Postado em 28 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
*Paulo Nogueira Batista Jr.,
na folha de S. Paulo dia 28/2/2008
É preciso cuidar para que esse avanço não seja minado pela alta do real e pela deterioração do balanço de pagamento
NA QUINTA-FEIRA passada, o Banco Central anunciou um “fato inédito em nossa história econômica”: em janeiro, o país passou à condição de credor externo em termos líquidos, isto é, a soma das reservas internacionais e de outros ativos externos do país ultrapassou o valor da dívida externa. A notícia repercutiu bastante no Brasil e mesmo no exterior. Leia o resto do artigo »
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Postado em 28 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Rolf Kuntz
O Estado de S. Paulo
Relaxem, têm dito analistas de comércio exterior. O aumento das importações, argumentam, reflete o crescimento econômico e a expansão dos investimentos. Há muita compra de máquinas e equipamentos e isso resultará em maior eficiência. A redução do superávit comercial é um fenômeno saudável, portanto, e não há motivo para preocupação. E ninguém deve perder o sono, acrescentam, por causa do déficit em conta corrente. O buraco, ainda pequeno, é coberto pelo investimento direto e a posição externa do País é sólida. Afinal, com reservas maiores que a dívida, onde pode estar o perigo? Toda essa conversa seria mais tranqüilizante, no entanto, se duas ou três luzinhas, nesse quadro, não piscassem como sinais de alerta.
A primeira e mais visível dessas luzinhas é o descompasso entre o crescimento das importações e o das exportações. Nos 12 meses terminados em janeiro, as vendas externas, US$ 162,94 bilhões, foram 16,8% maiores que as do período anterior. As compras, US$ 124,49 bilhões, cresceram no mesmo intervalo quase o dobro, 33,3%.Esse foi o resultado geral do período. Na ponta, o descompasso tem aumentado. Na comparação de janeiro de 2008 com janeiro de 2007, as exportações cresceram 20,9%, enquanto as importações se expandiram 45,6%. Leia o resto do artigo »
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Postado em 28 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Por Marina Filgueiras Jorge
Fonte: IPEA – TEXTO PARA DISCUSSÃO No 1327.
Os resultados apresentados, no entanto, indicam, primeiro, que os efeitos indiretos da presença do IED não são tão significativos quanto os efeitos diretos; segundo, não sinalizam a existência de transformação estrutural por conta da penetração do capital estrangeiro; e, terceiro, mostram que há diferenças relevantes entre os setores.
Além disso, esperava-se que o maior investimento em P&D das empresas domésticas, junto ao transbordamento indireto das empresas estrangeiras, afetasse positivamente a produtividade das primeiras, uma vez que a realização de pesquisas em desenvolvimento de produtos e processos pode facilitar o aprendizado do conhecimento tecnológico mais avançado. Nesse sentido, as empresas com maior investimento em P&D deveriam ser as principais beneficiadas por uma eventual transferência de conhecimento de ETNs para empresas domésticas. Os resultados, no entanto, mostraram o contrário. Leia o resto do artigo »
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Postado em 28 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Artigo de Chico Oliveira, publicado hoje na Folha de São Paulo (para assinantes)
Retirado do Depósito do Maia
Concordo com o Chico de Oliveira que há uma enorme semelhança entre Hillary e Obama PT e PSDB (inclusive já ressaltei os problemas e origens dessas semelhanças, segundo minha opinião, CLIQUE). Mas discordo que sejam coisas iguais. O PT tem uma base popular que inevitavelmente o distancia do PSDB. A grande mídia ao menos pensa assim (sobre isso CLIQUE).
Há diferenças importantes entre os políticos, mesmo quando do mesmo partido, se não de macro-ideologia, ao menos de coragem, tolerância, decência e sabedoria. Não diferenciar nesses casos, significa se abster de opinar no curto prazo sobre de coragem, tolerância, decência e sabedoria. O que significa também pode significar perdas no longo prazo, que poderiam estar mais associadas às questões mais estruturais ou de interesse ideológico. Obama, por exemplo, teve coragem de dizer que os EUA precisam rever de forma significativa a posição em relação a Cuba. Vejam o que o Jefferson diz sobre Obama, CLIQUE.
Feitas minhas ressalvas, o texto do Chico de Oliveira é muito interessante e faz críticas corretas ao governo. Confiram:
OBAMA, TOCQUEVILLE E A ILUSÃO AMERICANA
Folha de São Paulo
Francisco de Oliveira
Obama, com seu terninho correto que faz par com o tailleur de Hillary Clinton, é tão parecido com sua rival quanto o PT com o PSDB
TOCQUEVILLE ESTÁ entre os mais reputados teóricos da democracia, e seu livro clássico sobre a democracia na América Leia o resto do artigo »
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Postado em 28 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – O Ministro da Fazenda, Guido Mantega, entregou nesta quinta-feira a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) da reforma tributária ao Congresso Nacional. Além disso, o governo encaminhará um projeto de desoneração de investimentos e de produtos da cesta básica, tais como o óleo de soja e o pão francês.
A proposta inclui a redução do prazo de utilização dos créditos do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre bens de capital e os referentes ao PIS/Cofins. Outro ponto polêmico da reforma é a desoneração da folha de pagamentos das empresas, que agrada à classe patronal, mas desagrada às centrais sindicais, que temem pela redução das fontes de financiamento da Previdência Social.
De fato, a proposta do governo avança em poucos aspectos. Por um lado, simplifica a cobrança de impostos ao unificar tributos. Mas por outro lado, como afirmou a deputada Luciana Genro (PSol-RS), mais parece um remendo fiscal, pois não toca no ponto nevrálgico da estrutura tributária brasileira. Ao invés de taxar, sobretudo, a riqueza e a propriedade, nosso sistema tributário incide predominantemente sobre o consumo, tornando-o extremamente regressivo (clique aqui para ler mais sobre a reforma tributária).
Clique aqui para ler nosso manifesto.
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Postado em 28 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Imprensa
Por César Benjamin
Fonte: Folha de S. Paulo, 23/2/2008
Os EUA acostumaram-se a viver acima dos seus próprios recursos, o que gera passivo crescente e exigirá moratória
DURANTE milênios, as sociedades humanas não conheceram o que hoje chamamos economia, pois as formas de produzir, trocar e adquirir não tinham autonomia. Existiam embutidas em uma ampla rede de instituições e compromissos, sociais e políticos, que lhes conferiam sentido e lhes impunham limites. Mesmo onde havia comércio e dinheiro, eles não estavam articulados de um modo completo e coerente. O estabelecimento da economia como um sistema separado, situado acima dos demais, em posição de comando, foi parte de um processo histórico específico, violentíssimo, que na origem ocorreu em certas partes da Europa e exigiu pesada intervenção estatal. Leia o resto do artigo »
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Postado em 28 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Anderson Marques, engenheiro
Segue uma entrevista com o Cel. Gélio Fregapani, que conhece muito a região. Sua visão é muito simplista e por vezes exagerada, mas ele externaliza algumas opiniões que concordo e que de algum modo assustam não só os ambientalistas, como também muitos que não conhecem a região e são contra a ocupação (ordenada e planejada) e exploração (que tem que ser inteligente e sustentável) de seus recursos naturais, para integrá-la de verdade à nação brasileira.
Militar alerta: a ocupação não é para a Amazônia, é para o nosso país, se quisermos tê-la. Leia o resto do artigo »
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