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Blog do Desemprego Zero

Archive for março 28th, 2008

¿Por qué no te callas?

Postado em 28 dEurope/London março dEurope/London 2008

XICO SÁ

Folha de São Paulo, 28/03/2008

Técnico meia-boca, Luis Fernandez acusa Ronaldinho de mau comportamento, e parte do Barça cai nessa

AMIGO TORCEDOR , amigo secador, só os pernas-de-pau, tanto na vida como no futebol, não enfrentam problemas com as baladas. Nem todo craque é baladeiro, óbvio. O Kaká, rapaz direito, prefere gastar parte da sua grana com Deus, no dízimo da sua igreja. A maioria dos grandes artistas, no entanto, traz no sangue um certo gosto pela vida louca.

De Garrincha a Ronaldinho Gaúcho -se é que procede tudo que os conservadores católicos espanhóis dizem-, o destino é o mesmo: o fino da bola e a queda pelo que a vida tem de melhor e mais prazeroso. Claro que essa viagem embute um certo flerte com o abismo. Não é mesmo para pernas-de-pau ou amadores.

Imagina se um anjo torto como o Garrincha tivesse a grana desses meninos de hoje? Nossa Senhora do Perpétuo Socorro! Faria de Maradona, esse patrimônio artístico e cultural da humanidade, um coroinha de sua paróquia. Leia o resto do artigo »

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O medo da inteligência

Postado em 28 dEurope/London março dEurope/London 2008

 Clique aqui para ler

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DÓLAR FRACO AMEAÇA ECONOMIA NORTE-AMERICANA

Postado em 28 dEurope/London março dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris – O diário francês Le Monde destaca uma reportagem que trata do enfraquecimento da moeda reserva de valor do sistema capitalista: o dólar (clique aqui para ler a reportagem). A moeda norte-americana atingiu o seu nível mais baixo, em relação a outras divisas, nos últimos 35 anos. O jornal parisiense destaca a opinião de muitos economistas segundo os quais não se poderá restabelecer a plena confiança na moeda ianque.

Como diria o velho filósofo alemão, a História se repete como farsa. Esta não é a primeira vez que a moeda reserva de valor é questionada pelo mercado financeiro. Na década de 1970, com a crise do petróleo, o colapso do regime de Bretton Woods e a criação dos euromercados, muitos apostavam na derrocada do dólar.

Entretanto, o então presidente do Federal Reserve Bank (o Banco Central dos EUA), Paul Volcker, aumentou repentinamente a taxa básica de juros norte-americana. O dólar valorizou-se rapidamente, os fluxos de capitais fluíram em direção aos títulos de dívida do Tesouro americano e os países periféricos, já endividados, ficaram a ver navios, sem fluxos de dólar e sem liquidez internacional. O resultado foi a quebradeira geral da década de 1980, com moratória e superinflação.

Portanto, não há porque crer que o FED vá abrir mão da diplomacia do dólar forte, se necessário. O mundo de hoje é certamente diferente de outrora. Os mercados financeiros estão liberalizados, os regimes cambiais são flutuantes, a formidável expansão do mercado de derivativos e de sofisticados produtos financeiros torna mais difícil a supervisão da atividade financeira e o grau de alavancagem das operações aumentou significativamente, o que resultou numa correlação de forças entre Estado e mercado que pende mais para o segundo lado.

Não obstante, o governo norte-americano sabe o que representa ser o emissor da moeda reserva de valor do sistema. Mais do que importante economicamente, tal trunfo representa uma arma política. Se, por um lado, é sabido que as condições de intervenção são mais difíceis nos dias de hoje, por outro lado, não se pode subestimar a capacidade de autodefesa da maior potência global. Afinal, dinheiro é poder e poder é dinheiro.

Clique aqui para ler nosso manifesto.

Leonardo Nunes:  Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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obrigado Nassif: A falácia do social-mercadismo

Postado em 28 dEurope/London março dEurope/London 2008

 Publicado originalmente na Coluna Econômica em 26.03.2008

Por Luis Nassif   

Vamos a uma pequena aula sobre a retórica do mercado para justificar juros elevados.

