A multipolaridade diplomática
Escrito por Imprensa, postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2008
Publicado originalmente em: Blog do Nassif, em 16/03/2008
Por Cida Medeiros
Multipolaridade. Mais contemporâneo impossível. E aí a gente vê pelas respostas algo não algo datado, nem partidário, mas uma consistência ligada à cultura profunda brasileira, nossa vocação para a mediação de conflitos por meios pacíficos inerente em nosso DNA cultural. Não tenho dúvida que estas questões vêm revelando a fortaleza do que somos e como podemos contribuir como povo, como agentes culturais no planeta. Aos poucos nossa baixa auto-estima vai cedendo para a autonomia e liberdade. Somente obtidas pelo exercício do diálogo. É por isto que respeito muito este espaço deste blog, assim como Azenha e muitos outros. Intelectualidade e seu exercício.
Em 2006, li o seguinte trecho:
“O projeto sul-americano reforçará as tendências, já existentes, que apontam para o trânsito da unipolaridade para uma nova multipolaridade na geopolítica mundial. É preciso defini-lo com clareza e viabilizá-lo politicamente. O papel do Brasil é insubstituível. Precisamos deixar para trás a posição ambígua que temos tido e assumir claramente que a unidade da América do Sul tem de ser um elemento-chave da nossa política externa.” Cesar Benjamin para Caros Amigos. Clique aqui para ler
Sobre tema correlato trago a reflexão do professor Evandro Ouriques, Doutor em Comunicação e Cultura pela UFRJ e Pós-Doutor em Cultura de Comunicação, Globalização de Mercados e Responsabilidade Ética. Clique aqui para ler










