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Blog do Desemprego Zero

Archive for março 26th, 2008

ESCLARECIMENTO III pelo Paulo Henrique Amorim do Conversa Afiada

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado no Conversa Afiada 

O colunista Diogo Mainardi – a quem processo no crime e no cível – mentiu sobre o meu novo provedor. (Como se sabe, saí do iG depois de uma operação de “limpeza ideológica” executada por um certo Sr. K. e Caio T. – de Tartufo – Costa.) Por sugestão de meu amigo Luiz Roberto Demarco, fui para um novo provedor, o DHC Outsourcing. Demarco me faz muitas sugestões. Sobre vinhos, por exemplo. Nunca os que toma o ex-ministro Jose Dirceu, porém. Dario Boralli, presidente e fundador da DHC, me autorizou a informar que hospeda centenas de clientes entre algumas das maiores empresas do Brasil da indústria manufatureira, bancos e empresas de mineração. A PHA é a sua mais nova cliente (e provavelmente a mais modesta) do setor de serviços.

Clique aqui e veja os esclarecimentos que o Conversa Afiada já publicou:

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O consumo no início de 2008

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: Terra Magazine

Escrito por Julio Gomes de Almeida

O Banco Central, na Ata de sua última reunião que decidiu pela manutenção da taxa básica de juros em 11,25% a.a., surpreendeu ao anunciar que cogitou um aumento da taxa Selic. O argumento básico ventilado pelo órgão foi que o crescimento da demanda interna tem sido muito elevado. No final de semana foi a vez do Ministro da Fazenda se mostrar preocupado com maior consumo e seus possíveis efeitos sobre os preços. O Ministro acenou com restrições para os prazos dos financiamentos ao consumidor.

Como cabe ressaltar, uma pressão de demanda não acende o perigo da inflação por si só; para que desperte aumentos de preços é necessário que ao lado disso a oferta de bens e serviços na economia não acompanhe a sua trajetória. O ponto básico da avaliação dos riscos de inflação está, portanto, na análise comparativa dos ritmos projetados para a demanda, de um lado, e para a oferta, de outro.

No cotejo das tendências de demanda com a oferta, a evidência das últimas pesquisas da FGV e da CNI vai na direção de que os investimentos realizados no ano passado já se traduzem em aumento de capacidade produtiva, fator que levou ao estancamento dos aumentos do grau de utilização de capacidade que vinham ocorrendo ao longo do ano passado como resultado de um ritmo de expansão da demanda maior do que a oferta doméstica, algo que não se traduziu em pressão sobre os preços devido ao aumento das importações. A propósito, os dados para a importação no primeiro bimestre desse ano, que registram acréscimo na compra de bens de capital ao redor de 50% em comparação com o primeiro bimestre do ano passado, é um indicador forte de aceleração dos investimentos na economia. Leia o resto do artigo »

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Vai que é tua, Patrus

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte Folha Online

A direção nacional do PT não vetou a aliança com o PSDB em Belo Horizonte por falta de condições para fazê-lo, mas, nos bastidores, desencadeou uma operação para convencer Patrus Ananias a disputar a eleição na capital mineira, o que implodiria o romance suprapartidário. O próprio prefeito Fernando Pimentel, defensor maior do acordo com Aécio Neves, declarou diversas vezes que, se o ministro do Desenvolvimento Social quiser ser candidato, a bola será dele.

 

De olho em 2010, Patrus, que já administrou BH, recusou chamados anteriores. Agora, porém, um grupo de petistas liderado por Ricardo Berzoini tenta lhe mostrar que a candidatura não apenas tiraria o partido da sinuca como alavancaria o futuro do ministro.

Alexandre Porto
www.aleporto.com.br

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CABRAL APOIA MOLON!!??

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: O DIA

Escrito por Jan Theophilo dia 25/3/2008

Reviravolta nas eleições do Rio: Cabral une PMDB e PT

Rio – Reviravolta nas eleições municipais do Rio. Após um longo almoço
hoje no Palácio Guanabara, o governador Sérgio Cabral e o presidente da
Assembléia, Jorge Picciani, firmaram um acordo pelo qual explodiram a
aliança entre DEM e PMDB no Rio. Cabral anunciará amanhã ao presidente
Lula que seu candidato às eleições municipais será o deputado petista
Alessandro Molon. Com isso sai derrotado o secretário de Esportes Eduardo
Paes, que trocara o PSDB – onde exercia o cargo de secretário-geral
nacional – para tentar ser o candidato de Cabral nas eleições de outubro.
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Introdução à Cultura Brasileira

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Errata recebemos o comentário abaixo para retificar um erro que cometemos na divulgação do evento.

