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Blog do Desemprego Zero

Archive for março 25th, 2008

Consolidem alternativas na internet antes que grandes grupos fechem as portas,diz Paulo Henrique Amorim

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte:Portal do Mundo do Trabalho

Comentários e dicas de procedimentos práticos

Para participantes livre atiradores, não profissionais e altruístas da internet, recomendo a organização e ampliação de “ações de guerrilha” junto a grupos (especialmente os políticos) e a listas pessoais e institucionais (que devem ser constantemente atualizadas e ampliadas) e a recepção permanente, através de e-mails, de informações e matérias da “mídia alternativa” da internet.

Em relação aos grupos,  indico os numerosos grupos do Yahoo! [ http://br.groups.yahoo.com/ ] e do Google [ http://groups.google.com.br/  e https://www.blogger.com/start ].

Listas para e-mails (que sempre devem ser endereçados e enviados em Cco -cópia oculta-) são compostas com grandes grupos de interesse comum  (como políticos, jornalistas, grupos de comunicação, movimentos sociais, grupos e associações profissionais etc.), além das listas dos contatos pessoais e profissionais específicos.

As ferramentas de pesquisa do Google ( http://www.google.com.br/  )  e do Yahoo! ( http://br.search.yahoo.com/web ) são adequadas para pesquisas iniciais de contatos profissionais.

Obs. 1: Especial cuidado deve ser tomado  para controlar e evitar o envio de mensagens indesejáveis (SPAM).

Profissionais que dependam de e/ou pretendam desenvolver atividades (ofício) de comunicação profissional através da internet necessitarão de compor um “blog” específico e, naturalmente, de cavar patrocínios.

Obs. 2: É prudente estar hospedado em provedores de acesso à internet diversificados  e que tenham base nacional e internacional, endereços de e-mail variados, e é essencial manter ”backups” internos e externos de todos os conteúdos importantes.  Leia o resto do artigo »

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Juro alto, e não preço de commodity, é o problema

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente por Gazeta Mercantil em 24.03.2008

O movimento de queda no preço das commodities era esperado, mas o que ninguém previu foi a sua violência. A rigor, desde janeiro, o mercado convivia com curioso paradoxo. De um lado, eram notórios os sinais de desaquecimento na maior economia do planeta, a norte-americana, e, de outro, o preço das commodities, que deveria recuar nesse cenário, invertera a tendência e os preços dispararam no primeiro mês do ano, apesar de toda a volatilidade no mercado acionário mundial.

Esse paradoxo tinha uma explicação objetiva. Frente aos crescentes indícios de uma recessão nos Estados Unidos, muitos investidores venderam suas posições, tanto de empresas como de títulos da dívida e se refugiaram no que consideraram ativos mais seguros, as commodities mais procuradas, que ofereciam índices de rentabilidade muito altos. O impacto dessas seguidas opções de compra alterou rapidamente os preços desses produtos com seguidas altas. Como sempre o balizador desse processo foram o petróleo, que na segunda semana de março alcançou alta de 5%, e o ouro, que subiu em um único dia dessa semana 3%. Observadas em período mais longo, desde janeiro, outras commodities tiveram altas espetaculares, como o aumento de 40% no preço do cacau entre o início de janeiro e 10 de março, de 38% no café, 34% no gás natural, 29% no trigo e 28% no alumínio.

Essas subidas instantâneas de preço nesses índices constituíam uma autêntica bolha, que quando estoura produz os resultados conhecidos. Com a mesma velocidade da subida, o petróleo caiu na quarta-feira passada 4,51%, a maior queda em um único dia desde 1991, enquanto o ouro perdia 5,9%, o maior recuo em um só dia em 28 anos. Outras commodities já vinham sinalizando queda desde a primeira semana de março e somavam na quarta-feira passada perdas de 19% no caso da soja, de 21% no café, 23% no açúcar e 16% no trigo nesse período. Leia o resto do artigo »

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Perspectivas econômicas da recauchutagem do continuísmo

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Rodrigo Loureiro Medeiros*

O relatório de mercado do Banco Central do Brasil, o Boletim Focus (20/03/2008), vem apontando tendências preocupantes. Segundo as estimativas, há perspectivas de déficits em transações correntes para 2008 (US$-9,75 bilhões) e 2009 (US$-13,00 bilhões). O ritmo de crescimento econômico, por sua vez, deverá sofrer desaceleração nos próximos tempos, 4,5% para 2008 e 4,0% para 2009. Abaixo, portanto, dos 5,4% de 2007.

Onde estariam os efeitos multiplicadores do PAC?

