Postado em 17 dEurope/London março dEurope/London 2008
MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo
Política
Folha Online: Aliança PT-PMDB prevê vice na chapa de Marta e apoio a Quércia para o Senado em 2010
JB Online: Lula eleva tom das críticas e prepara terreno para sucessor
O Globo Online: Com pauta trancada por MPs e obstrução, dias de pouco trabalho e discussão no Congresso
Reuters Brasil: O estilo sem papas na língua do presidente Lula
Último Segundo: Para oposição, “CPI que não quebra sigilo se desmoraliza”
Economia
Folha Online: Sob efeito de crise nos EUA, Bovespa fecha com queda de 3,19%
JB Online: Mercados da Ásia têm pior queda desde agosto de 2007
O Globo Online: Balança comercial teve superávit de US$ 527 milhões na segunda semana do mês
Reuters Brasil: Dow Jones sobe, S&P e Nasdaq caem após compra do Bear Stearns
Último Segundo: Segundo o Dieese, 96% conseguiram repor inflação nos salários
Internacional
Folha Online: Após fim de prazo, China diz que irá lutar por direito territorial
JB Online: Equador diz que só reata relações se Bogotá retirar acusações
Reuters Brasil: Opositor lidera pesquisa eleitoral no Paraguai
Último Segundo: Equador diz que homem em foto com “Reyes” é líder comunista argentino
El País: Strauss-Khan: “La crisis en los mercados provoca riesgos cada vez más serios”
Desenvolvimento
Folha Online: BNDES financia R$ 48,5 milhões para modernização da Petroquímica União
JB Online: Setor industrial descarta risco de pressão inflacionária
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD): No 10º ano, Ethos premia sustentabilidade
Reuters Brasil: Vale, Xstrata e Glencore revisam proposta de aquisição–fonte
Último Segundo: Petrobrás é a maior poluidora de águas do Brasil, diz ONG
Elizabeth Cardoso: editora
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Postado em 17 dEurope/London março dEurope/London 2008

Em breve, apenas 500 grandes empresas controlarão toda a produção mundial e delas apenas cinco delas são brasileiras, mesmo assim ligadas à produção de commodities.
A advertência foi feita pelo presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann, em palestra na UFRJ. “A China quer controlar 150 dessas empresas. E nós?”, indagou, frisando que o Brasil vive um momento de construir uma nova agenda civilizatória, visando à inserção competitiva na globalização e “não pode ficar preocupado apenas com o curto prazo e com o controle da inflação”.
O presidente do Ipea salientou que a financeirização da economia mundial empurra o planeta para uma crise de governança: “Hoje há deslocamento entre a riqueza real e a virtual. Enquanto o produto interno bruto (PIB) mundial é de US$ 48 trilhões, o total de ativos financeiros (capital fictício) já supera os US$ 150 trilhões”, contabiliza Pochmann.
“Diante da fraqueza dos governos e das instituições multilaterais criadas no pós-Guerra, como FMI, ONU, etc. quem vai governar o mundo?”, indagou, acrescentando que “pensar o desenvolvimento” significa refletir sobre o fato que o país possui apenas cinco empresas entre as maiores do mundo, nenhuma ligada à economia do conhecimento. “O Ipea tem a responsabilidade ímpar de pensar o país. Sua atividade é aplicada ao processo decisório do governo e desde sua fundação, em 1964, tem o compromisso de subsidiar as políticas públicas de médio e longo prazo”, afirmou, lembrando que o planejamento, na época, contava com menos recursos que hoje, pois praticamente não havia pós-graduação no país. Leia o resto do artigo »
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Postado em 17 dEurope/London março dEurope/London 2008
Ceci Juruá
Durante os anos 1990 muitas decisões determinantes da repartição da renda nacional foram transferidas aos mercados, como resultado de privatizações de estatais e da mercantilização crescente de bens e serviços outrora orientados para o interesse público e social (transporte público, luz e gás, telefonia, educação, saúde, entre outros).