Olá, sou Renato Costa, coordenador do NEAd Raízes Comunitárias da PUC-Rio e queria retificar a informação de que estamos oferecendo um Curso de História da África. Na verdade,a atividade que acontecerá a partir do dia 05/03/2008 é parte de uma formação na área de Artes, feita em parceria com o Projetro Portinari e direcionada a professores dos Cursos Pre-Vestibulares Comunitários parcerios da PUC-Rio. Essa atividade tem o nome de Introdução à Cultura Brasileira e este ano a acontecerá em três módulos distintos:
1. Cultura africana e cultura indígena (período de 05/03 a 31/05)
2. O Brasil sob o olhar estrangeiro (05/07 a 30/08)
3. Romantismo, Barroco e Rococó (04/10 a 30/08)
Informo ainda que as inscrições para essa etapa de formação encontram-se encerradas.

Como estava escrito:

A partir do dia 5 de Abril, durante os sábados (de abril e maio), o NEAd (Núcleo de Educação de Adultos: Programa de Raízes Comunitárias Raízes Comunitárias da PUC) estará oferecendo um curso sobre História da África, das 9h às 12h. O curso é gratuito.

Destaco ainda que o NEAd também estará oferecendo outros cursos durante o ano, com outras temáticas, como: História indígena no Brasil, Romantismo, entre outros, sempre aos sábados e, pelo que me parece, bimestrais.

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Lançamento de livro

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Hoje, será o lançamento do livro 68 Destinos/Passeata dos 100 Mil, de Evandro Teixeira, na livraria da Travessa, Shopping Leblon 19 horas, com debates e presença.

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Entrevista – ROBERTO MANGABEIRA UNGER

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

”Tenho muitas idéias, só não tenho caneta”

Publicado originalmente na Revista ISTOÉ – Independente, em 25/03/2008

Por Rudolfo Lago e Octávio Costa

O ministro diz que há uma nova classe média no País, mestiça e morena, e defende a idéia de o Estado impor o capitalismo

Pelo corredor, circulam diversos soldados e oficiais. Atrás de uma grande porta de carvalho, do centro de uma ampla sala, emerge um senhor de cabelos brancos cortados à escovinha, forte sotaque americano, terno escuro e grossa corrente de um relógio de bolso presa ao colete. O ministro da Secretaria de Planejamento de Longo Prazo é o primeiro civil a despachar numa sala dentro do prédio do Comando do Exército, na Esplanada dos Ministérios. O excelente relacionamento com as Forças Armadas tem sido uma das maiores surpresas de Roberto Mangabeira Unger na sua primeira experiência de governo. Acadêmico de esquerda, o ministro passou boa parte de sua vida nos EUA, onde se tornou um respeitado professor de direito na Universidade de Harvard – mas nunca deixou de pensar o Brasil. Depois de diversas tentativas de ingressar na política brasileira (foi, por exemplo, guru de políticos como Leonel Brizola e Ciro Gomes), Mangabeira Unger chegou ao poder pelas mãos do vice-presidente José Alencar. Agora, ele tem pela frente alguns desafios. Precisa convencer os brasileiros de que por trás da figura exótica de fala enrolada não há um professor aloprado, mas alguém com conteúdo. E de que suas propostas não são um amontoado de quimeras inexeqüíveis, mas um modelo possível e que pode começar a ser realizado desde já. Os militares parecem ter aceitado as suas idéias. Falta convencer o restante da sociedade. À ISTOÉ Mangabeira Unger explicou seu modelo para o Brasil.

ISTOÉ - Qual é a fórmula que o sr. preconiza para o País?