Quanto à Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira, o respectivo relatório aponta para 12,00%a.a., em 2008, e 11,75%a.a., em 2009. Profecias auto-realizáveis? Parece até um reforço, uma espécie de tropa de choque, para Meirelles manter elevada a taxa básica de juros brasileira. Não se pode deixar de notar que as médias das taxas básicas nominais dos países estão na casa de um dígito há algum tempo. Quando se descontam as respectivas inflações nacionais, há taxas básicas reais negativas. Leia o resto do artigo »

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DESINFORMAÇÃO DA GRANDE MÍDIA FACILITA PROLIFERAÇÃO DO AEDES AEGYPTI

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: fazendomedia.com

Escrito por Gustavo Barreto

Um órgão ligado à prefeitura do Rio de Janeiro, com a tarefa de fiscalizar as contas municipais e ignorado pelo prefeito, foi o primeiro a enfatizar: a dengue vem aí. Logo depois o Ministério da Saúde – que também é poder público, lembremos – alertou enfaticamente: está aberto o caminho para o Aedes aegypti. A imprensa alternativa e setores organizados da sociedade civil, atentos aos reais problemas da população no campo da saúde pública, ampliaram: lá vem o mosquito. (Leia ao final carta enviada a César Maia em janeiro)

Nada disso ecoou da forma que deveria. Motivo: a grande imprensa está concentrada nas mãos de poucos e incompetentes políticos – privados ou públicos -, que criam e recriam o noticiário sem qualquer compromisso com o interesse público e chegam tarde demais no foco do problema. A dengue no Rio é mais um entre diversos exemplos gritantes.

No dia 24 de janeiro de 2008, antes mesmo de a epidemia ser reconhecida pelas autoridades mais responsáveis na área de saúde – excluindo, claro, a prefeitura do Rio -, a imprensa alternativa alertou para o fato de que o prefeito César Maia, por meio de seu secretário de saúde à época, não executou ou desviou para outras áreas os recursos que deveriam ir para o controle de vetores – incluindo o mosquito da dengue (leia ao final).

Segundo um relatório deste órgão da própria prefeitura, por exemplo, no exercício de 2006 23% do recurso transferido no próprio exercício (até dezembro), por meio da rubrica Teto Financeiro de Vigilância em Saúde (TFVS), não foram liquidados (utilizados) pela prefeitura. Desceram e simplesmente foram devolvidos, por incompetência gerencial.

 ”Despesas não relacionadas com sua finalidade”
Um montante de aproximadamente cinco milhões e meio de reais deixaram de ser utilizados, considerando-se a parcela transferida já no mês de janeiro, referente ao mês de dezembro de 2006. “Mesmo os recursos utilizados não foram totalmente aplicados adequadamente”, completam os relatores. “Ao analisar as despesas efetuadas no programa de trabalho específico, elencadas no quadro analítico da execução orçamentária, observam-se despesas não relacionadas com sua finalidade”.

Dentro da grande imprensa, o JB online saiu na frente, mesmo que atrasado, no dia 28 de fevereiro e confirmou o que havíamos apontado um mês antes: “Um levantamento da Controladoria-Geral do Município mostra que há tempos o combate ao Aedes aegypti deixou de ser prioridade da Secretaria de Saúde. No ano passado, a pasta pretendia investir R$ 13,7 milhões em programas de vigilância epidemiológica. Gastou apenas R$ 6,7 milhões – 49,3% do que havia planejado”. Completamos: os investimentos são tímidos, quase que insignificantes, e o resultado está aí. Já são até a noite desta quinta-feira (20/3) 23.555 pessoas infectadas e 30 óbitos, a maior parte crianças. Leia o resto do artigo »

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Colômbia, Equador, Venezuela e a teoria da coincidência

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: Valor online (exclusivo para assinantes)

Escrito por Wanderley Guilherme dos Santos *

Houve até quem não percebesse a crise Colômbia versus Equador. E a cenografia não foi modesta: a Colômbia violou o território equatoriano em manobra de busca e destruição de membros das Farc, o Equador ameaçou responder militarmente e a Venezuela, por via das dúvidas, segundo seu presidente, mobilizou tropas na região fronteiriça ao solo colombiano. Isso em menos de 24 horas e sem sinais anteriores do que poderia vir. Tensão no pedaço, alguns mortos, entre eles um alto comandante das Farc e, surpreendente notícia, universitários mexicanos. Pois em menos de uma semana, Brasil, Chile e Argentina promoveram reuniões pacificadoras, isolaram o presidente venezuelano, Hugo Chávez, e dispensaram a intermediação americana. Em um piscar de olhos, para nossa perplexidade, leitores comuns, estava tudo terminado com apertos de mão, sorrisos de boa vontade e abraços gerais em reunião hospedada pela República Dominicana. Quem tirou uma semana de férias no período não encontrará pista ou rastro do acontecido no noticiário dos jornais. Esquisito.

