prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Mapa da recessão nos EUA

Escrito por Rodrigo Medeiros, postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo



  Imprimir  Enviar para Amigo  Adicionar ao Rec6 Adicionar ao Ueba Adicionar ao Linkto Adicionar ao Dihitt Adicionar ao del.icio.us Adicionar ao Linkk Adicionar ao Digg Adicionar ao Link Loko  Adicionar ao Google Adicionar aos Bookmarks do Blogblogs 

« VOLTAR

7 Respostas para “Mapa da recessão nos EUA”

  1. Gustavo falou:

    Legal isso Rodrigo!

  2. Rogério Lessa falou:

    Rodrigo,
    você geralmente acerta na mosca. Ultimamente está melhor ainda. Abs, Rogério

  3. Rodrigo Loureiro Medeiros falou:

    Caros amigos

    O trabalho que estamos realizando é coletivo. Meu único mérito neste blog é pertencer ao grupo de debate.

    Como vocês podem observar no mapa, a situação norte-americana inspira preocupação. O ultrakeynesianismo de Bernanke, chairman do FED, vem agindo para evitar o pior em termos de recessão.

    E no BC do doutor Meireles? Tudo indica que sua diretoria já está buscando motivos para subir a Selic e aumentar a respectiva parcela do orçamento federal para quem vive de juros e amortizações da dívida pública.

    Um abraço,

    Rodrigo L. Medeiros

  4. Heldo Siqueira falou:

    Oi pessoal,

    acho que o Rodrigo levantou um bom assunto para a discussão. Uma questão importante, e que me parece diferente nessa crise, é que a crise não está no fluxo de investimentos, mas no estoque de riqueza. É claro que o estouro de outras bolhas também significa uma desvalorização (basicamente movimentos de correção, depois de supervalorização) de ativos. Entretanto, essa crise se caracteriza pela desvalorização de ativos reais.

    Acho que apenas esse fato já poderia caracterizar essa crise como mais preocupante que as outras. Mas atrelado a isso, está o fato de as famílias estarem endividadas, baseadas em ativos que estão perdendo valor. Quer dizer, a “alavancagem” das famílias (se isso existe), cresceu de uma hora pra outra!

    Não vejo como medidas para manter os fluxos de investimento financeiro (ou mesmo que sejam reais), podem reverter esse panorama. Ou será que a esperança do FED é que os americanos, com mais dinheiro (fruto do afrouxamento tributário e da diminuição da taxa de juros) vão voltar a pagar os preços antigos pelos imóveis? Talvez esteja sendo pessimista demais, mas acho que são questões relevantes.

    Abraços

  5. Rodrigo Loureiro Medeiros falou:

    Prezado Heldo

    Você abordou uma questão que reflete o descompasso de valorização entre ativos financeiros e reais no mundo. Segundo o McKinsey Global Institute, até 1980 ambos se equivaliam em termos de valor de mercado. Vinte anos depois, a relação ativos financeiros/reais triplicou.

    Já escutei que essa crise é fruto do relaxamento monetário empreendido por Alan Greenspan, em sintonia com o Tssouro norte-americano, após o 11 de setembro de 2001. Crédito barato para quem não tem emprego estável e garantias de continuar pagando as prestações. A correção dos preços dos ativos seria a solução.

    Tal fato pode-se dar em um contexto traumático, isto é, recessão.

    Cordialmente,

    Rodrigo L. Medeiros

  6. Heldo Siqueira falou:

    Rodrigo,

    o contexto traumático de recessão em que acontece a correção do preço dos ativos é diferente nesse caso. No caso de ativos financeiros, por natureza voláteis, um aumento da liquidez do sistema significa necessariamente (e redução nas taxas de juros são exatamente isso), que os recursos investidos em ativos que estavam artificialmente elevados vão migrar para outros (gerando outra bolha), enquanto a economia real continua rodando normalmente. Essa é justamente a acusação que fazem contra o Greenspan.

    Nesse caso particular, não se trata de uma diminuição da demanda efetiva (eventualmente ela acontecerá, mas como desdobramento da crise), mas de uma deflação generalizada de ativos reais. Uma rápida mudança de carteiras, passando de posições mais especulativas para outra menos especulativa não resolve. E logo em um dos setores mais básicos da economia (que está intimamente ligado a quase todos os outros), que é a construção civil.

    Acho que a situação é muito grave e que políticas monetárias (ou tributárias) para mexer nos fluxos de investimento não surtirá muito efeito. Acho que as medidas do FED estão mais no sentido de distribuir dinheiro para a população pagar seus compromissos financeiros e para haver uma desvalorização do dólar que diminua o estoque da dívida pública americana. Nesse caso, dois serão os principais efeitos: 1) as reservas internacionais dos países, em dólar, se desvalorizarão (inclusive as brasileiras); e 2) depois de o processo terminado, poderá haver mais um ciclo de endividamento público americano.

    Em resumo, o FED já assumiu que o país está em estagflação e está processando um calote em nível mundial… (o que torna uma burrice ainda maior tentar conter a inflação brasileira com aumento de juros)

    Atenciosamente
    Heldo Siqueira

  7. Rodrigo Medeiros falou:

    Prezado Heldo

    Não vejo contradições entre nós. Apenas observo que sua análise foi além da minha. Você detalhou mais os possíveis desdobramentos do processo em curso. Tudo bem, é ótimo para esse blog.

    Cordialmente,

    Rodrigo L. Medeiros

Faça um comentário

XHTML: Você pode usar essas tags: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>