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Blog do Desemprego Zero

INVESTIMENTO ESTRANGEIRO direto e INOVAÇÃO: um estudo sobre ramos selecionados da indústria no BRASIL

Escrito por Rodrigo Medeiros, postado em 28 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Por Marina Filgueiras Jorge

Fonte: IPEA – TEXTO PARA DISCUSSÃO No 1327.

Os resultados apresentados, no entanto, indicam, primeiro, que os efeitos indiretos da presença do IED não são tão significativos quanto os efeitos diretos; segundo, não sinalizam a existência de transformação estrutural por conta da penetração do capital estrangeiro; e, terceiro, mostram que há diferenças relevantes entre os setores.

Além disso, esperava-se que o maior investimento em P&D das empresas domésticas, junto ao transbordamento indireto das empresas estrangeiras, afetasse positivamente a produtividade das primeiras, uma vez que a realização de pesquisas em desenvolvimento de produtos e processos pode facilitar o aprendizado do conhecimento tecnológico mais avançado. Nesse sentido, as empresas com maior investimento em P&D deveriam ser as principais beneficiadas por uma eventual transferência de conhecimento de ETNs para empresas domésticas. Os resultados, no entanto, mostraram o contrário.

Ao contrário dos resultados inesperados e inconclusivos a respeito da capacidade de absorção medida pelo investimento em P&D, porém, a maior qualificação da mão-de-obra mostrou ser um importante elemento para o aproveitamento do transbordamento tecnológico. Assim, ampliar a base de trabalhadores qualificados nas empresas industriais possibilita o maior aprendizado de conhecimentos externos, disponíveis nas empresas estrangeiras, mesmo no curto horizonte de tempo coberto pela análise.

As conclusões são no sentido, portanto, de que a idéia de políticas horizontais não se sustenta. Não faz sentido assumir a atração de IED como uma política unificada, formulada exclusivamente com instrumentos de uso geral. Para otimizar o uso dos recursos destinados a subsídios e otimizar os resultados dos transbordamentos, deve haver um grau de seletividade. Como mostram os resultados, instrumentos verticais que aproveitam as potencialidades setoriais podem ser mais eficientes na promoção da competitividade.

ipea_inova_td_13271.pdf



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