Naturalmente, a diplomacia brasileira e a intervenção do presidente Luiz Inácio foram aplaudidas pela rapidez, discrição e eficiência por uns, enquanto outros consideraram mofina a posição brasileira. Nas televisões e crônicas a invasão colombiana de território do Equador foi transformada em tibieza do Brasil na condenação das Farc. Compreensível e esperado. Leia o resto do artigo »

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Um freio de arrumação

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente Correio Braziliense, em 22/03/2008

Por Vicente Nunes

Com o objetivo de evitar que o forte crescimento do consumo interno leve a uma demanda superior à oferta de produtos, o que poderia provocar reajustes de preços, o governo trabalha em duas frentes: convencer grandes empresas a investirem na ampliação da capacidade de produção e reduzir a oferta de crédito, limitando o prazo dos financiamentos para no máximo 36 meses – hoje, há empréstimos de até 99 meses. Ao longo da próxima semana, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, se reunirá com bancos, siderúrgicas e indústrias para explicar o “freio de arrumação” proposto pelo governo. “Essa velocidade de crescimento da demanda não é saudável. Há hoje um descompasso entre produção e consumo. E o que queremos é equilibrar o jogo”, avisa o ministro.

Conjuntura

Preocupado com o crescimento da demanda acima da capacidade de produção, principalmente devido ao crédito fácil, Fazenda e BC querem reduzir prazos de financiamento e elevar os investimentos

O governo vai usar todos os instrumentos disponíveis para conter o consumo das famílias – hoje, a principal ameaça à inflação – para que o Banco Central não seja obrigado a aumentar a taxa básica de juros (Selic), que, desde setembro do ano passado, está em 11,25%. Os alvos preferenciais para o que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, chama de “freio de arrumação” da economia serão o crédito e os investimentos. De um lado, a meta é reduzir, para no máximo 36 meses, os prazos de pagamento dos empréstimos e dos financiamentos, sobretudo os de automóveis, que chegam a até 99 meses. De outro, o objetivo é convencer as empresas a ampliarem os investimentos nos parques produtivos para que mais mercadorias sejam ofertadas aos consumidores.

A ação comandada por Mantega para manter o crescimento sustentado começará na segunda-feira. O ministro chamou representantes do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS) para um encontro em Brasília. Ele quer saber por que os preços do aço subiram tanto, quais as previsões para a produção do setor e se há riscos de escassez do produto, consumido principalmente pela indústria automobilística, cujas vendas crescem acima de 30%, tornando-se um dos principais focos de inflação. Na quarta-feira, a conversa será com os presidentes dos principais bancos do país. Entre as instituições privadas, já confirmaram presença Márcio Cypriano, do Bradesco; Roberto Setúbal, do Itaú; e Fábio Barbosa, do Santander-Real e comandante da Febraban, a federação do setor. Entre os bancos públicos, estarão presentes Antônio Lima Neto, do Banco do Brasil, e Maria Fernanda Coelho, da Caixa Econômica Federal. Na sexta-feira, em São Paulo, Mantega falará com empresários ligados ao Instituto Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). Leia o resto do artigo »

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O pensamento de Celso Furtado

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Ciclo de conferências sobre O PENSAMENTO DE CELSO FURTADO

O Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento tem o prazer de convidar para o

Ciclo de conferências

O PENSAMENTO DE CELSO FURTADO

a realizar-se em sua sede, no Rio de Janeiro, de 1 de abril

Todas as conferências serão às terças-feiras, das 16h às 18h. a 27 de maio de 2008.

O ciclo é aberto a estudantes, pesquisadores e interessados em geral na obra e no pensamento de Celso Furtado, patrono do Centro.
Por questões de limitação de vagas, os interessados devem se inscrever obrigatoriamente pelo email centro@centrocelsofurtado.org.br até o dia 26 de março.

Será conferido um certificado de presença aos que o desejarem e assistirem ao ciclo completo.

PROGRAMAÇÃO:

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Riqueza concentrada e trabalho em excesso

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado Originalmente na Folha de S. Paulo, em 21.03.2008

Por Marcio Pochmann*

O enfoque do tempo de trabalho e da formação da mão-de-obra precisa ser reconsiderado no Brasil

Para cada R$ 1 de riqueza gerada no mundo a partir do esforço físico do trabalho do homem em 2006, havia R$ 9 de responsabilidade do trabalho de natureza imaterial. Isso é claro quando se considera a composição do PIB (Produto Interno Bruto) acrescido do conjunto de ativos financeiros em circulação no planeta, que permite associar o trabalho imaterial às atividades terciárias da estrutura de produção de riqueza.

Em 1950, por exemplo, a cada R$ 10 de riqueza gerados no mundo, somente R$ 4 provinham do trabalho imaterial. Em menos de três décadas, a riqueza associada ao trabalho imaterial cresceu quase 10%, em média, ao ano, enquanto a do trabalho material aumentou a metade disso.

Assim, destaca-se cada vez mais o papel da revolução e da circulação do capital a proporcionar a mutação transgressora do valor do trabalho na definição das novas formas de riqueza. Nesse sentido, o PIB dos países torna-se mais leve e com elevada produtividade, tendo o trabalho imaterial como principal força geradora de riqueza no mundo.

O que exige, em contrapartida, amplos e constantes investimentos em infra-estrutura, em ciência e em tecnologia aplicada. A economia do conhecimento responde, em síntese, pela potencialidade renovada de fantástica ampliação da riqueza a partir da base industrial consolidada pela estrutura produtiva existente. Leia o resto do artigo »

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