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	<title>Comentários sobre: FMI PIROU?????? PISAR NO ACELERADOR? Entrevista de Márcio Pochman, do IPEA : &#8220;O problema é o BC&#8221;</title>
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		<title>Por: Rodrigo Loureiro Medeiros</title>
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		<dc:creator>Rodrigo Loureiro Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 16:01:08 +0000</pubDate>
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		<description>Prezados

As idéias do senador Cristovam Buarque e a entrevista do Marcio Pochman são muito ilustrativas. A Educação, um dos pilares de sustentação dos sistemas social-democratas, não vem melhorando no Brasil. Certamente a extensão da cobertura aumentou.

Como acadêmico, sinceramente não conheço nenhuma análise econométrica séria que demonstre a relação positiva entre baixos salários, péssimas condições de trabalho e melhora qualitativa educacional. Afinal, o que se pretende em termos de inserção externa? Vantagens comparativas estáticas ou dinâmicas?

Se a opção for por um modelo de desenvolvimento dinâmico, sustentado, democrático e equitativo, certamente a qualidade da Educação precisa evoluir. O Estado ainda joga um papel importante no desenvolvimento dos países, seja como animador do processo de desenvolvimento econômico ou como construtor de suas bases. Os arranjos institucionais promotores da histórica cooperação entre Estado e agentes privados nacionais são diversos.

As políticas públicas, por sua vez, precisam ser mais eficazes e, para tanto, a administração pública necessita de um maior nível de profissionalização. O episódio recente dos cartões corporativos indica que o amadorismo e o despreparo ainda imperam. Sinceramente, o que se pode esperar em termos de gestão, coordenação e efetiva realização de um governo que possui 40 ministros? Que o BC dê as cartas do Orçamento...


Cordialmente,

Rodrigo L. Medeiros</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados</p>
<p>As idéias do senador Cristovam Buarque e a entrevista do Marcio Pochman são muito ilustrativas. A Educação, um dos pilares de sustentação dos sistemas social-democratas, não vem melhorando no Brasil. Certamente a extensão da cobertura aumentou.</p>
<p>Como acadêmico, sinceramente não conheço nenhuma análise econométrica séria que demonstre a relação positiva entre baixos salários, péssimas condições de trabalho e melhora qualitativa educacional. Afinal, o que se pretende em termos de inserção externa? Vantagens comparativas estáticas ou dinâmicas?</p>
<p>Se a opção for por um modelo de desenvolvimento dinâmico, sustentado, democrático e equitativo, certamente a qualidade da Educação precisa evoluir. O Estado ainda joga um papel importante no desenvolvimento dos países, seja como animador do processo de desenvolvimento econômico ou como construtor de suas bases. Os arranjos institucionais promotores da histórica cooperação entre Estado e agentes privados nacionais são diversos.</p>
<p>As políticas públicas, por sua vez, precisam ser mais eficazes e, para tanto, a administração pública necessita de um maior nível de profissionalização. O episódio recente dos cartões corporativos indica que o amadorismo e o despreparo ainda imperam. Sinceramente, o que se pode esperar em termos de gestão, coordenação e efetiva realização de um governo que possui 40 ministros? Que o BC dê as cartas do Orçamento&#8230;</p>
<p>Cordialmente,</p>
<p>Rodrigo L. Medeiros</p>
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