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Blog do Desemprego Zero

Archive for março, 2008

Monumento lembra estudantes mortos durante a ditadura militar

Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: JB Online

Escrito por Aline Beckstein, Agência Brasil dia 29/03/2008

Um monumento que traz uma bandeira dilacerada e com várias pegadas de vidro, representado os estudantes mortos pela ditadura militar, foi inaugurado na Praça Ana Amélia, no Centro do Rio, nesta sexta-feira, 40 anos após o assassinato do secundarista Edson Luís Lima Souto, que tinha 18 anos. É o primeiro monumento inaugurado em praça pública pela Presidência da República em memória aos mortos e desaparecidos durante o regime militar, segundo o ministro Paulo Vanucchi, da Secretaria Especial de Direitos Humanos.

É um patrimônio protegido por lei, que permite aos transeuntes pararem para perceber que, ao lado de figuras como Tiradentes, Frei Caneca e tantos outros heróis da História brasileira dos séculos 18 e 19, também há muitos heróis do século 20. E o Edson Luís encarnava, melhor do que ninguém, a estupidez da violência do regime ditatorial – disse Vanucchi. Leia o resto do artigo »

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Primeiros “vilões” do trânsito, bondes deixaram as ruas de SP há 40 anos

Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008

 Publicado originalmente no Blog Logística e Transportes, em 31/03/2008

Por José Augusto Valente*

Não é preciso viver em São Paulo para saber que o trânsito é um dos maiores problemas da cidade. Mas o que pouca gente sabe é que os primeiros congestionamentos datam da primeira metade do século passado. Só que em vez do carro, o “vilão” da época era o bonde.

Circulando pelas então estreitas ruas paulistanas, os bondes disputavam o pouco espaço com um número cada vez maior de carros. Além disso, eles quebravam com freqüência e causavam alguns acidentes, levando os primeiros motoristas da cidade à loucura. Com a popularidade em baixa, não demorou muito para os bondes, literalmente, perderem terreno.

No dia 27 de março de 1968, por volta das oito da noite, o carro número 1543 partiu da Vila Mariana em direção a Santo Amaro para fazer a última viagem de um bonde em São Paulo. Para a maioria, uma despedida comemorada. Para alguns poucos, uma oportunidade perdida. Leia o resto do artigo »

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Fiesp insiste em mudar real valorizado

Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008

 Publicado originalmente no Valor Econômico em 31/03/2008.

Por Sergio Leo

Quem pensa que a Fiesp mandou ao arquivo morto as idéias de interferir na persistente valorização do real em relação ao dólar não acompanha Roberto Giannetti da Fonseca, o diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da federação das indústrias paulistas – e um dos mais insistentes defensores de medidas contra a valorização do câmbio. Ele tem mantido, com o governo e os bancos, discussões para, uma medida voltada diretamente a reduzir a pressão do comércio externo sobre a entrada de dólares no país. Chama-se “ACC em reais”, idéia levada pela Fiesp à Febraban e ao Banco Central.

Giannetti defende a construção de um mecanismo financeiro com uso da moeda nacional para permitir ao exportador receber antecipadamente pelas mercadorias destinadas à exportação com financiamento ao comprador – os conhecidos ACC, adiantamento de contratos de câmbio. Hoje, com esses ACC o exportador recebe em reais, no Brasil, de uma instituição financeira que, porém, para conceder o empréstimo, é obrigada a contratar um financiamento no exterior. A proposta de Giannetti elimina o recurso ao financiador externo, e, portanto, à entrada antecipada de dólares no país.

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Mantega adota estilo ziguezague de gestão

Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008

 Divisão de poder provoca idas-e-vindas na área econômica

Publicado no Jornal O Estado de São Paulo em 30/03/2008

Por Lu Aiko Otta

Guido Mantega é um ministro da Fazenda que comanda só uma parte da política econômica. Ele divide o poder, em condições de igualdade, com o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles – que, como ele, é ministro. Os “sócios” procuram conviver pacificamente, mas têm visões diferentes sobre como promover o crescimento da economia brasileira.

