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Blog do Desemprego Zero

Datafolha: Alckmin e Marta continuam sendo nomes mais fortes em São Paulo

Escrito por blogdojefferson, postado em 17 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson

Do Datafolha

A primeira pesquisa de intenção de voto realizada pelo Datafolha neste ano, mostra que, em São Paulo, o ex-governador Geraldo Alckmin, do PSDB, e a ex-prefeita Marta Suplicy, do PT, são, hoje, os nomes mais fortes na disputa. O tucano, que ganhou pontos em relação a levantamento de novembro do ano passado, leva ligeira vantagem numérica sobre a petista, mas em situação de empate técnico.
 

De cinco possíveis cenários apresentados aos entrevistados, Geraldo Alckmin lidera sozinho em dois, Marta é a líder isolada em um e ocorre empate entre o peessedebista e a petista em dois. Foram ouvidos 1092 moradores da cidade de São Paulo, a partir dos 16 anos de idade, na última quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008.

No primeiro cenário, que considera a hipótese de que PSDB e DEM não repitam este ano a aliança feita em 2004, quando o tucano José Serra foi eleito, tendo Gilberto Kassab como vice, Geraldo Alckmin tem hoje 29% das intenções de voto, empatando, em razão da margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com Marta Suplicy, que atinge 25%. Em relação ao levantamento anterior, de novembro do ano passado, Alckmin oscilou três pontos para cima (tinha 26%) e Marta variou um ponto positivamente (atingia 24%). Gilberto Kassab, por sua vez, oscilou um ponto para baixo, passando de 13% para 12% das intenções de voto, e segue empatado com os ex-prefeitos Paulo Maluf, do PP, que se manteve com 10%, e Luiza Erundina, do PSB, que oscilou de 9% para 8%.

Paulinho (PDT) manteve os 3%, Soninha continua com 2% e Aldo Rebelo (PC do B) permanece com 1% das preferências, mesmo percentual que atingem Ivan Valente (PSOL) e Zulaiê Cobra (PHS), incluídos pela primeira vez.

Sem Kassab na disputa, Geraldo Alckmin atinge seu melhor desempenho, chegando a 34% das intenções de voto, cinco pontos a mais do que tinha em novembro (29%). Marta tem 28% nesse cenário, percentual que representa oscilação de um ponto para cima em relação ao levantamento anterior, quando a petista atingia 27%. Nesse cenário, Alckmin lidera, embora ocorra um empate entre ele e Marta, no limite da margem de erro: a petista pode ter, no máximo, o percentual mínimo que o tucano pode realmente atingir (31%). Nesse caso, é mais provável estatisticamente que o ex-governador esteja à frente. Maluf oscilou de 12% para 10% e Erundina variou de 10% para 9%. Paulinho se manteve com 4%, Soninha oscilou de 3% para 2% e Aldo Rebelo continua com 1%, mesmo percentual obtido por Zulaiê Cobra. Ivan Valente foi citado, mas não atinge 1% das menções.


Alckmin também lidera quando Marta é substituída por Arlindo Chinaglia como candidato do PT. Nesse cenário, o peessedebista obtém 33%, tendo oscilado três pontos para cima em relação a novembro, quando atingia 30%. Kassab oscilou um ponto para cima nesse cenário, de 15% para 16%, e divide o segundo lugar com Erundina, que variou de 16% para 14%, e Maluf, que variou de 13% para 12%. Chinaglia fica longe de repetir o desempenho da ministra do Turismo, atingindo apenas 1% das intenções de voto, e ficando nas últimas posições, ao lado de Paulinho (4%), Soninha (3%), Aldo (2%), Zulaiê (1%) e Ivan Valente (que não chegou a atingir 1%).


Quando o nome de Geraldo Alckmin é retirado da disputa, Marta assume a liderança, com 32% das intenções de voto, quatro pontos a mais do que obtinha em novembro (28%), ficando 13 pontos à frente de Gilberto Kassab, que oscilou de 20% para 19%. Maluf e Erundina dividem o terceiro lugar, com, respectivamente, 13% e 10% das preferências. Completam este cenário Paulinho (4%), Soninha, Aldo Rebelo, Zulaiê Cobra (2%, cada) e Ivan Valente (1%).
Um quinto cenário, não testado anteriormente, exclui da disputa o nome do ex-prefeito Paulo Maluf. Nesse caso, Geraldo Alckmin obtém 30% e Marta Suplicy fica com 28%, ocorrendo assim um empate entre os dois. Gilberto Kassab, com 13%, empata com Luiza Erundina, que obtém 9%. Vêm a seguir Paulinho (4%), Soninha (2%), Aldo Rebelo, Ivan Valente e Zulaiê Cobra (1%, cada).


