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Blog do Desemprego Zero

Archive for março 12th, 2008

A imprensa e os cartões

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em: CGU – Portal da Transparência, 05/03/2008

Enviado por *Bruno Galvão dos Santos

O ministro-chefe da CGU, Jorge Hage, tem chamado atenção, insistentemente, para os inúmeros erros e exageros cometidos em matérias jornalísticas sobre o uso dos Cartões de Pagamento do Governo Federal, a maior parte delas baseada em dados disponíveis no Portal da Transparência. Esses erros têm levado muita informação deturpada sobre o assunto à sociedade.

Alguns desses erros, decorrentes, sempre, da falta da necessária apuração jornalística dos fatos, foram destacados pelo jornalista Josias de Souza, em seu blog, (Blog Josias de Souza) na últimasegunda-feira, dia 3 de março. Leia a íntegra do comentário de Josias de Souza. Leia o resto do artigo »

Postado em Bruno Galvão, Conjuntura, Política Brasileira | 1 Comentário »

Charge do Frank

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2008

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perversão braba!

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Guerrilheiro que matou Iván Ríos causa polêmica ao exigir recompensa

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2008

Segunda 10 marco, 2008

BOGOTÁ (AFP) – O pagamento de uma recompensa ao guerrilheiro que matou Iván Ríos, um dos sete membros da cúpula das Farc, gerou polêmica na Colômbia entre aqueles que consideram eficaz dar dinheiro a rebeldes que traiam seus chefes e quem acredita que o Estado não deve pagar por nenhum tipo de crime.

O guerrilheiro, que se apresentou como Pablo Montoya – até agora havia sido identificado apenas como ‘Rojas’ -, disse esperar que o governo cumpra a promessa e pague a recompensa oferecida pela cabeça de Ríos,que gerou o conflito Equador Colômbia Venezuela. Leia o resto do artigo »

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E por falar em Rodoanel de São Paulo…

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2008

José Augusto Valente* do Blog Logística e Transporte

O novo “dono” do Rodoanel (Valor Online)

A CCR, presidida por Renato Vale, vencedora do leilão de licitação do trecho Oeste do Rodoanel paulista, busca sócios que fiquem com até 40% da sociedade que será criada para gerir o anel viário.

O desembolso a ser exigido do sócio poderá atingir R$ 250 milhões.

O trecho Oeste do Rodoanel de São Paulo é importante para o fluxo de caminhões, que não precisam entrar na cidade para realizar seus trajetos de passagem. Leia o resto do artigo »

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Dilemas e alternativas ao financiamento das políticas públicas de trabalho e renda no Brasil

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2008

Texto para Discussão do IPEA nº 1313, dezembro/2007

Por José Celso Cardoso Jr.* e Roberto Gonzalez*

Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda (SPETR) é o nome atualmente dado ao conjunto de programas de governo dirigidos ao mercado de trabalho, com os objetivos de: i) combater os efeitos imediatos do desemprego – via transferências monetárias como as previstas no Seguro-Desemprego; ii) requalificar a mão-de-obra e reinseri-la no mercado – por intermédio dos programas de Qualificação Profissional e de Intermediação de Mão-de-Obra; e iii) estimular ou induzir a geração de novos postos de trabalho, emprego e renda – por meio da concessão de crédito facilitado a empresas e/ou trabalhadores que busquem algum tipo de auto-ocupação ou ocupação associada/cooperativada. Leia o resto do artigo »

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Disfarçando o fiasco

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em: O Estado de São Paulo (restrito a assinantes), 05/03/2008

Por Nelson Brasil de Oliveira*

O saldo da balança comercial brasileira tem sido decrescente, mês a mês, desde o segundo semestre de 2007, o que preocupa o governo e a sociedade. Defensores da atual política macroeconômica rapidamente se mobilizaram e alegaram, para justificar o mau resultado, que as importações crescem principalmente em matérias-primas e em máquinas destinadas a modernizar indústrias exportadoras. Tal interpretação veicula a promessa de que, num futuro próximo, a atual tendência se inverterá. Mas não é isso o que se apresenta no nosso horizonte. Como sempre acontece quando o poder quer escamotear suas falhas, os dados estatísticos são manipulados para nos apresentar um cenário falsamente promissor. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Econômica, Propostas de Mudanças para o Banco Central | 6 Comentários »

Meus comentários sobre debate de segunda-feira entre César Benjamin e Carlos Lessa sobre a Transposição do São Franscico

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2008

* José Marcio Tavares

O debate de ontem (10/03/2008) foi muito esclarecedor. Havia duas concepções completamente distintas na mesa.

A concepção do professor Lessa é a de que a migração para a cidade é inexorável.

A de Cesar Benjamim defende que se deve preservar o sertanejo. Para isso, o estado deve melhorar sua vida com “pequenas” obras tais como as das cisternas. Nada de “megalomania”.