Não se trata de um confronto aberto, mas não faltam estocadas de um lado e de outro.

Antes de assumir o Ministério da Fazenda, Mantega era crítico contumaz da política de juros conduzida por Henrique Meirelles. Ao assumir a pasta, há dois anos, interrompeu os ataques. Não significa, porém, que passou a concordar com o Banco Central. Volta e meia, Mantega exibe sinais de desconforto com a política de juros.

A situação se agravou este mês porque o Comitê de Política Monetária (Copom), composto pelos diretores do Banco Central, deixou claro que o aumento das taxas de juros está no radar. A ata da reunião do Copom de março informa que foi cogitado um aumento de 1 ponto de porcentagem na taxa, atualmente em 11,25% ao ano. O Copom volta a se reunir nos dias 15 e 16 de abril e boa parte dos economistas aposta em alta.

Preocupado, o Ministério da Fazenda fez uma manobra para tentar “desarmar” a alta de juros. Segundo fonte do governo, o objetivo era mostrar que há outras formas de conter a inflação, além de elevar os juros. Porém, a operação se mostrou uma trapalhada.

No feriado de Páscoa, assessores qualificados de Guido Mantega fizeram chegar aos principais jornais do País a informação de que o governo está preocupado com o aumento do consumo no mercado interno, que pode provocar inflação. O foco da preocupação estaria na venda de automóveis por crediário. Uma possível medida para “esfriar” a demanda interna, aliviando a pressão inflacionária, seria encurtar os prazos de financiamento, que hoje chegam há 99 meses.

A informação repercutiu mal, pois trombava de frente com todo o esforço feito desde o início do governo, para aumentar o acesso da população ao crédito e ao consumo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reclamou. Mantega recuou.

Na quinta-feira, o diretor de Política Econômica, Mario Mesquita, disse que as operações de crédito, alvo da alternativa sugerida pela Fazenda, não são a principal fonte de pressão da demanda. “A renda, a massa salarial, é tão ou mais importante em algumas regiões e em alguns casos que o crédito”, disse, ao divulgar o relatório trimestral de inflação.

No início deste mês, Fazenda e Banco Central já haviam se estranhado por causa dos juros. Ao comemorar o crescimento de 5,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2007, Guido Mantega comentou: “Estamos derrubando mitos da economia brasileira, como o mito do PIB potencial. Há não muito tempo atrás, dizia-se que não podíamos crescer mais do que 3%. Está provado que podemos crescer mais do que 5% sem gerar pressões inflacionárias”. Leia o resto do artigo »

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15 anos de PSDB estimulam a economia paulista

Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008

PCC fatura 511% a mais em 2 anos e meio

Fonte: AE- Agencia Estado

Escrito por V. R. Fiorini* dia 30/03/08

O faturamento da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) cresceu 511% em dois anos e meio. Mesmo com todo o esforço das autoridades no combate ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro patrocinados pelo crime organizado, o exército de criminosos chefiado por Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, lucra cada vez mais. A organização, que já se havia transformado em atacadista no mercado de cocaína no País, agora dá os primeiros passos no tráfico internacional de entorpecentes e busca um acerto com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

O crescimento dos lucros da organização é atestado em contabilidade apreendida em 28 de fevereiro com Wagner Roberto Raposo Olzon, o Fusca, tesoureiro da facção. Ali, é possível verificar que, em 7 de janeiro, o PCC fechou seu caixa dos 30 dias anteriores com R$ 4,89 milhões arrecadados. Em 2005, quando policiais civis apreenderam a contabilidade da cúpula nas mãos de Deivid Surur, o DVD – que, mais tarde, foi obrigado pela facção a se matar na prisão -, as contas somavam R$ 800 mil mensais e preenchiam 18 páginas de caderno escolar. Agora, ocupam 33 páginas – quatro em forma de planilha.

