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Blog do Desemprego Zero

Depois de quase 200 anos, ACABOU A DÍVIDA EXTERNA líquida! Isso significa que temos LIBERDADE para executar políticas DE GERAÇÃO DE RENDA MAIS AMBICIOSAS

Escrito por NOSSOS AUTORES, postado em 22 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Nossos autores

Pela primeira vez, na história do Brasil, as reservas são suficientes para quitar toda a dívida externa do Brasil. O que isso significa? É que o Brasil pode executar políticas monetárias e fiscais expansionistas sem temer que fuga de capitais restrinjam a autonomia política. Mas, infelizmente, ainda os executores da política econômica continuam a agir como se o Brasil tivesse um grande estrangulamento externo. As contas externas mudaram terrivelmente e para melhor. Temos 5 anos seguidos de superávit em conta corrente, reservas suficientes para eliminar toda dívida externa, custo de financiamento externo próximo do custo dos EUA.

Contudo, o comportamento do Ministério da Fazenda e do Banco Central é o mesmo. A preocupação em não desagradar os “investidores” é a mesma. Porque, quando os países emergentes estão crescendo a uma média de 8% ao ano, o Banco Central alega que o máximo que o Brasil consegue é 4,5%? Sempre que o Brasil cresce a 5% o Banco Central ameaça aumentar os juros, mesmo com a inflação abaixo da meta.

No ano passado, o que fez a inflação do Brasil subir foi a elevação dos preços internacionais. E diversos países, como o México e a Turquia, superaram a meta de inflação, sem ter que elevar os
juros. Mas, no Brasil, os economistas que sempre defendem os juros altos afirmam que a inflação subiu porque o Brasil cresceu a 5%, uma das taxas mais baixas entre os principais países emergentes. Em geral, a taxa de juros real dos países emergentes fica entre 2% e 3% ao ano, porque o Brasil não pode ter uma taxa real menor do que 7% ao ano? Por muito tempo, a
hipótese de que o Brasil tem uma forte e permanente restrição externa blindou a política monetária ultra-conservadora do Brasil, apesar de países com inflação e contas externas piores que o Brasil, terem taxas de juros bem inferiores.

Espero que essa notícia ajude a eliminar a blindagem do conservadorismo do Banco Central. O Lula em geral nega qualquer intenção de mudar a orientação da política econômica, argumentando que quer evitar “marola”. Parece que o governo pensa como se tivéssemos em 2002. Naquela
época, o Brasil necessitava da entrada de bilhões de dólares para honrar suas obrigações. A situação atual é completamente outra. Mas, para os executores da política econômica, a situação é a mesma. O governo brasileiro tem a oportunidade de acelerar o crescimento da economia, do
emprego, ampliar a qualidade da saúde pública e educação do país. Com a oportunidade de fazer isso, é um crime não fazê-lo.

Leiam na notícia sobre isso:

Reservas superam dívida e Brasil torna-se credor externo

pela 1ª vez, diz BC

ANA PAULA RIBEIRO
Folha Online, em Brasília

O Banco Central estima que as reservas internacionais já superam o total da dívida externa e que, dessa forma, o Brasil tornou-se um credor externo pela primeira vez. Essa condição deve-se à melhora das contas externas desde 2003, segundo análise que consta do boletim “Indicadores
de Sustentabilidade Externa do Brasil – Evolução Recente”, divulgado nesta quinta-feira.

“[A dívida líquida externa] passou de US$165,2 bilhões, ao final de 2003, para US$ 4,3 bilhões, estimativa para 2007. No primeiro mês de 2008, já se estima que esse montante se tornará negativo em mais de US$ 4 bilhões, significando que, em termos líquidos, o país passou a credor externo, fato inédito em nossa história econômica”, relata o documento.

A dívida externa total líquida resulta quando se reduz da dívida externa bruta os ativos que o país possui no exterior, que basicamente são as reservas internacionais.

Reservas

Ao final de 2007, as reservas estavam em US$ 180,3 bilhões, um crescimento de 110% no ano. A expansão foi consequência, principalmente, das compras de dólares efetuados pelo BC ao longo do ano passado.

Entre 2003 e 2007, período de análise do documento, as compras chegaram a US$ 141,3 bilhões, sendo que 55,6% desse total foi realizado no ano passado.

O relatório destaca ainda a elevação do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil quando expresso em dólares. Esse indicador é visto pelo BC como um dos principais para mensurar a sustentabilidade externa do país.

O PIB em dólares passou de US$ 504,4 bilhões em 2002 para US$ 1,310 trilhão (valor estimado) no ano passado. Esse crescimento deve-se, principalmente, à valorização do real frente ao dólar.

A dívida bruta em relação ao PIB passou de 41,8% em 2003 para 15,1% em 2007. Considerando a dívida líquida, a relação passou de 32,7% para 0,3%.

Liquidez global

Para o BC, essa trajetória foi possível devido a melhoras na política econômica e também a uma situação de liquidez global.

“A implementação de políticas macroeconômicas consistentes e a confortável liquidez global propiciaram ingressos recordes de divisas no país, enquanto o desempenho das empresas exportadoras e o dinamismo da economia mundial se traduziram em resultados recordes para as
exportações, a balança comercial e as transações correntes”, afirma o documento.

Clique aqui para ler nosso manifesto.

Clique aqui para ler sobre Políticas de Pleno Emprego.



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2 Respostas para “Depois de quase 200 anos, ACABOU A DÍVIDA EXTERNA líquida! Isso significa que temos LIBERDADE para executar políticas DE GERAÇÃO DE RENDA MAIS AMBICIOSAS”

  1. Gustavo dos Santos (meus artigos clique) falou:

    Muito interessante!!

  2. Gustavo dos Santos (meus artigos clique) falou:

    É isso aí!!
    o governo deveria ter coragem e tomar vergonha na cara e deixar de usar notícias fantásticas como essa (não temos mais dívida externa líquida) apenas como mero marketing político!
    O governo fica comerando notícias como essa apenas para tentar gerar uma notícia boa nos jornais. O governo Lula precisa deixar de ser refém dos jornais!
    E pensar! Essa notícia é boa por que??
    ORA, PORQUE SIGNIFICA QUE NÃO PRECISAMOS MAIS FICAR REFÉM DOS INVESTIDORES EXTERNOS, DO QUE PENSAM, DO QUE DEIXAM DE PENSAR, DOS ÍNDICES DE RISCO-PAÍS, DAS AVALIAÇÕES DAS AGÊNCIAS DE RISCO, DE SE SEREMOS OU NÃO CLASSIFICADOS COMO INVESTIMENT GRADE!
    SIGNIFICA QUE PODEMOS ADOTAR POLÍTICAS ECONÔMICAS MAIS SOBERANAS, CRESCER E GERAR EMPREGOS!
    LULA, PRECISAMOS DE AÇÃO E CORAGEM. APERTE O MEIRELLES PARA BAIXAR OS JUROS. QUEM MANDA NO GOVERNO?

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