Por isso eu achei que ambos estavam corretos em suas explanações. Cada um coerente dentro da sua visão. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, José Marcio Tavares | 3 Comentários »

Campeões de juros, lanternas em competitividade

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2008

Real forte, indústria fraca

Enquanto o ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitia no início da semana preocupação com o “derretimento” do dólar, o presidente Lula declarava, ter autorizado a equipe econômica a tomar medidas contra a deterioração das contas externas.

O economista Miguel Bruno, do Grupo de Conjuntura do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) pondera, porém, que, em vez de decisões em nível microeconômico, o governo poderia simplesmente baixar os juros. E, se necessário, impor algum controle sobre o fluxo de capitais, ainda que temporário. “Voltamos ao topo das taxas do juros do mundo. Juros altos inflam as reservas e contribuem para a queda do dólar. Claro que isso tem impacto na balança comercial. Outra medida, além de baixar os juros, seria restringir a liberalização financeira. Estamos pagando o preço pela desregulação. O detentor do capital vem atrás da lucratividade e da possibilidade de saída a qualquer momento. Então, dirá que não aceita controle.”

“Como bem destacou Keynes, nem tudo que é benéfico em nível microeconômico será bom no plano macro e quanto ao desenvolvimento. Daí a necessidade de atuação do Estado“. Bruno acrescenta que, embora o dólar possa se ajustar no médio prazo, isso pode demorar: “Até lá, quanto da economia será afetado de maneira irreversível?”

Reprimarização financeirizada

O presidente do Ipea, Marcio Pochmann, me disse hoje que o crescimento do PIB acima de 5% em 2007 teve como destaque o desempenho do setor agroexportador e que isto reforça a especialização produtiva em atividades primárias. “Se olharmos o crescimento de forma desagregada, veremos que o setor primário foi o que mais cresceu. Arroz café e milho tiveram variação negativa, enquanto culturas de exportação foram as de melhor desempenho. O crescimento do setor financeiro também indica que o processo de financeirização da economia continua”, avalia.

Pochmann, no entanto, lembra que, do ponto de vista da demanda, foi o investimento quem mais se expandiu. “Já são 41 meses que o investimento cresce o dobro do PIB, enquanto o PIB per capta se expandiu 4%, algo comparável ao período do ‘milagre econômico’, na década de 70.”

Para o presidente do Ipea, isso garante a continuidade da expansão, ao menos este ano. “Daí em diante, vamos continuar dependendo da posição do Banco Central e da situação internacional”, ressaltou, acrescentando que, em termos reais, a taxa de juros caiu muito pouco no país, que voltou ao topo da lista das mais altas do mundo.

 

Microexportadoras em queda livre

O Sebrae informou que, entre 2005 e 2006, o número de pequenas e micro empresas exportadoras caiu 4,4%, em 2006, sobre o ano anterior, de 13.538 para 12.998. Na outra ponta, o vice-presidente da Associação de Comercio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, me disse que, somente em janeiro deste ano, foram criadas 1.935 empresas importadoras, contra 4.339 abertas durante todo o ano de 2007.

“Com esse câmbio, a pequena empresa exportadora é a primeira a sentir. E o número de importadoras poderia ser maior, mas nem todas as pretendentes conseguem autorização oficial para importar“, comentou, identificando uma “volúpia importadora” fomentada pela política cambial. “Na média, as importações já estão crescendo acima de 50%.”

A AEB, segundo seu vice-presidente, ainda mantém a projeção de saldo comercial na faixa dos US$ 30 bilhões, mas desde que os preços das commodities se mantenham elevados. Para 2009, aumentam as incertezas, de acordo com Castro, que não acredita em mudança na política cambial.

Juro inviabiliza política industrial

“A desvalorização do dólar é resultado da maior taxa de juros real do planeta aliada à liberdade de movimentação do capital. Sem mexer nisso, não há como fazer política industrial.” A crítica é da economista Sandra Quintela, do Instituto de Políticas Alternativas para o Cone Sul (Pacs) ao comentar a promessa do governo de lançar uma nova política industrial, em breve:
“Manter esse modelo torna inviável estimular o investimento produtivo, mesmo da parte das multinacionais que operam no país, sem transferência de tecnologia”, pondera.
“É importante voltar a taxar o capital especulativo. Permitir que os exportadores mantenham seus ganhos em dólares mais tempo no exterior não deve dar certo, pois nenhum exportador vai deixar de aproveitar o ganho simultâneo com juros absurdos e com a desvalorização do dólar.”
Sobre a possibilidade de o governo adotar alguma dessas medidas, como se comenta em Brasília, ela avalia que tudo dependerá do presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles: “Ele é o dono da chave do cofre. Como é ligado ao sistema financeiro, é pouco provável que aceite taxar o capital especulativo”, resumiu.

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