A diplomacia brasileira e a Colômbia
Escrito por Imprensa, postado em 4 dEurope/London março dEurope/London 2008
Por Andre Araujo
A crise entre Equador e Colombia se instala em meio ao maior fracasso de uma politica diplomática brasileira na America do Sul desde o fim da Guerra do Paraguai., Uma politica frouxa, inconsequente que produziu os seguintes resultados:
1. Abriu espaço para um regime fascista de esquerda na fronteira norte do Brasil, chefiado por um lider notoriamente desequilibrado, dando-lhe carinho e apoio ao ponto de faze-lo vestibulando no Mercosul
2. Abriu espaço com apoio politico, diplomático e economico a um Governo visceralmente contrário aos interesses estratégicos do Brasil, um governo anti-brasileiro por opção, o de Evo Morales na Bolivia.
3. Está abrindo caminho, por alheiamento e omissão, a um novo Governo anti-brasileiro na fronteira do Brasil, o de Fernando Lugo no Paraguai, que vai causar mais dano aos interesses do Brasil do que Evo Morales.
Lugo, que antes de ser candidato era um bispo de uma das mais pobres dioceses da América do Sul, vivendo literalmente de esmolas, hoje está na onde de uma carìssima campanha, complementada por magnificas viagens ao exteior, em primeira classe, tudo financiado por Chavez, com recursos, ao que tudo indica, passados via Brasil por um conduto politico.
O objetivo da politica exterior de um grande País é promover e defender os interesses a longo prazo desse País e não de dar afagos a companheiros ideológicos de ocasião. A atual diplomacia brasileira está apoiando os piores inimigos do Brasil que surgiram na história da República.
Por castagna maia
Caro Nassif
O Brasil tem um mantido uma política de boa vizinhança até mesmo com a Colômbia, berço dos paramilitares narcotraficantes. Uma das poucas coisas boas desse governo é a política externa que, em boa parte, impediu que ondas maiores da crise do subprime chegassem ao Brasil.
Aparentemente, a vontade do autor do post é que o Brasil intervenha não só na Venezuela, como também no Paraguai. De quebra, poderia intervir no Equador, também.
Gostemos ou não de Chavez, é vizinho. O papel do Brasil é tentar manter o equilíbrio na crise, mesmo tendo um desequilibrado – o Presidente da Colômbia, de costas quentes com os EUA – no comando da crise. Uribe mentiu descaradamente: falou de morte em combate na selva. O Equador identificou violação de seu espaço aéreo. Aí Uribe resolve dizer que Chavez doou 300 milhões de dólares às FARC. O que isso tem a ver com o Equador? Nada. Ou seja, uma coisa nada tem a ver com outra.
A estratégia de Uribe foi a invocar “terrorismo”, ou seja, fazer coro com Bush. Guerrilha é uma coisa, terrorismo é outra. E paramilitares são uma terceira coisa.
O Brasil tentará a mediação. Um conflito na Amazônia só interessa aos EUA, um excelente pretexto para a invasão ou fixação de uma base militar. É hora de bombeiros, e tem sido essa a postura do governo Lula na área externa.
Repito: esse governo já tem erros demais para que lhe sejam imputados outros.











5 dEurope/London março, 2008 as 6:04 am
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