Postado em 6 dEurope/London março dEurope/London 2008
O eleitorado de Hillary nas primárias está fortemente concentrado nos eleitores mais pobres, nas mulheres e nos latinos. O eleitorado de Obama está concentrado nos mais ricos (por incrível que pareça!), nos negros e nos jovens (e dizem que republicanos estão se infiltrando nas primárias democratas e votando por Obama – o sistema eleitoral norte-americano o permite – na tentativa de forçar uma polarização que favoreceria o candidato republicano, em caso de que o confronto final seja entre McCain e Obama). Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London março dEurope/London 2008
Ceci Juruá *
Decorridos mais de 15 anos do início das privatizações de unidades estratégicas do setor público (siderurgia, química e petroquímica, serviços públicos de infra-estrutura), há muitas dúvidas ainda sobre a realização dos objetivos desejados na privatização/ desnacionalização das estatais: eficiência, competitividade e redução da dívida pública. Esta, a dívida pública bruta, interna, passou de R$ 70 para R$ 1.700 bilhões, foi portanto multiplicada por 24. Não houve redução de tarifas nos serviços prestados aos usuários, muito pelo contrário.[1] E fica difícil falar em aumento de competitividade da economia, pois sabemos que um retrógrado modelo agro-negocial exportador vem substituindo nossa trajetória de desenvolvimento centrada na industrialização e no mercado interno.
O resultado mais palpável que aparece nos balanços dos conglomerados herdeiros dos setores estatais é o crescimento dos lucros e a reconcentração perversa da renda nacional. Vejamos um exemplo através dos resultados econômicos-financeiros obtidos em 2007 por uma holding atuante no setor de transportes.
-Lucros equivalentes a 9 vezes o custo de pessoal Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London março dEurope/London 2008

Nesses tempos conturbados, onde nos perdemos pelos impulsos, medos confusões diversas, nada melhor do que nos voltarmos a uma perspectiva de longo prazo. Só assim teremos os pés nos chão para decidir da maneira mais adequada. Não podemos ficar à espera de uma guerra entre Venezuela x Colômbia x Equador. Chegou a hora de ajudar esses países a encontrar a paz até mesmo com suas guerrilhas internas como a Farc. Com esse espírito, sugerimos a leitura do abaixo artigo de:
Samuel Pinheiro Guimarães
Secretário Geral do Itamaraty
19 de julho de 2007
A importância essencial da América do Sul
1. A América do Sul se encontra, necessária e inarredavelmente, no centro da política externa brasileira. Por sua vez, o núcleo da política brasileira na América do Sul está no Mercosul. E o cerne da política brasileira no Mercosul tem de ser, sem dúvida, a Argentina. A integração entre o Brasil e a Argentina e seu papel decisivo na América do Sul deve ser o objetivo mais certo, mais constante, mais vigoroso das estratégias políticas e econômicas tanto do Brasil quanto da Argentina. Qualquer tentativa de estabelecer diferentes prioridades para a política externa brasileira, e mesmo a atenção insuficiente a esses fundamentos, certamente provocará graves conseqüências e correrá sério risco de fracasso. Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London março dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
Há risco de guerra entre Equador x Colômbia x Venezuela e o problema começa com a luta contra as Farca.
A pergunta incômoda do título foi feita no Blog do Mello. A resposta publicada no Blog é a seguinte:
“Porque elas já tentaram isso. Em 1984 firmaram uma trégua com o então presidente da Colômbia Belisario Betancourt. As FARC abandonaram as armas e se transformaram num partido político, União Patriótica (UP).
Resultado: o governo da Colômbia se aproveitou do fato e matou três mil militantes, oito congressistas, dois candidatos presidenciais, 11 prefeitos e 13 deputados regionais”. Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London março dEurope/London 2008
Instituto Humanistas Unisinos
A morte do guerrilheiro Raúl Reyes, ocorrida na madrugada de sábado, dia 01 de março, não é a primeira, mas seguramente é o fato mais importante. As circunstâncias que envolveram a morte do número 2 das Farc causaram crises diplomáticas e estão angariando a atenção – e a preocupação – dos países vizinhos, da América Latina, mas também da União Européia e de organismos internacionaisAs possibilidades de o incidente desembocar numa guerra são remotas, mas não descartadas.O conflito escancara a divisão na América Latina e opõe em campos diferentes a Colômbia, aliada aos Estados Unidos, e os demais países da região, dificultando ainda mais os processos de negociação para se unir o subcontinente. “Esse é o início de uma crise política que pode dividir os países e dificultar projetos de aproximação no futuro”, diz Umberto Celli Jr., professor de Direito Internacional da Universidade de São Paulo (USP).
A maioria dos presidentes da América do Sul desaprovou a operação de Uribe. O governo brasileiro condenou publicamente a Colômbia Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London março dEurope/London 2008
*Bruno Galvão
Seguindo a tradição americanofila, “é a política econômica, estúpido”.Desde que os economistas ultra-ortodoxos da PUC-Rio dominaram a direção da político econômica brasileira, o Brasil vem crescendo bem menos do que os outros emergentes. Não é de estranhar que um dos poucos países que vem acompanhando a mediocridade do crescimento econômico brasileiro seja justamente o México, que também adota as mesmas políticas: superávit primário, banco central só preocupado com inflação e tentativa de manter o câmbio valorizado.
Gráfico – Diferencial de crescimento entre o Brasil e a média dos
emergentes desde o domínio neoliberal
Fonte: FMI

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*Economista pela UFMG, mestre em economia pelo Instituto de economia da UFRJ. Doutorando pela mesma instituição. Meus artigos
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Postado em 6 dEurope/London março dEurope/London 2008
*Bruno Galvão
Como visto no post abaixo, a China está perdendo competitividade por causa da valorização da taxa de câmbio. Desde 2003, a moeda brasileira se valorizou 113% e relação ao dólar. No mesmo período, a moeda chinesa valorizou 16%. Não é a toa que o quantidade exportada pelo Brasil vem crescendo bem menos do que outros países emergentes, enquanto a de importações cresce no ritmo maior do que a da China, apesar do crescimento reduzido do PIB.
Crescimento da quantidade exportada e importada pelo Brasil (média móvel do 4 trimestres)
Fonte: Banco Central do Brasil

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* Economista pela UFMG, mestre em economia pelo Instituto de economia da UFRJ. Doutorando pela mesma instituição. Meus artigos
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Postado em 6 dEurope/London março dEurope/London 2008
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