Roberto Mangabeira Unger – Eu fui convocado pelo presidente para a tarefa de ajudar a formular e debater um novo modelo de desenvolvimento para o País. Tradicionalmente, os setores avançados e internacionalizados da economia brasileira crescem e geram riqueza. E parte dessa riqueza é usada para financiar programas sociais. Agora, a Nação quer mais do que isso. Sou um inconformado com essa visão de Suécia tropical, de que esse é o único modelo possível a ser seguido. É preciso que se busque um modelo de desenvolvimento na ampliação dessas oportunidades de inclusão, não apenas de políticas compensatórias. Meu trabalho divide-se em duas vertentes. A primeira é a da visibilidade prática e política. A segunda é a da fecundidade transformadora. Escolhi essas iniciativas em cinco grandes campos: oportunidade  econômica, oportunidade  educativa, gestão política, Amazônia e Defesa.

ISTOÉ – E na economia, qual é a idéia?

Mangabeira – Estamos trabalhando com os ministros da Ciência e Tecnologia e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio a formulação de uma nova política industrial. Nós temos hoje uma política voltada para as grandes empresas, enquanto a realidade econômica é de um grande número de pequenas empresas e empreendimentos emergentes que não são assistidos. Então, precisamos criar o que chamo de política industrial de inclusão.

ISTOÉ – O que é isso?

Mangabeira – Uma política industrial voltada para o mundo dos emergentes, que compreenda as mudanças que estão acontecendo na economia do País. Crédito, formação de quadros e incremento tecnológico. Isso é fundamental. Nós temos que ter uma Embrapa industrial.

ISTOÉ – Uma Embrapa industrial?

Mangabeira – Uma empresa nos moldes do que faz a Embrapa na agricultura para a difusão de tecnologia industrial. Uma rede que difunda junto aos empresários novas técnicas, modelos e aprimoramento de mão-de-obra. Nós estamos ameaçados de ficar imprensados entre os países de trabalho barato e os países de produtividade alta, sem espaço nem em um nem no outro lado. Eu tenho argumentado que temos de optar pelo lado da valorização do trabalho e não pelo achatamento salarial. Nós não temos futuro como uma China com menos gente. Nós temos que resgatar da informalidade os 60% de trabalhadores brasileiros que trabalham nas sombras, isso é um desastre para o País. Não apenas um desastre econômico, mas político e moral.

ISTOÉ - O que o Sr. chama de estimular não seria uma intervenção do Estado na economia?

Mangabeira – Não é apenas pensar o Estado como interventor na economia, mas como indutor da economia que queremos. Usar o Estado para fazer o mercado. Para estimular e radicalizar a concorrência. Para impor o capitalismo desejado. Para construir o mercado que se quer. Para que mais gente tenha acesso ao mercado, e de mais maneiras. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Econômica, política industrial | 2 Comentários »

Solução do semi-árido nordestino está na gestão da água. Mas para isso é necessário a Transposição do São Francisco?

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Este blog se propõe a ter o maior conjunto de artigos de debates sobre a transposição do São Francisco. Somos a favor, mas colocaremos todos os artigos que sugerirem, sejam eles contra ou a favor.

Nesse espírito, envio o artigo abaixo contrário à Transposição. Mais uma vez baseiam a argumentação pelo romantismo retrogrado que ver o sertanejo sempre com aquele terninho de couro caçando cabras e calangos no sertão.

Romantismo para os outros, porque esses defensores da “vida simples do sertão” adoram ter água encanada, luz elétrica, máquina de levar, geladeira, computador, automóvel, celular, dinheiro para viagens no exterior, etc. E não comem calango nem amarrados.

Nós do Desemprego Zero acreditamos que o sertanejo tem o direito de ter uma vida assim também, se quiser, e que não precisa emigrar para o Rio ou para São Paulo para poder lutar por isso.

Esse artigo é um dos melhores que eu vi contrários à Transposição, pois coloca alguns argumentos técnicos. O primeiro é que o Nordeste já tem muitos açudes. O segundo é que existem plantas e animais resistentes à seca que poderiam ser melhor utilizados.

Vamos à realidade:

  • 1) Como o Carlos Lessa disse no debate que ele fez com o César Benjamin na ABI, esses estoques de água em açudes têm Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento Regional, Gustavo Santos, O que deu na Imprensa, Transposição do São Francisco: redenção ou desastr | Sem Comentários »