Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2008
Por Bruno Galvão dos Santos*
A Veja desta semana faz uma denúncia gravíssima: o Palácio do Planalto está querendo quebrar o monopólio da Veja de preparar dossiê. A Veja pode grampear divulgar dados sigilosos, divulgar grampos, chantagear. Aliás, uma regra de ouro que deve ser aprendida é: quando a denúncia contra os tucanos e “democratas” é dossiê e o que importa é a (i) legalidade e a “(má) intenção da obtenção e da divulgação do dossiê, quando é favorável ao PSDB/PFL, é relevante apenas o conteúdo da denúncia, não é importante nem mesmo se a denúncia verdadeira ou não.
É interessante que a Grande imprensa (Folha, Globo e Estadão, etc.) repercute denúncias da Veja, mas se calam quando é contra a Veja. È sábado (21/03/2008) às 16:15. A revista deve ter ficado pronta ontem. As denúncias do Nassif, o maior blog da internet não vinculado a revistas e jornais, estão fazendo denúncias gravíssimas a Veja há semanas. Depois dizem que a mídia brasileira não é cartelizada e corporativa.
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Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2008
Fonte: Portal Vermelho
Escrito por Alberto Marques dia 18/03
Indicada por Álvaro Dias para presidente da CPI mista, a senadora tucana Marisa Serrano (MS) foi incisiva ao afirmar que a postura de Dias não se justifica porque os requerimentos de sigilo sequer foram votados.
“O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) quer abortar a CPI. Quer terminar antes da hora porque ele sabe que, se essa CPI se mantiver, muitas contas do governo Fernando Henrique serão auditadas”, denuncia o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), membro da CPI mista dos Cartões. O senador tucano disse, nesta terça-feira (18), que a CPI é uma farsa, principalmente se não quebrar sigilos dos cartões. O parlamentar direitista já prega o esvaziamento da Comissão.
“Não creio que a senadora Marisa Serrano nem o deputado Luiz Sérgio, estejam aqui presidindo e relatando uma farsa”, afirmou o deputado Paulo Teixeira, que criticou o congressista tucano.
Paulo Teixeira lamentou que o senador Álvaro Dias tivesse chegado três horas atrasado, perdendo a oportunidade de se somar, com os parlamentares que estão trabalhando seriamente, para a ampliação dos mecanismos de controle e transparência dos gastos públicos.
O congressista petista explica que o senador tucano insiste na tentativa de desqualificar a comissão para criar um clima que permitiria acabá-la antes da hora. “A continuidade da CPI resultará na auditoria do governo Fernando Henrique”.
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Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2008
Fonte: Agencia carta maior
A economia desregulamentada, a crença cega em mecanismos financeiros de auto-regulação e o padrão monetário amparado no dólar como moeda universal sempre foram tratados como axiomas. Não será agora que serão apresentados como castelos de areia de um discurso falido.
Escrito por Gilson Caroni Filho*
No momento em que dados e análises sobre a economia estadunidense reforçam a percepção que aquele país caminha para a recessão, a grande imprensa que, com unhas e dentes, defendeu o ideário monetarista como expressão única da razão econômica, não só finge que seus cânones passam ao largo da crise como torce para que ela contamine a estabilidade econômica brasileira. Não há sequer esboço de autocrítica, mas a determinação dos que sempre combateram à sombra qualquer caminho alternativo.
Quem analisou o conteúdo da mídia nos cinco últimos anos observou uma postura que se manteve constante. Os elogios de articulistas econômicos conservadores e os editoriais de apoio de setores expressivos da grande imprensa nunca deixavam dúvida quanto à natureza da estratégia. Junto com a defesa intransigente dos que apostavam em uma continuação da política econômica neoliberal tucana assistimos, simultaneamente, em páginas nobres e minutos preciosos de telejornais, a ataques sistemáticos aos setores que se empenhavam em preservar as bandeiras que levaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a duas vitórias eleitorais consecutivas. Leia o resto do artigo »
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Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2008
Fonte: Folha de São Paulo
Escrito por Kennedy Alencar* dia 21/03/2008
O projeto presidencial de Dilma Rousseff não é apenas um testedrive para a sucessão de 2010. É bem mais do que isso. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está disposto a investir pesado politicamente para bancar a candidatura da ministra da Casa Civil. Isso significa tentar persuadir aliados e o próprio PT de que Dilma é o caminho ideal a trilhar.
