Este post foi publicado em sábado, 16 dEurope/London fevereiro, 2008 as 4:23 pm e está arquivado em Política Social.
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Creio que a charge retrata bem como certas discussões não são capazes de nos conduzir a lugar algum melhor em termos de desenvolvimento socioeconômico. As políticas públicas precisam garantir a universalização dos serviços essenciais. Indicadores socioeconômicos, por sua vez, são úteis como bases para os processos decisórios da administração pública.
Segundo José Murilo de Carvalho, vivemos as conseqüências da tradição escravocrata (Cf. ‘Cidadania no Brasil’. 9.ed. Civilização Brasileira, 2007). As desigualdades sociais só poderão ser atenuadas a partir de políticas públicas universais: educação de qualidade; saneamento básico; saúde; habitação; emprego/trabalho; renda mínima; etc. Tudo isso consta no rol de propostas das políticas de pleno emprego que defendemos neste blog.
Não será com o “foquismo”, de forte viés assistencialista, que o Brasil irá encontrar-se com o seu destino de grande nação. Faz-se necessário, portanto, elevar a profissionalização da administração pública, pelas vias dos concursos públicos, reduzindo consequentemente o peso das indicações políticas para os cargos de confiança.
Creio que o tema da reforma gerencial do Estado deverá entrar novamente na pauta dos debates políticos.
16 dEurope/London fevereiro, 2008 as 8:35 pm
Das melhoresa charges que já vi.
16 dEurope/London fevereiro, 2008 as 9:20 pm
Muito boa mesmo!
17 dEurope/London fevereiro, 2008 as 4:18 pm
Prezados
Creio que a charge retrata bem como certas discussões não são capazes de nos conduzir a lugar algum melhor em termos de desenvolvimento socioeconômico. As políticas públicas precisam garantir a universalização dos serviços essenciais. Indicadores socioeconômicos, por sua vez, são úteis como bases para os processos decisórios da administração pública.
Segundo José Murilo de Carvalho, vivemos as conseqüências da tradição escravocrata (Cf. ‘Cidadania no Brasil’. 9.ed. Civilização Brasileira, 2007). As desigualdades sociais só poderão ser atenuadas a partir de políticas públicas universais: educação de qualidade; saneamento básico; saúde; habitação; emprego/trabalho; renda mínima; etc. Tudo isso consta no rol de propostas das políticas de pleno emprego que defendemos neste blog.
Não será com o “foquismo”, de forte viés assistencialista, que o Brasil irá encontrar-se com o seu destino de grande nação. Faz-se necessário, portanto, elevar a profissionalização da administração pública, pelas vias dos concursos públicos, reduzindo consequentemente o peso das indicações políticas para os cargos de confiança.
Creio que o tema da reforma gerencial do Estado deverá entrar novamente na pauta dos debates políticos.
Um abraço,
Rodrigo L. Medeiros
18 dEurope/London fevereiro, 2008 as 1:01 am
Concordo com vc Rodrigo!
18 dEurope/London fevereiro, 2008 as 12:11 pm
http://desempregozero.org/2008/02/18/focus-15022008-banco-central-do-brasil/