No que diz respeito à intenção de voto espontânea, Gilberto Kassab oscilou de 10% para 11%, Marta Suplicy variou de 7% para 10% e Geraldo Alckmin passou de 4% para 6%. O percentual dos que não sabem dizer espontaneamente em quem gostariam de votar para prefeito de São Paulo nas eleições deste ano caiu oito pontos percentuais em relação a novembro, tendo passado de 59% para 51%.

Comentário do Blog do Jefferson: Nada mudou nos cenários da eleição municipal paulistana. As alterações ficaram na margem de erro. Só que em todos os cenários o prefeito Gilberto Kassab oscilou para baixo. Será que é tendência? Também ficou claro que Kassab terá dificuldade de vencer Marta Suplicy num eventual segundo turno. Se o PSDB tiver juízio, Alckmin será candidato. Caso contrário, com as contoveladas entre a turma de Alckmin e Serra, Marta Suplicy poderá voltar à prefeitura. Maluf não deve sair candidato. Então, o melhor cenário é o último apresentado. Saindo candidatos Alckmin, Kassab e Marta, sem Maluf, a disputa será acirrada. Se o prefeito escolher Marta Suplicy para bater, não irá ao segundo tuno. Se bater em Alckmin, cria um constrangimento para uma possível aliança futura, além de prestar um serviço à campanha de Marta Suplicy. O problema é que Alckmin e Kassab disputam a mesma fatia do eleitorado. E uma parte significativa do eleitorado de Marta é cativa. Kassab bater apenas em Marta pode enfraquecê-la, mas dificilmente tomará seu lugar. Se quiser ganhar, terá que detonar Alckmin. É uma tarefa realmente muito difícil.

Jefferson Milton Marinho: Economista formado pela UFMG e Mestrado na mesma instituição. MBA em Finanças pelo IBMEC-BH. Meus Artigos



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4 Respostas para “Datafolha: Alckmin e Marta continuam sendo nomes mais fortes em São Paulo”

  1. Gustavo dos Santos (meus artigos clique) falou:

    Oi Jefferson,
    seus comentários foram muito pertinentes. Mas me responda uma coisa que eu não sei se entendo: Por que vc acha que o Serra não apóia logo o Alckmin para prefeitura? Me parece impossível evitar essa candidatura. A eleição já está ganha para o Alckmin há muito tempo. Não consigo entender o jeito Serra de fazer política. Por que?
    abraços

  2. blogdojefferson falou:

    Gustavo,

    O Serra tem uma desvantagem grande sobre Serra e Aécio. O seu jogo político é sempre rasteiro, nos bastidores. Não enfrenta a briga diretamente, cara a cara. Tenta ganhar tudo no tapetão. Tirou o Jeressait da disputa em 2002 dessa forma. Acabou criando cicatrizes. Poderia ter levado lealmente, mas faz de um jeito rasteiro. Tentou o tapetão em 2006 e não funcionou.

    Tenho muito mais simpatia pelo Serra que Alckmin. Mas foi Alckmin que transformou o PSDB paulista bem maior que o PT. O seu jogo é mais aberto.

    Nesse episódio da eleição paulistana, tentou mais uma vez levar no tapetão. E agora terá que engolir o Alckmin de qualquer maneira. E acabou que o Aécio fincou o pé dentro do PSDB paulista. Aproveitou a oportunidade, aliou ao Alckmin e elegeu o novo líder do PSDB na Câmara. Um paulista, José Aníbal.

    A sua candidatura estava praticamente sacramentada. Na minha visão, já não é mais certa. E por erro do Serra. Primeiro, alijou totalmente a turma do Alckmin do governo paulista. Como o Alckmin estava fora do barralho em 2010, não era difícil para o Serra construir um entendimento com o grupo do Alckmin. Mas resolveu derrotá-lo. E acabou aumentando as chances do Aécio. Agora, o PSDB paulista tende a ir desunido em 2010, o que é bom para o Aécio.

    Serra precisa mudar seus métodos. Precisa aprender a construir entendimentos. Não é mais possível escolher o presidente do país sentado num restaurante chique de São Paulo.

    Abraços,

    Jefferson

  3. blogdojefferson falou:

    Errata: Serra tem uma desvantagem grande sobre Alckmin e Aécio.

  4. Gustavo falou:

    Jefferson,
    há tempos tenho percebido que o Observatório da Imprensa tem tido posicionamentos covardes. Até hoje eu nunca vi eles admitirem que a imprensa manipula informações para fazerem negócios e definirem quem são os “bons” e o “maus” políticos. O Observatório da Imprensa não admite que há venda de notícias falsas para ganhar $$ dinheiro e tentam tutelar a democracia. Eles recebem recursos da Fundação Ford, será que é por isso? há diversos livros acusando a Fundação Ford de ser um braço da cia. Mas sobre isso não posso dizer nada. Não entendo desses assuntos. só posso dizer que a atitude foi covarde, pois tratou as reportagens do Nassif como mero instrumento de uma briguinha de “garotos”, mas o assunto é claramente muito mais sério.
    abraços

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