O setor elétrico, exposto à desnacionalização, à centralização/concentração de capital e aos padrões anglo-saxões de governança corporativa [1] [2], constitui hoje bom exemplo das preferências dos mercados em matéria de distribuição perversa dos frutos do progresso, conforme explicamos neste artigo com base em dados retirados dos demonstrativos financeiros de 2007. Agregando os resultados de três dos maiores conglomerados do setor elétrico, podemos observar a seguinte distribuição do Valor Adicionado (VA) a custo de fatores :
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39% são canalizados para o pagamento de dividendos,
37% destinam-se ao pagamento de juros e de aluguéis,
8% é a parcela poupada (lucros retidos e reservas)
16% é a parte dos trabalhadores
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Os conglomerados selecionados realizaram, em conjunto, valor adicionado superior a R$ 5 bilhões, dos quais 84%, isto é R$ 4,2 bilhões, constituiram remuneração do capital. Comparando-se dividendos pagos com o capital social inscrito nos balanços, é possível estimar que a taxa de remuneração do capital social superou 20%. Ao mesmo tempo, centenas ou milhares de « colaboradores », expressão adotada para designar trabalhadores mal pagos, ficaram com a diminuta parcela de 16% daquele total. Leia o resto do artigo »
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Postado em 17 dEurope/London março dEurope/London 2008
Publicado originalmente em: Valor Online, em 14/03/2008
Por Sérgio Leo e Paulo de Tarso Lyra
Miguel Jorge, ministro do Desenvolvimento: “Precisamos dar mais condições para as exportações brasileiras”
Antes mesmo de divulgar a nova política industrial, o governo já negocia com duas empresas multinacionais a instalação de duas fábricas de equipamentos médicos, como aparelhos de hemodiálise, para substituir importações com os incentivos que deverão ser anunciados em até 15 dias. “A política industrial dará condições para que investimentos estrangeiros produtivos se dêem com mais rapidez e substituam importações”, avalia um dos principais responsáveis pela política industrial, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Miguel Jorge.
“Há pelo menos dois grandes projetos em andamento para fazer com que equipamentos comprados em grande quantidade, até pelo Ministério da Saúde, clínicas e hospitais, sejam produzidos no país.” Miguel Jorge afirmou, no entanto, que não há a intenção do governo brasileiro de repetir o modelo dos anos 70, de substituição de importações como regra geral. Leia o resto do artigo »
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Postado em 17 dEurope/London março dEurope/London 2008
Publicado originalmente em: FolhaNews (restrito a assinantes)
A iniciativa do governo em apresentar medidas para conter a desvalorização do dólar é mais importante do que os resultados efetivos que possam trazer. A avaliação é do diretor do departamento de pesquisas econômicas da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Francini.
“Em que prazo e em que medida as iniciativas terão resultados, não temos como avaliar agora. Mas o mais importante é a atitude, de saber que se isso [as medidas apresentadas ontem] não adiantar, a atitude do governo é de fazer outras coisas para tentar melhorar”, disse Francini. “A sinalização de conter a queda do dólar é o maior alento que a indústria pode ter.” Leia o resto do artigo »
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Postado em 17 dEurope/London março dEurope/London 2008
Publicado originalmente em: Gazeta Mercantil, em 14/03/2008
Por Ana Carolina Saito
Os exportadores brasileiros vêem com bons olhos a iniciativa do governo para conter a desvalorização do dólar. Entretanto, há dúvidas se as medidas anunciadas nesta semana sobre os efeitos no desempenho das exportações e do câmbio. A percepção entre os empresários é de um impacto limitado devido à alta taxa de juros.
