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Blog do Desemprego Zero

A síndrome do curto prazo

Escrito por Imprensa, postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Publicado originalmente em: Blog do Nassif, em 15/03/2008

Debate focado no combate à inflação é “primitivo”, diz IPEA

Por Janaina Lage

Da Sucursal do Rio (Folha)

O debate econômico focado só no combate à inflação é “primitivo”, na avaliação de Marcio Pochmann, presidente do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), ligado ao governo. “É um debate primitivo ficar prisioneiro da questão inflacionária. Aprendi, quando fiz graduação, que o objetivo da política econômica é o bem-estar do povo. A inflação é um condicionante ao bem-estar da população, mas é preciso ter visão mais ampla”, disse.

Com a divulgação da ata do Copom (Comitê de Política Monetária), cresceram as expectativas do mercado de aumento na taxa básica de juros, atualmente em 11,25% ao ano. O BC chegou a discutir a possibilidade de elevação da Selic na última reunião do Copom, realizada na semana passada.

Para Pochmann, um eventual aumento dos juros agora seria sinônimo de redução de postos de trabalho e desaceleração do investimento. O economista avalia que é justamente o crescimento do investimento o motor de expansão da economia, capaz de criar oferta futura e de impedir o surgimento de pressões inflacionárias. “A economia brasileira cresceu 5,4%. Os juros estão o dobro disso. Esse é o problema da decisão de investimento.”

Pochmann ressaltou que o Federal Reserve (BC dos EUA) leva em conta não só os índices de inflação como também o impacto no mercado de trabalho.

“O Banco Central é um produto do contexto que estamos vivendo, com foco no curto prazo. Estamos olhando o nosso umbigo. Ficamos achando que 5% [de crescimento da economia] é fantástico, mas é fantástico se a gente olhar a mediocridade dos anos anteriores. É pouco diante da potencialidade brasileira e ao que está ocorrendo em outros países”, disse.

Para o presidente do IPEA, se a política de combate à inflação se resumir ao aumento dos juros, o país corre o risco de “matar” a expansão sustentável da economia.



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