Um resumo das razões de Lula: Dilma seria a melhor candidata para ganhar ou para perder.
Na hipótese de vitória, Lula seria a âncora política de Dilma durante todo o governo dela. A ministra possui perfil administrativo, mas atua com pouca desenvoltura nas negociações partidárias devido à mistura de temperamento explosivo e inabilidade política. Lula, portanto, seria um tutor político da presidente Dilma.
Outro ponto que conta a favor dela aos olhos de Lula: o presidente costuma dizer que Dilma não tem projeto coletivo. Traduzindo: não é ligada a nenhuma corrente interna do PT, não tem facção política. A corrente de Dilma se chama Luiz Inácio Lula da Silva. O presidente tem extrema confiança em Dilma. Ela, por sua vez, dedica fidelidade canina ao chefe. Para algumas pessoas que já a ouviram falar de Lula na intimidade, ela coloca o presidente numa espécie de pedestal.
Por isso, no caso de Lula desejar ser candidato novamente ao Palácio do Planalto, Dilma seria a pessoa mais confiável para um acordo político nesse sentido. Leia o resto do artigo »
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Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2008
Publicado originalmente no JB Online, em 23/03/2008Por Ludmilla Totinick
Entrevista
Marcio Pochmann
Uma das maiores vilãs do crescimento brasileiro atende pelo nome de financeirização, acredita Marcio Pochmann. O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) alerta para a necessidade de as aplicações em títulos e no mercado de capitais que somam 40% do PIB se tornarem investimentos produtivos. Por causa disso, queixa-se, o Brasil ainda precisa de tudo. Apesar de estar melhor preparado, o país deverá ser afetado pela crise americana, avisa.
O senhor acredita que o Brasil está se comportando bem diante da crise?
Por se encontrar menos vulnerável ao exterior, o Brasil tem tido uma postura bastante favorável ao evitar uma contaminação mais significativa pela crise tanto no âmbito financeiro quanto na economia real. No entanto, ainda não temos uma avaliação completa da capacidade âmbito do governo americano debelar a crise.
Se essa crise atingir proporções ainda maiores, há um plano B para o Brasil?
Certamente o governo brasileiro está acompanhando o desenlance da situação atual e vem considerando justamente para cada situação que ocorre, medidas apropriadas. Não tivemos a necessidade de uma atuação mais efetiva porque o Brasil até esse momento não foi impactado. Mas, certamente, está se considerando essa situação. Em momentos de grave crise como aquela que ocorreu em 1929, soubemos nos posicionar relativamente bem. À época, o Brasil abandonou uma situação de uma economia exportadora para se constituir numa nação mais voltada para o mercado interno. Na década de 70, desencadeamos um segundo plano nacional de desenvolvimento, importante para completar parte da industrialização e permitir que o Brasil reagisse relativamente bem num quadro internacional desfavorável. Hoje, temos condições de tomar as medidas adequadas que permitam ao Brasil se voltar para o mercado interno e evitar situação extremamente grave no país. Crise é uma chance de tomar decisões que levem à mudança. Leia o resto do artigo »
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Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2008
*José Augusto Valente Logística e Transportes
O governo Lula driblou o veto da legislação eleitoral a repasses de recursos federais para obras novas nos três meses que antecedem a escolha dos prefeitos e, sem alarde, listou por decreto quase 1.800 ações do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) que terão seus gastos liberados na reta final das eleições, informa reportagem de Marta Salomon publicada na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal). Leia o resto do artigo »
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Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2008
Convite
1968…40 anos depois…2008
O Núcleo Rio Para Todos convida a você quarenta anos passados, para comemorar mais um aniversário dos movimentos democráticos de 1968.
Dia: 28 de março de 2008 (sexta-feira)
17:00h – Filme “Hércules 56″, de Silvio Da-Rin, no RECINE/2007 premiado como melhor longa-metragem e melhor longa-metragem pelo júri popular.
18:30h – Palestra com Carlos Alberto Muniz, José Dirceu, Maria Augusta Carneiro Ribeiro (Guta) e Vladimir Palmeira.
Local: Associação Scholem Aleichem de Cultura - ASA
Rua São Clemente, 155, Fundos – Botafogo
(em frente a Casa Rui Barbosa)
Contato:
claudialecocq@uol.com.br e rioparatodos@grupos.com.br
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