Para o vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, as medidas são bem vindas, mas insuficientes. Segundo ele, a cobertura cambial (os exportadores podem deixar 100% da sua receita no exterior) não deve surtir efeitos. “Com os juros altos, todos querem trazer os recursos para o País”, afirma. Na mesma linha, ele considera que a incidência de 1,5% do IOF nas aplicações estrangeiras em investimentos de renda fixa não é suficiente para desestimular a entrada de capital no mercado interno. “Já a isenção da cobrança do IOF de 0,38% sobre as exportações é apenas uma correção. Não terá nenhum impacto”, diz Castro. A medida fazia parte do pacote para compensar o fim da CPMF. Leia o resto do artigo »
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Postado em 17 dEurope/London março dEurope/London 2008
Publicada originalmente na Revista Desafios do Desenvolvimento, na Edição 39, janeiro/2008
Por Jorge Luiz de Souza
Autor de um livro intitulado A Alca – e se posicionando contra -, o embaixador aposentado Rubens Ricupero, ex-secretário geral da Comissão das Nações Unidas para Comércio e Desenvolvimento (Unctad – em inglês, United Nations Conference on Trade and Development), e ex-ministro da Economia no governo Itamar Franco, durante a implantação do Plano Real, tem posições muito definidas sobre a integração internacional e a cooperação para o desenvolvimento. A seguir, algumas dessas opiniões.
Desafios – Mudou o conceito de regionalismo?
Ricupero – Ficou muito mais amplo devido ao avanço da globalização, em termos de comércio, de investimentos e também de fluxos financeiros. Mas permanece válida a idéia de que os acordos regionais são cada vez mais uma opção preferida por muitos países para procurar explorar suas vantagens comparativas e também as vantagens de vizinhança, proximidade e complementaridade. É importante assinalar que os Estados Unidos, o país que mais se beneficiou com a globalização comercial, até os anos 1980 se opunham como princípio a qualquer acordo que não fosse multilateral no âmbito do Gatt (o Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio – em inglês, General Agreement on Tariffs and Trade), e só tinham aberto uma exceção ao caso da Europa por razões estratégico-militares, devido a problemas como a ameaça comunista. Então, assinaram acordo de livre comércio com Israel, com o Canadá, e passaram a ter uma política deliberada de acordos regionais. Leia o resto do artigo »
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Postado em 17 dEurope/London março dEurope/London 2008
Vi o Mundo por Luiz Carlos Azenha
SÃO PAULO – São 22:51 em São Paulo e a bolsa de Tóquio está perdendo 411 pontos. O dólar continua em queda em relação ao yen. A bolsa japonesa está aberta desde as 9 da noite, horário de Brasília. Ou seja, já teve tempo de absorver as notícias dos Estados Unidos e continua em baixa. Se ficar como está será uma segunda-feira terrível nos mercados financeiros.
SÃO PAULO – Este é o prédio da Bear Stearns em Manhattan. As ações da empresa valiam U$ 3,54 bilhões na noite de sexta-feira. Ela acaba de ser vendida em Nova York ao JP Morgan por 236 milhões de dólares, caso contrário declararia falência segunda-feira de manhã. O Banco Central americano anunciou o negócio antes da abertura do mercado em Tóquio, para evitar pânico. Também anunciou uma redução de juros em pleno domingo à noite (para 3,25%) e criou um banco especial para fazer empréstimos às instituições financeiras americanas em condições especiais, que funcionará por seis meses.
Agora são 20:24 em São Paulo. A Bolsa de Tóquio abriu em queda de 400 pontos. Segura na cadeira…
Às 21:33, depois de 33 minutos de negociações em Tóquio o dólar atingiu seu valor mais baixo em relação ao yen dos últimos 12 anos. A Bolsa de Valores de Tóquio caiu pela primeira vez abaixo dos 12 mil pontos desde agosto de 2005. Segue em queda de cerca de 2%.
SÃO PAULO - Das duas, uma: ou a proximidade faz a coisa parecer menor do que é ou só à distância é possível ter uma visão mais ampla do buraco em que está se metendo a economia dos Estados Unidos. Já é possível dizer: o buraco é grande. Se o carro vai capotar ou não é imprevisível. Também é impossível dizer qual será exatamente o impacto no resto do mundo. Leia o resto do artigo »
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