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Blog do Desemprego Zero

GOVERNO REDUZ CORTES NO ORÇAMENTO E PRESERVA O ESTADO

Escrito por leonunes, postado em 14 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Leo Nunes – Ao Sul do Equador

São Paulo – O deputado José Pimentel (PT-CE), relator-geral do Orçamento de 2008, afirmou ontem que o corte de despesas nos três Poderes será da ordem de R$ 12 bilhões e não de R$ 20 bilhões, conforme noticiado anteriormente. Segundo o deputado, o déficit será o mesmo e a alteração do número se deve a uma mudança na forma do cálculo.

Dentre as importantes medidas, Pimentel afirmou que estão mantidos os investimentos no PAC, o salário mínimo de R$ 412,40 e uma verba de R$ 48 bilhões para a pasta da Saúde.

Menos mal. É sabido que as medidas em questão são imprescindíveis para o país. Em primeiro lugar, os investimentos do PAC são fundamentais para que a infra-estrutura dê suporte a taxas de crescimento civilizadas. Em segundo lugar, o salário mínimo constitui uma importante medida de elevação da participação do salário na renda. Por fim, os investimentos em áreas como a Saúde são essenciais para não degradar ainda mais a qualidade do atendimento àqueles que necessitam da saúde pública.

Clique aqui para ler nosso manifesto.



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12 Respostas para “GOVERNO REDUZ CORTES NO ORÇAMENTO E PRESERVA O ESTADO”

  1. Ricardo Summa falou:

    Léo,
    Dos 12 bi, 5 bi foram corte de reajustes para os funcionários públicos.
    Me parece que o que foi realmente preservado foram as emendas de deputados e os gastos com juros. Esses são intocáveis.

  2. Leonardo Nunes falou:

    Summa, concordo com vc. Mas pelo menos o govenro vai preservar, a princípio, os investimentos no PAC e em programas sociais. Não é tão desprezível para um país como o nosso.

    Abs, Léo.

  3. Rodrigo Medeiros falou:

    Prezado Leonardo

    Tendo a concordar com o Ricardo. Para um governo que se julga um grande combatente de desigualdades, é realmente embaraçoso o fato de que para cada real empregado no programa bolsa família destinou-se, em 2007, pouco mais de R$16 para quem vive de juros e amortizações da dívida pública. A escala do número de beneficiados por esses dois gastos públicos é bem distinta.

    Segundo as últimas edições do Boletim Focus, do BC, os crescimentos de 2008 e 2009 serão menores que o ocorrido em 2007. E ainda há a previsão de déficits em transações correntes para os próximos dois períodos. Os efeitos multiplicadores do PAC já estão em xeque.

    O PAC não traduz um programa articulado de ações desenvolvimentistas, mas sim um conjunto de obras, algumas importantes, que atendem a interesses locais.

    Um abraço,

    Rodrigo L. Medeiros

  4. Ricardo Summa falou:

    Leo,
    É desprezível sim.
    Primeiro, porque em nenhum momento questionou a idéia de equilibrio fiscal, a meta de redução da divida-pib, e todas as bobagens neoliberais;
    Segundo, porque 12 bi teriam impacto infimo sobre a relação divida pib, em um contexto do pib crescendo 5%;
    Terceiro, mesmo aceitando toda a bobagem fiscalista, a simples redução de 1,25 pp. da SELIC (sem contar o efeito desta sobre os outros títulos)teria o mesmo efeito;
    Assim, foi uma escolha: trabalhadores do serviço público x rentistas.
    Por fim, não posso deixar de dizer que orçamento é uma coisa e execução orçamentária é outra.

    Não sou daqueles que acha que cortando gastos com pessoal é que é possível gastar em investimento. Acho que os dois estão intimamente ligados. O Estado se mostrou incapaz, até agora, de tocar o PAC (que o Rodrigo definiu bem como uma lista de projetos sem nenhuma visão de país por detrás), muito pela herança do Superávit Fiscal (Segura a execução por 10 meses e libera no final) quanto pela falta de pessoal concursado;
    É por isso que acho que não devemos comemorar nada, pelo contrário.
    Abs
    Summa

  5. Leonardo Nunes falou:

    Rodrigo e Summa,

    Concordo com vcs. O PAC é um amontoado de projetos, há uma hierarquia nos gastos a favor dos rentistas, orçamento e execução orçamentária não são as mesmas coisas, etc. Concordo mesmo. Só quis dizer que com os tucanos o desastre poderia ser ainda maior. Quando nos colocamos no embate político, temos que observar bem que são os adversários. Como dizia Maquiavel, na política, muitas vezes, temos que escolher entre diferentes males. Neste embate, apenas acho que o PT é o mal menor, apesar de ser neoliberal, não te rprojeto para o país, etc.

    Abs, Léo.

  6. Gustavo dos Santos (meus artigos clique) falou:

    Caros Ricardo e Rodrigo,
    concordamos do ponto de vista econômico, teórico. Mas talvez não do ponto de vista político.
    O que vocês sugerem que devemos fazer politicamente?

