferecida, é muito difícil acreditar nisso. Muitas pesquisas têm sido divulgadas recentemente na imprensa brasileira sobre as deficiências no sistema educacional brasileiro.


Um abraço,

Rodrigo L. Medeiros</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados</p>
<p>Segundo o ranking elaborado pela Austing Rating, divulgado pela Agência Estado (13/03/2008), o Brasil continua na lanterninha dos emergentes. De FHC a Lula (&#8230;) Afinal, macroeconomicamente ambos são muito parecidos. Não iguais, parecidos.</p>
<p>Lula pode até ser mais bem intencionado. No entanto, quando se analisa a política econômica vigente, ele não se diferencia muito do sociólogo que o antecedeu na Presidência da República. Aos números do ranking:</p>
<p>Nos últimos cinco anos, o crescimento médio do conjunto de países avaliados foi de 5,6% ao ano. No resultado final, foi constatado que o Brasil supera apenas Guatemala, México, El Salvador e Haiti. A expansão econômica nesse período, entretanto, supera o crescimento médio verificado nos dois mandatos do presidente Fernando Henrique Cardoso, de 2,3%.</p>
<p>“A gente tem de considerar que o histórico brasileiro ainda é de baixo nível de investimento e elevada taxa de juros”, afirma o economista-chefe da Austin, Alex Agostini. No topo da lista, aparecem a China (crescimento médio de 10,6%), Argentina (8,6%), Índia (8,5%), Venezuela (7,8%) e Ucrânia (7,6%). Enquanto a taxa de investimentos do Brasil em 2007 foi de 17,6% do Produto Interno Bruto (PIB), a chinesa tem estado perto dos 40% nos últimos anos.</p>
<p>Pois bem, o BC do doutor Meirelles já conseguiu convencer o ministro Mantega de que a condução da política monetária está correta. Lula contornou as potenciais discordâncias na área econômica e fez com que o &#8220;mercado&#8221; respirasse aliviado. O BC brasileiro procura motivos para não abaixar a Selic. Alegaram a alta dos preços dos alimentos. Segundo a FAO, os preços dos alimentos subiram 37% em 2007. Fora da esfera direta de controle do BC brasileiro. São commodities cotadas internacionalmente doutor Meirelles. Além disso, a perspectiva de inflação nos EUA é de 8% a.a. E o doutor Meirelles quer fazer meta de 4,5% a.a. no Brasil. Que se dane a expansão da taxa de ocupação da força de trabalho brasileira (o trabalho formal), 51%, segundo a CEPAL, e o nível de investimento na economia real, atualmente abaixo de 18% do PIB. Lula, a oposição e a grande mídia concordam com Meirelles.</p>
<p>Lula pode realmente não saber o que está fazendo, mas os números do lanterninha dos emergentes revelam a manutenção do subdesenvolvimento.</p>
<p>Alguns acreditam que o programa bolsa família irá resolver problemas dessa natureza no médio prazo. Para quem conhece a qualidade da educação pública oferecida, é muito difícil acreditar nisso. Muitas pesquisas têm sido divulgadas recentemente na imprensa brasileira sobre as deficiências no sistema educacional brasileiro.</p>
<p>Um abraço,</p>
<p>Rodrigo L. Medeiros</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/03/ata-do-copom-revela-possibilidade-de-alta-dos-juros/comment-page-1/#comment-1395</link>
		<dc:creator>Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 14:08:01 +0000</pubDate>
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		<description>Minha explicação para isso:
http://desempregozero.org/2008/03/12/disfarcando-o-fiasco/#comment-1146</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Minha explicação para isso:<br />
<a href="http://desempregozero.org/2008/03/12/disfarcando-o-fiasco/#comment-1146" rel="nofollow">http://desempregozero.org/2008/03/12/disfarcando-o-fiasco/#comment-1146</a></p>
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