Juros elevados afetam de diversas maneiras a economia como um todo, especialmente os mais pobres: encarecendo o custo dos empréstimos; aumentando a dívida pública; reduzindo recursos disponíveis para saúde, educação; provocando apreciação do real e competição desigual com produção externa.

O grande argumento a favor de juros elevados é o aquecimento da economia e o suposto risco da volta da inflação.  Em geral, alega-se que o Banco Central é obrigado a exagerar nos juros pelo fato de não ter nenhuma medida, de outra natureza, capaz de auxiliar no combate à inflação.

Há dois pontos que explicam esse aquecimento. Um, o aumento dos prazos de financiamento de bens duráveis, especialmente automóveis. O outro, a apreciação do real que, em um primeiro momento, barateia os produtos.

Esta semana, o Ministério da Fazenda apresentou uma alternativa: redução dos prazos de financiamento de veículos, que hoje em dia chegam há 80 meses.

Para os que acreditam em superaquecimento do mercado, a medida tem lógica. Ataca-se um setor específico (o de veículos), onde o aquecimento é maior, uma ferramenta específica (o prazo de financiamento). Alcançado o objetivo de desaquecer as vendas, não haveria necessidade de manter a taxa Selic elevada. E com Selic menor, não haveria tanta apreciação do real. Portanto, atuaria nas duas pontas.

Pode-se discutir a eficácia ou não dessas medidas, ou as propostas alternativas. Mas o objetivo final de qualquer medida anti-aquecimento da economia é… desaquecer a economia. Ou não?

Ocorre que, ao esvaziar os argumentos pró-elevação das taxas de juros, esse tipo de medida impede a manutenção dos altos lucros do mercado. Razão pela qual passou a ser torpedeada pelos porta-vozes do mercado.

Os argumentos invocados são interessantes para se analisar mais de perto os sofismas de que se vale o tal do mercado para justificar juros elevados.

De repente, pessoas que sempre entram em pânico com qualquer sinal de aquecimento da demanda, tornam-se defensores intransigentes do consumo. Uma colega chegou a alegar que “democratizar o crédito é uma questão de cidadania”.

Concordo integralmente. Tanto que utilizei esse argumento em um debate, quando o economista Eduardo Gianetti da Fonseca ousou atribuir os juros altos à imprevidência dos mais pobres – que aceitam quaisquer taxa desde que a prestação caiba no orçamento.

Falou mais ainda: “Para o pobre que compra e paga em dia. Que não desvia dinheiro. Não tem conta em paraíso fiscal. Honra sua dívida porque ter nome limpo na praça é o seu patrimônio mais valioso. Talvez o único”.

Mas é uma demagogia miserável. Lendo assim, parece que tais analistas são contra qualquer forma de restrição ao consumo. Mas não é isso. Eles propõem que o desaquecimento da economia (isto é, a restrição ao consumo pela queda do nível de atividade) se dê através de juros elevados. É procedimento que afeta a atividade econômica como um todo, a renda, o emprego, o investimento. Gera uma notável transferência de renda para os chamados rentistas. Mas é medida apresentada como se fosse uma decisão científica inevitável. Cidadania, direitos, responsabilidade social? Corta essa, companheira!

Retórica de Gustavo

O mestre desse tipo de retórica foi Gustavo Franco. Leia o resto do artigo »