  7. Leonardo Nunes falou:

    Gustavo,

    na verdade, acho que, de forma geral, temos que ter uma postura crítica em relação ao governo Lula. É neoliberalismo com políticas assistencialistas. O meu ponto é que às vezes ficamos reféns da grande mídia, que dita a agenda política deste país. Aí fica um embate PT x PSDB. Nesta hora, e apenas desta hora, acho que temos que nos posicionar contra o PSDB, para ficar do lado do mal menor. Mas só nestas horas. É fundamental criticar o governo Lula, mostrar sua insuficiência estrutural e buscar meios para discutir e fazer proposições para um novo projeto para o país.

    Abs, Léo.

  8. Rodrigo Loureiro Medeiros falou:

    Caro amigo Gustavo

    Estamos buscando promover um debate neste blog sobre as possibilidades de se efetivarem políticas de pleno emprego no Brasil. No que diz respeito à macroeconomia, a cartilha do pleno emprego já está disponível.

    Quanto a questões microeconômicas, defendemos a tese de que os programas públicos devem ser pensados organicamente para que tenham de fato efeitos sinérgicos e multiplicadores.

    Sei que profissionais do nível de Luciano Coutinho e Márcio Pochman sabem disso. A questão realmente é política. Quais as forças que precisamos para implantar as políticas que defendemos? Certamente trata-se de um empreendimento suprapartidário e que busca mobilizar todos aqueles atores que acreditam no potencial brasileiro como nação.

    Defendemos políticas viáveis e que podem ser efetivadas a partir de um jogo de soma positiva. Muito diferente do atual jogo de soma zero. Lideranças capazes e comprometidas são importantes…

    Um abraço,

    Rodrigo L. Medeiros

  9. Gustavo falou:

    Rodrigo, Léo e Ricardo,
    concordo plenamente com vocês!
    mas não acho que somos coniventes com os muitos erros do governo. Somos críticos. Vocês viram este artigo, por exemplo:
    http://desempregozero.org/2008/02/12/brasil-firme-e-cego-rumo-a-insignificancia-economica/
    Mas não acho conveniente ficar calado frente aos ataques mentirosos da mídia. E mais, se não elogiarmos o que for feito certo, até essas pequena mudanças podem ficar ameaçadas.
    O governo Lula é ruim não é por corrupção ou desonestidade em si, essas são coisas difíceis de evitar no sistema político. O governo Lula é ruim porque não sabe bem como fazer diferente do governo FHC. Não sabe porque nos últimos 30 anos a intelectualidade principalmente A USPIANA REJEITOU radicalmente o desenvolvimentismo. E no capitalismo subdesenvolvido só há duas opções Desenvolvimentismo ou Neoliberalismo. Cada um que escolha a sua. Claro que dentro dessas duas escolhas há mil nuances possíveis. Mas ao menos é preciso tomar a primeira decisão: em qual dessas gavetas você procurará a solução?
    como a intelectualidade “progressista” que deveria estar dando subsídios ao PT rejeitou a primeira, os políticos práticos do partido utilizaram o que tinham à disposição.
    agora, nós “intelecutuais” temos que mostrar o caminho aos poucos, com críticas ao que está errado, mas também com elogios ao que está certo. Caso contrário, os políticos ficarão confusos e não veram alternativa ao neoliberalismo.
    eu ao menos penso assim, temos que acabar com essa mentalidade USPiana da época em que FHC era ícone da intelectualidade de ser “contra todos”.
    essa é minha opinião.
    abraços

  10. Ricardo Summa falou:

    Gustavo,
    Do ponto de vista político eu sugiro divulgar as ideias teóricas e as evidências empíricas para demonstrar que é uma opção política:
    a. O Governo ter que acatar a pressão da oposição (PSDB/DEM) e cortar os gastos (já que isso não afeta a meta de diminuição DIVIDA/PIB);
    b. O Governo decidir por manter os altos gastos com juros a despeito do funcionalismo público;

    E assim concluir que esse governo é neoliberal e não é o Governo que queremos.
    Não se trata de dizer se o governo esta´certo ou não, mas simplesmente denunciar as ações neoliberais.

  11. Gustavo dos Santos (meus artigos clique) falou:

    Summa,
    este não é o governo que queremos. Certamente. Vamos denunciar as ações neoliberais sim!
    Mas se não diferenciarmos minimamente esse governo do outro, vai ajudar a mudar alguma coisa?
    O que as pessoas vão entender com isso?
    que o PSDB é melhor em tudo: “rouba menos”, “é mais moderno” e “tão neoliberal quanto”.
    O Meirelles vai adorar em saber que só faz o que o Lula manda!

  12. Rodrigo Loureiro Medeiros falou:

    Não vejo motivos para preocupação da nossa parte. Estamos fazendo um trabalho equilibrado, sem defesas incondicionais de qualquer governo ou partido. Como defendemos um projeto suprapartidário, essa é a posição correta.

    Concordo que existem boas iniciativas no governo Lula. Inclusive no âmbito do PAC. Não vejo problema em mencionar isso. A questão é que poderíamos mais, pois o potencial brasileiro como nação é enorme.

    Quanto aos intelectuais, penso que há muita confusão no ar. Os partidos políticos, por sua vez, os procuram em tempos de eleições. Passado o período dos debates, a maioria dos partidos retoma a Realpolitik brasileira. Não faz diferente o PT.

    Estamos buscando contribuir modestamente para a inflexão desse processo viciado.

    Um abraço,

    Rodrigo L. Medeiros

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