Postado em 9 dEurope/London março dEurope/London 2008
Enviado por Maria de Fátima *

Por Thiago de Melo
Artigo 1.
Fica decretado que agora vale a verdade,
Que agora vale a vida
E que de mãos dadas
Trabalharemos todos pela vida verdadeira.
Artigo 2.
Fica decretado que todos os dias da semana,
Inclusive as terças-feiras mais cinzentas,
Têm direito a converter-se em manhãs de domingo. Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London março dEurope/London 2008
A degradação jornalística da revista Veja foi fruto de dois fenômenos simultâneos que sacudiram a mídia nos últimos anos: a mistura da cozinha com a copa (redação e comercial) e o afastamento dos princípios jornalísticos básicos.
Vamos analisar um processo de cada vez.
A copa e a cozinha
Os grupos de mídia sempre tiveram muitos interesses em jogo. Mas, para não contaminar as redações, se procurava tratar em âmbito das cúpulas das empresas. Sempre havia maneiras “técnicas” de vetar determinadas matérias que não interessavam, assim como conferir tratamento jornalístico a matérias de interesse da casa.
Como a avaliação é subjetiva e altamente hierarquizada, bastava o editor ou secretário de redação ou o diretor de redação alegar que a matéria não estava boa, para estabelecer-se um veto técnico – que faz parte dos usos e costumes de todas as redações.
Para administrar esse território delicado, as boas redações jamais prescindiram de comandantes fortes e competentes. Eram os avalistas do jornalismo perante a empresa e da empresa perante a redação. Eles não iam contra a lógica comercial, mas eram os radares, aqueles que informavam até onde se poderia avançar ou não no noticiário sem comprometer a credibilidade da publicação.
Apos a crise cambial de janeiro de 1999, o quadro começou a mudar. Apertos financeiros levaram gradativamente muitas publicações a abrirem mão de cuidados básicos, não só permitindo a promiscuidade entre a copa e a cozinha (redação e comercial), mas também em manobras de mercado. Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London março dEurope/London 2008
Jean-Pierre Langellier, do Le Monde (restrito a assinantes)
* Crônica: “Muito obrigado, Napoleão”, dizem os brasileiros
Todos os brasileiros poderão confirmar: o seu país existe graças a… Napoleão. O Brasil moderno é a conseqüência feliz de um excesso de orgulho imperial. Ele nasceu como nação porque Bonaparte havia obrigado a família real portuguesa a fugir para o outro lado do oceano, rumo à sua imensa colônia. Cem dias mais tarde, a dinastia dos Bragança desembarcava no Rio. Este fato aconteceu dois séculos atrás, em 8 de março de 1808. Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London março dEurope/London 2008
Yuri Armstrong *
( Pequena paródia das vaidades e virtudes da República Tupiniquim )
Tenho que concordar com Zaratustra, quando ele diz que tudo que é para muitos ou para todos resulta em coisa de pouco valor.
De fato aos melhores perfumes, estão reservados os menores frascos e.. os narizes mais refinados.
Em se querendo respirar ar puro, deve-se fugir da multidão… e até mesmo da igreja.
Em verdade, se todo conhecimento fosse acessível a todos, segundo ele, seria o fim do “pensar” .
Tudo que é sublime, supremo. É para poucos.
Vide a arte, mãe de todo pensamento livre. E é preciso ter o espírito livre para se apreciar a arte.
Veja que não significa ser rico para ser um espírito livre. Simplificando bastante seria mais uma questão de ” virtudes “.
Mas quem de vós, falando como Zaratustra, tem virtudes ?
O que é bom é para poucos? Leia o resto do artigo »
Postado em Crônicas, Política Brasileira | 2 Comentários »
Postado em 9 dEurope/London março dEurope/London 2008
Matéria de ontem, no jornal Valor, caderno Agronegócios, pág. B 14, mostra um quadro que pode indicar mudanças estratégicas no mercado da soja brasileira, com sérias repercussões (se for isso mesmo) na matriz de transportes estudada no Plano Nacional de Logística e Transportes – PNLT.
A matéria é sobre o suco de laranja (“Embarques brasileiros de suco de laranja disparam“, para assinantes), mas o que me chamou à atenção foram os números da soja em grãos e da soja processada.

Vejam o quadro abaixo, da referida matéria (clique nele para ampliar e ter mais detalhes).
O que aconteceu com a soja em grão?
Reduziu de US$ 206,6 para 186,2 milhões
O que aconteceu com o farelo de soja (utilizada principalmente para ração animal)?
Aumentou de US$ 142,1 para 229,9 milhões
O que aconteceu com óleo de soja bruto?
Aumentou de US$ 35,1 para 121,3 milhões
Que hipóteses iniciais podemos tecer, a partir desses números? Leia o resto do artigo »
Postado em Desenvolvimento, José Augusto Valente | Sem Comentários »
Postado em 9 dEurope/London março dEurope/London 2008
Caros leitores,

O Blog do Desemprego Zero está concorrendo ao Prêmio iBest na categoria política. Este blog é interativo e busca a participação dos leitores com sugestões, críticas ou comentários.
Nessa linha, também pedimos o seu voto no Prêmio iBest, uma forma de controle dequalidade e de aferição da popularidade deste Blog. Antes de votar, sugerimos que leiam os artigos e posts publicados. Para votar prêmio iBest na figura ao lado.
Muito Obrigado. Editoria Desemprego Zero
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Postado em 9 dEurope/London março dEurope/London 2008
Clique na imagem para ampliar.
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Postado em 9 dEurope/London março dEurope/London 2008
* José Augusto Valente do Blog Logística e Transporte
O Porto de Santos registrou uma movimentação recorde no ano passado de 80,78 milhão de toneladas, segundo a Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo), empresa que administra o porto. Esse volume representou um aumento de 5,9% em relação a 2006. No início do ano, a previsão era de que a movimentação fosse de 78,9 milhões de toneladas.
A participação de produtos exportados foi de 66,65%, com 53.843.434 toneladas, e de importações foi de 26.932.433 toneladas (33,35%).
A Codesp fechou 2007 com lucro líquido de R$ 84,5 milhões. No ano anterior, a empresa havia registrado um prejuízo de R$ 120,8 milhões. Leia o resto do artigo »
Postado em Desenvolvimento, José Augusto Valente | Sem Comentários »