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Crises e hecatombes

Postado em 28 dEurope/London março dEurope/London 2008

Originalmente publicado no Valor Econômico (restrito a assinantes) em 26.03.2008

Por José Luís Fiori*

No início da década de 1970, o economista norte-americano, Charles Kindelberger, formulou uma teoria que exerceu grande influência acadêmica e política, dentro e fora dos Estados Unidos. Segundo Kindelberger, “a economia mundial liberal precisa de um país estabilizador e só um país estabilizador” (Kindelberger, C. (1973) The World in Depression, University of California Press, Berkeley, p: 304). Um país que forneça aos demais, alguns “bens públicos” indispensáveis ao bom funcionamento da economia internacional, como a moeda, o livre-comércio, e a coordenação das políticas econômicas nacionais. O mundo estava vivendo a crise final do Sistema de Bretton Woods, e estava assistindo a derrota dos Estados Unidos na Guerra do Vietnã. E Charles Kindelberger estava preocupado com a possibilidade de uma nova grande crise e depressão que fosse provocada como nos anos 30, pela falta de uma “liderança mundial”. Durante as décadas seguintes, esta “teoria da estabilidade hegemônica” se transformou no denominador comum de um grande debate sobre as “crises” e as “transições” hegemônicas na história do sistema mundial. Incluindo, um grupo de autores marxistas norte-americanos, como Immanuel Wallerstein e Giovanni Arrighi, que atribuem a ordem mundial dos últimos séculos à sucessão de três grandes potências hegemônicas: Holanda, Grã-Bretanha e Estados Unidos. Os participantes deste debate tinham posições teóricas diferentes, mas quase todos compartiam a tese de que os Estados Unidos estariam vivendo seu “declínio hegemônico”, depois da “crise dos anos 70″. E mais recentemente, quase todos consideram que o fracasso americano no Oriente Médio, e o “derretimento do dólar”, neste início do século XXI, fazem parte já agora, de uma “crise terminal” da hegemonia americana. Leia o resto do artigo »

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RESUMO DO DIA – 27/03/2008

Postado em 28 dEurope/London março dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

Política

JB Online: CNI/Ibope: governo Lula tem melhor avaliação desde 2003
O Estadão: ‘Não fico surpreso com mais nada no Brasil’, diz FHC
Reuters Brasil: Para Dilma, governo Lula tornou Brasil país de classe média
Último Segundo: Em Salvador, Maia reza contra dengue e ataca Ministério da Saúde por epidemia

Economia

JB Online: Renegociação da dívida é avanço, diz ministro
O Estadão: BC espera inflação maior que meta, mas Mantega está tranqüilo
Reuters Brasil: País crescerá de 5% a 5,5% ao ano até 2010, diz Mantega
Último Segundo: “Bush, resolva a sua crise”, diz Lula

Internacional

JB Online: Monges tibetanos protestam contra China durante visita de jornalistas
O Estadão: TV argentina diz que governo vai usar soldados contra piquetes
Reuters Brasil: Hillary discorda que corrida por vaga democrata tenha acabado
Último Segundo: Chávez foi ‘pacificador’ de crise entre Colômbia e Equador, diz Lula

Desenvolvimento

BBC Brasil: Petrobras não deve agir como miss vaidosa, diz Lula
O Globo Online: Fundador da JetBlue anuncia nova companhia aérea no Brasil
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD): Projetos do Cerrado receberão US$ 810 mil
Projeto Brasil: Empresas assinam acordo de cooperação técnica para tratar questão da água

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“Toda dona de casa sabe que não pode gastar mais do que ganha”: como subverter o significado do conceito ‘poupança’ para fins conservadores. ** DEBATE III **

Postado em 28 dEurope/London março dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Estamos fazendo há alguns dias um debate sobre princípios de economia e a política do Banco Central. O último post que coloquei nessa linha foi:

DEBATE II, porque o conceito de poupança é subvertido para defender as políticas conservadoras do Banco Central

Agora vamos desenvolver alguns pontos.

É comum economistas dizerem que o Brasil não se desenvolve porque “não tem poupança”.

Também é comum economistas dizerem que os juros no Brasil precisam ser altos porque “assim se estimula a poupança”.

Os economistas estão sempre defendendo a redução do consumo para aumentar a poupança.

Contradizendo esse senso comum, nosso editor Heldo, em um debate recente, levantou um ponto importante: “A questão é que poupança não é o ato de se abster do consumo.”

Macroeconomicamente ele está certíssimo. O ato de se abster do consumo é simplesmente não gerar renda. Se não gera renda, não pode aumentar a renda total da economia, portanto, não aumenta a poupança. Lembremo-nos, poupança é renda menos consumo, o que podemos expressar nessa simples equação: Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Gustavo Santos, Política Brasileira, Política Econômica | 19 Comentários »