As contas revelam que o PCC mantém um consórcio de advogados pagos para defender seus interesses. Há 21 profissionais da advocacia relacionados na contabilidade, com salários de até R$ 10 mil mensais.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

* V. R. Fiorini (vrfiorini@yahoo.com.br)

 

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Estratégia continental

Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: Agencia Carta Maior

Escrito por Boaventura de Sousa Santos*

A guerra global contra o terrorismo chegou à América Latina – chegou com o Plano Colômbia, mas a incursão no Oriente Médio provocou algum atraso – e assume aqui as mesmas características que adquiriu em outros continentes: utilizar um aliado privilegiado (seja a Colômbia, Israel ou Paquistão).

Boaventura de Sousa Santos

Sobre a incursão do exército colombiano em território do Equador para eliminar um grupo de guerrilheiros das FARC, parece estar tudo dito; principalmente se parece como um caso encerrado, encerrado com sucesso. Mas a verdade é que não é bem assim. O que é revelado sobre a situação é tão importante quanto aquilo que se oculta.

Primeiro ocultamento: os processos políticos na América Latina questionam o controle continental que os EUA precisam para garantir o livre acesso aos recursos naturais da região. Trata-se de uma ameaça à segurança nacional dos EUA que, diante do fracasso iminente das respostas “consensuais” (livre comércio e concessões para as bases militares), busca uma resposta firme e unilateral. Ou seja, a guerra global contra o terrorismo chega ao continente – chegou com o Plano Colômbia, mas a incursão no Oriente Médio provocou algum atraso – e assume aqui as mesmas características que adquiriu em outros continentes: utilizar um aliado privilegiado (seja a Colômbia, Israel ou Paquistão), ao que, ao longo do tempo, se proporciona ajuda militar e informação de espionagem sofisticados, deixando-o ao abrigo de represálias e permitindo-lhe ações dramáticas de baixo custo e um êxito certeiro; incita-se este aliado ao isolacionismo regional como preço a pagar pela aliança hegemônica. Leia o resto do artigo »

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Dengue? Atravesse a ponte Rio – Niterói

Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: Blog do NOBLAT (opinião de leitor)

Se alguém tem dúvidas sobre a responsabilidade da prefeitura [do Rio no caso da epidemia de dengue] que atravesse a ponte Rio – Niterói.

Niterói tem um programa de médico de família implantado há 15 anos, em sucessivos governos do PDT e PT. A vigilância sanitária combate focos de mosquitos da dengue o ano inteiro.

Nenhuma morte foi registrada em Niterói, e a incidência de casos é muito menor do que no Rio (ajustando a proporção entre as populações).

Niterói ainda atende muitos doentes de cidades vizinhas, como São Gonçalo e Itaboraí. Neste ano, há 13 casos de moradores do Rio que recorreram à rede de saúde de Niterói para serem atendidos.

O governo federal é o mesmo em Niterói e na cidade do Rio de Janeiro. Já os prefeitos são bem diferentes.

Enviada por Juca Duarte

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DESLIGUE A TV. LIGUE-SE NA VIDA

Postado em 31 dEurope/London março dEurope/London 2008

Escrito por Alfredo Pereira dos Santos 

Duas experiências mudaram radicalmente a minha visão no que se refere ao uso de televisão, computadores e videogames, principalmente por parte de crianças. Uma delas foi a leitura do livro “A criança e a TV”, da médica e psicanalista argentina Raquel Soifer. A outra foi a leitura dos textos do professor Valdemar Setzer, que estão disponíveis na internet para quem quiser consultar.

Não é de hoje que se suspeita que haja alguma coisa errada com a TV. O cronista Sérgio Porto, nos anos 60, referia-se a ela como “a máquina de fazer doido” e o sociólogo Betinho a classificou como “a mais fantástica máquina de imbecialização jamais criada”. Outro sociólogo, este norte-americano, Waldo Frank, disse que “a TV está formando gerações de débeis”. Leia o resto do artigo »

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